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Tuesday, 6 December 2011

Gostei de ler... (2) [*]



É preciso acreditar

[…]

A minha paixão por Luanda começou em criança, na Vila Alice, um bairro que combinava burgueses com ferroviários, funcionários públicos, comerciantes, famílias tradicionais, passantes, revolucionários, artistas, mestres, e até militares que enlouqueciam nos campos de batalha. O bairro, diziam, tinha as meninas mais bonitas de Luanda. E os desportistas mais esforçados, que mais tarde brilharam no basquetebol ao serviço do clube do bairro vizinho: Vila Clotilde.
Dividi a infância com as ruas do Bairro Operário, onde a minha avó me ensinou a amar a terra e a viver com os poros encostados ao chão de areia e onde fugi da primeira “berrida” da Polícia Militar. Foi ali que conheci outra Luanda, mais autêntica, menos vaidosa e, apesar de tudo, mais livre. A cidade para além da fronteira do asfalto, mas com as ruas poeirentas abertas à cultura e cada casa encerrando mistérios de combinas nacionalistas ou acolhendo amores fatais.
[…]
E Luanda sabe a mangas madurinhas, a cajus sumarentos e a figos da índia derrubados à fisga. Luanda sabe a maresia e aos almoços de sábado debaixo da mandioqueira de um quintalão do Bairro Operário, do Marçal, do Sambizanga, do Catambor. Luanda tem tantos gostos e tantos encantos que precisava de mil páginas para descrevê-los. E de mais espaço ainda para lhe fazer a declaração de amor que merece.
Esta é a cidade que sobreviveu ao rolar dos séculos e continua viva e jovem como no primeiro dia em que foi posta a primeira pedra numa casa qualquer na base do monte de S. Miguel, à vista da Ilha do Cabo e aos pés da Baía. É preciso preservar a brisa fresca que começa a soprar ao fim da tarde e envolve a cidade num manto de luar. Temos de guardar as pedras que marcam os séculos e os caminhos que os luandenses de outras eras percorreram, levando a cidade até às portas do paraíso. Temos de curar as feridas no seu corpo, provocadas pela pressão humana. É uma missão difícil mas que vai encher de orgulho todos os que a levarem a cabo.

[aqui]



Imaginar o impossível

Imaginem que os nossos partidos políticos trabalhassem sempre para conseguirem consensos, sem abandonar a luta.
Imaginem que os deputados se portassem como verdadeiros representantes da Nação legitimados pelo voto popular e representantes dos que confiaram na sua mensagem política.
Imaginem que alguns dos nossos investigadores e intelectuais passavam a vida à procura de soluções para os graves problemas que ainda enfrentamos.
[…]
Imaginem que a comunicação social só dava notícias confirmadas, rigorosas, verdadeiras e jamais atentava contra a honra e o bom-nome de pessoas e instituições, em vez de fazer julgamentos na praça pública, publicar manchetes que são autênticos assassinatos de carácter.
[…]
Imaginem que os saudosistas dos impérios coloniais um dia acordam e resolvem pedir desculpas pelo sofrimento infinito que causaram aos povos colonizados, em vez de continuarem a portar-se como capatazes, armados com o chicote da mentira, da calúnia e da infâmia.
Imaginem que Angola era tratada e respeitada por certos jornalistas que montaram banca no negócio da intriga, como nós, apesar de tudo, os respeitamos, ainda que partindo do princípio de que não têm dimensão para considerarmos as suas infelizes existências.

[aqui]


*[E so' por isso (well... e, em retrospectiva, tambem por isto e pelo comentario relacionado que aqui fiz) decidi retira-lo da lista dos acusados!...]


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É preciso acreditar

[…]

A minha paixão por Luanda começou em criança, na Vila Alice, um bairro que combinava burgueses com ferroviários, funcionários públicos, comerciantes, famílias tradicionais, passantes, revolucionários, artistas, mestres, e até militares que enlouqueciam nos campos de batalha. O bairro, diziam, tinha as meninas mais bonitas de Luanda. E os desportistas mais esforçados, que mais tarde brilharam no basquetebol ao serviço do clube do bairro vizinho: Vila Clotilde.
Dividi a infância com as ruas do Bairro Operário, onde a minha avó me ensinou a amar a terra e a viver com os poros encostados ao chão de areia e onde fugi da primeira “berrida” da Polícia Militar. Foi ali que conheci outra Luanda, mais autêntica, menos vaidosa e, apesar de tudo, mais livre. A cidade para além da fronteira do asfalto, mas com as ruas poeirentas abertas à cultura e cada casa encerrando mistérios de combinas nacionalistas ou acolhendo amores fatais.
[…]
E Luanda sabe a mangas madurinhas, a cajus sumarentos e a figos da índia derrubados à fisga. Luanda sabe a maresia e aos almoços de sábado debaixo da mandioqueira de um quintalão do Bairro Operário, do Marçal, do Sambizanga, do Catambor. Luanda tem tantos gostos e tantos encantos que precisava de mil páginas para descrevê-los. E de mais espaço ainda para lhe fazer a declaração de amor que merece.
Esta é a cidade que sobreviveu ao rolar dos séculos e continua viva e jovem como no primeiro dia em que foi posta a primeira pedra numa casa qualquer na base do monte de S. Miguel, à vista da Ilha do Cabo e aos pés da Baía. É preciso preservar a brisa fresca que começa a soprar ao fim da tarde e envolve a cidade num manto de luar. Temos de guardar as pedras que marcam os séculos e os caminhos que os luandenses de outras eras percorreram, levando a cidade até às portas do paraíso. Temos de curar as feridas no seu corpo, provocadas pela pressão humana. É uma missão difícil mas que vai encher de orgulho todos os que a levarem a cabo.

[
aqui]



Imaginar o impossível

Imaginem que os nossos partidos políticos trabalhassem sempre para conseguirem consensos, sem abandonar a luta.
Imaginem que os deputados se portassem como verdadeiros representantes da Nação legitimados pelo voto popular e representantes dos que confiaram na sua mensagem política.
Imaginem que alguns dos nossos investigadores e intelectuais passavam a vida à procura de soluções para os graves problemas que ainda enfrentamos.
[…]
Imaginem que a comunicação social só dava notícias confirmadas, rigorosas, verdadeiras e jamais atentava contra a honra e o bom-nome de pessoas e instituições, em vez de fazer julgamentos na praça pública, publicar manchetes que são autênticos assassinatos de carácter.
[…]
Imaginem que os saudosistas dos impérios coloniais um dia acordam e resolvem pedir desculpas pelo sofrimento infinito que causaram aos povos colonizados, em vez de continuarem a portar-se como capatazes, armados com o chicote da mentira, da calúnia e da infâmia.
Imaginem que Angola era tratada e respeitada por certos jornalistas que montaram banca no negócio da intriga, como nós, apesar de tudo, os respeitamos, ainda que partindo do princípio de que não têm dimensão para considerarmos as suas infelizes existências.

[aqui]


*[E so' por isso (well... e, em retrospectiva, tambem por isto e pelo comentario relacionado que aqui fiz) decidi retira-lo da lista dos acusados!...]


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Monday, 14 November 2011

REGINALDO SILVA: UM CASO DE PSIQUIATRIA...




...E DE POLICIA!!!

J'ACCUSE!


Reginaldo Silva:

'O (...Male Chauvinist Pig, Fundamentally Flawed Character, Would be Economist...) Oficial de Kampanha'...





Ponto previo: Nao conheco pessoalmente Reginaldo Silva (RS) – nunca com ele troquei uma palavra tete-a-tete. A unica referencia pessoal directa que tenho dele remonta a algumas vezes em que julgo te-lo visto em actividades relacionadas com o movimento associativo estudantil de Luanda no periodo 74/76. A ultima vez que me lembro de o ter visto (depois daquele periodo de 74/76) foi, muito brevemente, numa festa na Maianga, em Luanda, em finais da decada de 80, principios da de 90.

I. Sobretudo por essa razao, quando, em meados de 2008, ele apareceu na blogosfera com o seu “morrodamaianga”, numa altura em que me comecava a aperceber de reaccoes hostis ao meu blog no meio jornalistico angolano, tive o cuidado de lhe perguntar, por email, se ele tinha algum problema em que eu transcrevesse alguns dos seus artigos no meu blog, tal como o vinha (e continuo, embora cada vez mais raramente e apenas a titulo excepcional) fazendo com artigos de outros jornalistas – ao que ele me respondeu que "nao tinha problema nenhum, pelo contrario", tendo-me inclusivamente pedido que "fizesse um 'mailing' para os meus conhecidos publicitando o seu blog", como aqui se pode constatar...

Nao acedi aquele seu pedido de "publicidade gratuita", mas, movida pela minha natural solidariedade para com os jornalistas em geral, os angolanos em particular e, dentre estes, especialmente os da imprensa privada e, mais recentemente, para com os novos bloggers como era o caso de RS na altura (sendo que, no caso dele, havia as memorias que acima citei, o facto de termos conhecimentos e/ou amizades em comum e, sobretudo, o facto de, tal como alguns familiares e amigos proximos meus, ele ter sido "vitima" do 27 de Maio e o contacto marcante que havia tido com o seu pai e irma no Lubango - a que aqui me referi numa passagem que depois achei por bem retirar), durante os dois primeiros anos de existencia do seu blog fiz aqui eco a alguns dos seus posts. No entanto, quem primeiro me contactou por email foi ele, em resposta ao meu primeiro comentario no seu blog - correspondencia registada aqui.

Em qualquer caso, a unica razao porque lhe dediquei alguma maior atencao foi porque desde que ele criou o seu blog, para alem de ter incluido permanentemente o meu na sua lista de meia duzia de blogs (a qual apenas nos ultimos dias ele retirou...), comecou a fazer uma serie de links interminaveis a praticamente todos os meus posts e tanto no blog dele como no meu.

Nunca lhe retribui tais links, mas continuei a visitar o seu blog normalmente e, ocasionalmente, a nele fazer comentarios, ate' que - depois de lhe ter concedido o "beneficio da duvida" por tempo mais do que suficiente - a dada altura (aqui registada) deixei de ter quaisquer duvidas quanto a sua "agenda" e "verdadeiras intencoes" em relacao a mim e ao meu blog... Assim, em finais de 2010 retirei o "morrodamaianga" da minha lista de blogs e apaguei praticamente todas as referencias e links que no meu blog a ele tinha feito.

No inicio de 2011, fiz este post dirigido a ACGM, em que inicialmente havia incluido uma referencia a RS e ao seu blog, embora sem mencionar o seu nome, dizendo algo como "nao voltarei a permitir que aqui venham colocar 'links obcessivos, incontinentes e parasitarios' ate' conseguirem granjear uma audiencia, ou ate' que se apercebam ou alguem lhes de a dika de que eu nao sou propriamente a Ophra" e sugerindo-lhe, devido a um comentario provocatorio que ele fizera no seu blog a proposito do meu artigo "Angola, Petroleo e Economia Pos-Conflito: Que Fazer?" e do posicionamento que nele tomei relativamente as prescricoes do Professor Collier para a economia angolana, "que fosse estudar economia a serio, uma vez que ha' tantas 'faos' em Luanda, apesar do seu nivel ser o que se sabe" - "mukanda" essa que depois decidi retirar.

{A esse proposito, ao longo de todo esse nefasto contacto com RS, tive sempre on the back of my mind uma conversa com um amigo em Cape Town, em principios de 2006, portanto muito antes de eu ter iniciado este blog, em que lhe disse que "devo dizer-te que ha' ali (em Angola) uns jornalistas que eu nao 'chupo': um deles e' o Gustavo Costa e o outro o Reginaldo Silva... mas, objectivamente falando, nem vejo bem quais as razoes para tal... ou melhor, ate' vejo: no caso do GC ha' a sua tristemente celebre "resposta" no SA ao meu artigo sobre A Insustentavel Leveza do Regresso; no caso do RS, acho que e' apenas o facto de ele se vir "especializando" em jornalismo economico, mas nao percebo porque que ele nao foi, ou vai, estudar economia!..."
Era portanto a isso que me referia quando, numa outra passagem que tambem acabei por retirar (daqui) dizia de alguns dos 'jornalistas' que se alistaram nessa campanha contra mim e este blog que "... tive que fazer das tripas coracao para os acomodar e com eles comunicar, mas debalde!"...}

De qualquer modo, aquele meu post em jeito de "resolucoes do ano" serviu precisamente para por um fim a certos "contactos" (ainda que apenas virtuais) a todos os titulos danosos e destrutivos e para o "explicar" de alguma maneira publiquei, alguns dias depois, este post, especificamente dirigido a RS e ao seu blog, embora, mais uma vez, sem o mencionar explicitamente.

E, desde entao, para mim, para todos os efeitos e propositos, RS pouco mais do que morreu! E desde o principio deste ano ate' aos ultimos dias fui recebendo dele varios emails a que nunca respondi, sendo que um dos mais recentes pode ser visto aqui.

Toda a sua terminal "raiva na cara" acabou por ser activada ao extremo paroxismo quando, por referencia a um post seu sobre a Muxima, eu fiz este post, seguido deste... ate' que, vendo-se completamente ignorado e rejeitado (... e simultaneamente despeitado por ter visto abalada a sua credibilidade quer como "jornalista", quer como membro de um qualquer conselho deontologico da sua profissao, quer como "jornalista economico", quer como "aspirante a economista"... havendo a acrescentar a tudo isso o nao menos importante facto de, como fez questao de notar, "a um ano das eleicoes", ter visto duas das suas 'damas e companheiras do BD' recentemente "predadas" neste blog aqui e aqui!... Ja' para nao falar no, mais 'remoto', tristemente celebre caso do seu "ex-lider"...), acabou por explodir com as suas 'estorias do Big Brother' (na 'conversa' e na pratica!...), na ultima das quais terminava com um "keep in touch" que ja' me era familiar, porem desta feita com um tom sinistramente ameacador!...

[... onde e' que neste blog ja' se viu esse filme?...

"E nao vale a pena (re)comecarem, mais uma vez, a bradar aos ceus com gritos de “shock, shock, horror, horror! que racista e’ esta mulher! o que e’ que tem a ver o facto de ser mulato?!”… Porque a verdade incontornavel, meus senhores e minhas senhoras, e’ que a generalidade dos mulatos nas nossas sociedades foram condicionados psicologicamente para se considerarem “superiores” a(o)s negra(o)s e, invariavelmente, acham que quando “se interessam” por uma negra (ou sera’ ‘nigger’?) lhe estao a fazer “um grande favor” e… rejeicao e’ a ultima coisa que sao capazes de engolir!

Negras essas com quem teem os maiores complexos de se relacionar, ou ate’ de falar, abertamente em publico (nao e’ por acidente que, tendo-me conhecido atraves da blogosfera, nunca, ou apenas uma vez e apenas para servirem os seus ‘interesses imageticos’, fazem comentarios no meu blog…) mas que nao teem o menor escrupulo de tentar a qualquer custo “arrastar a asa” pela calada e quando nao conseguem os seus vis intentos nao hesitam em espanca-las – se nao fisicamente devido a distancia, psicologicamente por email…


ring any bells?...]

Tudo o resto relativamente a “nossa korrespondencia” (...#banana podre nao tem fortuna, frutata', frutata'!#...) na blogosfera (da parte dele sempre cheia de "double entendres"!...) e por email esta’ devidamente documentado.




II. No que diz respeito especificamente aos “ultimos estertores” da sua sordida kampanha PREDADORA, em face do comentario no seu blog e a minha resposta a ele que me levou a postar esta materia, enviei-lhe, a 22/10/11, por email, o forward aqui transcrito (que constitui a minha resposta a um amigo de Luanda que me felicitava pelo meu recente aniversario), tendo nele deixado claramente expresso o seguinte:

F.Y.I. IN STRICT CONFIDENCE! PLEASE DO NOT FORWARD!
NO REPLY EXPECTED NEEDED OR REQUIRED - THANKS!

Em “resposta”, obtive de RS os posts - dos quais, para alem dos directamente 'alusivos' ao dito "big brother", se salienta, no que diz respeito ao "aumento da violencia contra mim" (!), este - que, de minha parte, deram origem a esta materia – sobre a qual tenho em preparacao uma QUEIXA CRIME formal, uma vez que, como nela afirmei, tenho provas concretas e testemunhos fiaveis para o efeito.

Seguiu-se entao da parte de RS este post – note-se que ate’ ai eu nunca tinha mencionado o nome dele ou de qualquer dos individuos que venho acusando de crimes contra a minha pessoa (excepto em casos pontuais, porem de forma a que os visados pudessem responder tao aberta e directamente como eu a eles me dirigi e sem que alguma vez me tivesse referido, e muito menos atacado, a vida pessoal e familiar, a privacidade ou a intimidade de qualquer deles: e.g. Gustavo Costa, Ana Clara Guerra Marques, Inocencia Mata e Elizabeth Ceita - nao o fizeram, porque, como bem se sabe, a estrategia de todos os participantes nessa SORDIDA E CRIMINOSA campanha tem sido esconderem-se MUITO COBARDE E ARDILOSAMENTE por detras de cortinas de fumo e de ferro, adoptando a postura PSEUDO-SILENCIOSA a que aqui um leitor atento deste blog aptamente se referia ha' algum tempo...) e, porque RS foi o primeiro a fazer uma serie de posts ABERTAMENTE ATACANTES com o meu nome explicito no titulo e varias fotos minhas, respondi-lhe a medida neste blog, mas mesmo assim apenas na side-bar e so' agora, perante a sucessao de ataques com a minha foto no seu blog nos ultimos dias, o transferi 'oficialmente' para o topo deste post…

E o resto tem sido isto e isto no blog de RS, o que me levou a fazer hoje estes "esclarecimentos" preliminares e apenas parciais, enquanto preparo a ja' citada QUEIXA CRIME.


III. Nao deixa de ser interessante notar que, tendo supostamente sido este meu post o propulsor dos seus 'ultimos estertores' e dos posts com ataques reles a minha pessoa que vem fazendo imparavelmente no seu blog, RS nao tenha em nenhum momento se referido ao seu conteudo, tendo optado MUITO ASTUTA, CONVENIENTE E COBARDEMENTE, por "desviar a conversa" para o ASSASSINIO DE CARACTER, atraves da (de)predacao do meu nome, da minha imagem, do meu caracter, do meu blog, da minha escrita, da minha poesia, da minha sexualidade, da minha integridade moral, da minha sanidade mental, da minha capacidade intelectual, em suma:
DA MINHA PESSOA e DA MINHA VIDA!!!

E tudo isso enquanto mantinha na "headline" do seu blog um extracto de declaracoes recentes da Ministra da Comunicacao Social, omitindo ostensivamente a passagem que delas aqui destaquei!...




IV. Desde o seu inicio, mantive este blog sem qualquer moderacao de comentarios durante varios meses ate’ que, como e’ por demais sabido, comecei a ser atacada por varias fontes e, em particular, por uma tristemente celebre pornografa lesbika-multisexual !
Activei entao a moderacao de comentarios (um DIREITO que assiste a todos os bloggers!), do que avisei previamente os visitantes deste blog, pedindo-lhes a sua compreensao para o facto. No entanto, nunca aqui censurei qualquer comentario, excepto quando aberta e ostensivamente insultuosos, como por exemplo, e assumidamente pelas razoes que entao invoquei, o que publiquei aqui e que, apesar de ter sido assinado com um pseudonimo, posso provar que foi da autoria de RS - de outro modo, como "saberia" ele que eu aqui "apenas publico os comentarios que me agradam", a nao ser que tenha acesso fraudulento e criminoso a este blog?!... Mas ainda assim publiquei-o parcialmente!
E, ja' agora, da minha resposta aquele comentario, em que incluo partes de emails trocados entre mim e RS, devo acrescentar este extracto que na altura preferi omitir: "Mas seria desonesto da minha parte nao reconhecer que vejo em alguns dos teus posicionamentos certos laivos de "corporativismo" - o que, deixa-me que te diga, nao me parece muito consonante com a tua posicao de membro do CNCS... sorry."

Um outro extracto que devo aqui destacar por razoes obvias e' o que se segue:
"(...) mais grave do que tudo isso, fizeram-no por forma a fazerem-me passar por "demente" e "elucubradora" de "fantasmas" que nunca existiram, caso eu sobre elas me pronunciasse, ou me tentasse defender!"


V. Finalmente, deixo aqui transcrito um extracto das estatisticas deste blog que revela “quem mais o frequenta”…




ENFIM: Julguei que me estava a relacionar com uma "pessoa normal e de bem", que eu julgava "conhecer" desde a minha "juventude", mas... o 'p(h)oder' da IMPUNIDADE tem destas coisas e... REALITY BITES!

RESUMINDO...

- QUEM, AFINAL, TEM "UMA FIXACAO" EM QUEM?!
- QUEM E' O MENTIROSO?!
- QUEM E' O COBARDE?!
- QUEM E' O ESQUIZOFRENICO?!

... E CONCLUINDO:

O QUE REGINALDO SILVA DIZ NAO E' PARA SE OUVIR!
O QUE REGINALDO SILVA DITA NAO E' PARA SE ESCREVER!
O QUE REGINALDO SILVA ESCREVE NAO E' PARA SE LER!

REGINALDO SILVA E', DEFINITIVAMENTE, UM CASO DE PSIQUIATRIA!
BASTA VER-SE A "VERDADEIRA DIMENSAO DO NOSSO BIG BROTHER" ATRAVES DOS SEUS 'CLONES' NA BLOGOSFERA: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui!...


P.S.1: O whistleblower do caso News of the World tambem foi acusado, durante anos, de ser um "perturbado mental a precisar de tratamento psiquiatrico"... ate' que foi encontrado morto! Mas... todas as suas alegacoes acabaram por ser provadas e os responsaveis por ser levados a barra da JUSTICA!


P.S.2: E, ja' agora, a titulo de "curiosidade":

Os gregos davam o nome de Pitonisas a todas as mulheres que tinham a profissão de adivinhas, porque o deus da adivinhação, Apolo, era cognominado de Pítio, quer por haver matado a serpente-dragão Píton, quer por ter estabelecido o seu oráculo em Delfos, cidade primitivamente chamada Pito.
A Pitonisa era a sacerdotisa do oráculo de Delfos. Sentada sobre o trípode ou cadeira alta com três pés, acima do abismo hiante de onde brotavam as exalações proféticas; ela divulgava seus oráculos uma vez por ano, no começo da primavera. Mas antes de se sentar na trípode, a Pitonisa se banhava na fonte de Castália, jejuava três dias, mascava folha de loureiro, e com religioso recolhimento, cumpria várias cerimônias. Terminados esses preâmbulos, Apolo prevenia a sua chegada ao Templo que tremia até os alicerces. Então a Pítia era pelos sacerdotes conduzida à trípode. Era sempre em transportes frenéticos que ela desempenhava sua função: dava gritos, uivos e parecia possuída pelo deus. Assim que desvendava o oráculo caía em uma espécie de transe, que algumas vezes durava muitos dias. A princípio existiu uma única Pitonisa, mas com o tempo, o grande número de consultas que eram regularmente feitas, exigiu que se criassem ou que se recrutassem novas Pitonisas. Para atingir a grande honra de ser sacerdotisa, isto é, Pitonisa, era necessário satisfazer algumas condições consideradas essenciais, como ser pura, haver recebido uma educação simples e jamais haver conhecido o luxo, vestindo-se com recato. De preferência as Pitonisas eram recrutadas entre as famílias pobres, porque, acreditavam os gregos que a riqueza era incompatível com a elevada missão da Pitonisa.


[Aqui]


P.S. 3: "P(h)oder", no sentido em que neste blog o tenho usado, significa apenas (...para quem nao tenha uma mente tao suja como a de RS...) uma combinacao de "sexo" com "poder" e foi-me sugerido pela forma como ACGM entendeu "reinventar" a grafia comumente usada para Pwo acrescentando-lhe um "h" - "Phwo", ou P(h)wo - e tem tambem a ver com a carga altamente sexista e pornografica de toda essa campanha suja, sordida, morbida e lugubre contra a minha pessoa de que ela foi a timoneira apenas por eu ter tido o "atrevimento" de questionar o relato que fez no seu blog da 'intimidade sexual' de um grupo de Mulheres do Lwena, o que deu origem a esta maka de sanzala!...
E, nessa senda, decidi descrever este blog como "um blog em que se cometem delitos de opiniao contra todos os 'p(h)oderes'" (leia-se 'do primeiro ao quarto') porque, a dada altura, dei-me conta que estava a ser vitimada nao apenas por alguns sectores e/ou pessoas dos "poderes formais" mas tambem e, sobretudo, pela imprensa, i.e. o "quarto poder", por lhes estar a "fazer sombra" com este blog e por ter tido o "atrevimento" de criticar as praticas absolutamente repugnantes e criminosas de alguns elementos da classe jornalistica angolana, encabecados por RS!

P.S.4: A designacao "bebados ou bufos" atribuida aos jornalistas angolanos, "colhi-a" do blog de uma jornalista britanica de nome Lara Pawson...


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...E DE POLICIA!!!

J'ACCUSE!


Reginaldo Silva:

'O (...Male Chauvinist Pig, Fundamentally Flawed Character, Would be Economist...) Oficial de Kampanha'...





Ponto previo: Nao conheco pessoalmente Reginaldo Silva (RS) – nunca com ele troquei uma palavra tete-a-tete. A unica referencia pessoal directa que tenho dele remonta a algumas vezes em que julgo te-lo visto em actividades relacionadas com o movimento associativo estudantil de Luanda no periodo 74/76. A ultima vez que me lembro de o ter visto (depois daquele periodo de 74/76) foi, muito brevemente, numa festa na Maianga, em Luanda, em finais da decada de 80, principios da de 90.

I. Sobretudo por essa razao, quando, em meados de 2008, ele apareceu na blogosfera com o seu “morrodamaianga”, numa altura em que me comecava a aperceber de reaccoes hostis ao meu blog no meio jornalistico angolano, tive o cuidado de lhe perguntar, por email, se ele tinha algum problema em que eu transcrevesse alguns dos seus artigos no meu blog, tal como o vinha (e continuo, embora cada vez mais raramente e apenas a titulo excepcional) fazendo com artigos de outros jornalistas – ao que ele me respondeu que "nao tinha problema nenhum, pelo contrario", tendo-me inclusivamente pedido que "fizesse um 'mailing' para os meus conhecidos publicitando o seu blog", como aqui se pode constatar...

Nao acedi aquele seu pedido de "publicidade gratuita", mas, movida pela minha natural solidariedade para com os jornalistas em geral, os angolanos em particular e, dentre estes, especialmente os da imprensa privada e, mais recentemente, para com os novos bloggers como era o caso de RS na altura (sendo que, no caso dele, havia as memorias que acima citei, o facto de termos conhecimentos e/ou amizades em comum e, sobretudo, o facto de, tal como alguns familiares e amigos proximos meus, ele ter sido "vitima" do 27 de Maio e o contacto marcante que havia tido com o seu pai e irma no Lubango - a que aqui me referi numa passagem que depois achei por bem retirar), durante os dois primeiros anos de existencia do seu blog fiz aqui eco a alguns dos seus posts. No entanto, quem primeiro me contactou por email foi ele, em resposta ao meu primeiro comentario no seu blog - correspondencia registada aqui.

Em qualquer caso, a unica razao porque lhe dediquei alguma maior atencao foi porque desde que ele criou o seu blog, para alem de ter incluido permanentemente o meu na sua lista de meia duzia de blogs (a qual apenas nos ultimos dias ele retirou...), comecou a fazer uma serie de links interminaveis a praticamente todos os meus posts e tanto no blog dele como no meu.

Nunca lhe retribui tais links, mas continuei a visitar o seu blog normalmente e, ocasionalmente, a nele fazer comentarios, ate' que - depois de lhe ter concedido o "beneficio da duvida" por tempo mais do que suficiente - a dada altura (aqui registada) deixei de ter quaisquer duvidas quanto a sua "agenda" e "verdadeiras intencoes" em relacao a mim e ao meu blog... Assim, em finais de 2010 retirei o "morrodamaianga" da minha lista de blogs e apaguei praticamente todas as referencias e links que no meu blog a ele tinha feito.

No inicio de 2011, fiz este post dirigido a ACGM, em que inicialmente havia incluido uma referencia a RS e ao seu blog, embora sem mencionar o seu nome, dizendo algo como "nao voltarei a permitir que aqui venham colocar 'links obcessivos, incontinentes e parasitarios' ate' conseguirem granjear uma audiencia, ou ate' que se apercebam ou alguem lhes de a dika de que eu nao sou propriamente a Ophra" e sugerindo-lhe, devido a um comentario provocatorio que ele fizera no seu blog a proposito do meu artigo "Angola, Petroleo e Economia Pos-Conflito: Que Fazer?" e do posicionamento que nele tomei relativamente as prescricoes do Professor Collier para a economia angolana, "que fosse estudar economia a serio, uma vez que ha' tantas 'faos' em Luanda, apesar do seu nivel ser o que se sabe" - "mukanda" essa que depois decidi retirar.

{A esse proposito, ao longo de todo esse nefasto contacto com RS, tive sempre on the back of my mind uma conversa com um amigo em Cape Town, em principios de 2006, portanto muito antes de eu ter iniciado este blog, em que lhe disse que "devo dizer-te que ha' ali (em Angola) uns jornalistas que eu nao 'chupo': um deles e' o Gustavo Costa e o outro o Reginaldo Silva... mas, objectivamente falando, nem vejo bem quais as razoes para tal... ou melhor, ate' vejo: no caso do GC ha' a sua tristemente celebre "resposta" no SA ao meu artigo sobre A Insustentavel Leveza do Regresso; no caso do RS, acho que e' apenas o facto de ele se vir "especializando" em jornalismo economico, mas nao percebo porque que ele nao foi, ou vai, estudar economia!..."
Era portanto a isso que me referia quando, numa outra passagem que tambem acabei por retirar (daqui) dizia de alguns dos 'jornalistas' que se alistaram nessa campanha contra mim e este blog que "... tive que fazer das tripas coracao para os acomodar e com eles comunicar, mas debalde!"...}

De qualquer modo, aquele meu post em jeito de "resolucoes do ano" serviu precisamente para por um fim a certos "contactos" (ainda que apenas virtuais) a todos os titulos danosos e destrutivos e para o "explicar" de alguma maneira publiquei, alguns dias depois, este post, especificamente dirigido a RS e ao seu blog, embora, mais uma vez, sem o mencionar explicitamente.

E, desde entao, para mim, para todos os efeitos e propositos, RS pouco mais do que morreu! E desde o principio deste ano ate' aos ultimos dias fui recebendo dele varios emails a que nunca respondi, sendo que um dos mais recentes pode ser visto aqui.

Toda a sua terminal "raiva na cara" acabou por ser activada ao extremo paroxismo quando, por referencia a um post seu sobre a Muxima, eu fiz este post, seguido deste... ate' que, vendo-se completamente ignorado e rejeitado (... e simultaneamente despeitado por ter visto abalada a sua credibilidade quer como "jornalista", quer como membro de um qualquer conselho deontologico da sua profissao, quer como "jornalista economico", quer como "aspirante a economista"... havendo a acrescentar a tudo isso o nao menos importante facto de, como fez questao de notar, "a um ano das eleicoes", ter visto duas das suas 'damas e companheiras do BD' recentemente "predadas" neste blog aqui e aqui!... Ja' para nao falar no, mais 'remoto', tristemente celebre caso do seu "ex-lider"...), acabou por explodir com as suas 'estorias do Big Brother' (na 'conversa' e na pratica!...), na ultima das quais terminava com um "keep in touch" que ja' me era familiar, porem desta feita com um tom sinistramente ameacador!...

[... onde e' que neste blog ja' se viu esse filme?...

"E nao vale a pena (re)comecarem, mais uma vez, a bradar aos ceus com gritos de “shock, shock, horror, horror! que racista e’ esta mulher! o que e’ que tem a ver o facto de ser mulato?!”… Porque a verdade incontornavel, meus senhores e minhas senhoras, e’ que a generalidade dos mulatos nas nossas sociedades foram condicionados psicologicamente para se considerarem “superiores” a(o)s negra(o)s e, invariavelmente, acham que quando “se interessam” por uma negra (ou sera’ ‘nigger’?) lhe estao a fazer “um grande favor” e… rejeicao e’ a ultima coisa que sao capazes de engolir!

Negras essas com quem teem os maiores complexos de se relacionar, ou ate’ de falar, abertamente em publico (nao e’ por acidente que, tendo-me conhecido atraves da blogosfera, nunca, ou apenas uma vez e apenas para servirem os seus ‘interesses imageticos’, fazem comentarios no meu blog…) mas que nao teem o menor escrupulo de tentar a qualquer custo “arrastar a asa” pela calada e quando nao conseguem os seus vis intentos nao hesitam em espanca-las – se nao fisicamente devido a distancia, psicologicamente por email…


ring any bells?...]

Tudo o resto relativamente a “nossa korrespondencia” (...#banana podre nao tem fortuna, frutata', frutata'!#...) na blogosfera (da parte dele sempre cheia de "double entendres"!...) e por email esta’ devidamente documentado.




II. No que diz respeito especificamente aos “ultimos estertores” da sua sordida kampanha PREDADORA, em face do comentario no seu blog e a minha resposta a ele que me levou a postar esta materia, enviei-lhe, a 22/10/11, por email, o forward aqui transcrito (que constitui a minha resposta a um amigo de Luanda que me felicitava pelo meu recente aniversario), tendo nele deixado claramente expresso o seguinte:

F.Y.I. IN STRICT CONFIDENCE! PLEASE DO NOT FORWARD!
NO REPLY EXPECTED NEEDED OR REQUIRED - THANKS!

Em “resposta”, obtive de RS os posts - dos quais, para alem dos directamente 'alusivos' ao dito "big brother", se salienta, no que diz respeito ao "aumento da violencia contra mim" (!), este - que, de minha parte, deram origem a esta materia – sobre a qual tenho em preparacao uma QUEIXA CRIME formal, uma vez que, como nela afirmei, tenho provas concretas e testemunhos fiaveis para o efeito.

Seguiu-se entao da parte de RS este post – note-se que ate’ ai eu nunca tinha mencionado o nome dele ou de qualquer dos individuos que venho acusando de crimes contra a minha pessoa (excepto em casos pontuais, porem de forma a que os visados pudessem responder tao aberta e directamente como eu a eles me dirigi e sem que alguma vez me tivesse referido, e muito menos atacado, a vida pessoal e familiar, a privacidade ou a intimidade de qualquer deles: e.g. Gustavo Costa, Ana Clara Guerra Marques, Inocencia Mata e Elizabeth Ceita - nao o fizeram, porque, como bem se sabe, a estrategia de todos os participantes nessa SORDIDA E CRIMINOSA campanha tem sido esconderem-se MUITO COBARDE E ARDILOSAMENTE por detras de cortinas de fumo e de ferro, adoptando a postura PSEUDO-SILENCIOSA a que aqui um leitor atento deste blog aptamente se referia ha' algum tempo...) e, porque RS foi o primeiro a fazer uma serie de posts ABERTAMENTE ATACANTES com o meu nome explicito no titulo e varias fotos minhas, respondi-lhe a medida neste blog, mas mesmo assim apenas na side-bar e so' agora, perante a sucessao de ataques com a minha foto no seu blog nos ultimos dias, o transferi 'oficialmente' para o topo deste post…

E o resto tem sido isto e isto no blog de RS, o que me levou a fazer hoje estes "esclarecimentos" preliminares e apenas parciais, enquanto preparo a ja' citada QUEIXA CRIME.


III. Nao deixa de ser interessante notar que, tendo supostamente sido este meu post o propulsor dos seus 'ultimos estertores' e dos posts com ataques reles a minha pessoa que vem fazendo imparavelmente no seu blog, RS nao tenha em nenhum momento se referido ao seu conteudo, tendo optado MUITO ASTUTA, CONVENIENTE E COBARDEMENTE, por "desviar a conversa" para o ASSASSINIO DE CARACTER, atraves da (de)predacao do meu nome, da minha imagem, do meu caracter, do meu blog, da minha escrita, da minha poesia, da minha sexualidade, da minha integridade moral, da minha sanidade mental, da minha capacidade intelectual, em suma:
DA MINHA PESSOA e DA MINHA VIDA!!!

E tudo isso enquanto mantinha na "headline" do seu blog um extracto de declaracoes recentes da Ministra da Comunicacao Social, omitindo ostensivamente a passagem que delas aqui destaquei!...




IV. Desde o seu inicio, mantive este blog sem qualquer moderacao de comentarios durante varios meses ate’ que, como e’ por demais sabido, comecei a ser atacada por varias fontes e, em particular, por uma tristemente celebre pornografa lesbika-multisexual !
Activei entao a moderacao de comentarios (um DIREITO que assiste a todos os bloggers!), do que avisei previamente os visitantes deste blog, pedindo-lhes a sua compreensao para o facto. No entanto, nunca aqui censurei qualquer comentario, excepto quando aberta e ostensivamente insultuosos, como por exemplo, e assumidamente pelas razoes que entao invoquei, o que publiquei aqui e que, apesar de ter sido assinado com um pseudonimo, posso provar que foi da autoria de RS - de outro modo, como "saberia" ele que eu aqui "apenas publico os comentarios que me agradam", a nao ser que tenha acesso fraudulento e criminoso a este blog?!... Mas ainda assim publiquei-o parcialmente!
E, ja' agora, da minha resposta aquele comentario, em que incluo partes de emails trocados entre mim e RS, devo acrescentar este extracto que na altura preferi omitir: "Mas seria desonesto da minha parte nao reconhecer que vejo em alguns dos teus posicionamentos certos laivos de "corporativismo" - o que, deixa-me que te diga, nao me parece muito consonante com a tua posicao de membro do CNCS... sorry."

Um outro extracto que devo aqui destacar por razoes obvias e' o que se segue:
"(...) mais grave do que tudo isso, fizeram-no por forma a fazerem-me passar por "demente" e "elucubradora" de "fantasmas" que nunca existiram, caso eu sobre elas me pronunciasse, ou me tentasse defender!"


V. Finalmente, deixo aqui transcrito um extracto das estatisticas deste blog que revela “quem mais o frequenta”…




ENFIM: Julguei que me estava a relacionar com uma "pessoa normal e de bem", que eu julgava "conhecer" desde a minha "juventude", mas... o 'p(h)oder' da IMPUNIDADE tem destas coisas e... REALITY BITES!

RESUMINDO...

- QUEM, AFINAL, TEM "UMA FIXACAO" EM QUEM?!
- QUEM E' O MENTIROSO?!
- QUEM E' O COBARDE?!
- QUEM E' O ESQUIZOFRENICO?!

... E CONCLUINDO:

O QUE REGINALDO SILVA DIZ NAO E' PARA SE OUVIR!
O QUE REGINALDO SILVA DITA NAO E' PARA SE ESCREVER!
O QUE REGINALDO SILVA ESCREVE NAO E' PARA SE LER!

REGINALDO SILVA E', DEFINITIVAMENTE, UM CASO DE PSIQUIATRIA!
BASTA VER-SE A "VERDADEIRA DIMENSAO DO NOSSO BIG BROTHER" ATRAVES DOS SEUS 'CLONES' NA BLOGOSFERA: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui!...


P.S.1: O whistleblower do caso News of the World tambem foi acusado, durante anos, de ser um "perturbado mental a precisar de tratamento psiquiatrico"... ate' que foi encontrado morto! Mas... todas as suas alegacoes acabaram por ser provadas e os responsaveis por ser levados a barra da JUSTICA!


P.S.2: E, ja' agora, a titulo de "curiosidade":

Os gregos davam o nome de Pitonisas a todas as mulheres que tinham a profissão de adivinhas, porque o deus da adivinhação, Apolo, era cognominado de Pítio, quer por haver matado a serpente-dragão Píton, quer por ter estabelecido o seu oráculo em Delfos, cidade primitivamente chamada Pito.
A Pitonisa era a sacerdotisa do oráculo de Delfos. Sentada sobre o trípode ou cadeira alta com três pés, acima do abismo hiante de onde brotavam as exalações proféticas; ela divulgava seus oráculos uma vez por ano, no começo da primavera. Mas antes de se sentar na trípode, a Pitonisa se banhava na fonte de Castália, jejuava três dias, mascava folha de loureiro, e com religioso recolhimento, cumpria várias cerimônias. Terminados esses preâmbulos, Apolo prevenia a sua chegada ao Templo que tremia até os alicerces. Então a Pítia era pelos sacerdotes conduzida à trípode. Era sempre em transportes frenéticos que ela desempenhava sua função: dava gritos, uivos e parecia possuída pelo deus. Assim que desvendava o oráculo caía em uma espécie de transe, que algumas vezes durava muitos dias. A princípio existiu uma única Pitonisa, mas com o tempo, o grande número de consultas que eram regularmente feitas, exigiu que se criassem ou que se recrutassem novas Pitonisas. Para atingir a grande honra de ser sacerdotisa, isto é, Pitonisa, era necessário satisfazer algumas condições consideradas essenciais, como ser pura, haver recebido uma educação simples e jamais haver conhecido o luxo, vestindo-se com recato. De preferência as Pitonisas eram recrutadas entre as famílias pobres, porque, acreditavam os gregos que a riqueza era incompatível com a elevada missão da Pitonisa.


[Aqui]


P.S. 3: "P(h)oder", no sentido em que neste blog o tenho usado, significa apenas (...para quem nao tenha uma mente tao suja como a de RS...) uma combinacao de "sexo" com "poder" e foi-me sugerido pela forma como ACGM entendeu "reinventar" a grafia comumente usada para Pwo acrescentando-lhe um "h" - "Phwo", ou P(h)wo - e tem tambem a ver com a carga altamente sexista e pornografica de toda essa campanha suja, sordida, morbida e lugubre contra a minha pessoa de que ela foi a timoneira apenas por eu ter tido o "atrevimento" de questionar o relato que fez no seu blog da 'intimidade sexual' de um grupo de Mulheres do Lwena, o que deu origem a esta maka de sanzala!...
E, nessa senda, decidi descrever este blog como "um blog em que se cometem delitos de opiniao contra todos os 'p(h)oderes'" (leia-se 'do primeiro ao quarto') porque, a dada altura, dei-me conta que estava a ser vitimada nao apenas por alguns sectores e/ou pessoas dos "poderes formais" mas tambem e, sobretudo, pela imprensa, i.e. o "quarto poder", por lhes estar a "fazer sombra" com este blog e por ter tido o "atrevimento" de criticar as praticas absolutamente repugnantes e criminosas de alguns elementos da classe jornalistica angolana, encabecados por RS!

P.S.4: A designacao "bebados ou bufos" atribuida aos jornalistas angolanos, "colhi-a" do blog de uma jornalista britanica de nome Lara Pawson...


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De Bebados, Bufos e Big Brothers

Reginaldo Silva: Um Kriminoso Muito Especial

DENUNCIA PUBLICA contra REGINALDO SILVA

Wednesday, 9 November 2011

De bebados, bufos e... Big Brothers! [actualizado]





Desde muito cedo na vida se dedicam ao oficio/negocio de 'escutas e vigias' - alguns desde que ganharam life contracts para o efeito nas cadeias de onde nunca deveriam ter saido e em que estiveram presos apenas 'para disfarcar'...

Depois dao em 'radialistas' e 'jornalistas' e tudo kwanto e' mediatiko, ate' que "se desenvolvem" e se transmutam em 'hackers', 'stalkers', 'sexual harrassers' e 'violadores avulsos' na internet (emails, blogs, websites, twitters, facebooks, etc. etc. etc. - nisso sao como o Serafim Saudade: nao teem preferencias!) e comecam a "engolir" comentarios feitos nos blogs (especialmente aquele em que se cometem ‘delitos de opinião’ contra todos os 'p(h)oderes'…) das suas vitimas de estimacao!...

E tudo com que objectivo?...


... O linchamento publico dessas vitimas!!!

Will they ever say SORRY to their victims?!



Most certainly NOT...

The Professional

... Quite the contrary!!!

[imagem daqui]

{... #"depois de sakar toda a eskama, arrasta o meu nome na lama!"# ...}

[imagem daqui]

... E como ja' aqui predizia, em correspondencia com o Big Brother em questao, a.k.a. RS: "(...) mais grave do que tudo isso, fizeram-no por forma a fazerem-me passar por "demente" e "elucubradora" de "fantasmas" que nunca existiram, caso eu sobre elas me pronunciasse, ou me tentasse defender!"

[imagem daqui]

Should I remain silent?!
Como dizia a minha querida Avo: ... JAMAIS, JAMAIS DU TOUT!!!

Portanto, aqui fica um

SERIO AVISO A NAVEGACAO:



A qualidade/velocidade da minha "banda larga" esta' a piorar todos os dias. Os cortes no serviço estão a ser constantes e irritantes.
estou a ter saudades da rapidez dos tempos do tãn-tãn.
Estou finalmente a conhecer a verdadeira dimensão do nosso BIG-BROTHER...

Para prevenir futuros "desaparecimentos" de comentarios neste blog, agradecia que as pessoas fizessem um back-up dos seus comentários e os enviassem em simultâneo para o meu email.
Eu sei que o Big Brother (porque nao tenho duvidas nenhumas de que e' ele o responsável pelos registados desaparecimentos - TENHO PROVAS E TESTEMUNHOS! - ate' porque ele tem estado a emitir uma sucessao de avisos/pontos previos a partir do alto do seu "observatorio"...) pode ir atrás deles, mas mesmo assim sempre valerá a pena dar-lhe um pouco mais de trabalho!...
Keep in touch!


UM APELO 'A JUSTICA!

E a Implementacao dessa Lei?


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"Contemplar um crime em silêncio é cometê-lo"
José Martí






Desde muito cedo na vida se dedicam ao oficio/negocio de 'escutas e vigias' - alguns desde que ganharam life contracts para o efeito nas cadeias de onde nunca deveriam ter saido e em que estiveram presos apenas 'para disfarcar'...

Depois dao em 'radialistas' e 'jornalistas' e tudo kwanto e' mediatiko, ate' que "se desenvolvem" e se transmutam em 'hackers', 'stalkers', 'sexual harrassers' e 'violadores avulsos' na internet (emails, blogs, websites, twitters, facebooks, etc. etc. etc. - nisso sao como o Serafim Saudade: nao teem preferencias!) e comecam a "engolir" comentarios feitos nos blogs (especialmente aquele em que se cometem ‘delitos de opinião’ contra todos os 'p(h)oderes'…) das suas vitimas de estimacao!...

E tudo com que objectivo?...


... O linchamento publico dessas vitimas!!!

Will they ever say SORRY to their victims?!



Most certainly NOT...

The Professional

... Quite the contrary!!!

[imagem daqui]

{... #"depois de sakar toda a eskama, arrasta o meu nome na lama!"# ...}

[imagem daqui]

... E como ja' aqui predizia, em correspondencia com o Big Brother em questao, a.k.a. RS: "(...) mais grave do que tudo isso, fizeram-no por forma a fazerem-me passar por "demente" e "elucubradora" de "fantasmas" que nunca existiram, caso eu sobre elas me pronunciasse, ou me tentasse defender!"

[imagem daqui]

Should I remain silent?!
Como dizia a minha querida Avo: ... JAMAIS, JAMAIS DU TOUT!!!

Portanto, aqui fica um

SERIO AVISO A NAVEGACAO:



A qualidade/velocidade da minha "banda larga" esta' a piorar todos os dias. Os cortes no serviço estão a ser constantes e irritantes.
estou a ter saudades da rapidez dos tempos do tãn-tãn.
Estou finalmente a conhecer a verdadeira dimensão do nosso BIG-BROTHER...

Para prevenir futuros "desaparecimentos" de comentarios neste blog, agradecia que as pessoas fizessem um back-up dos seus comentários e os enviassem em simultâneo para o meu email.
Eu sei que o Big Brother (porque nao tenho duvidas nenhumas de que e' ele o responsável pelos registados desaparecimentos - TENHO PROVAS E TESTEMUNHOS! - ate' porque ele tem estado a emitir uma sucessao de avisos/pontos previos a partir do alto do seu "observatorio"...) pode ir atrás deles, mas mesmo assim sempre valerá a pena dar-lhe um pouco mais de trabalho!...
Keep in touch!


UM APELO 'A JUSTICA!

E a Implementacao dessa Lei?


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"Contemplar um crime em silêncio é cometê-lo"
José Martí


Monday, 7 November 2011

...Sim Senhora Ministra...



Falando de Etica Jornalistica

A ministra da Comunicação Social disse, no Luena, que as críticas sobre alegadas restrições à liberdade de imprensa em Angola “são inaceitáveis”. Carolina Cerqueira considerou que muitas vezes as críticas se transformam em “insulto gratuito” às figuras e instituições do Estado, como o Presidente da República e Chefe do Executivo.
Ao discursar no encerramento do Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social, Carolina Cerqueira admitiu que essas atitudes se devem à juventude da democracia e à falta de formação adequada de alguns jornalistas.
“A falta de uma entidade reguladora do sector que garanta a ética jornalística e o cumprimento da legislação aplicável ao sector será, também, um dos motivos facilitadores de alguns atropelos, que podemos associar à deficiente ou ausência de formação que grande parte dos quadros do sector padece”, disse a ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira.


[Aqui]


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Ao discursar no encerramento do Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social, Carolina Cerqueira admitiu que essas atitudes se devem à juventude da democracia e à falta de formação adequada de alguns jornalistas.
“A falta de uma entidade reguladora do sector que garanta a ética jornalística e o cumprimento da legislação aplicável ao sector será, também, um dos motivos facilitadores de alguns atropelos, que podemos associar à deficiente ou ausência de formação que grande parte dos quadros do sector padece”, disse a ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira.


[Aqui]


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Friday, 2 September 2011

Certo ou Errado?...




[in Novo Jornal 26/08/11 - clique na imagem para aumentar]

Certissimo!

...So' e' pena que pareça "estar certo na companhia e no lugar errado"... e, provavelmente, "nao por todas as razoes possiveis e imaginarias"...
Mas, qualquer que seja o caso: BEM HAJA MAIS-VELHO!
Porque, devo confessar-lhe honestamente, talvez por nao o conhecer, nem sempre consigo entender plenamente os seus pontos de vista e posicionamentos sobre as mais variadas questoes culturais e sociais angolanas, pelo que por vezes eles inspiram-me algumas reservas - mas desta vez tenho que agradecer-lhe respeitosamente e sem reservas ter-me mostrado, e aos leitores deste blog, que nem sempre (alguma vez?) ando por aqui a (contra) argumentar no vazio e que ainda ha' janelas, como a sua, abertas ao bom senso, a honestidade, a etica, a decencia, a verdade e a justica em Angola!

MUITO OBRIGADA!


Posts relacionados:

(contra) Argumentando (no vazio)

News of (the end of) The World

Questoes de Poder

Falando de Etica Jornalistica

Sobre o Novo Jornal

Bonga Par Lui-Meme




[in Novo Jornal 26/08/11 - clique na imagem para aumentar]

Certissimo!

...So' e' pena que pareça "estar certo na companhia e no lugar errado"... e, provavelmente, "nao por todas as razoes possiveis e imaginarias"...
Mas, qualquer que seja o caso: BEM HAJA MAIS-VELHO!
Porque, devo confessar-lhe honestamente, talvez por nao o conhecer, nem sempre consigo entender plenamente os seus pontos de vista e posicionamentos sobre as mais variadas questoes culturais e sociais angolanas, pelo que por vezes eles inspiram-me algumas reservas - mas desta vez tenho que agradecer-lhe respeitosamente e sem reservas ter-me mostrado, e aos leitores deste blog, que nem sempre (alguma vez?) ando por aqui a (contra) argumentar no vazio e que ainda ha' janelas, como a sua, abertas ao bom senso, a honestidade, a etica, a decencia, a verdade e a justica em Angola!

MUITO OBRIGADA!


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Friday, 26 August 2011

Falando de Etica Jornalistica




[Ou de "Monstros Raciais e Taras Tribais"!...]




Historicamente, a mídia recusa a adoção de uma perspectiva de gênero em seus conteúdos e reforça os estereótipos de gênero, raça e etnia, limitando a veiculação da opinião das mulheres em geral e invisibilizando a participação das mulheres negras e indígenas em todas as esferas da sociedade. Estas últimas, em razão da combinação do sexismo, do racismo e do etnocentrismo, estão na base da sub-representação, não têm suas demandas específicas contempladas na agenda midiática e ainda enfrentam o estereótipo de inferioridade intelectual, estética e moral.





O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, uma promoção da FENAJ – Federação Nacional de Jornalistas e da ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para o Empoderamento das Mulheres e a Igualdade de Gênero, estabelece marcos para a realização de atividades de formação e debate sobre ações para a igualdade entre trabalhadoras e trabalhadores do Jornalismo e estudantes das Faculdades de Comunicação e Jornalismo.

[AQUI]





Codigo Internacional de Etica dos Jornalistas

Principle VI - Respect for Privacy and Human Dignity

An integral part of the professional standards of the journalist is respect for the right of the individual to privacy and human dignity, in conformity with provisions of international and national law concerning protection of the rights and the reputation of others, prohibiting libel, calumny, slander and defamation.

Principle VIII - Respect for Universal Values and Diversity of Cultures

A true journalist stands for the universal values of humanism, above all peace, democracy, human rights, social progress and national liberation, while respecting the distinctive character, value and dignity of each culture, as well as the right of each people freely to choose and develop its political, social, economic and cultural systems. Thus the journalist participates actively in the social transformation towards democratic betterment of society and contributes through dialogue to a climate of confidence in international relations conducive to peace and justice everywhere, to detente, disarmament and national development. It belongs to the ethics of the profession that the journalist be aware of relevant provisions contained in international conventions, declarations and resolutions.

[Extractos daqui]





Codigo de Etica dos Jornalistas Americanos

— Buscar diligentemente os personagens das notícias, para dar-lhes a oportunidade de responder a acusações.

— Identificar as fontes sempre que possível. O público deve receber tanta informação quanto possível sobre a confiabilidade da fonte.

— Sempre questionar os motivos das fontes antes de prometer anonimato.

— Evitar métodos ocultos ou sub-reptícios de coletar informação, exceto quando os métodos abertos tradicionais não podem revelar informações vitais para o público. O uso desses métodos deve ser explicado como parte da história.

— Nunca plagiar.

— Contar com confiança a história da diversidade e magnitude da experiência humana, mesmo quando isso for impopular.

— Examinar seus próprios valores culturais e evitar impor esses valores aos outros.

— Evitar estereótipos de raça, gênero, idade, religião, etnia, geografia, orientação sexual, deficiência, aparência física ou status social.

— Apoiar o intercâmbio aberto de visões de mundo, mesmo de visões consideradas repugnantes.

— Dar voz a quem não a tem; fontes oficiais e não-oficiais de informação podem ser igualmente válidas.

— Fazer distinção entre defesa e reportagem. A análise e o comentário devem ser identificados e não deturpar fato ou contexto.

—Mostrar compaixão por aqueles que podem ser afetados negativamente pela cobertura jornalística. Usar sensibilidade especial ao tratar com crianças e fontes e personagens inexperientes.

— Ser sensíveis ao procurar ou usar entrevistas ou fotos daqueles afetados por tragédias ou aflição.

— Reconhecer que coletar e relatar a informação pode causar prejuízo ou desconforto. A busca da notícia não dá direito à arrogância.

— Reconhecer que os indivíduos particulares têm mais direito a controlar a informação sobre si próprios do que os ocupantes de cargos públicos e outros que buscam poder, influência ou atenção. Somente uma extrema necessidade pública pode justificar a intromissão na privacidade de qualquer um.

— Demonstrar bom gosto. Evitar o estímulo de curiosidades sensacionalistas.

— Ser cuidadosos ao identificar suspeitos juvenis ou vítimas de crimes sexuais.

— Ser judiciosos ao nomear suspeitos de crimes antes do encaminhamento formal da acusação.

— Balancear os direitos de um suspeito de crimes a um julgamento justo com o direito do público a ser informado.

—Esclarecer e explicar a cobertura da notícia e estimular o debate público sobre a conduta jornalística.

— Encorajar o público a expressar discordâncias com a imprensa.

— Admitir erros e corrigi-los prontamente.

— Expor práticas anti-éticas de jornalistas e da imprensa em geral.

— Agir pelos mesmos altos padrões pelos quais julgam os outros.

[Extractos daqui]





Codigo de Etica dos Jornalistas Brasileiros

Art. 6º É dever do jornalista:

I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

IX - respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;

XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;

XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;

XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.

Art. 7º O jornalista não pode:

III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;

IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;

V - usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;

VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;

VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;

IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.

Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:

I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;

II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;

III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;

Art. 12. O jornalista deve:

I - ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;

II - buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;

III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;

VI - promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;

Art. 14. O jornalista não deve:

II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;


[Extractos daqui]





Codigo de Etica dos Jornalistas Portugueses

1.O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.

2.O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.

5.O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.

6.O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.

7.O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.

8.O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexo.

9.O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.

10.O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesses.

[Extractos daqui]





SUGESTOES:

1. Sugere-se a todos os interessados, e muito particularmente aos "jornalistas", "escritores" e "fazedores de opiniao" angolanos e seus "novos gurus", que tomem partido e facam bom proveito, teorico e pratico, da informacao acima e, especialmente, do Guia para Jornalistas sobre Gênero, Raça e Etnia;

2. Como exercicio de "revisao da materia dada" sugere-se que se tentem identificar as violacoes (sistemicas e sistematicas!) aos principios de etica jornalistica adoptados internacionalmente registadas em campanhas como esta, esta e esta - so' para mencionar as "mais populares"!...

3. Como exercicio de "fim de curso" sugere-se que se tentem identificar as instancias de sexismo, racismo, etnocentrismo e inferiorizacao intelectual, estetica e moral registadas aqui, aqui, aqui, aqui e aqui - apenas para citar os casos "mais obvios"!...




[Ou de
"Monstros Raciais e Taras Tribais"!...]




Historicamente, a mídia recusa a adoção de uma perspectiva de gênero em seus conteúdos e reforça os estereótipos de gênero, raça e etnia, limitando a veiculação da opinião das mulheres em geral e invisibilizando a participação das mulheres negras e indígenas em todas as esferas da sociedade. Estas últimas, em razão da combinação do sexismo, do racismo e do etnocentrismo, estão na base da sub-representação, não têm suas demandas específicas contempladas na agenda midiática e ainda enfrentam o estereótipo de inferioridade intelectual, estética e moral.





O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, uma promoção da FENAJ – Federação Nacional de Jornalistas e da ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para o Empoderamento das Mulheres e a Igualdade de Gênero, estabelece marcos para a realização de atividades de formação e debate sobre ações para a igualdade entre trabalhadoras e trabalhadores do Jornalismo e estudantes das Faculdades de Comunicação e Jornalismo.

[AQUI]





Codigo Internacional de Etica dos Jornalistas

Principle VI - Respect for Privacy and Human Dignity

An integral part of the professional standards of the journalist is respect for the right of the individual to privacy and human dignity, in conformity with provisions of international and national law concerning protection of the rights and the reputation of others, prohibiting libel, calumny, slander and defamation.

Principle VIII - Respect for Universal Values and Diversity of Cultures

A true journalist stands for the universal values of humanism, above all peace, democracy, human rights, social progress and national liberation, while respecting the distinctive character, value and dignity of each culture, as well as the right of each people freely to choose and develop its political, social, economic and cultural systems. Thus the journalist participates actively in the social transformation towards democratic betterment of society and contributes through dialogue to a climate of confidence in international relations conducive to peace and justice everywhere, to detente, disarmament and national development. It belongs to the ethics of the profession that the journalist be aware of relevant provisions contained in international conventions, declarations and resolutions.

[Extractos daqui]





Codigo de Etica dos Jornalistas Americanos

— Buscar diligentemente os personagens das notícias, para dar-lhes a oportunidade de responder a acusações.

— Identificar as fontes sempre que possível. O público deve receber tanta informação quanto possível sobre a confiabilidade da fonte.

— Sempre questionar os motivos das fontes antes de prometer anonimato.

— Evitar métodos ocultos ou sub-reptícios de coletar informação, exceto quando os métodos abertos tradicionais não podem revelar informações vitais para o público. O uso desses métodos deve ser explicado como parte da história.

— Nunca plagiar.

— Contar com confiança a história da diversidade e magnitude da experiência humana, mesmo quando isso for impopular.

— Examinar seus próprios valores culturais e evitar impor esses valores aos outros.

— Evitar estereótipos de raça, gênero, idade, religião, etnia, geografia, orientação sexual, deficiência, aparência física ou status social.

— Apoiar o intercâmbio aberto de visões de mundo, mesmo de visões consideradas repugnantes.

— Dar voz a quem não a tem; fontes oficiais e não-oficiais de informação podem ser igualmente válidas.

— Fazer distinção entre defesa e reportagem. A análise e o comentário devem ser identificados e não deturpar fato ou contexto.

—Mostrar compaixão por aqueles que podem ser afetados negativamente pela cobertura jornalística. Usar sensibilidade especial ao tratar com crianças e fontes e personagens inexperientes.

— Ser sensíveis ao procurar ou usar entrevistas ou fotos daqueles afetados por tragédias ou aflição.

— Reconhecer que coletar e relatar a informação pode causar prejuízo ou desconforto. A busca da notícia não dá direito à arrogância.

— Reconhecer que os indivíduos particulares têm mais direito a controlar a informação sobre si próprios do que os ocupantes de cargos públicos e outros que buscam poder, influência ou atenção. Somente uma extrema necessidade pública pode justificar a intromissão na privacidade de qualquer um.

— Demonstrar bom gosto. Evitar o estímulo de curiosidades sensacionalistas.

— Ser cuidadosos ao identificar suspeitos juvenis ou vítimas de crimes sexuais.

— Ser judiciosos ao nomear suspeitos de crimes antes do encaminhamento formal da acusação.

— Balancear os direitos de um suspeito de crimes a um julgamento justo com o direito do público a ser informado.

—Esclarecer e explicar a cobertura da notícia e estimular o debate público sobre a conduta jornalística.

— Encorajar o público a expressar discordâncias com a imprensa.

— Admitir erros e corrigi-los prontamente.

— Expor práticas anti-éticas de jornalistas e da imprensa em geral.

— Agir pelos mesmos altos padrões pelos quais julgam os outros.

[Extractos daqui]





Codigo de Etica dos Jornalistas Brasileiros

Art. 6º É dever do jornalista:

I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

IX - respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;

XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;

XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;

XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.

Art. 7º O jornalista não pode:

III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;

IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;

V - usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;

VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;

VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;

IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.

Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:

I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;

II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;

III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;

Art. 12. O jornalista deve:

I - ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;

II - buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;

III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;

VI - promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;

Art. 14. O jornalista não deve:

II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;


[Extractos daqui]





Codigo de Etica dos Jornalistas Portugueses

1.O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.

2.O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.

5.O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.

6.O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.

7.O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.

8.O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexo.

9.O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.

10.O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesses.

[Extractos daqui]





SUGESTOES:

1. Sugere-se a todos os interessados, e muito particularmente aos "jornalistas", "escritores" e "fazedores de opiniao" angolanos e seus "novos gurus", que tomem partido e facam bom proveito, teorico e pratico, da informacao acima e, especialmente, do Guia para Jornalistas sobre Gênero, Raça e Etnia;

2. Como exercicio de "revisao da materia dada" sugere-se que se tentem identificar as violacoes (sistemicas e sistematicas!) aos principios de etica jornalistica adoptados internacionalmente registadas em campanhas como esta, esta e esta - so' para mencionar as "mais populares"!...

3. Como exercicio de "fim de curso" sugere-se que se tentem identificar as instancias de sexismo, racismo, etnocentrismo e inferiorizacao intelectual, estetica e moral registadas aqui, aqui, aqui, aqui e aqui - apenas para citar os casos "mais obvios"!...

Monday, 8 August 2011

Afinale...



Vao (afinalemente?) fechar a 'taberna'?



Sorry about that, but... a bem da verdade dos fakatos, do bom nome e da honra de pessoas inocentes vitimadas por certas irresponsaveis, misoginas, machistas, sexistas, revanchistas e invejosas kampanhas movidas por "bebados ou bufos" obcecados, depravados, de egos super-deficitarios e hiper-inflacionados, pessoal, social, profissional e academicamente frustrados e kontra todas as insensiveis, cinicas e hipocritas duplicidades e 'bandeiras' do mundo... mais vale tarde do ke nunka!


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afinalemente?) fechar a 'taberna'?



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Thursday, 4 August 2011

(contra) Argumentando (no vazio)... [adendado]*




“(...) Sendo já ponto assente que a utilização das escutas telefónicas por parte dos jornalistas é formalmente proibida por lei e pela ética, tal barreira não pode impedir-nos de questionar o impacto desta limitação, diante de algumas situações, como aquelas que atentam gravemente o interesse público”.
Membro do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas Angolanos (SJA), o jornalista admite não conhecer, “por razões ligadas às limitações deontológicas da profissão, nenhum código que permita expressamente que os jornalistas façam recurso a escutas para obterem informação”.
Porém, questiona a fonte, “no conflito entre a busca da verdade e a ética, qual seria a atitude mais correcta do ponto de vista jornalístico se, numa dessas escutas, o jornal tivesse conhecimento que estava em marcha um plano que colocava em risco a vida da Rainha da Inglaterra”.

[Aqui]


ORA VEJAMOS:

Isto e’ como argumentar que um mass murderer atirou uma granada para dentro de uma Igreja onde estavam cerca de 200 pessoas e entre os sinistrados, por mero acaso, encontrava-se um outro mass murderer que tinha sido declarado “inimigo publico no. 1” por ter feito explodir uma bomba numa Escola, matando dezenas de criancas… Portanto, o mass murderer da Igreja teria supostamente prestado um “servico publico” por ter, acidentalmente, aniquilado o mass murderer da Escola, a.k.a. “inimigo publico numero 1”!...

Mas, abstraindo-nos do “extremismo” deste exemplo ficticio, embora perfeitamente plausivel nos dias que correm (vide o recente morticinio de Oslo, ou o “ainda obscuro” caso dos desmaios nas escolas em Angola…), o facto e’ que a Rainha da Inglaterra, para alem dos seus servicos de proteccao e seguranca pessoal, tem o MI5, o MI6, a Scotland Yard, entre toda uma pletora de servicos e agencias militares/para-militares/securitarias/policiais do seu Reino ao seu servico, sendo que em nenhum deles consta o recurso ao “servico de jornalistas”…

Dito de outro modo: em nenhum codigo etico, deontologico ou profissional de conduta da actividade jornalistica e’ contemplada a prestacao de “servicos de seguranca de estado, ou de proteccao publica”, ou quaisquer outros “servicos” que requeiram o recurso a metodos exclusivamente permitidos por lei a entidades devidamente mandatadas e credenciadas para o efeito, e apenas a titulo excepcional (e excepcional porque “na generalidade” constituem violacoes dos mais elementares DIREITOS HUMANOS dos cidadaos, como os direitos a privacidade pessoal e familiar e a honra e ao bom nome social), tais como as escutas telefonicas, a violacao de correspondencia privada (electronica ou outra), o recurso a detectives privados, agentes secretos, ou a “fontes nao identificadas”, ou ainda o uso de informacao recolhida em ambientes informais (... tais como certas cervejarias, kintais e salas de visitas de Luanda...) junto de incautos (ou mal-intencionados) familiares, amigos ou conhecidos (proximos ou distantes, falsos ou reais) das pessoas visadas!

Do mesmo modo, nao e’ (nao deve ser) contemplado nos codigos que regem a actividade jornalistica qualquer regime de excepcao ao projecto de lei que estipula a criminalizacao da "divulgação e oferta, sem consentimento, de filmes e fotografias de outra pessoa através de um sistema de informação com pena de prisão de dois a oito anos ou com multa correspondente", agravada para "quem cometer crimes de difamação, injúria ou calúnia através de um sistema de informação, sendo punido com as penas previstas no Código Penal, elevadas de um terço dos seus limites mínimos e máximos", e prescreve a punicao “com pena de prisão de dois a oito anos quem enviar mensagens electrónicas com intenção de perturbar a paz, o sossego ou vida pessoal, familiar ou sexual de outra pessoa”, o que nada tem a ver com “a divulgacao sem consentimento de fotografias de um jogo de futebol” (... que - sera' preciso nota-lo? - e' sempre um acto publico, logo implicita, tacitamente e licitamente aberto a publicitacao pelos media sem qualquer necessidade de "autorizacoes especiais"...) como aqui argumenta quem, ironicamente, por sinal ate' trabalha para o ofici(al)oso "Nosso Pravda"!… Na verdade tais prescricoes do projecto de lei em questao teem tudo a ver com ESTE, ESTE, ESTE e ESTE TIPO DE CRIMES!

Tao pouco e’ permitido aos jornalistas o recurso a tais praticas apenas porque, alegadamente, “os governos sao os primeiros a faze-lo”!


Foi, alias, esse entendimento das fronteiras entre a etica jornalistica, a liberdade de imprensa e a lei instituida que provocou o oprobrio publico – ja’ 'canonizado' por uma serie de cartoons e graffittis do consagrado artista Banksy (dois dos quais encimam este post) em que os apelida (e bem!) de “Scum of the World” (“Escumalha do 'todo o' Mundo”)! – e conduziu ao humilde pedido de desculpas publicas dos Murdochs, em nome dos seus executivos no News International e no News of The World, pela indefensavel actividade criminosa em que incorreram ao longo de anos, fazendo dezenas de vitimas directas, indirectas e colaterais.


Dentre tais vitimas destaca-se o caso da adolescente de 13 anos de idade, inicialmente desaparecida e posteriormente encontrada morta, Milly Dowler, e a sua familia [*], caso esse em que o hacking do seu voicemail pelo News of The World tera’ interferido negativamente nas investigacoes policiais nos dias seguintes ao seu desaparecimento, acreditando-se que, possivelmente, nao fosse tal interferencia, motivada apenas por objectivos mercantilistas, oportunistas e sensacionalistas, ela poderia ainda ter sido encontrada viva naquele estagio da investigacao…


E’, portanto, no minimo, preposterous (or all too predictable?!), que eles venham agora encontrar "apoio", "simpatia", "justificacao", "desculpas", ou apenas "indiferenca", para as suas actividades ilegais e criminosas no seio da classe jornalistica angolana! Classe jornalistica essa que, diga-se de passagem, cada vez mais vem dando sinais inequivocos, exemplos flagrantes e casos concretos (como os evidenciados em campanhas de sleaze and slander como esta e, especialmente, como esta!) de ter sucumbido, senao de forma total, certamente significativa, as tentacoes de todos os poderes instituidos, particularmente em sociedades com fragilidades institucionais e deficiencias comportamentais de toda a ordem e a varios niveis, como a angolana: o ABUSO desse poder e pelas piores razoes e atraves dos piores metodos possiveis!


Por isso existe, ou deve existir, a lei; por isso a lei deve ser implementada custe o custar e doa a quem doer!




[*] Update 21/09/11: Apenas para notar que os Murdochs ofereceram 3 milhoes de libras (£3m) de compensacao 'a familia Dowler... [aqui]




*ADENDA

Se o "caso Murdochs" pode ser visto (mui enviusadamente, diga-se a partida) como "uma prova" da "falencia moral" do "ocidente", ou da sua imprensa, como uma certa "colunista-em-chefe com p(h)oderes para deixar cicatrizes no cerebro e matar impunemente todo o mundo", sem qualquer nocao do que seja "etica" em geral e muito menos "etica jornalistica", num certo "paskim ango-saotomense" veio advogar, o facto e' que esse caso demonstra exactamente o contrario: no "ocidente" (ao contrario do que se passa amiude no "oriente", ou no "sul", ou mais precisa e incisivamente em Angola e muito especialmente no "paskim" em causa, entre outros do mesmo coturno que nao teem quaisquer pruridos em se vangloriarem da sua pratica reiterada de enlamear sem apelo nem agravo pessoas indefesas como a autora deste blog e o seu filho...), a lei vigente faz-se aplicar "sem olhar a quem" (embora, em casos extraordinarios, tambem possa falhar em produzir justica efectivamente - como se verificou recentemente no caso DSK) e os "todo-poderosos" sao capazes de se tornar suficientemente humildes para pedirem desculpas publicas sem reservas as suas vitimas e a sociedade em geral, porque a isso sao forcados por cidadaos com uma apurada capacidade de indignacao e de reivindicacao dos seus direitos!

De facto, em Angola, os Murdochs sairiam imediata e mui afoita, arrogantemente e trungungueiramente, como tem sido pratica recorrente do "paskim" acima referido, entre outros, "em defesa da sua dama" alegando que todas as acusacoes contra o News of the World mais nao passavam do que "grosseiras tentativas de intromissao na sua linha editorial" ou de "manobras para suprimir a liberdade de imprensa"!!!

Alias, so' o facto de essa 'dona' se arrogar o desplante de continuar a arrotar postas de peixe seco do alto da sua catedra de arrogancia, burrice e ignorancia, quando um minimo de decencia mandaria que ha' muito se tivesse enfiado num buraco, e' apenas demonstrativo disso mesmo: TOTAL E ABSOLUTA FALTA DE ETICA!


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“(...) Sendo já ponto assente que a utilização das escutas telefónicas por parte dos jornalistas é formalmente proibida por lei e pela ética, tal barreira não pode impedir-nos de questionar o impacto desta limitação, diante de algumas situações, como aquelas que atentam gravemente o interesse público”.
Membro do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas Angolanos (SJA), o jornalista admite não conhecer, “por razões ligadas às limitações deontológicas da profissão, nenhum código que permita expressamente que os jornalistas façam recurso a escutas para obterem informação”.
Porém, questiona a fonte, “no conflito entre a busca da verdade e a ética, qual seria a atitude mais correcta do ponto de vista jornalístico se, numa dessas escutas, o jornal tivesse conhecimento que estava em marcha um plano que colocava em risco a vida da Rainha da Inglaterra”.

[Aqui]


ORA VEJAMOS:

Isto e’ como argumentar que um mass murderer atirou uma granada para dentro de uma Igreja onde estavam cerca de 200 pessoas e entre os sinistrados, por mero acaso, encontrava-se um outro mass murderer que tinha sido declarado “inimigo publico no. 1” por ter feito explodir uma bomba numa Escola, matando dezenas de criancas… Portanto, o mass murderer da Igreja teria supostamente prestado um “servico publico” por ter, acidentalmente, aniquilado o mass murderer da Escola, a.k.a. “inimigo publico numero 1”!...

Mas, abstraindo-nos do “extremismo” deste exemplo ficticio, embora perfeitamente plausivel nos dias que correm (vide o recente morticinio de Oslo, ou o “ainda obscuro” caso dos desmaios nas escolas em Angola…), o facto e’ que a Rainha da Inglaterra, para alem dos seus servicos de proteccao e seguranca pessoal, tem o MI5, o MI6, a Scotland Yard, entre toda uma pletora de servicos e agencias militares/para-militares/securitarias/policiais do seu Reino ao seu servico, sendo que em nenhum deles consta o recurso ao “servico de jornalistas”…

Dito de outro modo: em nenhum codigo etico, deontologico ou profissional de conduta da actividade jornalistica e’ contemplada a prestacao de “servicos de seguranca de estado, ou de proteccao publica”, ou quaisquer outros “servicos” que requeiram o recurso a metodos exclusivamente permitidos por lei a entidades devidamente mandatadas e credenciadas para o efeito, e apenas a titulo excepcional (e excepcional porque “na generalidade” constituem violacoes dos mais elementares DIREITOS HUMANOS dos cidadaos, como os direitos a privacidade pessoal e familiar e a honra e ao bom nome social), tais como as escutas telefonicas, a violacao de correspondencia privada (electronica ou outra), o recurso a detectives privados, agentes secretos, ou a “fontes nao identificadas”, ou ainda o uso de informacao recolhida em ambientes informais (... tais como certas cervejarias, kintais e salas de visitas de Luanda...) junto de incautos (ou mal-intencionados) familiares, amigos ou conhecidos (proximos ou distantes, falsos ou reais) das pessoas visadas!

Do mesmo modo, nao e’ (nao deve ser) contemplado nos codigos que regem a actividade jornalistica qualquer regime de excepcao ao projecto de lei que estipula a criminalizacao da "divulgação e oferta, sem consentimento, de filmes e fotografias de outra pessoa através de um sistema de informação com pena de prisão de dois a oito anos ou com multa correspondente", agravada para "quem cometer crimes de difamação, injúria ou calúnia através de um sistema de informação, sendo punido com as penas previstas no Código Penal, elevadas de um terço dos seus limites mínimos e máximos", e prescreve a punicao “com pena de prisão de dois a oito anos quem enviar mensagens electrónicas com intenção de perturbar a paz, o sossego ou vida pessoal, familiar ou sexual de outra pessoa”, o que nada tem a ver com “a divulgacao sem consentimento de fotografias de um jogo de futebol” (... que - sera' preciso nota-lo? - e' sempre um acto publico, logo implicita, tacitamente e licitamente aberto a publicitacao pelos media sem qualquer necessidade de "autorizacoes especiais"...) como aqui argumenta quem, ironicamente, por sinal ate' trabalha para o ofici(al)oso "Nosso Pravda"!… Na verdade tais prescricoes do projecto de lei em questao teem tudo a ver com ESTE, ESTE, ESTE e ESTE TIPO DE CRIMES!

Tao pouco e’ permitido aos jornalistas o recurso a tais praticas apenas porque, alegadamente, “os governos sao os primeiros a faze-lo”!


Foi, alias, esse entendimento das fronteiras entre a etica jornalistica, a liberdade de imprensa e a lei instituida que provocou o oprobrio publico – ja’ 'canonizado' por uma serie de cartoons e graffittis do consagrado artista Banksy (dois dos quais encimam este post) em que os apelida (e bem!) de “Scum of the World” (“Escumalha do 'todo o' Mundo”)! – e conduziu ao humilde pedido de desculpas publicas dos Murdochs, em nome dos seus executivos no News International e no News of The World, pela indefensavel actividade criminosa em que incorreram ao longo de anos, fazendo dezenas de vitimas directas, indirectas e colaterais.


Dentre tais vitimas destaca-se o caso da adolescente de 13 anos de idade, inicialmente desaparecida e posteriormente encontrada morta, Milly Dowler, e a sua familia [*], caso esse em que o hacking do seu voicemail pelo News of The World tera’ interferido negativamente nas investigacoes policiais nos dias seguintes ao seu desaparecimento, acreditando-se que, possivelmente, nao fosse tal interferencia, motivada apenas por objectivos mercantilistas, oportunistas e sensacionalistas, ela poderia ainda ter sido encontrada viva naquele estagio da investigacao…


E’, portanto, no minimo, preposterous (or all too predictable?!), que eles venham agora encontrar "apoio", "simpatia", "justificacao", "desculpas", ou apenas "indiferenca", para as suas actividades ilegais e criminosas no seio da classe jornalistica angolana! Classe jornalistica essa que, diga-se de passagem, cada vez mais vem dando sinais inequivocos, exemplos flagrantes e casos concretos (como os evidenciados em campanhas de sleaze and slander como esta e, especialmente, como esta!) de ter sucumbido, senao de forma total, certamente significativa, as tentacoes de todos os poderes instituidos, particularmente em sociedades com fragilidades institucionais e deficiencias comportamentais de toda a ordem e a varios niveis, como a angolana: o ABUSO desse poder e pelas piores razoes e atraves dos piores metodos possiveis!


Por isso existe, ou deve existir, a lei; por isso a lei deve ser implementada custe o custar e doa a quem doer!




[*] Update 21/09/11: Apenas para notar que os Murdochs ofereceram 3 milhoes de libras (£3m) de compensacao 'a familia Dowler... [aqui]




*ADENDA

Se o "caso Murdochs" pode ser visto (mui enviusadamente, diga-se a partida) como "uma prova" da "falencia moral" do "ocidente", ou da sua imprensa, como uma certa "colunista-em-chefe com p(h)oderes para deixar cicatrizes no cerebro e matar impunemente todo o mundo", sem qualquer nocao do que seja "etica" em geral e muito menos "etica jornalistica", num certo "paskim ango-saotomense" veio advogar, o facto e' que esse caso demonstra exactamente o contrario: no "ocidente" (ao contrario do que se passa amiude no "oriente", ou no "sul", ou mais precisa e incisivamente em Angola e muito especialmente no "paskim" em causa, entre outros do mesmo coturno que nao teem quaisquer pruridos em se vangloriarem da sua pratica reiterada de enlamear sem apelo nem agravo pessoas indefesas como a autora deste blog e o seu filho...), a lei vigente faz-se aplicar "sem olhar a quem" (embora, em casos extraordinarios, tambem possa falhar em produzir justica efectivamente - como se verificou recentemente no caso DSK) e os "todo-poderosos" sao capazes de se tornar suficientemente humildes para pedirem desculpas publicas sem reservas as suas vitimas e a sociedade em geral, porque a isso sao forcados por cidadaos com uma apurada capacidade de indignacao e de reivindicacao dos seus direitos!

De facto, em Angola, os Murdochs sairiam imediata e mui afoita, arrogantemente e trungungueiramente, como tem sido pratica recorrente do "paskim" acima referido, entre outros, "em defesa da sua dama" alegando que todas as acusacoes contra o News of the World mais nao passavam do que "grosseiras tentativas de intromissao na sua linha editorial" ou de "manobras para suprimir a liberdade de imprensa"!!!

Alias, so' o facto de essa 'dona' se arrogar o desplante de continuar a arrotar postas de peixe seco do alto da sua catedra de arrogancia, burrice e ignorancia, quando um minimo de decencia mandaria que ha' muito se tivesse enfiado num buraco, e' apenas demonstrativo disso mesmo: TOTAL E ABSOLUTA FALTA DE ETICA!


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Media Freedom(s) Quo Vadis?

Wednesday, 4 May 2011

Sim Sra. Ministra (?)...



Liberdade de imprensa

Ainda ontem, no Bié, a ministra da Comunicação Social orientou um colóquio sobre "Os Médias no Século XXI, Novas Fronteiras Novas Barreiras", que marca em Angola o acto central do dia mundial da liberdade de imprensa.

A ministra afirmou que a liberdade de imprensa não pode ultrapassar os limites impostos pela constituição e pelas leis.

Carolina Cerqueira sublinhou que os jornalistas não podem entender liberdade de imprensa como um meio para minimizar ou divulgar informações que atentem com a dignidade humana, o bom-nome das pessoas, a coisa pública, a ordem, a segurança e os ideais mais nobres do país.

"Temos de ser cautelosos, criativos e desenvolver actividades", disse a ministra, acrescentando que "não é jornalista quem quer". "O jornalismo alimenta-se do conhecimento, das ideias, da experiencia, de uma postura nobre, de respeito pelos outros", frisou.


[Aqui]



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Liberdade de imprensa

Ainda ontem, no Bié, a ministra da Comunicação Social orientou um colóquio sobre "Os Médias no Século XXI, Novas Fronteiras Novas Barreiras", que marca em Angola o acto central do dia mundial da liberdade de imprensa.

A ministra afirmou que a liberdade de imprensa não pode ultrapassar os limites impostos pela constituição e pelas leis.

Carolina Cerqueira sublinhou que os jornalistas não podem entender liberdade de imprensa como um meio para minimizar ou divulgar informações que atentem com a dignidade humana, o bom-nome das pessoas, a coisa pública, a ordem, a segurança e os ideais mais nobres do país.

"Temos de ser cautelosos, criativos e desenvolver actividades", disse a ministra, acrescentando que "não é jornalista quem quer". "O jornalismo alimenta-se do conhecimento, das ideias, da experiencia, de uma postura nobre, de respeito pelos outros", frisou.


[Aqui]



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Friday, 14 January 2011

Uma outra (red) accao




[Ou, a karapussa ke me serve...]


Com a Wiki, o jornalismo deixou o quarto (dopoder) para passar a ocupar a sala de visitas do mundo.

Quer se goste quer não do Julian Assanje, ele já entrou para a história contemporânea e vai lá ficar por mérito próprio com o seu "jornalismo científico".

{d'aki}


[Fasso minhas essas palavras... ressalvando "as aparencias que iludem... ou as iludencias que aparudem", of course...]

Thursday, 2 December 2010

Memoria de (um) "nosso Pravda"



Houve (ha') "outros" - antes e depois. Este era dirigido pelo David Mestre.
Da foto apenas reconheco, para alem do David, o Leston Bandeira, o Graca Campos, o Adelino de Almeida e o Victor Silva...


[imagem daqui]



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'Memoria de um Trumunu Literario'



Houve (ha') "outros" - antes e depois. Este era dirigido pelo David Mestre.
Da foto apenas reconheco, para alem do David, o Leston Bandeira, o Graca Campos, o Adelino de Almeida e o Victor Silva...


[imagem daqui]



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'Memoria de um Trumunu Literario'

Friday, 10 September 2010

As Tres Peneiras


Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:

- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

- Três peneiras? - indagou o rapaz.

- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o mundo?

- Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.

Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos e cidadãos do mundo.

Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:

- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

- Três peneiras? - indagou o rapaz.

- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o mundo?

- Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.

Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos e cidadãos do mundo.

Monday, 23 August 2010

Versoes & Especulacoes [R]*



*[Postado inicialmente a o6/06/10 - Repostado, primeiro em referencia a esta materia, e hoje apenas como um lembrete sobre quem falou primeiro (em tom de contralto agudo) em "transaccao de mercado" e, mesmo antes disso, quem foi mais especifico caracterizando-a (em tom de baritono desmedido) como uma "OPA"... Nao, nos Congoleses, Sao Paulo ou Ajuda Marido nao se realizam "OPAs", hostis ou nao...]


O negócio está a levantar preocupações sobre a liberdade de imprensa, reforçadas pela mudança de direcção no Semanário Angolense.

Um dos primeiros efeitos da compra deste último jornal – que, nas suas investigações, tem tido como um dos alvos mais frequentes o presidente da empresa petrolífera Sonangol, Manuel Vicente – foi a saída do fundador e director, Graça Campos, e o fim da colaboração de Rafael Marques.

[Publico] - Aqui

Tratou-se de uma transacção ditada exclusivamente por questões de mercado, traduzida no formato mais comum em casos do género: uma empresa fez uma oferta de aquisição a outra. Foi uma operação comercial semelhante a muitas outras.

Durante o processo negocial foi- me oferecida a cadeira que ocupo até hoje. Entendo que preciso, para já, de passar para o ‹‹banco da trás›› do jornalismo para dar respostas a alguns projectos pessoais que a dinâmica de um jornal não permite. O regresso à escrita nesta ou noutra publicação vai acontecer a seu tempo.

Diremos apenas que o primeiro «aproach» entre a Media Invest e o SA teve lugar em Fevereiro.

[Graca Campos] - in SA#370


*****

OBSERVACOES

Para la’ das versoes e especulacoes, parece-me suficientemente claro que se tratou aqui de uma transaccao de mercado – como, alias, a caracterizam tanto o comprador como o vendedor envolvidos –, num mercado cujas tendencias eu aqui recentemente abordei em algum detalhe, em que o poder e o dinheiro falaram mais alto… de ambos os lados!

De facto, numa transaccao de mercado desse tipo (mesmo porque ela nao ocorreu numa bolsa de valores, ou atraves de qualquer outro tipo de operacao em mercado aberto...), hostil ou nao, ninguem e’ “obrigado” a vender… particularmente quando se diz (usando as proprias palavras de Graca Campos no seu "testamento") ser “lebre e nao gato”, que “nao se negociou com a corda ao pescoco”, se e’ “lider do mercado” e “ninguém, absolutamente ninguém, entra neste negócio para perder dinheiro. Nem mesmo quem tenha também razões políticas”!

Um dado curioso desta saga, e que pode levar ao questionamento da nocao de que esta tenha sido uma "OPA hostil" apenas iniciada em Fevereiro (e que talvez lance nova luz sobre as reviravoltas de 360 graus na linha editorial do jornal a que me referia aqui e aqui - uma vez que, supostamente, era preciso tornar o jornal "mais apetecivel" aos potenciais compradores...), e' que, a paginas tantas (mais precisamente na pagina 6 da edicao do SA em apreco) se relata "o ultimo ano novo com o Gracita" (2009/10) afirmando-se que "(...) na mesma altura, embora parecesse que estivesse a brincar (e por isso quase ninguém o levou muito a sério) ele já aventava a possibilidade da publicação vir a trocar de patrão. Como de resto, acabou por acontecer". (...)

Outra questao que me parece, pelo menos perante a evidencia apresentada ate’ agora, ser apenas do dominio da especulacao, e’ a ligacao de Rafael Marques a esta alegada “OPA hostil”. Ora, se ela teve inicio em Fevereiro, dificilmente se lhe pode estabelecer uma ligacao directa com as ultimas investigacoes de Rafael Marques que, tanto quanto julgo saber, apenas comecaram a ser publicadas no SA nas ultimas semanas, depois de, pelo menos parte delas, ja’ terem sido divulgadas no seu blog pessoal… Por outro lado, que eu saiba (e um indicador disso e’ que na lista de colaboradores, passados e presentes, “arrolada” por Graca Campos no seu “testamento” o seu nome nao consta) Rafael Marques nunca foi um colaborador permanente do SA…

Em suma, com o devido respeito, parece-me que alguns “epigonos” de alguma imprensa privada angolana, e tambem alguns observadores estrangeiros, prestariam um grande servico a si proprios, a liberdade de imprensa, a democracia e a cidadania dos angolanos, se deixassem de andar sempre “atras do prejuizo” e a tentar fazer-se passar sempre por “vitimas do poder” quando, na realidade, em muitos casos [eu que o diga! (1)...; eu que o diga! (2)...; eu que o diga! (3)...; eu que o diga! (4))...; eu que o diga! (5) ...], sao apenas “vitimas de si proprios” ou do “seu proprio poder”… Por exemplo, excepto num caso, nao vi qualquer desmentido ou esclarecimento sobre as denuncias, aparentemente crediveis, feitas aqui nao ha’ muito tempo sobre benesses varias recebidas desse mesmo “poder” por alguns desses mesmos “epigonos”…


[Enfim, estamos verdadeiramente paiados por todos os lados!]


Post relacionado: SA (R.I.P.)?






*[Postado inicialmente a o6/06/10 - Repostado, primeiro em referencia a
esta materia, e hoje apenas como um lembrete sobre quem falou primeiro (em tom de contralto agudo) em "transaccao de mercado" e, mesmo antes disso, quem foi mais especifico caracterizando-a (em tom de baritono desmedido) como uma "OPA"... Nao, nos Congoleses, Sao Paulo ou Ajuda Marido nao se realizam "OPAs", hostis ou nao...]


O negócio está a levantar preocupações sobre a liberdade de imprensa, reforçadas pela mudança de direcção no Semanário Angolense.

Um dos primeiros efeitos da compra deste último jornal – que, nas suas investigações, tem tido como um dos alvos mais frequentes o presidente da empresa petrolífera Sonangol, Manuel Vicente – foi a saída do fundador e director, Graça Campos, e o fim da colaboração de Rafael Marques.

[Publico] - Aqui

Tratou-se de uma transacção ditada exclusivamente por questões de mercado, traduzida no formato mais comum em casos do género: uma empresa fez uma oferta de aquisição a outra. Foi uma operação comercial semelhante a muitas outras.

Durante o processo negocial foi- me oferecida a cadeira que ocupo até hoje. Entendo que preciso, para já, de passar para o ‹‹banco da trás›› do jornalismo para dar respostas a alguns projectos pessoais que a dinâmica de um jornal não permite. O regresso à escrita nesta ou noutra publicação vai acontecer a seu tempo.

Diremos apenas que o primeiro «aproach» entre a Media Invest e o SA teve lugar em Fevereiro.

[Graca Campos] - in SA#370


*****

OBSERVACOES

Para la’ das versoes e especulacoes, parece-me suficientemente claro que se tratou aqui de uma transaccao de mercado – como, alias, a caracterizam tanto o comprador como o vendedor envolvidos –, num mercado cujas tendencias eu aqui recentemente abordei em algum detalhe, em que o poder e o dinheiro falaram mais alto… de ambos os lados!

De facto, numa transaccao de mercado desse tipo (mesmo porque ela nao ocorreu numa bolsa de valores, ou atraves de qualquer outro tipo de operacao em mercado aberto...), hostil ou nao, ninguem e’ “obrigado” a vender… particularmente quando se diz (usando as proprias palavras de Graca Campos no seu "testamento") ser “lebre e nao gato”, que “nao se negociou com a corda ao pescoco”, se e’ “lider do mercado” e “ninguém, absolutamente ninguém, entra neste negócio para perder dinheiro. Nem mesmo quem tenha também razões políticas”!

Um dado curioso desta saga, e que pode levar ao questionamento da nocao de que esta tenha sido uma "OPA hostil" apenas iniciada em Fevereiro (e que talvez lance nova luz sobre as reviravoltas de 360 graus na linha editorial do jornal a que me referia aqui e aqui - uma vez que, supostamente, era preciso tornar o jornal "mais apetecivel" aos potenciais compradores...), e' que, a paginas tantas (mais precisamente na pagina 6 da edicao do SA em apreco) se relata "o ultimo ano novo com o Gracita" (2009/10) afirmando-se que "(...) na mesma altura, embora parecesse que estivesse a brincar (e por isso quase ninguém o levou muito a sério) ele já aventava a possibilidade da publicação vir a trocar de patrão. Como de resto, acabou por acontecer". (...)

Outra questao que me parece, pelo menos perante a evidencia apresentada ate’ agora, ser apenas do dominio da especulacao, e’ a ligacao de Rafael Marques a esta alegada “OPA hostil”. Ora, se ela teve inicio em Fevereiro, dificilmente se lhe pode estabelecer uma ligacao directa com as ultimas investigacoes de Rafael Marques que, tanto quanto julgo saber, apenas comecaram a ser publicadas no SA nas ultimas semanas, depois de, pelo menos parte delas, ja’ terem sido divulgadas no seu blog pessoal… Por outro lado, que eu saiba (e um indicador disso e’ que na lista de colaboradores, passados e presentes, “arrolada” por Graca Campos no seu “testamento” o seu nome nao consta) Rafael Marques nunca foi um colaborador permanente do SA…

Em suma, com o devido respeito, parece-me que alguns “epigonos” de alguma imprensa privada angolana, e tambem alguns observadores estrangeiros, prestariam um grande servico a si proprios, a liberdade de imprensa, a democracia e a cidadania dos angolanos, se deixassem de andar sempre “atras do prejuizo” e a tentar fazer-se passar sempre por “vitimas do poder” quando, na realidade, em muitos casos [eu que o diga! (1)...; eu que o diga! (2)...; eu que o diga! (3)...; eu que o diga! (4))...; eu que o diga! (5) ...], sao apenas “vitimas de si proprios” ou do “seu proprio poder”… Por exemplo, excepto num caso, nao vi qualquer desmentido ou esclarecimento sobre as denuncias, aparentemente crediveis, feitas aqui nao ha’ muito tempo sobre benesses varias recebidas desse mesmo “poder” por alguns desses mesmos “epigonos”…


[Enfim, estamos verdadeiramente paiados por todos os lados!]


Post relacionado: SA (R.I.P.)?