Poesia no Dia Internacional da Mulher

PRESENÇA AFRICANA (Alda Lara)
&
MEU AMOR DA RUA ONZE (Aires de Almeida Santos)
(Leia Aqui)
RESPECT (Aretha Franklin)
*[Postado inicialmente a 08/03/07]



[Postado inicialmente a 19/02/07]
A INVEJA E O ÓDIO SEGUNDO SÃO TOMÁS DE AQUINO
A INVEJA E O ÓDIO SEGUNDO SÃO TOMÁS DE AQUINO
Mentiram-me. Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente. Mentem
de corpo e alma, completamente.
E mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.
Mentem, sobretudo, impune/mente.
Não mentem tristes. Alegremente
mentem. Mentem tão nacional/mente
que acham que mentindo história afora
vão enganar a morte eterna/mente.
Mentem. Mentem e calam. Mas suas frases
falam. E desfilam de tal modo nuas
que mesmo um cego pode ver
a verdade em trapos pelas ruas.
Sei que a verdade é difícil
e para alguns é cara e escura.
Mas não se chega à verdade
pela mentira, nem à democracia
pela ditadura.
(…)
E de tanto mentir tão brava/mente
constroem um país
de mentira
-diária/mente.
(…)
Mentem no passado. E no presente
passam a mentira a limpo. E no futuro
mentem novamente.
Mentem fazendo o sol girar
em torno à terra medieval/mente.
(…)
Tanta mentira assim industriada
me faz partir para o deserto
penitente/mente, ou me exilar
com Mozart musical/mente em harpas
e oboés, como um solista vegetal
que absorve a vida indiferente.
(…)
Página branca onde escrevo. Único espaço
de verdade que me resta. Onde transcrevo
o arroubo, a esperança, e onde tarde
ou cedo deposito meu espanto e medo.
Para tanta mentira só mesmo um poema
explosivo-conotativo
onde o advérbio e o adjetivo não mentem
ao substantivo
e a rima rebenta a frase
numa explosão da verdade.
E a mentira repulsiva
se não explode pra fora
pra dentro explode
implosiva.Extractos de um poema apresentado
por Affonso Romano de Sant'anna (Brasil)
durante um Congresso Internacional de Lusitanistas[versao integral aqui]
*[First posted 27/05/07]

Mentiram-me. Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente. Mentem
de corpo e alma, completamente.
E mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.
Mentem, sobretudo, impune/mente.
Não mentem tristes. Alegremente
mentem. Mentem tão nacional/mente
que acham que mentindo história afora
vão enganar a morte eterna/mente.
Mentem. Mentem e calam. Mas suas frases
falam. E desfilam de tal modo nuas
que mesmo um cego pode ver
a verdade em trapos pelas ruas.
Sei que a verdade é difícil
e para alguns é cara e escura.
Mas não se chega à verdade
pela mentira, nem à democracia
pela ditadura.
(…)
E de tanto mentir tão brava/mente
constroem um país
de mentira
-diária/mente.
(…)
Mentem no passado. E no presente
passam a mentira a limpo. E no futuro
mentem novamente.
Mentem fazendo o sol girar
em torno à terra medieval/mente.
(…)
Tanta mentira assim industriada
me faz partir para o deserto
penitente/mente, ou me exilar
com Mozart musical/mente em harpas
e oboés, como um solista vegetal
que absorve a vida indiferente.
(…)
Página branca onde escrevo. Único espaço
de verdade que me resta. Onde transcrevo
o arroubo, a esperança, e onde tarde
ou cedo deposito meu espanto e medo.
Para tanta mentira só mesmo um poema
explosivo-conotativo
onde o advérbio e o adjetivo não mentem
ao substantivo
e a rima rebenta a frase
numa explosão da verdade.
E a mentira repulsiva
se não explode pra fora
pra dentro explode
implosiva.Extractos de um poema apresentado
por Affonso Romano de Sant'anna (Brasil)
durante um Congresso Internacional de Lusitanistas[versao integral aqui]
*[First posted 27/05/07]
“I started as a classical musician, and this album is something I’ve wanted to make for years. In many ways, I feel I’ve now come full circle in my music.” 
“I started as a classical musician, and this album is something I’ve wanted to make for years. In many ways, I feel I’ve now come full circle in my music.” 

Pensar, Pensar
Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar,
método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência,
que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do
trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma.
Jose' Saramago
Outubro, 2008




A segunda parte desta serie foi exibida ontem, como previsto, e concentrou-se exclusivamente no periodo imediatamente anterior ao 11 de Novembro e ao pos-independencia de Angola.
Os momentos mais serios sao trazidos por Pik Botha que acusa Risquet de, para alem de poluir o ambiente com os seus charutos, ter sido “vicious” logo no inicio das tais reunioes, acusando os Sul-Africanos de serem “racistas, fascistas e de so’ provocarem dissabores onde quer que se envolvessem” (… como se isso fosse alguma mentira!). Entretanto, Ndalu recorda das mesmas reunioes, sempre com o seu sorriso, ter perguntado a Botha, depois de este ter acusado os Cubanos de “adoptarem falsa nacionalidade Angolana e de se casarem com Angolan(a)os para permanecerem em Angola”, “quantos negros estavam encarcerados na Africa do Sul”… ao que Botha tera’ arregacado as mangas e dito: “se eu fosse mais jovem, respondia a essa pergunta com socos! Eu nao tenho medo de ti!... Vamos la' para fora!...”
A segunda parte desta serie foi exibida ontem, como previsto, e concentrou-se exclusivamente no periodo imediatamente anterior ao 11 de Novembro e ao pos-independencia de Angola.
Os momentos mais serios sao trazidos por Pik Botha que acusa Risquet de, para alem de poluir o ambiente com os seus charutos, ter sido “vicious” logo no inicio das tais reunioes, acusando os Sul-Africanos de serem “racistas, fascistas e de so’ provocarem dissabores onde quer que se envolvessem” (… como se isso fosse alguma mentira!). Entretanto, Ndalu recorda das mesmas reunioes, sempre com o seu sorriso, ter perguntado a Botha, depois de este ter acusado os Cubanos de “adoptarem falsa nacionalidade Angolana e de se casarem com Angolan(a)os para permanecerem em Angola”, “quantos negros estavam encarcerados na Africa do Sul”… ao que Botha tera’ arregacado as mangas e dito: “se eu fosse mais jovem, respondia a essa pergunta com socos! Eu nao tenho medo de ti!... Vamos la' para fora!...”
A PROPÓSITO DA EXPOSIÇÃO (NA GALERIA CELAMAR - ILHA DE LUANDA) DE "SONA, DESENHOS NA AREIA & ESCULTURA DE KIANA"
A PROPÓSITO DA EXPOSIÇÃO (NA GALERIA CELAMAR - ILHA DE LUANDA) DE "SONA, DESENHOS NA AREIA & ESCULTURA DE KIANA"

Decorre neste momento em Londres, na ‘Victoria House’,
Decorre neste momento em Londres, na ‘Victoria House’,
Vão ao Atlântico Azul ver o poster que coloquei ontem sobre a Regata Atlântico Azul de dia 15 de Agosto de 2007! Basta aparecerem na praia do Rosário (na Moita), pelas 07h30 e embarcar! Venham ver as lindas embarcações típicas do Tejo em acção!... E juntem-se a nós na grande Almoçarada de Confraternização oferecida pelo EcoMuseu do Seixal!
Vão ao Atlântico Azul ver o poster que coloquei ontem sobre a Regata Atlântico Azul de dia 15 de Agosto de 2007! Basta aparecerem na praia do Rosário (na Moita), pelas 07h30 e embarcar! Venham ver as lindas embarcações típicas do Tejo em acção!... E juntem-se a nós na grande Almoçarada de Confraternização oferecida pelo EcoMuseu do Seixal!



