Poesia no Dia Internacional da Mulher

PRESENÇA AFRICANA (Alda Lara)
&
MEU AMOR DA RUA ONZE (Aires de Almeida Santos)
(Leia Aqui)
RESPECT (Aretha Franklin)
*[Postado inicialmente a 08/03/07]















A União dos Escritores Angolanos (UEA) completou mais um aniversário: 35 anos! Os membros, principalmente o seu secretário-geral, Carmo Neto, não quiseram deixar passar a data em branco. É assim que, na sexta-feira passada, ao fim do dia, no Jango da União erguido recentemente, os escritores se reuniram “numa boa”, e falaram de tudo. Dos projectos da UEA, dos livros a serem editados, dos apoios a dar aos escritores que se encontram no interior. Como 35 anos é uma data para se comemorar com muita alegria, os escritores, como não podia deixar de ser, ergueram a taça de champanhe, cortaram o bolo, declamaram poesia, apreciaram os quitutes da terra e acabaram a festa com um pé de dança. Aos membros da UEA, Gente deseja sucessos nos seus projectos. Parabéns!
A União dos Escritores Angolanos (UEA) completou mais um aniversário: 35 anos! Os membros, principalmente o seu secretário-geral, Carmo Neto, não quiseram deixar passar a data em branco. É assim que, na sexta-feira passada, ao fim do dia, no Jango da União erguido recentemente, os escritores se reuniram “numa boa”, e falaram de tudo. Dos projectos da UEA, dos livros a serem editados, dos apoios a dar aos escritores que se encontram no interior. Como 35 anos é uma data para se comemorar com muita alegria, os escritores, como não podia deixar de ser, ergueram a taça de champanhe, cortaram o bolo, declamaram poesia, apreciaram os quitutes da terra e acabaram a festa com um pé de dança. Aos membros da UEA, Gente deseja sucessos nos seus projectos. Parabéns!
The Sharperville Massacre
A man walks past a mural depicting the Sharpville massacre at the human right precinct in Sharpville, Sunday, March 21, 2010. 50 years ago the massacre brought the country's black rights movements to the world's attention when 69 blacks were shot dead by police for peacefully protesting apartheid laws.
The Sharperville Massacre
A man walks past a mural depicting the Sharpville massacre at the human right precinct in Sharpville, Sunday, March 21, 2010. 50 years ago the massacre brought the country's black rights movements to the world's attention when 69 blacks were shot dead by police for peacefully protesting apartheid laws.
Rainha Nzinga Mbandi morreu há 345 anos
Rainha Nzinga Mbandi morreu há 345 anos
Varias reaccoes as acusacoes de Raul Araujo foram ja’ registadas, das quais destaco as de Imaculada Melo, que, em “A dimensao democratica da nossa hipocrisia”, sobrepoe a analise da questao as igualmente contenciosas declaracoes de Bob Geldof recentemente em Lisboa:
Varias reaccoes as acusacoes de Raul Araujo foram ja’ registadas, das quais destaco as de Imaculada Melo, que, em “A dimensao democratica da nossa hipocrisia”, sobrepoe a analise da questao as igualmente contenciosas declaracoes de Bob Geldof recentemente em Lisboa:
"The body of Christ is not just a body that exists at any one time, it exists across history and we therefore share the shame and the sinfulness of our predecessors and part of what we can do, with them and for them in the body of Christ, is prayer for acknowledgement of the failure that is part of us not just of some distant 'them'." Archbishop of Canterbury Rowan Williams, Church of England"We were directly responsible for what happened. In the sense of inheriting our history, we can say we owned slaves, we branded slaves, that is why I believe we must actually recognise our history and offer an apology." Rev Blessant, Church of England
II. Filmes "Amazing Grace" e “The Walk”: sobre a trajectoria de vida de William Wilberforce que, segundo a versao oficial, tera’ levado a passagem, ao final dos debates de que ele foi o principal protagonista, do “Abolition of Slave Trade Act” no Parlamento Britanico.
Nos debates em varias series televisivas e revistas culturais, estes filmes e o papel de Wilberforce teem sido sistematicamente questionados a luz, nao so’ da veracidade e integridade da sua historia oficial, mas tambem e sobretudo do papel, por muitos considerado mais relevante e crucial, do ex-escravo Olaudah Equiano, de origem Nigeriana, que com o seu livro, tornado best-seller na epoca, “The Interesting Narrative of the Life of Olaudah Equiano, or Gustavus Vassa the African (1789)”, tera’ tido uma influencia mais determinante na abolicao da escravatura. (Leia mais sobre esta questao AQUI)
III. Documentario “Rough Crossings” pelo bastante mediatico, mas nem por isso menos conceituado, embora de rigor cientifico algo questionavel, historiador Simon Schama, baseado no seu livro com o mesmo titulo (BBC 2): retraca a historia da fundacao da Serra Leoa por ex-escravos que fugiram das plantacoes e se juntaram aos Britanicos na Guerra de Independencia Americana.
IV. Serie “Racism: A History” (BBC 4): uma verdadeira “gourmet meal”, congregando a mesa de discussao os mais internacionalmente prestigiados e conceituados estudiosos do racismo, de varias nacionalidades, racas e etnias. Alguns dos temas abordados: o papel dos Reinos Africanos no trafico de escravos; o papel do esclavagismo na evolucao e prosperidade da Gra-Bretanha; a Revolucao Haitiana, com a historica vitoria dos seus escravos das plantacoes sobre o jugo esclavagista; a historia do racismo na Religiao e ao longo da evolucao das varias disciplinas cientificas, desde a Geografia, a Biologia e a Filosofia, passando pela Antropologia, a Etnologia e a Psicologia e culminando na Historia; as varias formas de organizacao social do racismo em diferentes contextos geograficos, historicos e economicos, da Africa a Europa e da America do Norte ao Brasil e de como o racismo se torna mais intenso quanto mais baixo o nivel economico, cultural e educacional das pessoas pertencentes as racas julgadas "superiores", grupos sociais e nacoes; “The Colour of Money” (segundo episodio da serie), examinando a forma como o dinheiro afecta a vida das pessoas e ate’ que ponto o racismo e’ um produto da "globalizacao economica" do sec. XVII e as representacoes estereotipadas dos negros ao longo da Historia.
V. Serie “O Seculo XVIII Negro” (BBC 4): Como sobremesa, uma exploracao da experiencia da populacao negra Britanica no seculo 18, usando arte do periodo, incluindo obras por Gainsborough e Hogarth.
"The body of Christ is not just a body that exists at any one time, it exists across history and we therefore share the shame and the sinfulness of our predecessors and part of what we can do, with them and for them in the body of Christ, is prayer for acknowledgement of the failure that is part of us not just of some distant 'them'." Archbishop of Canterbury Rowan Williams, Church of England"We were directly responsible for what happened. In the sense of inheriting our history, we can say we owned slaves, we branded slaves, that is why I believe we must actually recognise our history and offer an apology." Rev Blessant, Church of England
II. Filmes "Amazing Grace" e “The Walk”: sobre a trajectoria de vida de William Wilberforce que, segundo a versao oficial, tera’ levado a passagem, ao final dos debates de que ele foi o principal protagonista, do “Abolition of Slave Trade Act” no Parlamento Britanico.
Nos debates em varias series televisivas e revistas culturais, estes filmes e o papel de Wilberforce teem sido sistematicamente questionados a luz, nao so’ da veracidade e integridade da sua historia oficial, mas tambem e sobretudo do papel, por muitos considerado mais relevante e crucial, do ex-escravo Olaudah Equiano, de origem Nigeriana, que com o seu livro, tornado best-seller na epoca, “The Interesting Narrative of the Life of Olaudah Equiano, or Gustavus Vassa the African (1789)”, tera’ tido uma influencia mais determinante na abolicao da escravatura. (Leia mais sobre esta questao AQUI)
III. Documentario “Rough Crossings” pelo bastante mediatico, mas nem por isso menos conceituado, embora de rigor cientifico algo questionavel, historiador Simon Schama, baseado no seu livro com o mesmo titulo (BBC 2): retraca a historia da fundacao da Serra Leoa por ex-escravos que fugiram das plantacoes e se juntaram aos Britanicos na Guerra de Independencia Americana.
IV. Serie “Racism: A History” (BBC 4): uma verdadeira “gourmet meal”, congregando a mesa de discussao os mais internacionalmente prestigiados e conceituados estudiosos do racismo, de varias nacionalidades, racas e etnias. Alguns dos temas abordados: o papel dos Reinos Africanos no trafico de escravos; o papel do esclavagismo na evolucao e prosperidade da Gra-Bretanha; a Revolucao Haitiana, com a historica vitoria dos seus escravos das plantacoes sobre o jugo esclavagista; a historia do racismo na Religiao e ao longo da evolucao das varias disciplinas cientificas, desde a Geografia, a Biologia e a Filosofia, passando pela Antropologia, a Etnologia e a Psicologia e culminando na Historia; as varias formas de organizacao social do racismo em diferentes contextos geograficos, historicos e economicos, da Africa a Europa e da America do Norte ao Brasil e de como o racismo se torna mais intenso quanto mais baixo o nivel economico, cultural e educacional das pessoas pertencentes as racas julgadas "superiores", grupos sociais e nacoes; “The Colour of Money” (segundo episodio da serie), examinando a forma como o dinheiro afecta a vida das pessoas e ate’ que ponto o racismo e’ um produto da "globalizacao economica" do sec. XVII e as representacoes estereotipadas dos negros ao longo da Historia.
V. Serie “O Seculo XVIII Negro” (BBC 4): Como sobremesa, uma exploracao da experiencia da populacao negra Britanica no seculo 18, usando arte do periodo, incluindo obras por Gainsborough e Hogarth.
Today is the 30th anniversary of May 27, 1977, a date which conveys what are arguably the deepest wounds in the Angolan soul. It marks the brutal repression of a “movement”, mainly by high-level militants of the ruling party MPLA, the so-called “fraccionistas”, allegedly intent on overthrowing the then President, A. Neto, and his entourage from power. Neto then pronounced a famous sentence: “Nao Havera’ Perdao” (“There Will Be No Pardon!”).
In the ensuing months and for several years afterwards, thousands of Angolans from all social, racial and cultural backgrounds (although some more targeted and victimised than others) were either eliminated, imprisoned or confined to “Campos de Re-educacao” (“Re-education Camps”), in some cases in the same camps where they, or their fathers and/or other family members, had been imprisoned by the colonialists, without any formal judicial process.
(Pictures from here)
(Click nas imagens para ler artigos)
Today is the 30th anniversary of May 27, 1977, a date which conveys what are arguably the deepest wounds in the Angolan soul. It marks the brutal repression of a “movement”, mainly by high-level militants of the ruling party MPLA, the so-called “fraccionistas”, allegedly intent on overthrowing the then President, A. Neto, and his entourage from power. Neto then pronounced a famous sentence: “Nao Havera’ Perdao” (“There Will Be No Pardon!”).
In the ensuing months and for several years afterwards, thousands of Angolans from all social, racial and cultural backgrounds (although some more targeted and victimised than others) were either eliminated, imprisoned or confined to “Campos de Re-educacao” (“Re-education Camps”), in some cases in the same camps where they, or their fathers and/or other family members, had been imprisoned by the colonialists, without any formal judicial process.
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Well, I confess that I had to be reminded...
But, thanks to that (latish) reminder, I found a memorable way to mark the day: a book entitled "A Day in the Life of Africa" , featuring pictures taken on the same day by about 100 photographers from all over the world in the 53 African States.
Here's a couple of memorable quotes about the book:
"We invite you to gain a better understanding of this great continent. We know that this understanding cannot be made complete within the span of this book, or for that matter, within the span of single lifetime. Still, as you experience this book, we hope that you will discover a culturally rich continent, abundant in physical beauty. A continent overcoming the complex burden of colonial oppression, struggling with overwhelming public-health challenges and vitally anxious for democracy and self-determination. A continent with an indomitable spirit, broadening its participation within the global community and offering the world its unique sense of community and cooperation."
Bishop Desmond Mpilo Tutu (Nobel Peace Prize Winner)
"A Day in the Life of Africa" gives us a complex and nuanced portrait. These beautiful and deeply moving images compel us to see that despite the tragedy that afflicts some parts of the continent, the bright spots must not be forgotten, nor the achievements overlooked. The vast majority of Africans are striving to bring positive change to their countries and in many places these efforts are beginning to bear fruit. The United Nations, for its part, has long championed African rights, progress, and self-sufficiency. I hope that people of goodwill throughout the world will see the great dignity and resilience of my fellow Africans, and join them in their struggle for the chance to create a better life that is every human being's birthright."
United Nations Secretary-General Kofi A. Annan (Nobel Peace Prize Winner)
Well, I confess that I had to be reminded... But, thanks to that (latish) reminder, I found a memorable way to mark the day: a book entitled "A Day in the Life of Africa" , featuring pictures taken on the same day by about 100 photographers from all over the world in the 53 African States.
Here's a couple of memorable quotes about the book:
"We invite you to gain a better understanding of this great continent. We know that this understanding cannot be made complete within the span of this book, or for that matter, within the span of single lifetime. Still, as you experience this book, we hope that you will discover a culturally rich continent, abundant in physical beauty. A continent overcoming the complex burden of colonial oppression, struggling with overwhelming public-health challenges and vitally anxious for democracy and self-determination. A continent with an indomitable spirit, broadening its participation within the global community and offering the world its unique sense of community and cooperation."
Bishop Desmond Mpilo Tutu (Nobel Peace Prize Winner)
"A Day in the Life of Africa" gives us a complex and nuanced portrait. These beautiful and deeply moving images compel us to see that despite the tragedy that afflicts some parts of the continent, the bright spots must not be forgotten, nor the achievements overlooked. The vast majority of Africans are striving to bring positive change to their countries and in many places these efforts are beginning to bear fruit. The United Nations, for its part, has long championed African rights, progress, and self-sufficiency. I hope that people of goodwill throughout the world will see the great dignity and resilience of my fellow Africans, and join them in their struggle for the chance to create a better life that is every human being's birthright."
United Nations Secretary-General Kofi A. Annan (Nobel Peace Prize Winner)


Segundo o Semanário Angolense (edição de 10-17/03/07), «a deputada do MPLA Ruth Neto afirmou recentemente em declarações ao programa "Café da Manhã" da estação radiofónica luandense LAC que Deolinda Rodrigues, afinal, não morreu nada a 2 de Março de 1969, como sempre nos foi impingido pelo actual partido no poder. Ruth Neto disse ainda que o próprio MPLA não sabe sequer quando ela e as suas companheiras foram efectivamente mortas, devendo isso ser cobrado aos dirigentes da UPA/FNLA. Estas revelações da deputada, que pecam por tardias, podem levar ao questionamento de outras datas tidas como relevantes para a história daquele antigo movimento de libertação nacional e, por arrasto, dadas as circunstâncias, para a história do país. Mas, como esta não pode ser feita de mentiras, será necessário a coragem doutras "Ruth’s" para o questionamento em busca da verdade verdadeira, antes que ela seja escrita em definitivo.»
Segundo o Semanário Angolense (edição de 10-17/03/07), «a deputada do MPLA Ruth Neto afirmou recentemente em declarações ao programa "Café da Manhã" da estação radiofónica luandense LAC que Deolinda Rodrigues, afinal, não morreu nada a 2 de Março de 1969, como sempre nos foi impingido pelo actual partido no poder. Ruth Neto disse ainda que o próprio MPLA não sabe sequer quando ela e as suas companheiras foram efectivamente mortas, devendo isso ser cobrado aos dirigentes da UPA/FNLA. Estas revelações da deputada, que pecam por tardias, podem levar ao questionamento de outras datas tidas como relevantes para a história daquele antigo movimento de libertação nacional e, por arrasto, dadas as circunstâncias, para a história do país. Mas, como esta não pode ser feita de mentiras, será necessário a coragem doutras "Ruth’s" para o questionamento em busca da verdade verdadeira, antes que ela seja escrita em definitivo.»
Está agendado para hoje, em Luanda, o acto central comemorativo dos 46 anos sobre a data de 15 de Março de 1961, a ser presidido por Holden Roberto, presidente da FNLA. A propósito da efeméride, aqui fica o registo de declarações prestadas à VOA por Ngola Kabangu, um dos dirigentes daquele partido.
Está agendado para hoje, em Luanda, o acto central comemorativo dos 46 anos sobre a data de 15 de Março de 1961, a ser presidido por Holden Roberto, presidente da FNLA. A propósito da efeméride, aqui fica o registo de declarações prestadas à VOA por Ngola Kabangu, um dos dirigentes daquele partido.
«Gentios ultrapassaram os poetas na luta de libertação de Angola»
«Gentios ultrapassaram os poetas na luta de libertação de Angola»
Para assinalar o 4 de Fevereiro parece particularmente apropriado acrescentar hoje ‘a ‘playlist’ dos Kiezos o Milhorro’. "Milhorro’ foi escrito por Abel Murrimba (“Murrimba Show”) em 1961, num botequim do Marçal. Milhorro’ e’ giria para melhorar: Angola tem que melhorar. “Vão se embora” – subentendido, os colonialistas – “isto assim não pode ser.” A versão de 61 tambem falava dos arrarakuaras, a policia indigena criada para fazer rusgas nos bairros. Quando os Kiezos lançaram esta musica em 1972, foram interpelados no salão do Batalha pela Pide. Murrimba Show teve que inventar uma explicação: o convite a irem-se embora era dirigido ao Cabinda Ritmos que fazia muito sucesso em Luanda, lhes roubando publico e namoradas. Milhorro', tocado a boa maneira dos Kiezos, foi um grande sucesso."*
Para assinalar o 4 de Fevereiro parece particularmente apropriado acrescentar hoje ‘a ‘playlist’ dos Kiezos o Milhorro’. "Milhorro’ foi escrito por Abel Murrimba (“Murrimba Show”) em 1961, num botequim do Marçal. Milhorro’ e’ giria para melhorar: Angola tem que melhorar. “Vão se embora” – subentendido, os colonialistas – “isto assim não pode ser.” A versão de 61 tambem falava dos arrarakuaras, a policia indigena criada para fazer rusgas nos bairros. Quando os Kiezos lançaram esta musica em 1972, foram interpelados no salão do Batalha pela Pide. Murrimba Show teve que inventar uma explicação: o convite a irem-se embora era dirigido ao Cabinda Ritmos que fazia muito sucesso em Luanda, lhes roubando publico e namoradas. Milhorro', tocado a boa maneira dos Kiezos, foi um grande sucesso."*
The Roots of the Ultra-Colonial War in Angola
The Roots of the Ultra-Colonial War in Angola
A BOND OF BLOOD
A BOND OF BLOOD