Saturday, 28 November 2009

“ RESTITUIÇÕES BANTU, VERSÕES ESCANDINAVAS “ (R)*

A PROPÓSITO DA EXPOSIÇÃO (NA GALERIA CELAMAR - ILHA DE LUANDA) DE "SONA, DESENHOS NA AREIA & ESCULTURA DE KIANA"

Por Simão SOUINDOULA
Historiador e Crítico de Arte Angolano

A presente exposição é organizada na sequência das pesquisas que resultaram na publicação da obra “ Sona, Desenhos na areia “ de Unni Skogen e Sonja Skaug e do concurso de artes plásticas, organizado em 2005, do qual derivou um magnífico calendário para 2006; tendo o conjunto desses programas beneficiado do apoio da empresa petrolífera Norueguesa Hydro, por ocasião da celebração do seu centenário. Ela reagrupa, num duo feminino inesperado, as obras de uma das autoras do livro, a Escandinava Skaug e uma das laureadas do concurso, a Bantu Kiana.

Essas duas mãos hábeis recriam, naturalmente, uma e outra, as tradições Angolanas através da geométrica expressão dos famosos pictogramas do nordeste de Angola e exploram igualmente outros temas ligados a natureza, sob outras escritas plásticas.

Este encontro, ilustração do são diálogo que deve ser estabelecido entre as culturas do mundo, é, portanto, caracterizado por uma dupla complementaridade, temática, mas também, técnica. Com efeito, a artista vinda do norte da Europa propõe os seus desenhos e pinturas sobre porcelana enquanto Kiana apresenta as suas surpreendentes esculturas em cimento branco, usando como única tela de fundo as ricas tradições culturais Angolanas.

Reunidas na ilha das sereias, verdadeiras Deusas protectoras da terra dos Axiluanda, cidade das corajosas “kitandeiras “, das pacientes “ kinguilas “ e das tenazes “ zungueiras “, as obras desses dois talentos, provindos de espaços geográficamente tão distantes, contribuirão, sem dúvida, para uma evolução não marginal e identificável da arte contemporânea Angolana e para o reforço, neste domínio, da promoção do conceito de género.

(Os meus agradecimentos a Simão Souindoula por me ter enviado este texto sobre um exemplo tão eloquente de genuína partilha cultural e uma das últimas edições do 'Tantã Cultural', de onde a fotografia foi retirada)


*[First posted 03/03/07]


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"Sona, Desenhos na Areia"

"Claude Levi-Strauss Revisitado"

A PROPÓSITO DA EXPOSIÇÃO (NA GALERIA CELAMAR - ILHA DE LUANDA) DE "SONA, DESENHOS NA AREIA & ESCULTURA DE KIANA"

Por Simão SOUINDOULA
Historiador e Crítico de Arte Angolano

A presente exposição é organizada na sequência das pesquisas que resultaram na publicação da obra “ Sona, Desenhos na areia “ de Unni Skogen e Sonja Skaug e do concurso de artes plásticas, organizado em 2005, do qual derivou um magnífico calendário para 2006; tendo o conjunto desses programas beneficiado do apoio da empresa petrolífera Norueguesa Hydro, por ocasião da celebração do seu centenário. Ela reagrupa, num duo feminino inesperado, as obras de uma das autoras do livro, a Escandinava Skaug e uma das laureadas do concurso, a Bantu Kiana.

Essas duas mãos hábeis recriam, naturalmente, uma e outra, as tradições Angolanas através da geométrica expressão dos famosos pictogramas do nordeste de Angola e exploram igualmente outros temas ligados a natureza, sob outras escritas plásticas.

Este encontro, ilustração do são diálogo que deve ser estabelecido entre as culturas do mundo, é, portanto, caracterizado por uma dupla complementaridade, temática, mas também, técnica. Com efeito, a artista vinda do norte da Europa propõe os seus desenhos e pinturas sobre porcelana enquanto Kiana apresenta as suas surpreendentes esculturas em cimento branco, usando como única tela de fundo as ricas tradições culturais Angolanas.

Reunidas na ilha das sereias, verdadeiras Deusas protectoras da terra dos Axiluanda, cidade das corajosas “kitandeiras “, das pacientes “ kinguilas “ e das tenazes “ zungueiras “, as obras desses dois talentos, provindos de espaços geográficamente tão distantes, contribuirão, sem dúvida, para uma evolução não marginal e identificável da arte contemporânea Angolana e para o reforço, neste domínio, da promoção do conceito de género.

(Os meus agradecimentos a Simão Souindoula por me ter enviado este texto sobre um exemplo tão eloquente de genuína partilha cultural e uma das últimas edições do 'Tantã Cultural', de onde a fotografia foi retirada)


*[First posted 03/03/07]


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11 comments:

Kimang said...

Koluki é uma mina, única, pois dela extraio todas as pedras preciosas,ouros e metais nobres, com os quais ornamento as franjas da minha ignorância.
Só pessoas como tu me fazem sentir orgulhoso de ti e da nação donde vimos.
"Mereces" existir...
Kimang

M. Silvera said...
This comment has been removed by the author.
M.Silvera said...

Cara Koluki,
Antes de mais o meu obrigado pelo seu interessante blogue onde Angola está bem presente.
Sobre esta matéria em particular, o que muitas pessoas não sabem é que essas duas senhoras norueguesas plagiaram desavergonhadamente e sem escrúpulos textos e desenhos do livro "Desenhos na areia dos Quicos do Nordeste de Angola", editado nos anos 80, se a memória não me falha. Estive com as duas versões na mão e achei incrível que até os desenhos em composição de motivos elas copiaram, o que mostra uma grande imprudência da parte delas, que acham que os angolanos ou são burros ou andam distraídos. E esta última hipótesis é infelizmente algo verdadeira.
Vivi muitos anos na Lunda e só quem não sabe é que acredita que o mesmo desenho é repetido da mesma forma duas vezes. De facto, cada desenho é único e leva o cunho do seu autor.
Essas mulheres foram mais longe, desenhando em tamanho gigante na areia da praia (coisa que não existe no leste angolano) e fotografaram para fingir que lá estiveram. Só que se esqueceram de apagar as pegadas que deixaram ao desenhar, que acabaram por servir como unidade demedida de comparação. Erros de amadores.
Infelizmente na nossa Angola agora está na moda o branqueamento das coisas. Já um movimento cultural que para lá anda fez o mesmo com os desenhos nas paredes pintadas de José Redinha.
Só é pena é que os próprios angolanos não conheçam bem o que se escreveu já sobre a cultura angolana para, em vez de louvarem iniciativas que não passam de verdadeiros crimes aos direitos de autor, criticassem duramente esses aproveitadores que se devem fartar de gozar com a cara de Angola.
E a fazer dinheiro com a venda de "obras" que não passam de cópias paridas e manipuladas em ambiente criminoso.
Não sou angolano, mas conheço bem Angola e nunca deixei de acompanhar o que aí se passa.
Só tenho uma coisa a dizer: lamentável e deplorável as atitudes de uns e de outros.
Um abraço a incentivá-la a continuar a divulgar uma imagem positiva de Angola.
Passarei a vir por cá mais vezes.

paulocosta said...

Mas parece-me que as artistas plásticas (a norueguesa e a angolana) apenas se inspiraram nos desenhos geométricos, não poderiam por isso inventar outros padrões, certo? A originalidade está na porcelana e no cimento.

Koluki, por sua causa e pela hora da sessão fui ver o... norueguês!
O rapaz queria aventura: sexo, poder, mordomias, etc. E ia pagando com a vida porque o ditador topou-lhe o jogo.

Koluki said...

Caro M. Silveira,

Ia comecar a responder ao seu comentario quando apareceu o do Paulo Costa...
Parece-me haver aqui duas questoes distintas:
1. as obras em porcelana de uma das autoras do livro apresentadas nesta exposicao. Aqui parece claro que se tratam de recriacoes artisticas dos desenhos geometricos Tchokwe (prefiro continuar a grafar assim, embora saiba de outras grafias supostamente mais "culturalmente correctas"...). Estou a falar apenas do que posso inferir do texto de Simao Souindoula, que nao pretendo de modo nenhum defender aqui porque ele proprio, melhor do que ninguem o podera' fazer (tem graca que ontem, pouco depois de ter feito este post, vi-o numa entrevista no programa 'Inside Africa' da CNN sobre o Museu da Escravatura, do qual ele e' o director/curador).
2. O livro que Souindoula menciona como tendo servido de base para as obras. Aqui nao me permito pronunciar porque nao o vi e admito que o amigo tenha toda a razao no que diz. Mas tudo quanto posso esperar e' que o amigo Souindoula nos honre com um esclarecimento dessa questao.
Suponho que o livro editado nos anos 80 a que se refere se trata da obra da etnologa Angolana Ana Maria de Oliveira, que e' especialista nessa area. Um livro, diga-se de passagem, de uma grande qualidade grafica.
Muito obrigada pelas suas amaveis palavras de incentivo e, por favor, venha sempre e nao deixe de comentar/corrigir o que quer que seja que por aqui encontre.
Um grande kandando!

Koluki said...

Kimang, muito obrigada por mais esta visita e por esse belo comentario (tao proprio do poeta que e')!
Mas, por favor, nao me ponha assim tao alto nos "pincaros" porque todos nos, cada um a sua maneira, contribuimos para essa mina comum onde todos os dias aprendemos uns com os outros e... TODOS nos merecemos existir!
Um grande abraco meu amigo!

Koluki said...

Paulo Costa:

Ha' quanto tempo!
Pois e', fica por la' a "curtir" a sua bela Benedita e nao passa cavaco aos amigos, nao e'?
Mas sabe que e' sempre bemvindo.
Mas foi ver o noruegues, ou o escoces?
Concordo perfeitamente com o que diz sobre as motivacoes do rapaz e apenas lhe acrescento que, de certo modo, ele parece ter encontrado naquela relacao privilegiada com o ditador a "validacao" que sempre viu negada pelo pai. So' que... "you don't mess around with your father's wife"...

Koluki said...

Amigo Silvera,

Apenas gostaria de acrescentar que quando falo em "genuina partilha cultural" pretendo precisamente contrastar este tipo de "dialogo" entre artistas de diferentes 'backgrounds' culturais, com o "branqueamento" que muito correctamente condena.
Ha' tempos trocava pontos de vista sobre esta questao com o amigo Denudado e era esse exactamente o ponto que eu defendia, embora nao tenha usado a palavra "branqueamento" apenas porque usa-la naquele contexto apenas levaria a mais deturpacoes da minha posicao sobre isso (nao me estou a referir aqui ao Denudado, obviamente)...
Basicamente, o que eu defendo, e disse-o tambem noutro lugar, e' que uma coisa e' o dominio tecnico das formas de expressao cultural de um particular grupo etno-linguistico por parte de pessoas estranhas a esse grupo (independentemente da cor da sua pele!) e o uso/incorporacao desse conhecimento tecnico na criacao artistica de autores seja de que origem forem (e' isto que legitima, so' para dar um exemplo, a utilizacao feita por Picasso de motivos e temas da arte africana, sem que por isso alguma vez tenha sido acusado de "vulturismo cultural"...);
Outra coisa e' a apropriacao artificial, e quantas vezes indevida, dessas formas de expressao cultural para o forjar de uma "identidade cultural e social individual" supostamente legitima... e quando essa apropriacao e' feita sem que se de espaco de expressao propria aos protagonistas e legitimos proprietarios da cultura "usada" (... sim, porque, ao contrario de quem afirma de animo leve que "nao ha guardioes da cultura", eu acredito que eles existem, sempre existiram e DEVEM continuar a existir, precisamente para que o processo criativo resultante dos "encontros" multiculturais possa continuar a reproduzir-se no mundo e a elevar a humanidade a novos patamares de conhecimento, de outro modo nao poderiamos sequer falar em diversidade e a cultura seria toda ela uma mesma mesmice sensaborona...), passamos entao ao campo do "vulturismo cultural" ou do "branqueamento", no qual nao ha verdadeira partilha ou dialogo entre culturas mas apenas utilizacao dos bens culturais de uma das partes, em geral a mais fraca numa qualquer relacao de poder, tornando-a assim em objecto e nao sujeito nessa relacao.
Ora, o que me e' dado perceber do conteudo desta exposicao e' que nela sao apresentadas "versoes escandinavas" de um tema cultural angolano, em dialogo com "versoes bantu" do mesmo tema, usando veiculos de comunicacao (a porcelana e o cimento) diferentes... Parece-me haver aqui espaco para a cultura "usada" expressar e protagonisar a sua propria versao de si mesma, usando a sua propria voz, e nao apenas uma re-interpretacao da mesma por alguem estranho a essa cultura. E isto parece-me legitimo porque nao condena a fonte de inspiracao ao silencio e ao apagamento, como acontece nos processos de "branqueamento" e "vulturismo" de certas versoes tidas como politicamente correctas de "apropriacao cultural" que visam, consciente ou inconscientemente, destruir os lacos identitarios gerados ha milenios e continuamente reproduzidos a volta de culturas originais (ou, em todo o caso, mais proximas daquilo que a ciencia nos indica como sendo original, do que quaisquer recriacoes ou fusoes delas feitas pelas culturas geralmente classificadas como urbanas), Africanas ou nao.

m.silvera said...

Cara amiga (permita-me que a trate assim):
Muitíssimo obrigado por me responder. gosto deste diálogo assim franco sobre assuntos que me são interessantes.
O livro a que me refiro não é esse da Dra Ana de Oliveira que, como diz, tem grande qualidade gráfica, mas que deixa um bocadinho a desejar quanto à sua cientificidade e fidelidade às culturas originais.
Eu estava a referir-me ao livro de Mário Fontinha que conheci na época, no Museu do Dundo.
E garanto-lhe uma vez mais que o que as senhoras norueguesas fizeram, no tal livro sobre os Sonas ou desenhos na areia, foi copiar sem respeito nenhum o que Fontinha no seu tempo recolheu.
Não houve qualquer recreação dos motivos. Houve a cópia e a edição em programas de computador que podem dar a impressão de relevo às fotos para parecerem desenhos na areia. O que elas fizeram foi pintar com as cores que acharam bem o que copiaram do Fontinha.
Se conseguir ambos os livros, lembre-se de mim e veja se não tenho razão.
É claro que concordo plenamente que os artistas se inspirem nos motivos que quiserem para depois deixar que eles se transformem com a sua imaginação. Isso é para mim, arte. Não copiar, mas tomar para modificar.
Quanto ao assunto das identidades, de facto não me sinto muito à vontade para falar, pois sou português a viver agora em Espanha e que residiu anos e anos em África. De tal forma que às vezes achava que aquela cultura era a minha. Mas gosto da tradição portuguesa e agora estou a ser enfeitiçado por Espanha e começo a achar que ela me pertence e eu a ela.
Não sei se me compreende...
Se calhar vive em Angola, e o coração da Koluki bate mais africano.
Mas ao mesmo tempo, parece-me que vive fora dela pois algumas das suas análises são bastante sensatas aparentando a distância necessária para um bom discernimento.
E agora fico por aqui.
Desculpe se a macei com tudo isto, mas às vezes dá-me vontade de ter poder para poder intervir em socorro daqueles que desbravaram caminho e que hoje vêem a sua obra manipulada e a sua memória achincalhada. Isso não é fazer a História. Isso é branqueá-la.
Um forte abraço.

Koluki said...

Amigo Silvera,

Claro que pode tratar-me como amiga e nao me maca nada porque eu tambem gosto deste dialogo franco e aberto sobre estas questoes tao essenciais as nossas sociedades.
Indo por partes:
i. Reitero a esperanca de poder contar com o contributo do autor do texto sobre a obra das norueguesas, e nao ponho, de forma alguma, em causa as suas afirmacoes uma vez que teve acesso aos dois livros em questao;
ii. Quanto a obra da Dra. Ana Maria de Oliveira, nao me posso pronunciar sobre a sua cientificidade porque nao sou etnologa, nem antropologa, embora tenha tido que estudar bastante de ambas para o meu trabalho academico em Historia Economica. Quanto ao livro dela, nunca o possui e apenas me lembro da qualidade grafica que pude observar quando o tive entre maos ha alguns anos em Luanda;
iii. Nao vivo em Angola, embora va la de vez em quando. Vivo no UK ha' 12 anos e vivi cerca de 10 em Portugal, tendo pelo meio vivido alguns anos no Botswana e na Africa do Sul. Honestamente, embora tenha "assimilado" partes das culturas de cada um desses paises e tenha um grande carinho pelas suas culturas e tradicoes, nunca me senti 'identitariamente' parte deles... Explicar isto levar-me-ia a passar aqui o resto da noite, pelo que essa e' uma meada que se podera desenrolar noutras ocasioes;
iv. Quanto a sentir a cultura Africana como sua, esse e' obviamente um sentimento seu e que lhe e' inalienavel. Ja eu pessoalmente tenho muita relutancia em falar de "uma" ou "daquela" cultura Africana... em primeiro lugar porque sou produto de um casamento inter-etnico (Bakongo e Kimbundo), tendo por isso uma acuidada percepcao das diferencas culturais entre essas duas etnias. E, tendo vivido, por exemplo, por algum tempo na Huila, sei que nao me posso com propriedade identificar como pertencente as culturas predominantes naquela regiao.
Por outro lado, da minha vivencia noutros paises Africanos recolhi licoes insofismaveis sobre o que significa isso de "identidade" e o quanto pode ser 'desavisado', e em alguns casos ate' perigoso, falar-se genericamente "na cultura Africana" e na nossa "pertenca a ela". E nada disto, mais uma vez, tem a haver, para mim, com questoes de raca ou cor de pele... quanto mais nao seja porque, sendo negra, vivi situacoes que podem ser classificadas como produto de xenofobia tanto na Europa por Europeus, como em paises Africanos por Africanos, como nos EUA por Americanos.
Mas no fundo de tudo isto, o que realmente conta, do meu ponto de vista, e' a forma como respeitamos as nossas raizes mais profundas, estejam elas em que pais estiverem, e a honestidade com que nos definimos a nos proprios e com que nos relacionamos com a cultura e a sociedade em que vivemos, seja em que parte do mundo for.

E tenho que me ficar por aqui por agora porque ja me alonguei bastante...

Um grande abraco!

Koluki said...

Apenas para reportar que enviei ao autor do texto (tambem reproduzido na edicao de hoje do Jornal de Angola) esta mensagem:

"Caro amigo Simao Souindoula,

Agradeco-lhe mais uma vez o artigo que me enviou.
Postei-o no meu blog e imediatamente deu lugar a alguma controversia, porque um leitor afirma que a obra das Norueguesas foi copiada...
Podera ler a discussao aqui:

http://koluki.blogspot.com/2007/03/restituies-bantu-verses-escandinavas.html

Gostaria muito de poder contar brevemente com o seu contributo/esclarecimento das questoes levantadas.

Mais uma vez o meu muito obrigada e ate' breve!

Ana (Koluki) Santana."

... tendo recebido dele esta resposta (extracto):

"Vou transmitir a Sonja e a Marcela Costa, a observação do nosso leitor."

Prometo deixa-los saber de alguma nova informacao que me chegue.

Abracos!