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Saturday, 30 June 2012

Dikas, dikas e... mais dikas!





Tema livre: Diga o que melhor entender e souber sobre a mensagem que esta (fabulosa) imagem lhe transmite. Que será que o artista nos quis dizer? Sinceramente eu estou confuso...
(Reginaldo Silva)

Muanha Gouveia Gouveia - Na imagem vejo um abutre a "proteger" uma pomba,debaixo das suas asas. Moral da história: todo ser Humano,até o mais "insensível" as vezes pode mostrar humanismo e gesto nobre...

Edivaldo Ribeiro Ribeiro - Olhando através dos olhos do artista, devo dizer que pode tembém existir nesta imagem uma mensagem a ser decifrada, tal como um codigo, ou seja camuflar a uma ideia por meio de um pensamento. Será que este artista não está a dizer em poucas palavras que nem tudo o que parece é? ou então, tipo... pomba branca, a paz! e os abutres, os aproveitadores da paz se fazendo passar por macaco velho.

Lúcio Mauro Mendes - Concordo a mensagem por trás desta imagem esta muito bem retratada. Conhecendo a natureza das criaturas, a pomba branca simboliza a paz e o abutre não é propriamente uma ave "boa" porque esta alimenta-se de animais que já se encontram mortos ou feridos de morte (sendo assim o abutre simboliza a guerra). A interpretação que retiro da mesma é de que "os abutres" (e reparem que o artista passa a mensagem que são mais do que um) tem o domínio sobre a pomba (Paz), sendo assim são eles que determinam quando e onde deve haver a Paz para a sobrevivência deles próprios! Pode-se então concluir que os "fazedores" da Paz e da Guerra são os abutres.

 Vultures

In the greyness
and drizzle of one despondent
dawn unstirred by harbingers
of sunbreak a vulture
perching high on broken
bones of a dead tree
nestled close to his
mate his smooth
bashed-in head, a pebble
on a stem rooted in
a dump of gross
feathers, inclined affectionately
to hers. Yesterday they picked
the eyes of a swollen
corpse in a water-logged
trench and ate the
things in its bowel. Full
gorged they chose their roost
keeping the hollowed remnant
in easy range of cold
telescopic eyes...

Strange
indeed how love in other
ways so particular
will pick a corner
in that charnel-house
tidy it and coil up there, perhaps
even fall asleep - her face
turned to the wall!

...Thus the Commandant at Belsen
Camp going home for
the day with fumes of
human roast clinging
rebelliously to his hairy
nostrils will stop
at the wayside sweet-shop
and pick up a chocolate
for his tender offspring
waiting at home for Daddy's
return...

Praise bounteous
providence if you will
that grants even an ogre
a tiny glow-worm
tenderness encapsulated
in icy caverns of a cruel
heart or else despair
for in the very germ
of that kindred love is
lodged the perpetuity
of evil.

[Chinua Achebe]





 'The Sleep of Reason Produces Monsters' by Yinka Shonibare





Tema livre: Diga o que melhor entender e souber sobre a mensagem que esta (fabulosa) imagem lhe transmite. Que será que o artista nos quis dizer? Sinceramente eu estou confuso...
(Reginaldo Silva)

Muanha Gouveia Gouveia - Na imagem vejo um abutre a "proteger" uma pomba,debaixo das suas asas. Moral da história: todo ser Humano,até o mais "insensível" as vezes pode mostrar humanismo e gesto nobre...

Edivaldo Ribeiro Ribeiro - Olhando através dos olhos do artista, devo dizer que pode tembém existir nesta imagem uma mensagem a ser decifrada, tal como um codigo, ou seja camuflar a uma ideia por meio de um pensamento. Será que este artista não está a dizer em poucas palavras que nem tudo o que parece é? ou então, tipo... pomba branca, a paz! e os abutres, os aproveitadores da paz se fazendo passar por macaco velho.

Lúcio Mauro Mendes - Concordo a mensagem por trás desta imagem esta muito bem retratada. Conhecendo a natureza das criaturas, a pomba branca simboliza a paz e o abutre não é propriamente uma ave "boa" porque esta alimenta-se de animais que já se encontram mortos ou feridos de morte (sendo assim o abutre simboliza a guerra). A interpretação que retiro da mesma é de que "os abutres" (e reparem que o artista passa a mensagem que são mais do que um) tem o domínio sobre a pomba (Paz), sendo assim são eles que determinam quando e onde deve haver a Paz para a sobrevivência deles próprios! Pode-se então concluir que os "fazedores" da Paz e da Guerra são os abutres.

 Vultures

In the greyness
and drizzle of one despondent
dawn unstirred by harbingers
of sunbreak a vulture
perching high on broken
bones of a dead tree
nestled close to his
mate his smooth
bashed-in head, a pebble
on a stem rooted in
a dump of gross
feathers, inclined affectionately
to hers. Yesterday they picked
the eyes of a swollen
corpse in a water-logged
trench and ate the
things in its bowel. Full
gorged they chose their roost
keeping the hollowed remnant
in easy range of cold
telescopic eyes...

Strange
indeed how love in other
ways so particular
will pick a corner
in that charnel-house
tidy it and coil up there, perhaps
even fall asleep - her face
turned to the wall!

...Thus the Commandant at Belsen
Camp going home for
the day with fumes of
human roast clinging
rebelliously to his hairy
nostrils will stop
at the wayside sweet-shop
and pick up a chocolate
for his tender offspring
waiting at home for Daddy's
return...

Praise bounteous
providence if you will
that grants even an ogre
a tiny glow-worm
tenderness encapsulated
in icy caverns of a cruel
heart or else despair
for in the very germ
of that kindred love is
lodged the perpetuity
of evil.

[Chinua Achebe]





 'The Sleep of Reason Produces Monsters' by Yinka Shonibare

Saturday, 14 April 2012

Noticias do "meu pais"... (Actualizado)





Numa década sem guerra, tem sido possível resolver alguns problemas mas tem crescido paralelamente e em proporções desiguais as diferenças sociais. É isso que tem motivado alguma agitação política nos últimos tempos, com os protestos dos jovens, na ausência de iniciativas credíveis da oposição política que prefere ir a reboque desse movimento a ver se o poder cai na rua! Não caiu, nem vai cair até porque quem se apresenta com casa nova para acomodar esses inconformados diz já não recorrer ao gatilho para se constituir governo. O recurso, promete, será pacific e democrático para tirar do poder quem o exerce sem nunca ter sido eleito. Como os políticos são de memória curta, se calhar convinha lembrar que em 1992 houve um vencedor claro das eleições parlamentares e que a eleição presidencial não se concluiu exactamente, porque, tal como naquela época, as mesmas pessoas que aspiram o lugar anunciaram o regresso à guerra. Pior que isso, cumpriram, mandando para as calendas gregas, eleições e tudo o que tivesse a ver com uma solução política do diferendo.
E foi nesse exercício de paz, que o agora candidato se bateu para substituir o Mano Mais Velho na liderança da organização que ajudou a montar e de que foi um dos rostos mais visíveis.
No jogo democrático perdeu para a concorrência e, qual mau perdedor, bateu democraticamente com a porta e foi construir a sua própria casa, onde é o líder e eleito democraticamente em lista única!
Na hora da saída, não se lhe ouviram recriminações nem questionamentos sobre ter estado numa organização, que ajudou a projectar, com um líder que na altura já levava 36 anos de chefia.
Agora, como candidato, está no direito de dizer que 32 anos é muito tempo e há que mudar, pacífica e democraticamente.
É isso mesmo: viva a paz, porque se prosseguissem as profecias de alguns a esta hora a democracia estaria no ralo, divididos que estávamos em radicais, moderados e piratas, cada um a tentar impor a sua lei no pedaço de território que controlava.
Venham as eleições, possíveis graças a paz que alguns não queriam, e o povo que decida!
PS: Com este Editorial e a partir da próxima semana, cesso as minhas funções de director do semanário Novo Jornal, pela combinação de vários interesses pessoais, profissionais e outros.
Victor Silva - Editorial do Novo Jornal - 06/04/02




{De fakto…}

"Nem sempre teremos sido tão imparciais como seria exigível. Nem sempre teremos sido tão rigorosos quanto seria recomendável. Teremos, porventura, cometido erros de análise ou resvalado para alguns excessos.
Não nos custa reconhecer as nossas falhas. Desde logo porque soubemos e saberemos sempre ir ao confessionário e penitenciarmo-nos perante os leitores, o nosso principal e único juiz."


{… Nesse “pais di meu” ke certos eternos betinhos da Vila Alice e korredores de fundo "demasiado independentes" lhe receberam kum ele de heranca dos meus ancestrais... a falta de vergonha na kara nao mata!...}



"Do que, no entanto, não nos podem acusar é de termos sucumbido aos apetites do sensacionalismo, aos assassinatos de carácter, ao insulto, à ofensa ou à violação dos direitos de privacidade."
Gustavo Costa



{... Muito antes pelo contrario: os kriminosos sem kastigo... os sub-rapazes (des?)komplexados (re!)kolonizados e os 'boys koisifikados' das escutas e vigias...ke nunka se meteram na vida privada de ninguem... nem nunka "lincharam" ninguem... mas ke mentem kom kwantos dentes teem na boka... nao so' sao INTOCAVEIS(!)... como, tal e kwale kumo a korrupcao...
estao sempre a subir!!!
Porque, afinale... kamarao ke dorme... a onda leva!!!}

"A New Media Angola, S.A., empresa proprietária do semanário Novo Jornal, em Assembleia-Geral de accionistas de 10 de Abril de 2012, nomeou os novos órgãos sociais para o triénio 2012-2015 e designou, para Director do Novo Jornal, Gustavo Costa...
Ao anterior Director, Victor Silva, que cessa funções a partir desta data, a New Media Angola agradece o trabalho desenvolvido em prol do Novo Jornal, desejando-lhe as maiores venturas na sua carreira profissional."



[imagem daqui]


KURIBOTA

Kuribota, kuribota
seu invejoso
kuribota, kuribota
nao tens vergonha
kuribota, kuribota
grande planista
kuribota, kuribota
finjido!

Tanto falaste de mim
tantos ditos e malditos
quizeste vender minha alma
em troca do dinheiro
quizeste vender minha vida
em troca do teu bem estar

Kuribota!

Falas mal de uma mulher
sem lhe conheceres sequer
falas mal de um bom amigo
ja' nao sabes sequer
quem bem te quer

Kuribota, kuribota
seu invejoso
kuribota, kuribota
nao tens vergonha
kuribota, kuribota
grande planista
kuribota, kuribota
finjido!

Waldemar Bastos


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Sobre o 'Novo Jornal'

2009: Annus Horribilis





Numa década sem guerra, tem sido possível resolver alguns problemas mas tem crescido paralelamente e em proporções desiguais as diferenças sociais. É isso que tem motivado alguma agitação política nos últimos tempos, com os protestos dos jovens, na ausência de iniciativas credíveis da oposição política que prefere ir a reboque desse movimento a ver se o poder cai na rua! Não caiu, nem vai cair até porque quem se apresenta com casa nova para acomodar esses inconformados diz já não recorrer ao gatilho para se constituir governo. O recurso, promete, será pacific e democrático para tirar do poder quem o exerce sem nunca ter sido eleito. Como os políticos são de memória curta, se calhar convinha lembrar que em 1992 houve um vencedor claro das eleições parlamentares e que a eleição presidencial não se concluiu exactamente, porque, tal como naquela época, as mesmas pessoas que aspiram o lugar anunciaram o regresso à guerra. Pior que isso, cumpriram, mandando para as calendas gregas, eleições e tudo o que tivesse a ver com uma solução política do diferendo.
E foi nesse exercício de paz, que o agora candidato se bateu para substituir o Mano Mais Velho na liderança da organização que ajudou a montar e de que foi um dos rostos mais visíveis.
No jogo democrático perdeu para a concorrência e, qual mau perdedor, bateu democraticamente com a porta e foi construir a sua própria casa, onde é o líder e eleito democraticamente em lista única!
Na hora da saída, não se lhe ouviram recriminações nem questionamentos sobre ter estado numa organização, que ajudou a projectar, com um líder que na altura já levava 36 anos de chefia.
Agora, como candidato, está no direito de dizer que 32 anos é muito tempo e há que mudar, pacífica e democraticamente.
É isso mesmo: viva a paz, porque se prosseguissem as profecias de alguns a esta hora a democracia estaria no ralo, divididos que estávamos em radicais, moderados e piratas, cada um a tentar impor a sua lei no pedaço de território que controlava.
Venham as eleições, possíveis graças a paz que alguns não queriam, e o povo que decida!
PS: Com este Editorial e a partir da próxima semana, cesso as minhas funções de director do semanário Novo Jornal, pela combinação de vários interesses pessoais, profissionais e outros.
Victor Silva - Editorial do Novo Jornal - 06/04/02




{De fakto…}

"Nem sempre teremos sido tão imparciais como seria exigível. Nem sempre teremos sido tão rigorosos quanto seria recomendável. Teremos, porventura, cometido erros de análise ou resvalado para alguns excessos.
Não nos custa reconhecer as nossas falhas. Desde logo porque soubemos e saberemos sempre ir ao confessionário e penitenciarmo-nos perante os leitores, o nosso principal e único juiz."


{… Nesse “pais di meu” ke certos eternos betinhos da Vila Alice e korredores de fundo "demasiado independentes" lhe receberam kum ele de heranca dos meus ancestrais... a falta de vergonha na kara nao mata!...}



"Do que, no entanto, não nos podem acusar é de termos sucumbido aos apetites do sensacionalismo, aos assassinatos de carácter, ao insulto, à ofensa ou à violação dos direitos de privacidade."
Gustavo Costa



{... Muito antes pelo contrario: os kriminosos sem kastigo... os sub-rapazes (des?)komplexados (re!)kolonizados e os 'boys koisifikados' das escutas e vigias...ke nunka se meteram na vida privada de ninguem... nem nunka "lincharam" ninguem... mas ke mentem kom kwantos dentes teem na boka... nao so' sao INTOCAVEIS(!)... como, tal e kwale kumo a korrupcao...
estao sempre a subir!!!
Porque, afinale... kamarao ke dorme... a onda leva!!!}

"A New Media Angola, S.A., empresa proprietária do semanário Novo Jornal, em Assembleia-Geral de accionistas de 10 de Abril de 2012, nomeou os novos órgãos sociais para o triénio 2012-2015 e designou, para Director do Novo Jornal, Gustavo Costa...
Ao anterior Director, Victor Silva, que cessa funções a partir desta data, a New Media Angola agradece o trabalho desenvolvido em prol do Novo Jornal, desejando-lhe as maiores venturas na sua carreira profissional."



[imagem daqui]


KURIBOTA

Kuribota, kuribota
seu invejoso
kuribota, kuribota
nao tens vergonha
kuribota, kuribota
grande planista
kuribota, kuribota
finjido!

Tanto falaste de mim
tantos ditos e malditos
quizeste vender minha alma
em troca do dinheiro
quizeste vender minha vida
em troca do teu bem estar

Kuribota!

Falas mal de uma mulher
sem lhe conheceres sequer
falas mal de um bom amigo
ja' nao sabes sequer
quem bem te quer

Kuribota, kuribota
seu invejoso
kuribota, kuribota
nao tens vergonha
kuribota, kuribota
grande planista
kuribota, kuribota
finjido!

Waldemar Bastos


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