Primeiro, um grupo de notaveis emitiu este manifesto, que aqui notei na altura.
Depois, Mme. Sarkozy aludiu aqui , en passant, as "semelhancas" entre o background de Obama e o do seu marido.
Agora, em Paris, alguem se lembrou disto...
[Plus ici]
[Plus ici]
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"A visita do presidente francês provavelmente seja o reconhecimento de que, depois de há dez anos, o presidente (Jacques) Chirac efectuou uma visita de Estado a Angola, a paz finalmente reina entre os angolanos, que prevalece a reconciliação e que está em curso um processo de abertura do país (não só do lado económico, da abertura dos capitais ou financeira), uma abertura subjacente ao facto de Angola ter projectado o reembolso da divida externa (para com os países do Clube do Paris), com o que tomou uma decisão tão importante, que abriu Angola à obtenção de novo créditos financeiros, mas, sobretudo, a um novo crédito moral, pois trata-se do regresso de Angola à comunidade financeira internacional. Foi uma decisão implementada em Janeiro deste ano que se torna importante na medida em que representa o regresso de Angola à comunidade financeira internacional, o que quer dizer que Angola vai poder obter novos créditos. Pedimos que seja consignado dinheiro à Agência Francesa de Desenvolvimento a decisão de Angola (claro que o Clube de Paris ajudou Angola a tomar essa decisão que, no entanto, foi inteiramente angolana) foi uma decisão de grande elevação, porquanto trata-se de, por fim, retomar os laços com a comunidade internacional. Quer dizer que a «ilha» que se pensava que era Angola, aproximou-se um pouco mais do continente africano."
[Aqui]
Ainda no SA, um dossier sobre um workshop que a Open Society organizou em Luanda sobre o Orcamento Geral do Estado:
"O Governo angolano tem vindo, sistematicamente, a ser questionado sobre a transparência do processo orçamental e as razões duma ausência de participação da sociedade civil na elaboração do Orçamento Geral do Estado. Os questionamentos e as pressões advêm de algumas organizações angolanas e, também, de muitas ONG estrangeiras, as quais, de certa maneira, têm procurado influenciar as suas congeners angolanas sobre a necessidade de a metodologia de elaboração do documento financeiro do Governo ser mais aberta e dialogante. Sobre esta matéria eu tenho uma opinião muito própria e estou, na verdade, bastante curioso em conhecer as experiências que irão ser apresentadas nesta conferência, para tentar perceber o que elas têm de demagógico e de efectivo, em termos de reforço dos sistemas democráticos nacionais."
[Aqui]
Fernando Heitor em "A Fiscalizacao do OGE pela AN"
"O Orçamento é uma previsão anual das despesas a realizar pelo Estado e dos processos de as cobrir, incluindo a autorização concedida ao Governo para realizar despesas públicas e cobrar receitas, limitando os poderes financeiros do Governo em cada ano. Exprime, a forma como o Estado vai obter e gastar os seus rendimentos durante o ano; Condensa a política financeira a executar durante esse ano; Orçamento, é portanto, a instituição jurídica fundamental e o quadro básico que orienta a actividade financeira dos Estados modernos, sejam eles, mais ou menos democráticos!"
"0 músico angolano Paulo Flores assinala 20 anos de carreira, após o lançamento do seu primeiro disco, Kapuete Kamundanda, em 1988. Neste sentido, para reavivar os seus fãs, Paulo Flores promete realizar no próximo mês de Julho um grande espectáculo ao vivo, na Cidadela Desportiva, em Luanda, que servirá igualmente para gravação de um CD e DVD ao vivo. Esta trilogia é um trabalho que irá sair na primeira semana de Dezembro, mas em Junho vamos fazer um volume com três músicas de cada CD e mais um «bónus track». Então, no fundo, será a primeira apresentação das músicas que no total serão 27.
"A visita do presidente francês provavelmente seja o reconhecimento de que, depois de há dez anos, o presidente (Jacques) Chirac efectuou uma visita de Estado a Angola, a paz finalmente reina entre os angolanos, que prevalece a reconciliação e que está em curso um processo de abertura do país (não só do lado económico, da abertura dos capitais ou financeira), uma abertura subjacente ao facto de Angola ter projectado o reembolso da divida externa (para com os países do Clube do Paris), com o que tomou uma decisão tão importante, que abriu Angola à obtenção de novo créditos financeiros, mas, sobretudo, a um novo crédito moral, pois trata-se do regresso de Angola à comunidade financeira internacional. Foi uma decisão implementada em Janeiro deste ano que se torna importante na medida em que representa o regresso de Angola à comunidade financeira internacional, o que quer dizer que Angola vai poder obter novos créditos. Pedimos que seja consignado dinheiro à Agência Francesa de Desenvolvimento a decisão de Angola (claro que o Clube de Paris ajudou Angola a tomar essa decisão que, no entanto, foi inteiramente angolana) foi uma decisão de grande elevação, porquanto trata-se de, por fim, retomar os laços com a comunidade internacional. Quer dizer que a «ilha» que se pensava que era Angola, aproximou-se um pouco mais do continente africano."
[Aqui]
Ainda no SA, um dossier sobre um workshop que a Open Society organizou em Luanda sobre o Orcamento Geral do Estado:
"O Governo angolano tem vindo, sistematicamente, a ser questionado sobre a transparência do processo orçamental e as razões duma ausência de participação da sociedade civil na elaboração do Orçamento Geral do Estado. Os questionamentos e as pressões advêm de algumas organizações angolanas e, também, de muitas ONG estrangeiras, as quais, de certa maneira, têm procurado influenciar as suas congeners angolanas sobre a necessidade de a metodologia de elaboração do documento financeiro do Governo ser mais aberta e dialogante. Sobre esta matéria eu tenho uma opinião muito própria e estou, na verdade, bastante curioso em conhecer as experiências que irão ser apresentadas nesta conferência, para tentar perceber o que elas têm de demagógico e de efectivo, em termos de reforço dos sistemas democráticos nacionais."
[Aqui]
Fernando Heitor em "A Fiscalizacao do OGE pela AN"
"O Orçamento é uma previsão anual das despesas a realizar pelo Estado e dos processos de as cobrir, incluindo a autorização concedida ao Governo para realizar despesas públicas e cobrar receitas, limitando os poderes financeiros do Governo em cada ano. Exprime, a forma como o Estado vai obter e gastar os seus rendimentos durante o ano; Condensa a política financeira a executar durante esse ano; Orçamento, é portanto, a instituição jurídica fundamental e o quadro básico que orienta a actividade financeira dos Estados modernos, sejam eles, mais ou menos democráticos!"
"0 músico angolano Paulo Flores assinala 20 anos de carreira, após o lançamento do seu primeiro disco, Kapuete Kamundanda, em 1988. Neste sentido, para reavivar os seus fãs, Paulo Flores promete realizar no próximo mês de Julho um grande espectáculo ao vivo, na Cidadela Desportiva, em Luanda, que servirá igualmente para gravação de um CD e DVD ao vivo. Esta trilogia é um trabalho que irá sair na primeira semana de Dezembro, mas em Junho vamos fazer um volume com três músicas de cada CD e mais um «bónus track». Então, no fundo, será a primeira apresentação das músicas que no total serão 27.
Enquanto navegava pela blogosfera Moçambicana, encontrei o “Diário de um Sociólogo”, um blog de Carlos Serra, sociólogo Moçambicano baseado em Maputo e associado à Universidade Eduardo Mondlane, a universidade pública do país. Tem, portanto, o potencial de oferecer uma interessante mistura de observação pessoal e comentário acadêmico, no meio de, como ele o apresenta, “um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.”
Das suas actuais ofertas decidi pegar numa análise comparativa entre as posições políticas do recém-eleito Presidente Francês, Nicolas Sarkozy, e do Presidente Moçambicano, Armando Guebuza. Apresentada em quatro partes, a análise começa com esta pergunta, “Existe alguma afinidade política entre os programas políticos do presidente Sarkozy de França e do presidente Guebuza de Moçambique?”, sendo as restantes três partes dedicadas à resposta. Assim vai:
(LER ARTIGO AQUI)
Enquanto navegava pela blogosfera Moçambicana, encontrei o “Diário de um Sociólogo”, um blog de Carlos Serra, sociólogo Moçambicano baseado em Maputo e associado à Universidade Eduardo Mondlane, a universidade pública do país. Tem, portanto, o potencial de oferecer uma interessante mistura de observação pessoal e comentário acadêmico, no meio de, como ele o apresenta, “um pouco de tudo: sociologia (em especial uma sociologia de intervenção rápida), filosofia, dia-a-dia, profundidade, superficialidade, ironia, poesia, fragilidade, força, mito, desnudamento de mitos, emoção e razão.”
Das suas actuais ofertas decidi pegar numa análise comparativa entre as posições políticas do recém-eleito Presidente Francês, Nicolas Sarkozy, e do Presidente Moçambicano, Armando Guebuza. Apresentada em quatro partes, a análise começa com esta pergunta, “Existe alguma afinidade política entre os programas políticos do presidente Sarkozy de França e do presidente Guebuza de Moçambique?”, sendo as restantes três partes dedicadas à resposta. Assim vai:
(LER ARTIGO AQUI)
Vinha hoje a tarde a folhear uma revista de bordo da Air France no regresso de Tunis e deparei-me com esta breve descricao deste livro:
Vinha hoje a tarde a folhear uma revista de bordo da Air France no regresso de Tunis e deparei-me com esta breve descricao deste livro: