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Wednesday, 8 June 2011

World Oceans Day




TAKE ONE




When I wrote this or this, I had already enjoyed that front beach all surrounded by Table Mountain views, where the Atlantic and Indian Oceans meet, before. But never at around this time of the year when it turns into a dreadful place that totally confirms what artist/entrepreneur Ha Schult says on 'take two' of this post bellow: "the oceans of our planet are the biggest garbage dump"!

So, if I may suggest, Blouberg would be a prime location for a Beach Garbage Hotel… Another such location that I can think of is Luanda and, more specifically, the island of Mussulo!













TAKE TWO




"I created the Beach Garbage Hotel because the oceans of our planet are the biggest garbage dump," the artist Ha Schult told the AFP news agency of his five-bedroom Madrid lodging built from rubbish, which opened today as part of the International Tourism Fair. Around one-third of the items used to construct the temporary accommodation came from discarded items found on the beaches of Europe; other building materials originated in dumps and flea markets. The point of the project was to draw attention to the huge amount of waste generated by mass tourism, especially on beaches, said Rose Piqueras, a spokeswoman for the hotel.
Rome is known as one of the most beautiful cities in the world, with unforgettable architecture and an atmosphere that can’t be found anywhere else. Lately, though, it’s become a real dump. German artist Ha Schult constructed a temporary hotel in the city to highlight the sad state of Europe’s beaches. The hotel, part of Corona’s Save the Beach campaign, is constructed of garbage collected from the shoreline.

[More Here]
















TAKE ONE




When I wrote this or this, I had already enjoyed that front beach all surrounded by Table Mountain views, where the Atlantic and Indian Oceans meet, before. But never at around this time of the year when it turns into a dreadful place that totally confirms what artist/entrepreneur Ha Schult says on 'take two' of this post bellow: "the oceans of our planet are the biggest garbage dump"!

So, if I may suggest, Blouberg would be a prime location for a Beach Garbage Hotel… Another such location that I can think of is Luanda and, more specifically, the island of Mussulo!













TAKE TWO




"I created the Beach Garbage Hotel because the oceans of our planet are the biggest garbage dump," the artist Ha Schult told the AFP news agency of his five-bedroom Madrid lodging built from rubbish, which opened today as part of the International Tourism Fair. Around one-third of the items used to construct the temporary accommodation came from discarded items found on the beaches of Europe; other building materials originated in dumps and flea markets. The point of the project was to draw attention to the huge amount of waste generated by mass tourism, especially on beaches, said Rose Piqueras, a spokeswoman for the hotel.
Rome is known as one of the most beautiful cities in the world, with unforgettable architecture and an atmosphere that can’t be found anywhere else. Lately, though, it’s become a real dump. German artist Ha Schult constructed a temporary hotel in the city to highlight the sad state of Europe’s beaches. The hotel, part of Corona’s Save the Beach campaign, is constructed of garbage collected from the shoreline.

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Friday, 11 March 2011

Tsunami Hits Again



This time in Japan

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Related post:

The Tsunami



This time in Japan

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Related post:

The Tsunami

Tuesday, 24 August 2010

A Menina que nasceu em cima da arvore: um update




Numa das estorias (... a par desta...), senao A ESTORIA (!), que fez recair sobre mim a chuva, ou melhor - enxurrada (!), de lama e pedras desta campanha, assim terminava, ha' ja' algum tempo, a minha "nota de rodape'" a este post:

Apenas para terminar numa nota com algum humor, uma estoria que me foi contada por um amigo Mocambicano*: lembram-se daquela mulher que, durante as cheias de 2000 em Mocambique, teve um bebe em cima de uma arvore? Pois bem, depois daquelas imagens que correram mundo, choveram-lhe donativos monetarios e materiais de todo o mundo, de tal modo que a senhora ficou rica e passou a gozar de uma grande admiracao por parte da comunidade, nao so’ por ter tido um bebe naquelas condicoes, mas tambem porque toda a riqueza de que a familia agora usufruia se devia a ela… Entao, nas grandes cheias que se seguiram, um grupo de uma comunidade vizinha que tinha perdido todos os seus bens foi bater-lhe a porta pedindo: minha senhora, agora que esta’ rica e nao lhe falta nada, por favor ajude-nos… qualquer coisa serve mesmo… qualquer coisa que nao precise so’! Entao a senhora gritou para o marido que estava dentro de casa: oh Joao, vem ca’ que estao a te precisar aqui fora!


Bom, claro que se tratava de uma anedota com base numa estoria veridica (daquelas que nao aparecem nas paginas do "Aconteceu Mesmo" de certa imprensa angolana, pelo que nao informam nem substanciam o seu "jornalismo de opiniao"...). Mas o update da estoria e-nos agora feito pelo correspondente da BBC para Africa:

Na verdade, a senhora, de seu nome Carolina Pedro, para alem dos varios donativos que recebeu na altura, nao ficou nada "rica" (embora tambem nao tenha ficado mais pobre do que era, em particular se em comparacao com os seus antigos vizinhos e familiares), mas "ganhou" uma boa casa definitiva de tijolo com um grande quintal, um emprego como empregada de limpeza num escritorio governamental na cidade e um lugar na escola local para a filha que, ha' 10 anos, trouxe ao mundo em cima de uma arvore, a Rosita. Para alem desses ganhos materiais, teve outras "recompensas" como a sua estoria ter passado a fazer parte do curriculum escolar nacional e a colocacao de uma placa alusiva no sope' da arvore onde o memoravel parto teve lugar.

Claro que a estoria do marido era a punchline da anedota, mas segundo este update nao andava la' muito longe da realidade: o dito marido, cujo nome verdadeiro e' Salvador (embora, como esta' bom de ver, dificilmente seria capaz de salvar a mulher e a filha na altura daquele parto, nao fossem os helicopteros da ajuda internacional...), se nao passa a vida a dormir (jiboiar talvez seja o termo mais apropriado) dentro de casa, e' acusado de ser um pai ausente e de se ter apropriado e gasto futilmente praticamente todo o dinheiro que foi dado a familia na sequencia do nascimento da filha naquelas circunstancias, pelo que, apesar dos "ganhos" da dona Carolina, a familia, a qual entretanto se juntou mais uma filha, a Cecilia, agora com 10 meses, por causa da vida perdularia do 'senhor' Salvador, nao tem o rendimento necessario para manter o seu novo lifestyle e tem passado por alguns momentos dificeis...

Mas nem tudo esta' perdido para a dona Carolina: a Rosita, que e' mesmo uma warrior desde o momento em que NASCEU MULHER, diz que a sua grande ambicao e' ser... Presidente da Republica!

(... E suspeito bem que o seu slogan de campanha nao sera' nada parecido com algo como "Okotunda Olunga"!...)


*(Quem me contou esta anedota, na Zambia, foi o meu amigo Luis de quem falo neste post, ao qual, como prometido, voltarei tao logo possa)


[Update, em Ingles, aqui]




Warrior (in Xemplify) - Khethi (South Africa)



Numa das estorias (... a par desta...), senao A ESTORIA (!), que fez recair sobre mim a chuva, ou melhor - enxurrada (!), de lama e pedras desta campanha, assim terminava, ha' ja' algum tempo, a minha "nota de rodape'" a este post:

Apenas para terminar numa nota com algum humor, uma estoria que me foi contada por um amigo Mocambicano*: lembram-se daquela mulher que, durante as cheias de 2000 em Mocambique, teve um bebe em cima de uma arvore? Pois bem, depois daquelas imagens que correram mundo, choveram-lhe donativos monetarios e materiais de todo o mundo, de tal modo que a senhora ficou rica e passou a gozar de uma grande admiracao por parte da comunidade, nao so’ por ter tido um bebe naquelas condicoes, mas tambem porque toda a riqueza de que a familia agora usufruia se devia a ela… Entao, nas grandes cheias que se seguiram, um grupo de uma comunidade vizinha que tinha perdido todos os seus bens foi bater-lhe a porta pedindo: minha senhora, agora que esta’ rica e nao lhe falta nada, por favor ajude-nos… qualquer coisa serve mesmo… qualquer coisa que nao precise so’! Entao a senhora gritou para o marido que estava dentro de casa: oh Joao, vem ca’ que estao a te precisar aqui fora!


Bom, claro que se tratava de uma anedota com base numa estoria veridica (daquelas que nao aparecem nas paginas do "Aconteceu Mesmo" de certa imprensa angolana, pelo que nao informam nem substanciam o seu "jornalismo de opiniao"...). Mas o update da estoria e-nos agora feito pelo correspondente da BBC para Africa:

Na verdade, a senhora, de seu nome Carolina Pedro, para alem dos varios donativos que recebeu na altura, nao ficou nada "rica" (embora tambem nao tenha ficado mais pobre do que era, em particular se em comparacao com os seus antigos vizinhos e familiares), mas "ganhou" uma boa casa definitiva de tijolo com um grande quintal, um emprego como empregada de limpeza num escritorio governamental na cidade e um lugar na escola local para a filha que, ha' 10 anos, trouxe ao mundo em cima de uma arvore, a Rosita. Para alem desses ganhos materiais, teve outras "recompensas" como a sua estoria ter passado a fazer parte do curriculum escolar nacional e a colocacao de uma placa alusiva no sope' da arvore onde o memoravel parto teve lugar.

Claro que a estoria do marido era a punchline da anedota, mas segundo este update nao andava la' muito longe da realidade: o dito marido, cujo nome verdadeiro e' Salvador (embora, como esta' bom de ver, dificilmente seria capaz de salvar a mulher e a filha na altura daquele parto, nao fossem os helicopteros da ajuda internacional...), se nao passa a vida a dormir (jiboiar talvez seja o termo mais apropriado) dentro de casa, e' acusado de ser um pai ausente e de se ter apropriado e gasto futilmente praticamente todo o dinheiro que foi dado a familia na sequencia do nascimento da filha naquelas circunstancias, pelo que, apesar dos "ganhos" da dona Carolina, a familia, a qual entretanto se juntou mais uma filha, a Cecilia, agora com 10 meses, por causa da vida perdularia do 'senhor' Salvador, nao tem o rendimento necessario para manter o seu novo lifestyle e tem passado por alguns momentos dificeis...

Mas nem tudo esta' perdido para a dona Carolina: a Rosita, que e' mesmo uma warrior desde o momento em que NASCEU MULHER, diz que a sua grande ambicao e' ser... Presidente da Republica!

(... E suspeito bem que o seu slogan de campanha nao sera' nada parecido com algo como "Okotunda Olunga"!...)


*(Quem me contou esta anedota, na Zambia, foi o meu amigo Luis de quem falo neste post, ao qual, como prometido, voltarei tao logo possa)


[Update, em Ingles, aqui]




Warrior (in Xemplify) - Khethi (South Africa)

Saturday, 1 May 2010

U.S. Tragedy




Ana, will you stand with me?

Monday, 14 June, 2010 18:07
From:
"Barack Obama"
To:
"Ana Santana"


Ana --

The BP oil spill in the Gulf Coast is the worst environmental disaster of its kind in our nation's history. I am returning to the region today to review our efforts and meet with families and business owners affected by the catastrophe.

We are working to hold BP accountable for the damage to the lands and the livelihoods of the Gulf Coast, and we are taking strong precautions to make certain a spill like this never happens again.

But our work will not end with this crisis. That's one of the reasons why last week I invited lawmakers from both parties to join me at the White House to discuss what it will take to move forward on legislation to promote a new economy powered by green jobs, combat climate change, and end our dependence on foreign oil.

Today, we consume more than 20 percent of the world's oil, but have less than two percent of the world's oil reserves. Beyond the risks inherent in drilling four miles beneath the surface of the Earth, our dependence on oil means that we will continue to send billions of dollars of our hard-earned wealth to other countries every month -- including many in dangerous and unstable regions.

In other words, our continued dependence on fossil fuels will jeopardize our national security. It will smother our planet. And it will continue to put our economy and our environment at risk. We cannot delay any longer, and that is why I am asking for your help.

The time has come, once and for all, for this nation to fully embrace a new future. That means continuing our unprecedented effort to make everything -- from our homes and businesses to our cars and trucks -- more energy-efficient. It means rolling back billions of dollars of tax breaks to oil companies so we can prioritize investments in clean energy research and development.

Many businesses support this agenda because shifting to clean energy creates opportunities for entrepreneurship. This is how we will reinvent our economy -- and create new companies and new jobs all across the country.

There will be transition costs and a time of adjustment. But if we refuse to heed the warnings from the disaster in the Gulf -- we will have missed our best chance to seize the clean-energy future we know America needs to thrive in the years and decades to come.

The House of Representatives has already passed a comprehensive energy and climate bill, and there is currently a plan in the Senate -- a plan that was developed with ideas from Democrats and Republicans -- that would achieve the same goal. But this is an issue that Washington has long ignored in favor of protecting the status quo.

So I'm asking for your help today to show that we are ready for a clean-energy future.

Please add your name to mine.


Thank you,

President Barack Obama








Ana, will you stand with me?

Monday, 14 June, 2010 18:07
From:
"Barack Obama"
To:
"Ana Santana"


Ana --

The BP oil spill in the Gulf Coast is the worst environmental disaster of its kind in our nation's history. I am returning to the region today to review our efforts and meet with families and business owners affected by the catastrophe.

We are working to hold BP accountable for the damage to the lands and the livelihoods of the Gulf Coast, and we are taking strong precautions to make certain a spill like this never happens again.

But our work will not end with this crisis. That's one of the reasons why last week I invited lawmakers from both parties to join me at the White House to discuss what it will take to move forward on legislation to promote a new economy powered by green jobs, combat climate change, and end our dependence on foreign oil.

Today, we consume more than 20 percent of the world's oil, but have less than two percent of the world's oil reserves. Beyond the risks inherent in drilling four miles beneath the surface of the Earth, our dependence on oil means that we will continue to send billions of dollars of our hard-earned wealth to other countries every month -- including many in dangerous and unstable regions.

In other words, our continued dependence on fossil fuels will jeopardize our national security. It will smother our planet. And it will continue to put our economy and our environment at risk. We cannot delay any longer, and that is why I am asking for your help.

The time has come, once and for all, for this nation to fully embrace a new future. That means continuing our unprecedented effort to make everything -- from our homes and businesses to our cars and trucks -- more energy-efficient. It means rolling back billions of dollars of tax breaks to oil companies so we can prioritize investments in clean energy research and development.

Many businesses support this agenda because shifting to clean energy creates opportunities for entrepreneurship. This is how we will reinvent our economy -- and create new companies and new jobs all across the country.

There will be transition costs and a time of adjustment. But if we refuse to heed the warnings from the disaster in the Gulf -- we will have missed our best chance to seize the clean-energy future we know America needs to thrive in the years and decades to come.

The House of Representatives has already passed a comprehensive energy and climate bill, and there is currently a plan in the Senate -- a plan that was developed with ideas from Democrats and Republicans -- that would achieve the same goal. But this is an issue that Washington has long ignored in favor of protecting the status quo.

So I'm asking for your help today to show that we are ready for a clean-energy future.

Please add your name to mine.


Thank you,

President Barack Obama





Monday, 1 March 2010

Wednesday, 13 January 2010

Haiti Tragedy



Help for Haiti
Thursday, 14 January, 2010 21:08

Ana --

On Tuesday, a catastrophic earthquake struck near Port-au-Prince, Haiti. The full extent of the damage is still being assessed, but the death toll -- already in the thousands -- is climbing fast.

This is the worst earthquake to hit the area in more than 200 years. Entire communities have been ripped apart and as many as 3 million people have been directly affected, including tens of thousands of American citizens who are in Haiti.

Our neighbors in Haiti are racing to confront the enormous devastation -- and the OFA community can help.

Footage is pouring in of homes collapsing, Haitians carrying injured family members, and hospitals being overrun in what was already the poorest nation in the Western Hemisphere.

I have directed my administration to respond with a swift, coordinated, and aggressive effort to save lives. Personnel from the United States and our partners in the international community are on the ground in damaged areas right now, working side by side with the Haitian people. They're providing much-needed food, water, and sanitation supplies, saving lives and helping local communities start to rebuild.

Despite the fact that we are experiencing tough times here at home, I encourage those who can to reach out and help. It's in times like these that we must show the kind of compassion and humanity that has defined the best of our national character for generations.

Click here to find out what you can do:

http://my.barackobama.com/Haiti

As this story continues to unfold, I hope you will continue to keep the people of Haiti in your thoughts and prayers, as well as the many Haitian-Americans who have done so much to enrich our country and who are worried about friends and loved ones in this time of need.

Thank you,

President Barack Obama



Help for Haiti
Thursday, 14 January, 2010 21:08

Ana --

On Tuesday, a catastrophic earthquake struck near Port-au-Prince, Haiti. The full extent of the damage is still being assessed, but the death toll -- already in the thousands -- is climbing fast.

This is the worst earthquake to hit the area in more than 200 years. Entire communities have been ripped apart and as many as 3 million people have been directly affected, including tens of thousands of American citizens who are in Haiti.

Our neighbors in Haiti are racing to confront the enormous devastation -- and the OFA community can help.

Footage is pouring in of homes collapsing, Haitians carrying injured family members, and hospitals being overrun in what was already the poorest nation in the Western Hemisphere.

I have directed my administration to respond with a swift, coordinated, and aggressive effort to save lives. Personnel from the United States and our partners in the international community are on the ground in damaged areas right now, working side by side with the Haitian people. They're providing much-needed food, water, and sanitation supplies, saving lives and helping local communities start to rebuild.

Despite the fact that we are experiencing tough times here at home, I encourage those who can to reach out and help. It's in times like these that we must show the kind of compassion and humanity that has defined the best of our national character for generations.

Click here to find out what you can do:

http://my.barackobama.com/Haiti

As this story continues to unfold, I hope you will continue to keep the people of Haiti in your thoughts and prayers, as well as the many Haitian-Americans who have done so much to enrich our country and who are worried about friends and loved ones in this time of need.

Thank you,

President Barack Obama

Sunday, 13 December 2009

Copenhagen: The Environment, Deals & Protest


"There is no Planet B"


[Details here , here and here]

"There is no Planet B"


[Details here , here and here]

Friday, 2 October 2009

THE TSUNAMI

As the effects of the most recent tsunami are still being felt in some Pacific Islands, I thought of sharing here an abridged version of a report that I wrote on the United Nations International Conference to Review the Implementation of the Barbados Programme of Action (BPoA) for the Sustainable Development of Small Island Development States (SIDS)*, which took place a few days after the devastating tsunami that hit significant parts of the world at the tip end of 2004 – described by National Geographic as probably the deadliest tsunami in History – exposing the extreme vulnerability of SIDS to this kind of mother nature’s whims.

The Conference, held in Port Louis, Mauritius, on 10-14 January 2005, was marked at its opening ceremony by a one minute’s silence in memory of the 26th December 2004 Indian Ocean tsunami victims. It was attended by 18 Presidents, Vice-Presidents and Prime Ministers, some 60 Ministers, around 2000 Delegates, Civil Society Representatives and Journalists from 114 countries, and 15 UN or Multilateral Agencies. The Conference’s proceedings were structured in plenary sessions, panel discussions, round tables, contact groups, informal consultations, side events, parallel partnership activities and a high-level segment around the following themes:

Climate Change, Sea-Level Rise and Implementation of the Kyoto Protocol

Environmental Vulnerabilities and Resilience-building

Addressing Emerging Trends and Social Challenges

Role of Culture in Sustainable Development

Special Challenges in Trade and Economic Development

Comprehensive Review of Implementation of the BPoA

Mobilizing Resources for Implementation of the Programme of Action

Building Capacity in SIDS


Final Outcomes and Lessons Learned


 Climate Change, Sea-Level Rise and Implementation of the Kyoto Protocol**

 Preventive Measures to Strengthen Early-Warning Systems

 Special and Differential Treatment and Graduation from LDC Status

 Renewable Energy

 ICT

 Transport

 Fisheries

 HIV/AIDS and Malaria

 Monitoring & Implementation


"We are all inhabitants of the global island. All of us, rich and poor, weak and strong, whether citizens of great power or tiny atoll, are linked in webs of opportunity and vulnerability. We should have known this already, but it has taken a tsunami to press the point home. The question now is whether we will act over the long term, not just in small islands but everywhere, in the same spirit of unity that characterises the current moment."
Kofi Annan

[REPORT HERE]


* SIDS are small island and low-lying coastal countries that share similar sustainable development challenges. At present, forty-three small island developing states and territories (there are 51 SIDS in total) are included in the list used by the UN in monitoring the progress of implementation of the BPoA. These states and territories often work together through the Alliance of Small Island States (AOSIS). SIDS in Africa comprise Cape Verde, Comoros, Guinea-Bissau, Mauritius, Sao Tome & Principe and Seychelles

**The Kyoto Protocol finally entered into force one month after the Mauritius Conference, on 16/02/2005

As the effects of the most recent tsunami are still being felt in some Pacific Islands, I thought of sharing here an abridged version of a report that I wrote on the United Nations International Conference to Review the Implementation of the Barbados Programme of Action (BPoA) for the Sustainable Development of Small Island Development States (SIDS)*, which took place a few days after the devastating tsunami that hit significant parts of the world at the tip end of 2004 – described by National Geographic as probably the deadliest tsunami in History – exposing the extreme vulnerability of SIDS to this kind of mother nature’s whims.

The Conference, held in Port Louis, Mauritius, on 10-14 January 2005, was marked at its opening ceremony by a one minute’s silence in memory of the 26th December 2004 Indian Ocean tsunami victims. It was attended by 18 Presidents, Vice-Presidents and Prime Ministers, some 60 Ministers, around 2000 Delegates, Civil Society Representatives and Journalists from 114 countries, and 15 UN or Multilateral Agencies. The Conference’s proceedings were structured in plenary sessions, panel discussions, round tables, contact groups, informal consultations, side events, parallel partnership activities and a high-level segment around the following themes:

Climate Change, Sea-Level Rise and Implementation of the Kyoto Protocol

Environmental Vulnerabilities and Resilience-building

Addressing Emerging Trends and Social Challenges

Role of Culture in Sustainable Development

Special Challenges in Trade and Economic Development

Comprehensive Review of Implementation of the BPoA

Mobilizing Resources for Implementation of the Programme of Action

Building Capacity in SIDS


Final Outcomes and Lessons Learned


 Climate Change, Sea-Level Rise and Implementation of the Kyoto Protocol**

 Preventive Measures to Strengthen Early-Warning Systems

 Special and Differential Treatment and Graduation from LDC Status

 Renewable Energy

 ICT

 Transport

 Fisheries

 HIV/AIDS and Malaria

 Monitoring & Implementation


"We are all inhabitants of the global island. All of us, rich and poor, weak and strong, whether citizens of great power or tiny atoll, are linked in webs of opportunity and vulnerability. We should have known this already, but it has taken a tsunami to press the point home. The question now is whether we will act over the long term, not just in small islands but everywhere, in the same spirit of unity that characterises the current moment."
Kofi Annan

[REPORT HERE]


* SIDS are small island and low-lying coastal countries that share similar sustainable development challenges. At present, forty-three small island developing states and territories (there are 51 SIDS in total) are included in the list used by the UN in monitoring the progress of implementation of the BPoA. These states and territories often work together through the Alliance of Small Island States (AOSIS). SIDS in Africa comprise Cape Verde, Comoros, Guinea-Bissau, Mauritius, Sao Tome & Principe and Seychelles

**The Kyoto Protocol finally entered into force one month after the Mauritius Conference, on 16/02/2005

Tuesday, 4 December 2007

CYBER SEMINAR: A CLIMATE OF GREATER URGENCY

CLIMATE CHANGE AND AFRICA: WHO IS RESPONSIBLE FOR ADDRESSING THE CONSEQUENCES?

Faced with increasing temperatures, melting polar ice and more volatile weather, delegates from nearly 190 nations started the negotiations of a new climate treaty at the U.N. climate conference in Bali yesterday. Mithika Mwenda from Climate Network Africa and Kate Raworth from Oxfam UK are both in Bali, following the negotiations closely. They will answer your questions during the Norwegian Council for Africa’s Cyber Seminar session on December 11, 12-14 local time in Norway (GMT + 01:00)

The Cyber Seminar is a virtual seminar – a forum for participants all over the world to engage with each other and with panellists from academia, politics and civil society on issues of current interest to Africa. For the first ever Cyber Seminar session, the issue is climate change and Africa: Who is responsible for addressing the consequences?

Activists and organizations around the world have the last years underscored the need for urgent progress on climate change and poverty alleviation for there to be real improvement in Africa's living conditions. While rich countries are responsible for three quarters of green house gas (GHG) emissions, it is the poor countries – particularly in Africa – that are hit the hardest. Climate change will critically jeopardise Africa’s economic development and poverty reduction achievements. What are the challenges ahead, who are responsible for addressing the consequences and can the Bali conference provide any answers?

[
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CLIMATE CHANGE AND AFRICA: WHO IS RESPONSIBLE FOR ADDRESSING THE CONSEQUENCES?

Faced with increasing temperatures, melting polar ice and more volatile weather, delegates from nearly 190 nations started the negotiations of a new climate treaty at the U.N. climate conference in Bali yesterday. Mithika Mwenda from Climate Network Africa and Kate Raworth from Oxfam UK are both in Bali, following the negotiations closely. They will answer your questions during the Norwegian Council for Africa’s Cyber Seminar session on December 11, 12-14 local time in Norway (GMT + 01:00)

The Cyber Seminar is a virtual seminar – a forum for participants all over the world to engage with each other and with panellists from academia, politics and civil society on issues of current interest to Africa. For the first ever Cyber Seminar session, the issue is climate change and Africa: Who is responsible for addressing the consequences?

Activists and organizations around the world have the last years underscored the need for urgent progress on climate change and poverty alleviation for there to be real improvement in Africa's living conditions. While rich countries are responsible for three quarters of green house gas (GHG) emissions, it is the poor countries – particularly in Africa – that are hit the hardest. Climate change will critically jeopardise Africa’s economic development and poverty reduction achievements. What are the challenges ahead, who are responsible for addressing the consequences and can the Bali conference provide any answers?

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Tuesday, 16 October 2007

AMBIENTE VS. POBREZA?

Por ser hoje "Dia Mundial da Alimentacao" (um dia que me faz sempre lembrar dos tempos ja' 'longinquos' dos anos 80, quando trabalhava para o PAM em Angola e pensava que todas aquelas toneladas de milho que tinhamos que importar, armazenar, transportar e distribuir eram apenas uma necessidade criada pela guerra e, em alguns casos, pela seca e que, portanto, seria ultrapassada tao logo tais factores causadores nao estivessem presentes...) e tambem um pouco a proposito do Nobel da Paz deste ano ter sido outorgado a uma causa ambientalista, pareceu-me oportuno publicar aqui mais uma das minhas cronicas de ha' 5 anos atras no SA. Aqui ficam alguns extractos:


No início da cimeira mundial de Joanesburgo concluída esta semana, várias sondagens questionaram a opinião pública britânica sobre se o evento deveria ter como prioridade o ambiente ou a pobreza (ou, noutra versão, os pássaros ou o emprego). Os resultados indicaram em media 60% a favor do ambiente (pássaros) e 40% a favor da pobreza (emprego), o que poderá ser indicativo do aparente conflito de interesses entre o Norte e o Sul no que toca ao futuro da terra. Mas, de facto, a oposição da protecção do ambiente à erradicação da pobreza representa, sob várias perspectivas, uma falsa dicotomia.

O entendimento da erradicação da pobreza e da defesa do ambiente como objectivos conflituantes deve-se, em grande medida, às implicações da ortodoxia neoclássica, dominante nas últimas duas décadas, para os chamados limites do crescimento (i.e., o facto de o crescimento económico ser característicamente exponencial, enquanto o crescimento dos recursos naturais é geométrico). Segundo aquela ortodoxia, por um lado, a degradação ambiental seria uma inevitável parceira do crescimento económico e, por outro lado, os principais motores do crescimento no Sul dependeriam exclusivamente de estratégias nacionais que favorecessem a iniciativa privada, a eliminação de subsídios ao consumo de bens sociais básicos e a abertura de mercados domésticos ao investimento e competição internacionais, passando pela privatização de empresas estatais e pelo desmantelamento de quaisquer projectos de substituição de importações.

Os países que seguissem essa estratégia teriam necessáriamente que passar por episódicos aumentos dos seus níveis de pobreza, mas teriam como garantidas imprecedentes taxas de crescimento que, por via do chamado efeito de ‘trickle down’ (i.e. a disseminação de cima para baixo dos rendimentos económicos nacionais), acabariam por diminuir os níveis de pobreza e por reverter os seus colaterais custos ambientais.


Todavia, a evidência demonstrou que, enquanto a devastação ecológica causada pelos maiores poluidores e consumidores de recursos esgotáveis do Norte se manteve ou acelerou, o efeito de ‘trickle down’, se não foi exactamente uma ficção, falhou dramáticamente na maior parte dos países do Sul, ficando os poucos casos de relativo sucesso a dever-se em grande medida a factores estranhos à ortodoxia neoclássica, tais como um alto nível de activismo governamental e proteccionismo em favor de corporações e redes de influência privada nacionais, num ambiente de quase total arbitrariedade no mercado laboral (caso dos “tigres” Asiáticos) ou políticas de reforma agrária e de realocação de títulos de propriedade a par de projectos empresariais de iniciativa comunitária (caso de alguns estados da India).

Embora a abertura ao investimento e comércio internacional se tenha demonstrado, em alguns casos, benéfica para a diversificação económica e o aumento de certos rendimentos sectoriais (caso da China), alguns dos países do Sul que parecem estar a integrar-se na economia global continuam dependentes de sectores de baixo valor acrescentado e com um impacto diminuto nos seus níveis de pobreza (caso geral em África e na América Latina).

Dentre os factores contributivos para esse resultado contam-se as barreiras ao comércio (tarifárias, não tarifárias, administrativas e técnicas) que os países do Sul enfrentam nos mercados do Norte (os quais têm por prática “despejar” os seus excedentes de produção subsidiada e, frequentemente, abaixo dos seus próprios padrões de qualidade, nos mercados do Sul) e as vigentes leis internacionais de propriedade intelectual que não só aumentam os custos da transferência tecnológica mas, crucialmente, tambem impedem o acesso das populações que deles mais necessitam aos medicamentos indispensáveis ao combate das doenças mais prevalentes nos países pobres, em particular o SIDA.

Os efeitos societais negativos deste adverso cenário internacional têm sido exacerbados pela má gestão económica, as cleptocracias, a corrupção e a autocracia comuns nos países do Sul, em particular naqueles com abundantes reservas de fontes de energia, tais como o petróleo e o gás natural.

Apesar dos conflitos de interesses ainda prevalecentes entre o Norte e o Sul, espera-se que a recente ‘Cimeira Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável’ tenha pelo menos facilitado a obtenção de um consenso generalizado que possibilite o equilíbrio entre consumo sustentável no Norte e crescimento sustentável no Sul, por forma a que a observação de pássaros por famílias saudáveis e com emprego estável, particularmente em África, seja possível num horizonte temporal não muito longínquo.

(Ler artigo completo AQUI)

Por ser hoje "Dia Mundial da Alimentacao" (um dia que me faz sempre lembrar dos tempos ja' 'longinquos' dos anos 80, quando trabalhava para o PAM em Angola e pensava que todas aquelas toneladas de milho que tinhamos que importar, armazenar, transportar e distribuir eram apenas uma necessidade criada pela guerra e, em alguns casos, pela seca e que, portanto, seria ultrapassada tao logo tais factores causadores nao estivessem presentes...) e tambem um pouco a proposito do Nobel da Paz deste ano ter sido outorgado a uma causa ambientalista, pareceu-me oportuno publicar aqui mais uma das minhas cronicas de ha' 5 anos atras no SA. Aqui ficam alguns extractos:


No início da cimeira mundial de Joanesburgo concluída esta semana, várias sondagens questionaram a opinião pública britânica sobre se o evento deveria ter como prioridade o ambiente ou a pobreza (ou, noutra versão, os pássaros ou o emprego). Os resultados indicaram em media 60% a favor do ambiente (pássaros) e 40% a favor da pobreza (emprego), o que poderá ser indicativo do aparente conflito de interesses entre o Norte e o Sul no que toca ao futuro da terra. Mas, de facto, a oposição da protecção do ambiente à erradicação da pobreza representa, sob várias perspectivas, uma falsa dicotomia.

O entendimento da erradicação da pobreza e da defesa do ambiente como objectivos conflituantes deve-se, em grande medida, às implicações da ortodoxia neoclássica, dominante nas últimas duas décadas, para os chamados limites do crescimento (i.e., o facto de o crescimento económico ser característicamente exponencial, enquanto o crescimento dos recursos naturais é geométrico). Segundo aquela ortodoxia, por um lado, a degradação ambiental seria uma inevitável parceira do crescimento económico e, por outro lado, os principais motores do crescimento no Sul dependeriam exclusivamente de estratégias nacionais que favorecessem a iniciativa privada, a eliminação de subsídios ao consumo de bens sociais básicos e a abertura de mercados domésticos ao investimento e competição internacionais, passando pela privatização de empresas estatais e pelo desmantelamento de quaisquer projectos de substituição de importações.

Os países que seguissem essa estratégia teriam necessáriamente que passar por episódicos aumentos dos seus níveis de pobreza, mas teriam como garantidas imprecedentes taxas de crescimento que, por via do chamado efeito de ‘trickle down’ (i.e. a disseminação de cima para baixo dos rendimentos económicos nacionais), acabariam por diminuir os níveis de pobreza e por reverter os seus colaterais custos ambientais.


Todavia, a evidência demonstrou que, enquanto a devastação ecológica causada pelos maiores poluidores e consumidores de recursos esgotáveis do Norte se manteve ou acelerou, o efeito de ‘trickle down’, se não foi exactamente uma ficção, falhou dramáticamente na maior parte dos países do Sul, ficando os poucos casos de relativo sucesso a dever-se em grande medida a factores estranhos à ortodoxia neoclássica, tais como um alto nível de activismo governamental e proteccionismo em favor de corporações e redes de influência privada nacionais, num ambiente de quase total arbitrariedade no mercado laboral (caso dos “tigres” Asiáticos) ou políticas de reforma agrária e de realocação de títulos de propriedade a par de projectos empresariais de iniciativa comunitária (caso de alguns estados da India).

Embora a abertura ao investimento e comércio internacional se tenha demonstrado, em alguns casos, benéfica para a diversificação económica e o aumento de certos rendimentos sectoriais (caso da China), alguns dos países do Sul que parecem estar a integrar-se na economia global continuam dependentes de sectores de baixo valor acrescentado e com um impacto diminuto nos seus níveis de pobreza (caso geral em África e na América Latina).

Dentre os factores contributivos para esse resultado contam-se as barreiras ao comércio (tarifárias, não tarifárias, administrativas e técnicas) que os países do Sul enfrentam nos mercados do Norte (os quais têm por prática “despejar” os seus excedentes de produção subsidiada e, frequentemente, abaixo dos seus próprios padrões de qualidade, nos mercados do Sul) e as vigentes leis internacionais de propriedade intelectual que não só aumentam os custos da transferência tecnológica mas, crucialmente, tambem impedem o acesso das populações que deles mais necessitam aos medicamentos indispensáveis ao combate das doenças mais prevalentes nos países pobres, em particular o SIDA.

Os efeitos societais negativos deste adverso cenário internacional têm sido exacerbados pela má gestão económica, as cleptocracias, a corrupção e a autocracia comuns nos países do Sul, em particular naqueles com abundantes reservas de fontes de energia, tais como o petróleo e o gás natural.

Apesar dos conflitos de interesses ainda prevalecentes entre o Norte e o Sul, espera-se que a recente ‘Cimeira Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável’ tenha pelo menos facilitado a obtenção de um consenso generalizado que possibilite o equilíbrio entre consumo sustentável no Norte e crescimento sustentável no Sul, por forma a que a observação de pássaros por famílias saudáveis e com emprego estável, particularmente em África, seja possível num horizonte temporal não muito longínquo.

(Ler artigo completo AQUI)

Tuesday, 11 September 2007

ANITA RODDICK (R.I.P.)

She was the only western environmentalist/human rights campaigner I've ever trusted. Great businesswoman too: made me (gladly) spend a lot at her body shops and even inspired me to create my own natural body care products. Great Woman.
May peace bless her body and soul forever!

(
Read More Here)
She was the only western environmentalist/human rights campaigner I've ever trusted. Great businesswoman too: made me (gladly) spend a lot at her body shops and even inspired me to create my own natural body care products. Great Woman.
May peace bless her body and soul forever!

(
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Sunday, 5 August 2007

SUNDAY SUN


Skies less stormy
Rivers calming down
Watery lanes less watery
Floods drying down

Here comes the Sun…

Skies less stormy
Rivers calming down
Watery lanes less watery
Floods drying down

Here comes the Sun…

Saturday, 7 July 2007

LIVE EARTH, OR... WHAT'S THIS ALL ABOUT?


Wembley is up for a big party again today for one of the series of concerts taking place in 8 different countries this weekend to ‘Save the Earth from Global Warming’, courtesy of Mr. Al Gore, all ‘fueled up’ by his recent Oscar for “An Inconvenient Truth”.

Now, I don’t want to sound as the ‘ever-so-cynical-kill-joy’ about this sort of thing but… if it takes the former US Vice-President dozens of planes to move around the world more than 150 artists, bands, celebrities and respective entourages and equipment, plus all the energy these concerts will consume, all adding to the so-called “global carbon footprints”, to say “an inconvenient truth”, such as “you need to ratify the Kyoto Protocol”, to the current US President, then… I am sorry, this party is not for me!

Wembley is up for a big party again today for one of the series of concerts taking place in 8 different countries this weekend to ‘Save the Earth from Global Warming’, courtesy of Mr. Al Gore, all ‘fueled up’ by his recent Oscar for “An Inconvenient Truth”.

Now, I don’t want to sound as the ‘ever-so-cynical-kill-joy’ about this sort of thing but… if it takes the former US Vice-President dozens of planes to move around the world more than 150 artists, bands, celebrities and respective entourages and equipment, plus all the energy these concerts will consume, all adding to the so-called “global carbon footprints”, to say “an inconvenient truth”, such as “you need to ratify the Kyoto Protocol”, to the current US President, then… I am sorry, this party is not for me!

Tuesday, 26 June 2007

LUANDA...?

Nope!

Com pelo menos 3 vidas reclamadas nos ultimos dias, estes sao os efeitos das inundacoes que teem afectado o Reino Unido por estes dias...






(Mais fotos aqui)

Monday, 28 May 2007

LUANDA E AS SUAS MAKAS!


Foram-se as chuvas, chegou o Cacimbo e parece que a nossa Luanda já se está a refazer da “porrada” que levou durante a época chuvosa. Vamos lá ver, se irão conseguir resolver no Cacimbo todas as makas. Os engarrafamentos continuam, os buracos nas estradas aumentam (somos o único pais no mundo com estradas descartáveis), o lixo não para, a luz bazou e até agora estamos a espera dela. Tem razão o meu kamba Kinito quando diz que a maior oposição ao Governo é a EPAL, EDEL, ELISAL e o INAMET.


Segundo o kamba Kinito a EPAL – Empresa Privadora de Águas aos Luandenses, é um dos mais fortes partidos de oposição ao Governo. Ela consegue “privar” os Kaluandas sempre que possível do precioso liquido. Você está no banho só da conta, a água bazou, quer lavar o botter e nada, água tá onde? Você até quando constrói o cúbico, tem de deixar espaço para o tanque de água, e deixar um buraco para a mangueira da cisterna vir abastecer. Água da torneira não podes beber senão apanhas cólera, és obrigado a fazer esquemas como faz um colega aqui no salu, que aproveita a água de favor que a empresa dá e bebe já de tudo. O muadié até diz que os colegas lhe chamam já Camelo, pois isso de armazenar a água para depois não ter mais sede, quando chegar ao cúbico. Voltando ao kamba Kinito, ontem ligou-me e disse que vai provar por A+B que grande parte das cisternas de água, são pertença dos grandes mangas da EPAL.

Mas esta é … Outra Maka Mais!!!


EDEL – Empresa Destruidora da Energia de Luanda, o kamba Kinito diz mesmo que este é o maior partido da oposição (pelos seus feitos ultrapassou já o do “Galo Negro”). Este partido o que te faz!!! Você tá ouvir noticiário, só assusta luz bazou. Você tá ver jogo e na hora do passe para o golo, te tiram a luz. Você tá a apreciar um bom filme do tipo 9 semanas e meia, na hora mesmo da pura parte, luz baza. O pitéu na arca estraga, se você levar para guardar no vizinho que tem gerador, acontece o seguinte: ou dás um pouco de carne ao vizinho, ou então vão te pitar tudo. A noite calor é calor, as vezes você olha na pura mboa que está a campar ao lado, começas já a pensar em naqueles mambos mas quando imaginas no calor, você desiste. Tudo por culpa da EDEL.


Antigamente era fácil, a culpa era sempre dos bandos errantes do falecido man – mbimbi que deixavam cair os postes de alta tensão lá em Cambambe. Mas agora então é quê mais, a paz já estamos com ela há cinco anos? Agora a desculpa é que 60% dos Kaluandas não pagam as contas de luz??? Cerca de 35% vive dos famosos “gatos”. Então vou pagar um serviço do qual quase não usufruo? Ter gerador que num pais normal deveria ser a excepção, cá entre nós virou regra. O kamba Kinito diz que vai apresentar queixa da EDEL a ONU, a UNESCO e ao Presidente Bush, porque segundo ele, a EDEL é uma empresa de destruição massiva, e que estes constantes cortes de energia vão dar cabo da vida dos Kaluandas. Diz também que os manda-chuvas da EDEL são os donos dos armazéns de venda de velas e geradores.

Esta é … Outra Maka Mais!!!


ELISAL – Empresa Lixadora e Saneadora de Luanda, o Kamba Kinito diz que este partido anda a “lixar” e pretende sanar com todos os Kaluandas. É só muito lixo, lixo, lixo, uma pessoa até pergunta: mas este lixo todo tá vir donde? Bué de empresas de recolha de lixo, mas o lixo sempre anduta, um gajo até já não acredita que este mambo tem solução. Há tempos ouvi dizer que tipo os Japoneses queriam comprar todo lixo da cidade, mas parece que as partes não chegaram a acordo pois o conceito de lixo dos japoneses era bastante abrangente parece que incluía também o “lixo” que governava os Kaluandas.


INAMET – Segundo o Kamba Kinito é INAMENTE, pois estes dão muitas bandeiras quando fazem a previsão do tempo. Quando dizem que no dia seguinte irá fazer sol, você prepara já as imbambas e todos os mambos, mas quando chega lá na praia chuva com força, um gajo até fica malaike. As vezes dão a dica que vai chover muito, e um gajo prepara já aquele mbila de frio, mas assusta bué de calor. Quando os muadiés vão na TPA explicar os mambos, falam já bué de termos técnicos: As fortes cargas pluviométricas que se abatem sobre a cidade de Luanda, para enganar o people, custa só dizer as chuvas que tamos com ele, ou as chuvas que estão a cair na city???

Gostam só de arranjar maka.


O kamba Kinito já identificou os principais opositores ao desenvolvimento dos Kaluandas. E já disse que vai tomar as medidas exactas e já criou mesmo a associação KIBETO – Kaluanda Insatisfeito Busca Explicações Transparentes e Objectivas.
O kamba Kinito anda mesmo inconformado e desolado com estas coisas todas. No seu programa de acção propõe saídas para a actual situação caótica que se vive em Luanda. A primeira seria o Pai lá do céu, fazer o mesmo que fez com Sodoma e Gomorra e acabar com tudo e todos. Assim aqueles que viessem depois, estariam livres de qualquer vício. O kamba Kinito perguntou-me o que achava das suas ideias, disse-lhe o seguinte: - Quanto a opção de Sodoma e Gomorra, disse-lhe que pelo estado das coisas era algo a ter em conta. Que se após isto uma equipa de historiadores, geólogos, antropólogos e tantos outros “ologos” que existem pelo mundo afora, fosse fazer um estudo da extinta espécie “Homo Luandensis” iria ficar perplexa e colocar várias questões.


Iriam ficar admirados como era possível nesta sociedade, 15 a 20 KM de estrada serem percorridos em cinco horas??? Iriam questionar como era possível os seus dirigentes, possuírem carros de cem mil dólares, casas em condomínios no valor de quinhentos mil dólares, casas de ferias na South, na Tuga. E o povo em geral nem água em condições possuía, nem luz tinha. Iriam ficar indignados com o facto de nesta sociedade, para se ascender politica, económica e socialmente era necessário pertencer a determinada organização partidária, ou então ter sobrenome Van- Dúnem, Vieira Dias, Dias dos Santos. Ou para atingir determinado status nas instituições bancárias privadas era preciso ter todas as cores menos ser black, até Kilombo podias ser, mas black só mesmo no caixa, estafeta ou limpeza. A excepção só se fosse possuidor de um dos sobrenomes acima mencionados. Iriam ficar estupefactos, pois nesta sociedade a excepção virou regra e a regra excepção. A dita gasosa foi institucionalizada, onde andam todos gasosados, tava tudo numa blue. Iriam ficar confusos com o facto de que pessoas morriam por falta de uma aspirina, de soro ou por falta de pessoal nos hospitais. Iriam rejeitar o facto de que com os milhares de barris de petróleo produzidos diariamente, a Refinaria de petróleo não tinha capacidade para aguentar a demanda e que cerca de 30% do combustível consumido era importado.

Esta seria … Outra Maka Mais!!!


Domingo quando estava a acabar esta crónica, bate a porta o meu vizinho malaike, lhe atendo já: - Vizinho Armindo, pode arranjar só um litro de óleo de cozinha? - Outra vez vizinho? Vizinho sempre a pedir? Meu, xiça, não vou te dar mesmo. - Epá vizinho Armindo, tó mal, sem kumbú. - Negativo. A dama saiu e trancou a dispensa (lhe menti, faz lembrar os tempos de puto quando a velha trancava a dispensa). - Armindo, me dá lá só. - Mas vizinho você não conhece o nosso super? Lá tem tudo. - Vizinho Armindo, a minha mulher disse que viu a sua dispensa cheia tipo o nosso super. - Olha vizinho eu sou super, mas não sou vosso! Já viram estes vizinhos zongolas, que arranjam só makas para os outros.

E eu que tinha de acabar a minha crónica semanal …

outra maka mais!!!

Bazei.
Mungueno.
Aquele abraço.

“Ilustre”
(Kamba do kamba Kinito)


Foram-se as chuvas, chegou o Cacimbo e parece que a nossa Luanda já se está a refazer da “porrada” que levou durante a época chuvosa. Vamos lá ver, se irão conseguir resolver no Cacimbo todas as makas. Os engarrafamentos continuam, os buracos nas estradas aumentam (somos o único pais no mundo com estradas descartáveis), o lixo não para, a luz bazou e até agora estamos a espera dela. Tem razão o meu kamba Kinito quando diz que a maior oposição ao Governo é a EPAL, EDEL, ELISAL e o INAMET.


Segundo o kamba Kinito a EPAL – Empresa Privadora de Águas aos Luandenses, é um dos mais fortes partidos de oposição ao Governo. Ela consegue “privar” os Kaluandas sempre que possível do precioso liquido. Você está no banho só da conta, a água bazou, quer lavar o botter e nada, água tá onde? Você até quando constrói o cúbico, tem de deixar espaço para o tanque de água, e deixar um buraco para a mangueira da cisterna vir abastecer. Água da torneira não podes beber senão apanhas cólera, és obrigado a fazer esquemas como faz um colega aqui no salu, que aproveita a água de favor que a empresa dá e bebe já de tudo. O muadié até diz que os colegas lhe chamam já Camelo, pois isso de armazenar a água para depois não ter mais sede, quando chegar ao cúbico. Voltando ao kamba Kinito, ontem ligou-me e disse que vai provar por A+B que grande parte das cisternas de água, são pertença dos grandes mangas da EPAL.

Mas esta é … Outra Maka Mais!!!


EDEL – Empresa Destruidora da Energia de Luanda, o kamba Kinito diz mesmo que este é o maior partido da oposição (pelos seus feitos ultrapassou já o do “Galo Negro”). Este partido o que te faz!!! Você tá ouvir noticiário, só assusta luz bazou. Você tá ver jogo e na hora do passe para o golo, te tiram a luz. Você tá a apreciar um bom filme do tipo 9 semanas e meia, na hora mesmo da pura parte, luz baza. O pitéu na arca estraga, se você levar para guardar no vizinho que tem gerador, acontece o seguinte: ou dás um pouco de carne ao vizinho, ou então vão te pitar tudo. A noite calor é calor, as vezes você olha na pura mboa que está a campar ao lado, começas já a pensar em naqueles mambos mas quando imaginas no calor, você desiste. Tudo por culpa da EDEL.


Antigamente era fácil, a culpa era sempre dos bandos errantes do falecido man – mbimbi que deixavam cair os postes de alta tensão lá em Cambambe. Mas agora então é quê mais, a paz já estamos com ela há cinco anos? Agora a desculpa é que 60% dos Kaluandas não pagam as contas de luz??? Cerca de 35% vive dos famosos “gatos”. Então vou pagar um serviço do qual quase não usufruo? Ter gerador que num pais normal deveria ser a excepção, cá entre nós virou regra. O kamba Kinito diz que vai apresentar queixa da EDEL a ONU, a UNESCO e ao Presidente Bush, porque segundo ele, a EDEL é uma empresa de destruição massiva, e que estes constantes cortes de energia vão dar cabo da vida dos Kaluandas. Diz também que os manda-chuvas da EDEL são os donos dos armazéns de venda de velas e geradores.

Esta é … Outra Maka Mais!!!


ELISAL – Empresa Lixadora e Saneadora de Luanda, o Kamba Kinito diz que este partido anda a “lixar” e pretende sanar com todos os Kaluandas. É só muito lixo, lixo, lixo, uma pessoa até pergunta: mas este lixo todo tá vir donde? Bué de empresas de recolha de lixo, mas o lixo sempre anduta, um gajo até já não acredita que este mambo tem solução. Há tempos ouvi dizer que tipo os Japoneses queriam comprar todo lixo da cidade, mas parece que as partes não chegaram a acordo pois o conceito de lixo dos japoneses era bastante abrangente parece que incluía também o “lixo” que governava os Kaluandas.


INAMET – Segundo o Kamba Kinito é INAMENTE, pois estes dão muitas bandeiras quando fazem a previsão do tempo. Quando dizem que no dia seguinte irá fazer sol, você prepara já as imbambas e todos os mambos, mas quando chega lá na praia chuva com força, um gajo até fica malaike. As vezes dão a dica que vai chover muito, e um gajo prepara já aquele mbila de frio, mas assusta bué de calor. Quando os muadiés vão na TPA explicar os mambos, falam já bué de termos técnicos: As fortes cargas pluviométricas que se abatem sobre a cidade de Luanda, para enganar o people, custa só dizer as chuvas que tamos com ele, ou as chuvas que estão a cair na city???

Gostam só de arranjar maka.


O kamba Kinito já identificou os principais opositores ao desenvolvimento dos Kaluandas. E já disse que vai tomar as medidas exactas e já criou mesmo a associação KIBETO – Kaluanda Insatisfeito Busca Explicações Transparentes e Objectivas.
O kamba Kinito anda mesmo inconformado e desolado com estas coisas todas. No seu programa de acção propõe saídas para a actual situação caótica que se vive em Luanda. A primeira seria o Pai lá do céu, fazer o mesmo que fez com Sodoma e Gomorra e acabar com tudo e todos. Assim aqueles que viessem depois, estariam livres de qualquer vício. O kamba Kinito perguntou-me o que achava das suas ideias, disse-lhe o seguinte: - Quanto a opção de Sodoma e Gomorra, disse-lhe que pelo estado das coisas era algo a ter em conta. Que se após isto uma equipa de historiadores, geólogos, antropólogos e tantos outros “ologos” que existem pelo mundo afora, fosse fazer um estudo da extinta espécie “Homo Luandensis” iria ficar perplexa e colocar várias questões.


Iriam ficar admirados como era possível nesta sociedade, 15 a 20 KM de estrada serem percorridos em cinco horas??? Iriam questionar como era possível os seus dirigentes, possuírem carros de cem mil dólares, casas em condomínios no valor de quinhentos mil dólares, casas de ferias na South, na Tuga. E o povo em geral nem água em condições possuía, nem luz tinha. Iriam ficar indignados com o facto de nesta sociedade, para se ascender politica, económica e socialmente era necessário pertencer a determinada organização partidária, ou então ter sobrenome Van- Dúnem, Vieira Dias, Dias dos Santos. Ou para atingir determinado status nas instituições bancárias privadas era preciso ter todas as cores menos ser black, até Kilombo podias ser, mas black só mesmo no caixa, estafeta ou limpeza. A excepção só se fosse possuidor de um dos sobrenomes acima mencionados. Iriam ficar estupefactos, pois nesta sociedade a excepção virou regra e a regra excepção. A dita gasosa foi institucionalizada, onde andam todos gasosados, tava tudo numa blue. Iriam ficar confusos com o facto de que pessoas morriam por falta de uma aspirina, de soro ou por falta de pessoal nos hospitais. Iriam rejeitar o facto de que com os milhares de barris de petróleo produzidos diariamente, a Refinaria de petróleo não tinha capacidade para aguentar a demanda e que cerca de 30% do combustível consumido era importado.

Esta seria … Outra Maka Mais!!!


Domingo quando estava a acabar esta crónica, bate a porta o meu vizinho malaike, lhe atendo já: - Vizinho Armindo, pode arranjar só um litro de óleo de cozinha? - Outra vez vizinho? Vizinho sempre a pedir? Meu, xiça, não vou te dar mesmo. - Epá vizinho Armindo, tó mal, sem kumbú. - Negativo. A dama saiu e trancou a dispensa (lhe menti, faz lembrar os tempos de puto quando a velha trancava a dispensa). - Armindo, me dá lá só. - Mas vizinho você não conhece o nosso super? Lá tem tudo. - Vizinho Armindo, a minha mulher disse que viu a sua dispensa cheia tipo o nosso super. - Olha vizinho eu sou super, mas não sou vosso! Já viram estes vizinhos zongolas, que arranjam só makas para os outros.

E eu que tinha de acabar a minha crónica semanal …

outra maka mais!!!

Bazei.
Mungueno.
Aquele abraço.

“Ilustre”
(Kamba do kamba Kinito)