Friday, 12 December 2008

OUI NOUS POUVONS!

Sera' que e' desta que os Franceses fazem as pazes com os Americanos, ou sera' esta apenas mais uma manifestacao da sua legendaria rivalidade?
Primeiro, um grupo de notaveis emitiu este manifesto, que aqui notei na altura.
Depois, Mme. Sarkozy aludiu aqui , en passant, as "semelhancas" entre o background de Obama e o do seu marido.
Agora, em Paris, alguem se lembrou disto...

[Plus ici]

Sera' que e' desta que os Franceses fazem as pazes com os Americanos, ou sera' esta apenas mais uma manifestacao da sua legendaria rivalidade?
Primeiro, um grupo de notaveis emitiu
este manifesto, que aqui notei na altura.
Depois, Mme. Sarkozy aludiu aqui , en passant, as "semelhancas" entre o background de Obama e o do seu marido.
Agora, em Paris, alguem se lembrou disto...

[Plus ici]

5 comments:

Anonymous said...

http://angola24horas.com/?pg=noticia&id=2554

Anonymous said...

Querida Amiga Koluki, passei aqui só para dar um KANDANDO (hehehe) e para avisar que «roubei» a foto da Rainha Nzinga para um trabalho que uma colega Angolana (Namibe) da minha Mãe (das Novas Oportunidades - Reconhecimento, Certificação e Validação de Comeptências, em Cascais).

Temos de retomar o LUANDA AZUL - LUANDA BLUES!!!!!

MAIS KANDANDOS!!!!!!

Da Sailor Girl

Sailor Girl said...

Amiga, tinha-me esquecido da minha password! Fui eu quem enviou a mensagem referente ao Luanda Azul etc! Falaremos.
MEGA-KANDANDOS!!!!!!

Koluki said...

Bem, minha querida amiga, esse e' caso para se dizer 'ladrao que rouba ladrao tem cem anos de perdao'... porque tb. a roubei do Luanda Azul!
And yes: we're back!
Thanks a lot for the invitation. We'll keep talking while working on it.

K&H

Koluki said...

Comentarios do site ANGOLA24HORAS ao meu artigo "A Minha Patria Nao E' a Lingua Portuguesa"


Nome: Mito Rodrigues Cidade: Ondjiva Data: 12/12/2008

De tirar o chapéu!!!




Nome: Dr Mandavid Cidade: so fala a verdade Data: 12/12/2008

Não é atoa que q a minha filha chama-se Ana Paula. e a Ana Paulina Savimbi, inteligente como era, o Dr Savimbi lhe enterrou viva.Mais a nossa luta, vai continuar.Eu li esté artigo, com uma lagrima no canto do olho.Vumby ai tens uma grande Angolana.A luta pela matria ainda não terminou.Vocé vumby, ainda luta pelo os eus pais colonizadores.




Nome: Meu nome é ninguém Cidade: Bairro Prenda Data: 12/12/2008

Bonitona, estás a discutir o que?...é impossível separar as histórias e culturas das nações com fortes influência no nosso dia-a-dia, estamos em contínua mistura (repara o nosso português, o da tuga, do Brasil, etc, um tem influência percentual sobre a outra; a nossa cultura tem misturas inseparáveis, não as negamos, já não e possível; não vale persistirmos é dizer branco é europeu, preto é africano, olhos azuis é puro pula, olhos amendoados é asiático...está tudo misturado e deixamos lá de exaltações desnecessárias. Tudo muito bem escrito, mas parece-me que queremos voltar a 75 em que seria revolucionário negarmos o que era português (até língua portuguesa era língua veicular, senhor era camarada, etc). Deixa o passado fazer parte da história, mas o presente e o futuro não voltam para trás. A senhora (és muito Linda) fala de Marx, Voltaire, esse, aquele...falas do mundo, mas excluis a expressão cultural portuguesa?...




Nome: Calcinhas de Luanda Cidade: Data: 12/12/2008

Enfim, a Pátria de todos nós é de facto o Planeta Terra. O resto são nuances.




Nome: lobato Cidade: val thorens Data: 12/12/2008

Para simplicar vç nâo é Lusotropicalista!
Salientando apenàs "Lusotropicalismo" na sua essençîa nâo é péjorativo quando nâo accareta idéologias de dominaçâo para Angola onde a Inanidade de préconceitos racistas ou etnicistas demostraram a sua inanidade com certos pretos "sô" de pele....




Nome: Milhorrô Cidade: Dortmund/Alemanha Data: 12/12/2008

Parabens minha mana!
Que grande artigo,é bom dar-mos aula de moral a certas gente(pessoas)que acham ao falar o Portuuês sâo mas Angolanos que os restantes.
Mana An Paula você neste texto demostrou dignidade de ser uma mulher Africana com orgulho.
Beijinhos da parte do Milhorrô e que continua a preservar e a mostrar perante o mundo o que te pertence.




Nome: melamela Cidade: Luanda Data: 12/12/2008

artgo verdadeiro da senhora santana.A lingua portugesa e mesmo pratria dos angolanos,isto porque o povo angolano vive de um rejime neocolonialista e fascista ha 33 anos.abaixo os neocolonialistas, abaixo os fascistas,e viva africa.




Nome: NEPHILIM Cidade: LUANDA Data: 12/12/2008

BELA VIAGEM VERBAL PELU MUNDU LITERÁRIU, KULTURAL,GEOGRÁFICU.DU MESMU JEITU VIAJEI PELA PAIZAGEM FÍZIKA K A IMAGEM FOTOGRÁFIA PROPORCIONA. PENA FALTAR ALGUMA INCIZIVIDADE(?)NU TEXTU..., I AUZENSIA NOTÓRIA DU MUINTU K TEMUS DE BELU....SEE U SOON.
P.S.:SERÁ K V. KOÑESSE ANGOLA???




Nome: Cabindiano Cidade: Tando Nzinzi Data: 12/12/2008

Li este artigo lamento que nao tem nada de impressionante a nao ser defender o estrangerismo,a globalizacao e monstrar um pouco onde foste se fostes e emfim artes dos angolanos que o m deu possibilidade para vagueiar um pouco pelo mundo e voltar com vaidade,so que preparai vos porque nao tarda que o vosso imortal nao eterno




Nome: upalaco@yahoo.com Cidade: Lisboa. Data: 12/12/2008

Bela acrobacia literària. Este texto é um grande calmante para os momentos de frustraçao dos angolanos.




Nome: O resultado e' esse: Sangue Bakongo e Kimbundu mis Cidade: Fiquemos unidos meus irmaos Data: 12/12/2008

De Cabinda ao Cunene: Um So' Povo e Uma So' Nacao. Mesmo o Savimbi concordou com o Neto, embora ele dizia do Mar ao Leste. Never mind. Muangole a hora e' essa. THINK BIG!...




Nome: DE MAE MUKONGO! tinha que ser pha!... Cidade: www.LUVILA.com Data: 12/12/2008

para quem nao sabe: LSE quer dizer London School of Economics.
Angola precisa de pessoas como esse: they THINK BIG.




Nome: Dr. Xis Cidade: junior_ferreira_dr.x@live.com.pt Data: 12/12/2008

Senhor 'Meu nome é ninguém', pela primeira vez, estou de acordo contigo e, inequivocamente, faço-lhe a vénia! Afinal, por trás do seu notável sarcasmo vive um intelecto (implícito ou explícito?). Gostei de ler o artigo da senhora Paula e, desde já, os meus parabéns por aflorar um assunto tão importante. Lá vão os tempos em que as nossas línguas eram simplesmente banalizadas e consideradas meros falares de macacos, ou apelidadas com tom pejorativo de línguas indígenas ou dialectos. Contudo, não deixo de expressar a minha apreensão perante àquilo que me parece ser uma atitude assumida de negação da importânica e do papel da língua portuguesa no contexto cultural de Angola. A autora não concorda com Pessoa? Tudo bem, não tem razões nem motivos para o fazer! Quando Pessoa assume a Pátria na língua portuguesa, ele revê-se nos valores culturais do seu Povo, expressos na sua língua. E a senhora Paula? Estabecer uma assimetria entre a importância do uso da LP e a disfunção da expressão cultural é no mínimo polémico! Confesso-lhe que não me revejo no Mano Dibango, para não citar outros nomes que usou. O Bonga, nem sempre que canta é compreendido! O falecido Teta Lando, quando cantava, nem sempre era compreendido! O Tchipa, idem! Porém, há uma coisa em comum nas músicas destes: o rítmo. Mesmo que nos xinguem, nós dançamos porque o rítmo é convidativo. Ah, o melhor de tudo é que quando cantam em português, apesar de não expressar os valores culturais angolanos, como pretende a Dona Paula, todos nós compreendemos o que cantam! Não digo mais nada, brevemente volto com artigos sobre a língua portuguesa. Agora, quero perguntar a Dona Paula: em que língua são expressos os valores culturais angolanos? Outra coisa, se houvesse alguma língua a crioulizar-se em Angola, de certeza, esta não seria de origem africana (bantu). Esta seria a língua portuguesa! E já agora, será que não está a crioulizar-se? Seja como for, em português nos entendemos. Saudações!




Nome: Afonso Ngunza Cidade: Data: 12/12/2008

Artigo pensado! Existe um sector no nosso Pais que nao gosta de ouvir este tipo de discussoes e classificam-na ja de pan-africanismo. Nao trata-se de racismo ou xenofobia dizer que sou Africano. Concordo sim com Ana Paula. A minha patria tambem nao e a Lingua Portuguesa. O conjuntos sentimentos acumulados durante milenios nao sao traduzidos na Lingua de Camoes.




Nome: N'gola Kilwanje Cidade: Data: 12/12/2008

O mesmo sector que defende a crioulizacao para se "desenvolver" e que sente medo discutir isto. Para vossa informacao, quando os europeus chegaram em Africa nos nao conheciamos racismo. Aquilo foi invencao europeia. Por tanto, temer que os angolanos reencontrem-se com as suas reais raizes antropologicas nao faz sentido. Pelo que saiba Japao desenvolveu-se sem precisar criolizar-se. Nao aceito relegar a minha identidade por um suposto desenvolvimento. Eu nao estou a dizer que ser criolo e ser inferior. Oque estou apenas a dizer e que nao ser criolo tambem nunca foi inferior. O proprio conceito de hierarquizacao "racial" nao e invencao nossa. Os angolanos que temem isto deve procurar as suas almas porque devem estar perdidas.




Nome: N'gola Kilwanje Cidade: Data: 12/12/2008

Ser africano e sentir-se africano! Nao quero aqui entrar em bajulacoes desnecessarias, mas devo afirmar que o projecto de exposicao da Arte Africana que o esposo da Isabel dos Santos e algo que merece todo nosso apoio.




Nome: ndjotino Cidade: Rome Data: 12/12/2008

Dr.Xis, a quem e a quantos angolanos se refere o teu "nos"?
Quantos angolanos ( em percentagem) falam portugues? Com a pergunta "em que lingua sao expressos os valores culturais angolanos" queres insinuar que sao expressos sò em portugues? ou que os valores culturais de um povo sao apenas expressos atraves da Lingua? Nao estas a cair no erro que induz muitos a pensar que "culto" é aquele que fala portugues? E' verdade que esta é um dos canais, mas a cultura e os valores de um povo transcendem a lingua, por um lado; e, por outro, sao exprimiveis - e de facto sao expressos - em todas as linguas faladas por quem os conhece, mas com maior honestidade nas linguas originais do povo em questao. Jà nao é tempo de resignar-se a aceitar que alguém venha a dizer quem somos ou o que devemos ser sem nunca nos fazer uma pergunta sobre a nossa real identidade. A globalizaçao, um conceito economico mas que invadiu outros sectores da vida humana, nao é desculpa para uma nova colonizaçao, isto é, invasao cultural e de tudo aquilo que faz parte do seu tecido humano. No actual contexto de globalizaçao, fala-se sim de intercultura na multicultura ou pluricultura, ou seja, dialogo e interacçao entre varias culturas. A ideia de "monocultura" que fazes antever, seria um efeito colateral drastico e carente de significado de cultura. Uma "cultura global" nao serà nunca possivel. E a cultura angolana também é portuguesa?




Nome: Dr. Xis Cidade: junior_ferreira_dr.x@live.com.pt Data: 13/12/2008

Eu não disse nem uma coisa nem a outra. Fui tão simples quanto claro! A língua portuguesa expressa, sim, a nossa identidade! É veículo DAS CULTURAS DOS POVOS DE ANGOLA.
Foi intenção minha falar em cultura angolana ao invés das culturas dos Povos de Angola e fi-lo, criticamente, com base no que o texto nos brinde. Não confundo o culto do intelecto e nem tão pouco penso que a LP seja instrumento de civilização. Por conseguinte, não pense o que não pensei e nem diz o que eu não disse! Quando digo que em português nos entendemos, não preciso de dados estatísticos para justificar o "nos". É tão óbvio quanto claro e simples. Todos os leitores deste espaço entendem-se em português. Se eu quiser sair de Cabinda em direcção a Cunene, sabe certamente em que língua me farei entender! O mesmo exemplo serve para o lobitense que se desloca em direcção a KK, ou um camundongo em direcção à Maquela do Zombo. Eu também estou preocupado em saber quantos falam a LP, mas já agora: quantos falam o kimbundu? O umbundu? O kikongo? o nyaneka? o ngangela? Como vê, meu caro, enquanto muitos se preocupam e aparecem com a capa de uma 'xenofobia' de cultura (ou de língua), eu por cá continuo a insistir que em português nos entendemos. Saudações!