Thursday, 12 July 2012
Sunday, 10 June 2012
"Top Secret" ou...
Thursday, 22 December 2011
DENUNCIA PUBLICA contra REGINALDO SILVA
REMINDER 3: 01/02/12: 11 DAYS TO GO!...

REMINDER 2: 25/01/12: 18 DAYS TO GO!...

ADENDA
19/01/12
Acabo de ser informada e de tomar nota de que RS postou igualmente na sua pagina no Facebook, a 12 e 13/11/11, pelo menos dois dos posts da serie que cito no ponto
III. ATAQUES AO MEU BOM NOME, REPUTACAO E DIGNIDADE PESSOAL
desta DENUNCIA PUBLICA.
Caso nao tenha acesso aquele site, podera' consultar a materia nele publicada e os comentarios la' feitos na altura aqui. Por favor, atente-se nas datas de tais comentarios por referencia as datas dos meus posts de resposta, nomeadamente Reginaldo Silva: Um Caso de Psiquiatria!, Ana Paula Santana: O Percurso de Uma "Predadora" ou "Um Caso Mal Estudado", Paula Santana: O Que Ficou Por Dizer e Reginaldo Silva: Um Kriminoso Muito Especial!

REMINDER 1: 17/01/12: 23 DAYS TO GO!...

Em relacao ao assunto em epigrafe, inicialmente anunciado aqui, queiram por favor referir-se a esta pagina.
SUMARIO
I. BACKGROUND
II. Hacking e Sabotagem do meu blog (koluki.blogspot.com) e endereco electronico (koluki@yahoo.co.uk) e de outras contas minhas na internet
III. ATAQUES AO MEU BOM NOME, REPUTACAO E DIGNIDADE PESSOAL
IV. VIOLACOES DOS MEUS DIREITOS HUMANOS
A. Da Declaracao Universal dos Direitos Humanos
B. Da Declaracao de Pequim sobre os Direitos das Mulheres
C. Da Constituicao da Republica de Angola
V. VIOLACOES DOS PRINCIPIOS DE ETICA E NORMAS DEONTOLOGICAS REGULADORAS DA ACTIVIDADE JORNALISTICA INTERNACIONALMENTE CONSAGRADOS
VI. VIOLACOES A LEI DE IMPRENSA DA REPUBLICA DE ANGOLA
VII. CONSIDERACOES FINAIS
A. PEDIDO DE REPARACOES
B. APELO

Materia (nao) Relacionada:
"Os Donos da Verdade"

Posts Relacionados:
No Dia Internacional dos Direitos Humanos
Reginaldo Silva: Um Caso de Psiquiatria!
De Bebados, Bufos e Big Brothers
Contra-Argumentando no Vazio
Certissimo!
Media Freedom(s) Quo Vadis?
Angola: Uma Sociedade Doente
Kwao 'Amabilis' e' o Homo Angolensis...
E a Implementacao dessa Lei?
REMINDER 3: 01/02/12: 11 DAYS TO GO!...

REMINDER 2: 25/01/12: 18 DAYS TO GO!...

ADENDA
19/01/12
Acabo de ser informada e de tomar nota de que RS postou igualmente na sua pagina no Facebook, a 12 e 13/11/11, pelo menos dois dos posts da serie que cito no ponto
III. ATAQUES AO MEU BOM NOME, REPUTACAO E DIGNIDADE PESSOAL
desta DENUNCIA PUBLICA.
Caso nao tenha acesso aquele site, podera' consultar a materia nele publicada e os comentarios la' feitos na altura aqui. Por favor, atente-se nas datas de tais comentarios por referencia as datas dos meus posts de resposta, nomeadamente Reginaldo Silva: Um Caso de Psiquiatria!, Ana Paula Santana: O Percurso de Uma "Predadora" ou "Um Caso Mal Estudado", Paula Santana: O Que Ficou Por Dizer e Reginaldo Silva: Um Kriminoso Muito Especial!

REMINDER 1: 17/01/12: 23 DAYS TO GO!...

Em relacao ao assunto em epigrafe, inicialmente anunciado aqui, queiram por favor referir-se a esta pagina.
SUMARIO
I. BACKGROUND
II. Hacking e Sabotagem do meu blog (koluki.blogspot.com) e endereco electronico (koluki@yahoo.co.uk) e de outras contas minhas na internet
III. ATAQUES AO MEU BOM NOME, REPUTACAO E DIGNIDADE PESSOAL
IV. VIOLACOES DOS MEUS DIREITOS HUMANOS
A. Da Declaracao Universal dos Direitos Humanos
B. Da Declaracao de Pequim sobre os Direitos das Mulheres
C. Da Constituicao da Republica de Angola
V. VIOLACOES DOS PRINCIPIOS DE ETICA E NORMAS DEONTOLOGICAS REGULADORAS DA ACTIVIDADE JORNALISTICA INTERNACIONALMENTE CONSAGRADOS
VI. VIOLACOES A LEI DE IMPRENSA DA REPUBLICA DE ANGOLA
VII. CONSIDERACOES FINAIS
A. PEDIDO DE REPARACOES
B. APELO

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Kwao 'Amabilis' e' o Homo Angolensis...
E a Implementacao dessa Lei?
Wednesday, 9 November 2011
De bebados, bufos e... Big Brothers! [actualizado]
Desde muito cedo na vida se dedicam ao oficio/negocio de 'escutas e vigias' - alguns desde que ganharam life contracts para o efeito nas cadeias de onde nunca deveriam ter saido e em que estiveram presos apenas 'para disfarcar'...
Depois dao em 'radialistas' e 'jornalistas' e tudo kwanto e' mediatiko, ate' que "se desenvolvem" e se transmutam em 'hackers', 'stalkers', 'sexual harrassers' e 'violadores avulsos' na internet (emails, blogs, websites, twitters, facebooks, etc. etc. etc. - nisso sao como o Serafim Saudade: nao teem preferencias!) e comecam a "engolir" comentarios feitos nos blogs (especialmente aquele em que se cometem ‘delitos de opinião’ contra todos os 'p(h)oderes'…) das suas vitimas de estimacao!...
E tudo com que objectivo?...
... O linchamento publico dessas vitimas!!!
Will they ever say SORRY to their victims?!

Most certainly NOT...
The Professional... Quite the contrary!!!
{... #"depois de sakar toda a eskama, arrasta o meu nome na lama!"# ...}
[imagem daqui]... E como ja' aqui predizia, em correspondencia com o Big Brother em questao, a.k.a. RS: "(...) mais grave do que tudo isso, fizeram-no por forma a fazerem-me passar por "demente" e "elucubradora" de "fantasmas" que nunca existiram, caso eu sobre elas me pronunciasse, ou me tentasse defender!"
[imagem daqui]Should I remain silent?!
Como dizia a minha querida Avo: ... JAMAIS, JAMAIS DU TOUT!!!
Portanto, aqui fica um
SERIO AVISO A NAVEGACAO:

A qualidade/velocidade da minha "banda larga" esta' a piorar todos os dias. Os cortes no serviço estão a ser constantes e irritantes.
estou a ter saudades da rapidez dos tempos do tãn-tãn.
Estou finalmente a conhecer a verdadeira dimensão do nosso BIG-BROTHER...
Para prevenir futuros "desaparecimentos" de comentarios neste blog, agradecia que as pessoas fizessem um back-up dos seus comentários e os enviassem em simultâneo para o meu email.
Eu sei que o Big Brother (porque nao tenho duvidas nenhumas de que e' ele o responsável pelos registados desaparecimentos - TENHO PROVAS E TESTEMUNHOS! - ate' porque ele tem estado a emitir uma sucessao de avisos/pontos previos a partir do alto do seu "observatorio"...) pode ir atrás deles, mas mesmo assim sempre valerá a pena dar-lhe um pouco mais de trabalho!...
Keep in touch!
UM APELO 'A JUSTICA!
E a Implementacao dessa Lei?[POSTS RELACIONADOS]
"Contemplar um crime em silêncio é cometê-lo"
José Martí
Desde muito cedo na vida se dedicam ao oficio/negocio de 'escutas e vigias' - alguns desde que ganharam life contracts para o efeito nas cadeias de onde nunca deveriam ter saido e em que estiveram presos apenas 'para disfarcar'...
Depois dao em 'radialistas' e 'jornalistas' e tudo kwanto e' mediatiko, ate' que "se desenvolvem" e se transmutam em 'hackers', 'stalkers', 'sexual harrassers' e 'violadores avulsos' na internet (emails, blogs, websites, twitters, facebooks, etc. etc. etc. - nisso sao como o Serafim Saudade: nao teem preferencias!) e comecam a "engolir" comentarios feitos nos blogs (especialmente aquele em que se cometem ‘delitos de opinião’ contra todos os 'p(h)oderes'…) das suas vitimas de estimacao!...
E tudo com que objectivo?...
... O linchamento publico dessas vitimas!!!
Will they ever say SORRY to their victims?!

Most certainly NOT...
The Professional... Quite the contrary!!!
{... #"depois de sakar toda a eskama, arrasta o meu nome na lama!"# ...}
[imagem daqui]... E como ja' aqui predizia, em correspondencia com o Big Brother em questao, a.k.a. RS: "(...) mais grave do que tudo isso, fizeram-no por forma a fazerem-me passar por "demente" e "elucubradora" de "fantasmas" que nunca existiram, caso eu sobre elas me pronunciasse, ou me tentasse defender!"
[imagem daqui]Should I remain silent?!
Como dizia a minha querida Avo: ... JAMAIS, JAMAIS DU TOUT!!!
Portanto, aqui fica um
SERIO AVISO A NAVEGACAO:

A qualidade/velocidade da minha "banda larga" esta' a piorar todos os dias. Os cortes no serviço estão a ser constantes e irritantes.
estou a ter saudades da rapidez dos tempos do tãn-tãn.
Estou finalmente a conhecer a verdadeira dimensão do nosso BIG-BROTHER...
Para prevenir futuros "desaparecimentos" de comentarios neste blog, agradecia que as pessoas fizessem um back-up dos seus comentários e os enviassem em simultâneo para o meu email.
Eu sei que o Big Brother (porque nao tenho duvidas nenhumas de que e' ele o responsável pelos registados desaparecimentos - TENHO PROVAS E TESTEMUNHOS! - ate' porque ele tem estado a emitir uma sucessao de avisos/pontos previos a partir do alto do seu "observatorio"...) pode ir atrás deles, mas mesmo assim sempre valerá a pena dar-lhe um pouco mais de trabalho!...
Keep in touch!
UM APELO 'A JUSTICA!
E a Implementacao dessa Lei?[POSTS RELACIONADOS]
"Contemplar um crime em silêncio é cometê-lo"
José Martí
Monday, 7 November 2011
...Sim Senhora Ministra...
Falando de Etica JornalisticaA ministra da Comunicação Social disse, no Luena, que as críticas sobre alegadas restrições à liberdade de imprensa em Angola “são inaceitáveis”. Carolina Cerqueira considerou que muitas vezes as críticas se transformam em “insulto gratuito” às figuras e instituições do Estado, como o Presidente da República e Chefe do Executivo.
Ao discursar no encerramento do Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social, Carolina Cerqueira admitiu que essas atitudes se devem à juventude da democracia e à falta de formação adequada de alguns jornalistas.
“A falta de uma entidade reguladora do sector que garanta a ética jornalística e o cumprimento da legislação aplicável ao sector será, também, um dos motivos facilitadores de alguns atropelos, que podemos associar à deficiente ou ausência de formação que grande parte dos quadros do sector padece”, disse a ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira.
[Aqui]
POSTS RELACIONADOS
Falando de Etica JornalisticaA ministra da Comunicação Social disse, no Luena, que as críticas sobre alegadas restrições à liberdade de imprensa em Angola “são inaceitáveis”. Carolina Cerqueira considerou que muitas vezes as críticas se transformam em “insulto gratuito” às figuras e instituições do Estado, como o Presidente da República e Chefe do Executivo.
Ao discursar no encerramento do Conselho Consultivo do Ministério da Comunicação Social, Carolina Cerqueira admitiu que essas atitudes se devem à juventude da democracia e à falta de formação adequada de alguns jornalistas.
“A falta de uma entidade reguladora do sector que garanta a ética jornalística e o cumprimento da legislação aplicável ao sector será, também, um dos motivos facilitadores de alguns atropelos, que podemos associar à deficiente ou ausência de formação que grande parte dos quadros do sector padece”, disse a ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira.
[Aqui]
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Friday, 2 September 2011
Certo ou Errado?...

[in Novo Jornal 26/08/11 - clique na imagem para aumentar]
Certissimo!
...So' e' pena que pareça "estar certo na companhia e no lugar errado"... e, provavelmente, "nao por todas as razoes possiveis e imaginarias"...
Mas, qualquer que seja o caso: BEM HAJA MAIS-VELHO!
Porque, devo confessar-lhe honestamente, talvez por nao o conhecer, nem sempre consigo entender plenamente os seus pontos de vista e posicionamentos sobre as mais variadas questoes culturais e sociais angolanas, pelo que por vezes eles inspiram-me algumas reservas - mas desta vez tenho que agradecer-lhe respeitosamente e sem reservas ter-me mostrado, e aos leitores deste blog, que nem sempre (alguma vez?) ando por aqui a (contra) argumentar no vazio e que ainda ha' janelas, como a sua, abertas ao bom senso, a honestidade, a etica, a decencia, a verdade e a justica em Angola!
MUITO OBRIGADA!
Posts relacionados:
(contra) Argumentando (no vazio)
News of (the end of) The World
Questoes de Poder
Falando de Etica Jornalistica
Sobre o Novo Jornal
Bonga Par Lui-Meme

[in Novo Jornal 26/08/11 - clique na imagem para aumentar]
Certissimo!
...So' e' pena que pareça "estar certo na companhia e no lugar errado"... e, provavelmente, "nao por todas as razoes possiveis e imaginarias"...
Mas, qualquer que seja o caso: BEM HAJA MAIS-VELHO!
Porque, devo confessar-lhe honestamente, talvez por nao o conhecer, nem sempre consigo entender plenamente os seus pontos de vista e posicionamentos sobre as mais variadas questoes culturais e sociais angolanas, pelo que por vezes eles inspiram-me algumas reservas - mas desta vez tenho que agradecer-lhe respeitosamente e sem reservas ter-me mostrado, e aos leitores deste blog, que nem sempre (alguma vez?) ando por aqui a (contra) argumentar no vazio e que ainda ha' janelas, como a sua, abertas ao bom senso, a honestidade, a etica, a decencia, a verdade e a justica em Angola!
MUITO OBRIGADA!
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Sobre o Novo Jornal
Bonga Par Lui-Meme
Friday, 26 August 2011
Falando de Etica Jornalistica
[Ou de "Monstros Raciais e Taras Tribais"!...]

Historicamente, a mídia recusa a adoção de uma perspectiva de gênero em seus conteúdos e reforça os estereótipos de gênero, raça e etnia, limitando a veiculação da opinião das mulheres em geral e invisibilizando a participação das mulheres negras e indígenas em todas as esferas da sociedade. Estas últimas, em razão da combinação do sexismo, do racismo e do etnocentrismo, estão na base da sub-representação, não têm suas demandas específicas contempladas na agenda midiática e ainda enfrentam o estereótipo de inferioridade intelectual, estética e moral.

O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, uma promoção da FENAJ – Federação Nacional de Jornalistas e da ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para o Empoderamento das Mulheres e a Igualdade de Gênero, estabelece marcos para a realização de atividades de formação e debate sobre ações para a igualdade entre trabalhadoras e trabalhadores do Jornalismo e estudantes das Faculdades de Comunicação e Jornalismo.
[AQUI]

Codigo Internacional de Etica dos Jornalistas
Principle VI - Respect for Privacy and Human Dignity
An integral part of the professional standards of the journalist is respect for the right of the individual to privacy and human dignity, in conformity with provisions of international and national law concerning protection of the rights and the reputation of others, prohibiting libel, calumny, slander and defamation.
Principle VIII - Respect for Universal Values and Diversity of Cultures
A true journalist stands for the universal values of humanism, above all peace, democracy, human rights, social progress and national liberation, while respecting the distinctive character, value and dignity of each culture, as well as the right of each people freely to choose and develop its political, social, economic and cultural systems. Thus the journalist participates actively in the social transformation towards democratic betterment of society and contributes through dialogue to a climate of confidence in international relations conducive to peace and justice everywhere, to detente, disarmament and national development. It belongs to the ethics of the profession that the journalist be aware of relevant provisions contained in international conventions, declarations and resolutions.
[Extractos daqui]

Codigo de Etica dos Jornalistas Americanos
— Buscar diligentemente os personagens das notícias, para dar-lhes a oportunidade de responder a acusações.
— Identificar as fontes sempre que possível. O público deve receber tanta informação quanto possível sobre a confiabilidade da fonte.
— Sempre questionar os motivos das fontes antes de prometer anonimato.
— Evitar métodos ocultos ou sub-reptícios de coletar informação, exceto quando os métodos abertos tradicionais não podem revelar informações vitais para o público. O uso desses métodos deve ser explicado como parte da história.
— Nunca plagiar.
— Contar com confiança a história da diversidade e magnitude da experiência humana, mesmo quando isso for impopular.
— Examinar seus próprios valores culturais e evitar impor esses valores aos outros.
— Evitar estereótipos de raça, gênero, idade, religião, etnia, geografia, orientação sexual, deficiência, aparência física ou status social.
— Apoiar o intercâmbio aberto de visões de mundo, mesmo de visões consideradas repugnantes.
— Dar voz a quem não a tem; fontes oficiais e não-oficiais de informação podem ser igualmente válidas.
— Fazer distinção entre defesa e reportagem. A análise e o comentário devem ser identificados e não deturpar fato ou contexto.
—Mostrar compaixão por aqueles que podem ser afetados negativamente pela cobertura jornalística. Usar sensibilidade especial ao tratar com crianças e fontes e personagens inexperientes.
— Ser sensíveis ao procurar ou usar entrevistas ou fotos daqueles afetados por tragédias ou aflição.
— Reconhecer que coletar e relatar a informação pode causar prejuízo ou desconforto. A busca da notícia não dá direito à arrogância.
— Reconhecer que os indivíduos particulares têm mais direito a controlar a informação sobre si próprios do que os ocupantes de cargos públicos e outros que buscam poder, influência ou atenção. Somente uma extrema necessidade pública pode justificar a intromissão na privacidade de qualquer um.
— Demonstrar bom gosto. Evitar o estímulo de curiosidades sensacionalistas.
— Ser cuidadosos ao identificar suspeitos juvenis ou vítimas de crimes sexuais.
— Ser judiciosos ao nomear suspeitos de crimes antes do encaminhamento formal da acusação.
— Balancear os direitos de um suspeito de crimes a um julgamento justo com o direito do público a ser informado.
—Esclarecer e explicar a cobertura da notícia e estimular o debate público sobre a conduta jornalística.
— Encorajar o público a expressar discordâncias com a imprensa.
— Admitir erros e corrigi-los prontamente.
— Expor práticas anti-éticas de jornalistas e da imprensa em geral.
— Agir pelos mesmos altos padrões pelos quais julgam os outros.
[Extractos daqui]

Codigo de Etica dos Jornalistas Brasileiros
Art. 6º É dever do jornalista:
I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
IX - respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;
XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;
XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;
XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.
Art. 7º O jornalista não pode:
III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;
IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;
V - usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;
VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;
VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;
IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:
I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;
II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;
III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;
Art. 12. O jornalista deve:
I - ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;
II - buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;
III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;
VI - promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;
Art. 14. O jornalista não deve:
II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;
[Extractos daqui]

Codigo de Etica dos Jornalistas Portugueses
1.O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.
2.O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.
5.O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.
6.O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.
7.O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.
8.O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexo.
9.O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.
10.O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesses.
[Extractos daqui]

SUGESTOES:
1. Sugere-se a todos os interessados, e muito particularmente aos "jornalistas", "escritores" e "fazedores de opiniao" angolanos e seus "novos gurus", que tomem partido e facam bom proveito, teorico e pratico, da informacao acima e, especialmente, do Guia para Jornalistas sobre Gênero, Raça e Etnia;
2. Como exercicio de "revisao da materia dada" sugere-se que se tentem identificar as violacoes (sistemicas e sistematicas!) aos principios de etica jornalistica adoptados internacionalmente registadas em campanhas como esta, esta e esta - so' para mencionar as "mais populares"!...
3. Como exercicio de "fim de curso" sugere-se que se tentem identificar as instancias de sexismo, racismo, etnocentrismo e inferiorizacao intelectual, estetica e moral registadas aqui, aqui, aqui, aqui e aqui - apenas para citar os casos "mais obvios"!...
[Ou de "Monstros Raciais e Taras Tribais"!...]

Historicamente, a mídia recusa a adoção de uma perspectiva de gênero em seus conteúdos e reforça os estereótipos de gênero, raça e etnia, limitando a veiculação da opinião das mulheres em geral e invisibilizando a participação das mulheres negras e indígenas em todas as esferas da sociedade. Estas últimas, em razão da combinação do sexismo, do racismo e do etnocentrismo, estão na base da sub-representação, não têm suas demandas específicas contempladas na agenda midiática e ainda enfrentam o estereótipo de inferioridade intelectual, estética e moral.

O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, uma promoção da FENAJ – Federação Nacional de Jornalistas e da ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para o Empoderamento das Mulheres e a Igualdade de Gênero, estabelece marcos para a realização de atividades de formação e debate sobre ações para a igualdade entre trabalhadoras e trabalhadores do Jornalismo e estudantes das Faculdades de Comunicação e Jornalismo.
[AQUI]

Codigo Internacional de Etica dos Jornalistas
Principle VI - Respect for Privacy and Human Dignity
An integral part of the professional standards of the journalist is respect for the right of the individual to privacy and human dignity, in conformity with provisions of international and national law concerning protection of the rights and the reputation of others, prohibiting libel, calumny, slander and defamation.
Principle VIII - Respect for Universal Values and Diversity of Cultures
A true journalist stands for the universal values of humanism, above all peace, democracy, human rights, social progress and national liberation, while respecting the distinctive character, value and dignity of each culture, as well as the right of each people freely to choose and develop its political, social, economic and cultural systems. Thus the journalist participates actively in the social transformation towards democratic betterment of society and contributes through dialogue to a climate of confidence in international relations conducive to peace and justice everywhere, to detente, disarmament and national development. It belongs to the ethics of the profession that the journalist be aware of relevant provisions contained in international conventions, declarations and resolutions.
[Extractos daqui]

Codigo de Etica dos Jornalistas Americanos
— Buscar diligentemente os personagens das notícias, para dar-lhes a oportunidade de responder a acusações.
— Identificar as fontes sempre que possível. O público deve receber tanta informação quanto possível sobre a confiabilidade da fonte.
— Sempre questionar os motivos das fontes antes de prometer anonimato.
— Evitar métodos ocultos ou sub-reptícios de coletar informação, exceto quando os métodos abertos tradicionais não podem revelar informações vitais para o público. O uso desses métodos deve ser explicado como parte da história.
— Nunca plagiar.
— Contar com confiança a história da diversidade e magnitude da experiência humana, mesmo quando isso for impopular.
— Examinar seus próprios valores culturais e evitar impor esses valores aos outros.
— Evitar estereótipos de raça, gênero, idade, religião, etnia, geografia, orientação sexual, deficiência, aparência física ou status social.
— Apoiar o intercâmbio aberto de visões de mundo, mesmo de visões consideradas repugnantes.
— Dar voz a quem não a tem; fontes oficiais e não-oficiais de informação podem ser igualmente válidas.
— Fazer distinção entre defesa e reportagem. A análise e o comentário devem ser identificados e não deturpar fato ou contexto.
—Mostrar compaixão por aqueles que podem ser afetados negativamente pela cobertura jornalística. Usar sensibilidade especial ao tratar com crianças e fontes e personagens inexperientes.
— Ser sensíveis ao procurar ou usar entrevistas ou fotos daqueles afetados por tragédias ou aflição.
— Reconhecer que coletar e relatar a informação pode causar prejuízo ou desconforto. A busca da notícia não dá direito à arrogância.
— Reconhecer que os indivíduos particulares têm mais direito a controlar a informação sobre si próprios do que os ocupantes de cargos públicos e outros que buscam poder, influência ou atenção. Somente uma extrema necessidade pública pode justificar a intromissão na privacidade de qualquer um.
— Demonstrar bom gosto. Evitar o estímulo de curiosidades sensacionalistas.
— Ser cuidadosos ao identificar suspeitos juvenis ou vítimas de crimes sexuais.
— Ser judiciosos ao nomear suspeitos de crimes antes do encaminhamento formal da acusação.
— Balancear os direitos de um suspeito de crimes a um julgamento justo com o direito do público a ser informado.
—Esclarecer e explicar a cobertura da notícia e estimular o debate público sobre a conduta jornalística.
— Encorajar o público a expressar discordâncias com a imprensa.
— Admitir erros e corrigi-los prontamente.
— Expor práticas anti-éticas de jornalistas e da imprensa em geral.
— Agir pelos mesmos altos padrões pelos quais julgam os outros.
[Extractos daqui]

Codigo de Etica dos Jornalistas Brasileiros
Art. 6º É dever do jornalista:
I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;
IX - respeitar o direito autoral e intelectual do jornalista em todas as suas formas;
XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias;
XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades e, quando for o caso, à comissão de ética competente;
XIV - combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.
Art. 7º O jornalista não pode:
III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de idéias;
IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais;
V - usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;
VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;
VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado;
IX - valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:
I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica;
II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;
III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração;
Art. 12. O jornalista deve:
I - ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas;
II - buscar provas que fundamentem as informações de interesse público;
III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar;
VI - promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável;
Art. 14. O jornalista não deve:
II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional, devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;
[Extractos daqui]

Codigo de Etica dos Jornalistas Portugueses
1.O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.
2.O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.
5.O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.
6.O jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das fontes. O jornalista não deve revelar, mesmo em juízo, as suas fontes confidenciais de informação, nem desrespeitar os compromissos assumidos, excepto se o tentarem usar para canalizar informações falsas. As opiniões devem ser sempre atribuídas.
7.O jornalista deve salvaguardar a presunção da inocência dos arguidos até a sentença transitar em julgado. O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.
8.O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexo.
9.O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos excepto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende. O jornalista obriga-se, antes de recolher declarações e imagens, a atender às condições de serenidade, liberdade e responsabilidade das pessoas envolvidas.
10.O jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios susceptíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesses.
[Extractos daqui]

SUGESTOES:
1. Sugere-se a todos os interessados, e muito particularmente aos "jornalistas", "escritores" e "fazedores de opiniao" angolanos e seus "novos gurus", que tomem partido e facam bom proveito, teorico e pratico, da informacao acima e, especialmente, do Guia para Jornalistas sobre Gênero, Raça e Etnia;
2. Como exercicio de "revisao da materia dada" sugere-se que se tentem identificar as violacoes (sistemicas e sistematicas!) aos principios de etica jornalistica adoptados internacionalmente registadas em campanhas como esta, esta e esta - so' para mencionar as "mais populares"!...
3. Como exercicio de "fim de curso" sugere-se que se tentem identificar as instancias de sexismo, racismo, etnocentrismo e inferiorizacao intelectual, estetica e moral registadas aqui, aqui, aqui, aqui e aqui - apenas para citar os casos "mais obvios"!...
Thursday, 4 August 2011
(contra) Argumentando (no vazio)... [adendado]*

“(...) Sendo já ponto assente que a utilização das escutas telefónicas por parte dos jornalistas é formalmente proibida por lei e pela ética, tal barreira não pode impedir-nos de questionar o impacto desta limitação, diante de algumas situações, como aquelas que atentam gravemente o interesse público”.
Membro do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas Angolanos (SJA), o jornalista admite não conhecer, “por razões ligadas às limitações deontológicas da profissão, nenhum código que permita expressamente que os jornalistas façam recurso a escutas para obterem informação”.
Porém, questiona a fonte, “no conflito entre a busca da verdade e a ética, qual seria a atitude mais correcta do ponto de vista jornalístico se, numa dessas escutas, o jornal tivesse conhecimento que estava em marcha um plano que colocava em risco a vida da Rainha da Inglaterra”.
[Aqui]

ORA VEJAMOS:
Isto e’ como argumentar que um mass murderer atirou uma granada para dentro de uma Igreja onde estavam cerca de 200 pessoas e entre os sinistrados, por mero acaso, encontrava-se um outro mass murderer que tinha sido declarado “inimigo publico no. 1” por ter feito explodir uma bomba numa Escola, matando dezenas de criancas… Portanto, o mass murderer da Igreja teria supostamente prestado um “servico publico” por ter, acidentalmente, aniquilado o mass murderer da Escola, a.k.a. “inimigo publico numero 1”!...
Mas, abstraindo-nos do “extremismo” deste exemplo ficticio, embora perfeitamente plausivel nos dias que correm (vide o recente morticinio de Oslo, ou o “ainda obscuro” caso dos desmaios nas escolas em Angola…), o facto e’ que a Rainha da Inglaterra, para alem dos seus servicos de proteccao e seguranca pessoal, tem o MI5, o MI6, a Scotland Yard, entre toda uma pletora de servicos e agencias militares/para-militares/securitarias/policiais do seu Reino ao seu servico, sendo que em nenhum deles consta o recurso ao “servico de jornalistas”…
Dito de outro modo: em nenhum codigo etico, deontologico ou profissional de conduta da actividade jornalistica e’ contemplada a prestacao de “servicos de seguranca de estado, ou de proteccao publica”, ou quaisquer outros “servicos” que requeiram o recurso a metodos exclusivamente permitidos por lei a entidades devidamente mandatadas e credenciadas para o efeito, e apenas a titulo excepcional (e excepcional porque “na generalidade” constituem violacoes dos mais elementares DIREITOS HUMANOS dos cidadaos, como os direitos a privacidade pessoal e familiar e a honra e ao bom nome social), tais como as escutas telefonicas, a violacao de correspondencia privada (electronica ou outra), o recurso a detectives privados, agentes secretos, ou a “fontes nao identificadas”, ou ainda o uso de informacao recolhida em ambientes informais (... tais como certas cervejarias, kintais e salas de visitas de Luanda...) junto de incautos (ou mal-intencionados) familiares, amigos ou conhecidos (proximos ou distantes, falsos ou reais) das pessoas visadas!
Do mesmo modo, nao e’ (nao deve ser) contemplado nos codigos que regem a actividade jornalistica qualquer regime de excepcao ao projecto de lei que estipula a criminalizacao da "divulgação e oferta, sem consentimento, de filmes e fotografias de outra pessoa através de um sistema de informação com pena de prisão de dois a oito anos ou com multa correspondente", agravada para "quem cometer crimes de difamação, injúria ou calúnia através de um sistema de informação, sendo punido com as penas previstas no Código Penal, elevadas de um terço dos seus limites mínimos e máximos", e prescreve a punicao “com pena de prisão de dois a oito anos quem enviar mensagens electrónicas com intenção de perturbar a paz, o sossego ou vida pessoal, familiar ou sexual de outra pessoa”, o que nada tem a ver com “a divulgacao sem consentimento de fotografias de um jogo de futebol” (... que - sera' preciso nota-lo? - e' sempre um acto publico, logo implicita, tacitamente e licitamente aberto a publicitacao pelos media sem qualquer necessidade de "autorizacoes especiais"...) como aqui argumenta quem, ironicamente, por sinal ate' trabalha para o ofici(al)oso "Nosso Pravda"!… Na verdade tais prescricoes do projecto de lei em questao teem tudo a ver com ESTE, ESTE, ESTE e ESTE TIPO DE CRIMES!
Tao pouco e’ permitido aos jornalistas o recurso a tais praticas apenas porque, alegadamente, “os governos sao os primeiros a faze-lo”!

Foi, alias, esse entendimento das fronteiras entre a etica jornalistica, a liberdade de imprensa e a lei instituida que provocou o oprobrio publico – ja’ 'canonizado' por uma serie de cartoons e graffittis do consagrado artista Banksy (dois dos quais encimam este post) em que os apelida (e bem!) de “Scum of the World” (“Escumalha do 'todo o' Mundo”)! – e conduziu ao humilde pedido de desculpas publicas dos Murdochs, em nome dos seus executivos no News International e no News of The World, pela indefensavel actividade criminosa em que incorreram ao longo de anos, fazendo dezenas de vitimas directas, indirectas e colaterais.

Dentre tais vitimas destaca-se o caso da adolescente de 13 anos de idade, inicialmente desaparecida e posteriormente encontrada morta, Milly Dowler, e a sua familia [*], caso esse em que o hacking do seu voicemail pelo News of The World tera’ interferido negativamente nas investigacoes policiais nos dias seguintes ao seu desaparecimento, acreditando-se que, possivelmente, nao fosse tal interferencia, motivada apenas por objectivos mercantilistas, oportunistas e sensacionalistas, ela poderia ainda ter sido encontrada viva naquele estagio da investigacao…

E’, portanto, no minimo, preposterous (or all too predictable?!), que eles venham agora encontrar "apoio", "simpatia", "justificacao", "desculpas", ou apenas "indiferenca", para as suas actividades ilegais e criminosas no seio da classe jornalistica angolana! Classe jornalistica essa que, diga-se de passagem, cada vez mais vem dando sinais inequivocos, exemplos flagrantes e casos concretos (como os evidenciados em campanhas de sleaze and slander como esta e, especialmente, como esta!) de ter sucumbido, senao de forma total, certamente significativa, as tentacoes de todos os poderes instituidos, particularmente em sociedades com fragilidades institucionais e deficiencias comportamentais de toda a ordem e a varios niveis, como a angolana: o ABUSO desse poder e pelas piores razoes e atraves dos piores metodos possiveis!



Por isso existe, ou deve existir, a lei; por isso a lei deve ser implementada custe o custar e doa a quem doer!

[*] Update 21/09/11: Apenas para notar que os Murdochs ofereceram 3 milhoes de libras (£3m) de compensacao 'a familia Dowler... [aqui]

*ADENDA
Se o "caso Murdochs" pode ser visto (mui enviusadamente, diga-se a partida) como "uma prova" da "falencia moral" do "ocidente", ou da sua imprensa, como uma certa "colunista-em-chefe com p(h)oderes para deixar cicatrizes no cerebro e matar impunemente todo o mundo", sem qualquer nocao do que seja "etica" em geral e muito menos "etica jornalistica", num certo "paskim ango-saotomense" veio advogar, o facto e' que esse caso demonstra exactamente o contrario: no "ocidente" (ao contrario do que se passa amiude no "oriente", ou no "sul", ou mais precisa e incisivamente em Angola e muito especialmente no "paskim" em causa, entre outros do mesmo coturno que nao teem quaisquer pruridos em se vangloriarem da sua pratica reiterada de enlamear sem apelo nem agravo pessoas indefesas como a autora deste blog e o seu filho...), a lei vigente faz-se aplicar "sem olhar a quem" (embora, em casos extraordinarios, tambem possa falhar em produzir justica efectivamente - como se verificou recentemente no caso DSK) e os "todo-poderosos" sao capazes de se tornar suficientemente humildes para pedirem desculpas publicas sem reservas as suas vitimas e a sociedade em geral, porque a isso sao forcados por cidadaos com uma apurada capacidade de indignacao e de reivindicacao dos seus direitos!
De facto, em Angola, os Murdochs sairiam imediata e mui afoita, arrogantemente e trungungueiramente, como tem sido pratica recorrente do "paskim" acima referido, entre outros, "em defesa da sua dama" alegando que todas as acusacoes contra o News of the World mais nao passavam do que "grosseiras tentativas de intromissao na sua linha editorial" ou de "manobras para suprimir a liberdade de imprensa"!!!
Alias, so' o facto de essa 'dona' se arrogar o desplante de continuar a arrotar postas de peixe seco do alto da sua catedra de arrogancia, burrice e ignorancia, quando um minimo de decencia mandaria que ha' muito se tivesse enfiado num buraco, e' apenas demonstrativo disso mesmo: TOTAL E ABSOLUTA FALTA DE ETICA!
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“(...) Sendo já ponto assente que a utilização das escutas telefónicas por parte dos jornalistas é formalmente proibida por lei e pela ética, tal barreira não pode impedir-nos de questionar o impacto desta limitação, diante de algumas situações, como aquelas que atentam gravemente o interesse público”.
Membro do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas Angolanos (SJA), o jornalista admite não conhecer, “por razões ligadas às limitações deontológicas da profissão, nenhum código que permita expressamente que os jornalistas façam recurso a escutas para obterem informação”.
Porém, questiona a fonte, “no conflito entre a busca da verdade e a ética, qual seria a atitude mais correcta do ponto de vista jornalístico se, numa dessas escutas, o jornal tivesse conhecimento que estava em marcha um plano que colocava em risco a vida da Rainha da Inglaterra”.
[Aqui]

ORA VEJAMOS:
Isto e’ como argumentar que um mass murderer atirou uma granada para dentro de uma Igreja onde estavam cerca de 200 pessoas e entre os sinistrados, por mero acaso, encontrava-se um outro mass murderer que tinha sido declarado “inimigo publico no. 1” por ter feito explodir uma bomba numa Escola, matando dezenas de criancas… Portanto, o mass murderer da Igreja teria supostamente prestado um “servico publico” por ter, acidentalmente, aniquilado o mass murderer da Escola, a.k.a. “inimigo publico numero 1”!...
Mas, abstraindo-nos do “extremismo” deste exemplo ficticio, embora perfeitamente plausivel nos dias que correm (vide o recente morticinio de Oslo, ou o “ainda obscuro” caso dos desmaios nas escolas em Angola…), o facto e’ que a Rainha da Inglaterra, para alem dos seus servicos de proteccao e seguranca pessoal, tem o MI5, o MI6, a Scotland Yard, entre toda uma pletora de servicos e agencias militares/para-militares/securitarias/policiais do seu Reino ao seu servico, sendo que em nenhum deles consta o recurso ao “servico de jornalistas”…
Dito de outro modo: em nenhum codigo etico, deontologico ou profissional de conduta da actividade jornalistica e’ contemplada a prestacao de “servicos de seguranca de estado, ou de proteccao publica”, ou quaisquer outros “servicos” que requeiram o recurso a metodos exclusivamente permitidos por lei a entidades devidamente mandatadas e credenciadas para o efeito, e apenas a titulo excepcional (e excepcional porque “na generalidade” constituem violacoes dos mais elementares DIREITOS HUMANOS dos cidadaos, como os direitos a privacidade pessoal e familiar e a honra e ao bom nome social), tais como as escutas telefonicas, a violacao de correspondencia privada (electronica ou outra), o recurso a detectives privados, agentes secretos, ou a “fontes nao identificadas”, ou ainda o uso de informacao recolhida em ambientes informais (... tais como certas cervejarias, kintais e salas de visitas de Luanda...) junto de incautos (ou mal-intencionados) familiares, amigos ou conhecidos (proximos ou distantes, falsos ou reais) das pessoas visadas!
Do mesmo modo, nao e’ (nao deve ser) contemplado nos codigos que regem a actividade jornalistica qualquer regime de excepcao ao projecto de lei que estipula a criminalizacao da "divulgação e oferta, sem consentimento, de filmes e fotografias de outra pessoa através de um sistema de informação com pena de prisão de dois a oito anos ou com multa correspondente", agravada para "quem cometer crimes de difamação, injúria ou calúnia através de um sistema de informação, sendo punido com as penas previstas no Código Penal, elevadas de um terço dos seus limites mínimos e máximos", e prescreve a punicao “com pena de prisão de dois a oito anos quem enviar mensagens electrónicas com intenção de perturbar a paz, o sossego ou vida pessoal, familiar ou sexual de outra pessoa”, o que nada tem a ver com “a divulgacao sem consentimento de fotografias de um jogo de futebol” (... que - sera' preciso nota-lo? - e' sempre um acto publico, logo implicita, tacitamente e licitamente aberto a publicitacao pelos media sem qualquer necessidade de "autorizacoes especiais"...) como aqui argumenta quem, ironicamente, por sinal ate' trabalha para o ofici(al)oso "Nosso Pravda"!… Na verdade tais prescricoes do projecto de lei em questao teem tudo a ver com ESTE, ESTE, ESTE e ESTE TIPO DE CRIMES!
Tao pouco e’ permitido aos jornalistas o recurso a tais praticas apenas porque, alegadamente, “os governos sao os primeiros a faze-lo”!

Foi, alias, esse entendimento das fronteiras entre a etica jornalistica, a liberdade de imprensa e a lei instituida que provocou o oprobrio publico – ja’ 'canonizado' por uma serie de cartoons e graffittis do consagrado artista Banksy (dois dos quais encimam este post) em que os apelida (e bem!) de “Scum of the World” (“Escumalha do 'todo o' Mundo”)! – e conduziu ao humilde pedido de desculpas publicas dos Murdochs, em nome dos seus executivos no News International e no News of The World, pela indefensavel actividade criminosa em que incorreram ao longo de anos, fazendo dezenas de vitimas directas, indirectas e colaterais.

Dentre tais vitimas destaca-se o caso da adolescente de 13 anos de idade, inicialmente desaparecida e posteriormente encontrada morta, Milly Dowler, e a sua familia [*], caso esse em que o hacking do seu voicemail pelo News of The World tera’ interferido negativamente nas investigacoes policiais nos dias seguintes ao seu desaparecimento, acreditando-se que, possivelmente, nao fosse tal interferencia, motivada apenas por objectivos mercantilistas, oportunistas e sensacionalistas, ela poderia ainda ter sido encontrada viva naquele estagio da investigacao…

E’, portanto, no minimo, preposterous (or all too predictable?!), que eles venham agora encontrar "apoio", "simpatia", "justificacao", "desculpas", ou apenas "indiferenca", para as suas actividades ilegais e criminosas no seio da classe jornalistica angolana! Classe jornalistica essa que, diga-se de passagem, cada vez mais vem dando sinais inequivocos, exemplos flagrantes e casos concretos (como os evidenciados em campanhas de sleaze and slander como esta e, especialmente, como esta!) de ter sucumbido, senao de forma total, certamente significativa, as tentacoes de todos os poderes instituidos, particularmente em sociedades com fragilidades institucionais e deficiencias comportamentais de toda a ordem e a varios niveis, como a angolana: o ABUSO desse poder e pelas piores razoes e atraves dos piores metodos possiveis!



Por isso existe, ou deve existir, a lei; por isso a lei deve ser implementada custe o custar e doa a quem doer!

[*] Update 21/09/11: Apenas para notar que os Murdochs ofereceram 3 milhoes de libras (£3m) de compensacao 'a familia Dowler... [aqui]

*ADENDA
Se o "caso Murdochs" pode ser visto (mui enviusadamente, diga-se a partida) como "uma prova" da "falencia moral" do "ocidente", ou da sua imprensa, como uma certa "colunista-em-chefe com p(h)oderes para deixar cicatrizes no cerebro e matar impunemente todo o mundo", sem qualquer nocao do que seja "etica" em geral e muito menos "etica jornalistica", num certo "paskim ango-saotomense" veio advogar, o facto e' que esse caso demonstra exactamente o contrario: no "ocidente" (ao contrario do que se passa amiude no "oriente", ou no "sul", ou mais precisa e incisivamente em Angola e muito especialmente no "paskim" em causa, entre outros do mesmo coturno que nao teem quaisquer pruridos em se vangloriarem da sua pratica reiterada de enlamear sem apelo nem agravo pessoas indefesas como a autora deste blog e o seu filho...), a lei vigente faz-se aplicar "sem olhar a quem" (embora, em casos extraordinarios, tambem possa falhar em produzir justica efectivamente - como se verificou recentemente no caso DSK) e os "todo-poderosos" sao capazes de se tornar suficientemente humildes para pedirem desculpas publicas sem reservas as suas vitimas e a sociedade em geral, porque a isso sao forcados por cidadaos com uma apurada capacidade de indignacao e de reivindicacao dos seus direitos!
De facto, em Angola, os Murdochs sairiam imediata e mui afoita, arrogantemente e trungungueiramente, como tem sido pratica recorrente do "paskim" acima referido, entre outros, "em defesa da sua dama" alegando que todas as acusacoes contra o News of the World mais nao passavam do que "grosseiras tentativas de intromissao na sua linha editorial" ou de "manobras para suprimir a liberdade de imprensa"!!!
Alias, so' o facto de essa 'dona' se arrogar o desplante de continuar a arrotar postas de peixe seco do alto da sua catedra de arrogancia, burrice e ignorancia, quando um minimo de decencia mandaria que ha' muito se tivesse enfiado num buraco, e' apenas demonstrativo disso mesmo: TOTAL E ABSOLUTA FALTA DE ETICA!
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Wednesday, 4 May 2011
Sim Sra. Ministra (?)...
Liberdade de imprensa Ainda ontem, no Bié, a ministra da Comunicação Social orientou um colóquio sobre "Os Médias no Século XXI, Novas Fronteiras Novas Barreiras", que marca em Angola o acto central do dia mundial da liberdade de imprensa.
A ministra afirmou que a liberdade de imprensa não pode ultrapassar os limites impostos pela constituição e pelas leis.
Carolina Cerqueira sublinhou que os jornalistas não podem entender liberdade de imprensa como um meio para minimizar ou divulgar informações que atentem com a dignidade humana, o bom-nome das pessoas, a coisa pública, a ordem, a segurança e os ideais mais nobres do país.
"Temos de ser cautelosos, criativos e desenvolver actividades", disse a ministra, acrescentando que "não é jornalista quem quer". "O jornalismo alimenta-se do conhecimento, das ideias, da experiencia, de uma postura nobre, de respeito pelos outros", frisou.
[Aqui]
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On World Press Freedom Day
Desculpe Sra. Ministra, Mas...
Sim Sra. Ministra!
Liberdade de imprensa Ainda ontem, no Bié, a ministra da Comunicação Social orientou um colóquio sobre "Os Médias no Século XXI, Novas Fronteiras Novas Barreiras", que marca em Angola o acto central do dia mundial da liberdade de imprensa.
A ministra afirmou que a liberdade de imprensa não pode ultrapassar os limites impostos pela constituição e pelas leis.
Carolina Cerqueira sublinhou que os jornalistas não podem entender liberdade de imprensa como um meio para minimizar ou divulgar informações que atentem com a dignidade humana, o bom-nome das pessoas, a coisa pública, a ordem, a segurança e os ideais mais nobres do país.
"Temos de ser cautelosos, criativos e desenvolver actividades", disse a ministra, acrescentando que "não é jornalista quem quer". "O jornalismo alimenta-se do conhecimento, das ideias, da experiencia, de uma postura nobre, de respeito pelos outros", frisou.
[Aqui]
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On World Press Freedom Day
Desculpe Sra. Ministra, Mas...
Sim Sra. Ministra!
Tuesday, 3 May 2011
On World Press Freedom Day

A Legal and Regulatory Perspective: Better Protection for Freedom of Expression in the Age of Digital Communications.
Historically, telecommunication, broadcasting, and other media were distinct industries; they used different technologies and were governed by different regulations. Convergence of communications is dissolving established barriers, not only between professional journalists and citizens using the new tools, but also in the legal and regulatory environment. The legal system has been slow, however, to adjust to the changes caused by the convergence of telecommunications and broadcasting (including public service broadcasting) and the merger of broadband operators and Internet service providers.
There are various national policies and approaches on privacy and freedom of expression, including industrial policy and regulation such as copyright, user-centric approaches related to child protection policy, fraud, defamation and hate speech, net centric policies linking to domain names, and security policy on privacy and freedom of expression. How do we employ these existing mechanisms the better to protect freedom of expression in the age of digital communications? If existing mechanisms are inadequate, what should be done?
The human rights organization, Article 19, has pointed out that Internet intermediaries play a key role in facilitating the connections between the providers of information and users. Today, they are the new postal service, telephone network, local newspaper, and broadcast station. How they are addressed by civil society and governments is not yet clearly established. Consequently freedom of expression is often unduly limited.
This new relationship set by social networks can raise critical legal challenges: for governments to enforce laws, which can risk limiting freedom of speech; for Internet companies to protect privacy and develop standards in an online environment; for users, and especially for young people, to know how to protect their privacy and free speech.
Food for Thought:
• What are the legal and human rights implications of social networks for freedom of expression, privacy, and personal data protection?
• How to protect bloggers and users right to freedom of expression on the Internet and social networks?
• How to find applicable standards and legislation and share good practices on privacy protection?
• What is the role of Internet service providers/web hosting companies? Are they neutral bystanders? And how to treat conflicts of legal jurisdiction created by the trans-border nature of the web and social networks?
• What effect does the convergence of media have on the enabling environment for freedom of expression?
[Extract from a UNESCO Concept Paper]


[AQUI]

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Media Criticism
No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

A Legal and Regulatory Perspective: Better Protection for Freedom of Expression in the Age of Digital Communications.
Historically, telecommunication, broadcasting, and other media were distinct industries; they used different technologies and were governed by different regulations. Convergence of communications is dissolving established barriers, not only between professional journalists and citizens using the new tools, but also in the legal and regulatory environment. The legal system has been slow, however, to adjust to the changes caused by the convergence of telecommunications and broadcasting (including public service broadcasting) and the merger of broadband operators and Internet service providers.
There are various national policies and approaches on privacy and freedom of expression, including industrial policy and regulation such as copyright, user-centric approaches related to child protection policy, fraud, defamation and hate speech, net centric policies linking to domain names, and security policy on privacy and freedom of expression. How do we employ these existing mechanisms the better to protect freedom of expression in the age of digital communications? If existing mechanisms are inadequate, what should be done?
The human rights organization, Article 19, has pointed out that Internet intermediaries play a key role in facilitating the connections between the providers of information and users. Today, they are the new postal service, telephone network, local newspaper, and broadcast station. How they are addressed by civil society and governments is not yet clearly established. Consequently freedom of expression is often unduly limited.
This new relationship set by social networks can raise critical legal challenges: for governments to enforce laws, which can risk limiting freedom of speech; for Internet companies to protect privacy and develop standards in an online environment; for users, and especially for young people, to know how to protect their privacy and free speech.
Food for Thought:
• What are the legal and human rights implications of social networks for freedom of expression, privacy, and personal data protection?
• How to protect bloggers and users right to freedom of expression on the Internet and social networks?
• How to find applicable standards and legislation and share good practices on privacy protection?
• What is the role of Internet service providers/web hosting companies? Are they neutral bystanders? And how to treat conflicts of legal jurisdiction created by the trans-border nature of the web and social networks?
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[Extract from a UNESCO Concept Paper]


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Tuesday, 25 January 2011
Desculpe Senhora Ministra... [Re-Actualizado]*
... Mas...A ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira, afirmou esta Terça-feira, em Luanda, que a media deve estar ao serviço da cidadania, participando efectivamente na promoção de valores que contribuam na construção de uma sociedade justa, equilibrada, fraterna e solidária.
De acordo com a governante, que discursava na abertura do "Seminário Internacional sobre Comunicação e Cidadania", a liberdade de expressão, designadamente manifestada através da comunicação social, não constitui um direito absoluto e ilimitado que se possa sobrepor aos demais direitos e valores.
Disse que o direito de exprimir livremente o pensamento está sujeito a limitações resultantes da colisão com outros direitos fundamentais, com igual valência normativa como o direito à vida, à integridade pessoal, à identidade, privacidade, a intimidade, e outros que se pautam pela defesa ao bom-nome e reputação à imagem, que incluí a reserva da vida privada e familiar defendidos pela Lei Constitucional.
... Tudo muito bem dito e bem pensado e alinhavado, mas...
“Quando estes direitos são violados, além da responsabilidade criminal e civil previstas por lei, constitui medida reparadora sem prejuízo da eventual responsabilidade civil ou criminal, o direito de resposta ou rectificação a quem veja o seu direito ameaçado ou ofendido, cujas informações possam afectar a sua reputação ou que sejam simplesmente mentiras ou erróneas”, referiu a responsável."
[aqui]
... Como se podem defender e obter justica, ou quem e como vindica cidadas como eu que sao vitimas continuadas da violacao sistematica e ostensiva desses seus direitos por parte de individuos e segmentos bem identificados da classe que tutela, porem que o fazem de forma "velada, subrepticia e insidiosa" (sendo este apenas um dos exemplos mais flagrantes)? E... que sao premiados (pelo seu Ministerio!) por isso?! Ou teremos apenas que concluir que (ainda) estamos "todos(?)" numa qualquer "selva pre-jurassica", ou num reino absoluto da manipulacao e da impunidade, "auto-regulado" por "super-poderosos" ditadores, tiranos, corruptos, venais, psicopatas, tarados e criminosos disfarcados de "jornalistas" (e ainda por cima sem carteira!) e por mal educados e pior formados bandos de adolescentes kabungados, incontinentes e retardados (apesar de alguns ja' bem entrados nos seus 50 e 60 anos de idade... casados e... pais de muitos filhos - como convem!), emocional, comunicacional e socialmente incompetentes, por isso agressivos, inseguros, frustrados e complexados, imaturos, cobardes, irresponsaveis, sordidos e mercenarios (enfim, feios, porcos e maus), mais suas aficcionadas oportunistas, cheias de ressaibos e recalcamentos, intelectualmente desonestas e intriguistas, praticamente todos eles e elas uma matilha de arrogantes ignorantes racistas de extrema direita, por conviccao ou por contagio e conscientes disso ou nao, invertidos ou extrovertidos, metidos a "a intelectuais opinionistas" e... bem remunerados?!

E, ja' agora...
Em abono da verdade não estamos nada bem no entendimento que já devíamos ter destes mecanismos, considerando os anos de estrada que já levamos desde que a primeira lei de imprensa foi aprovada em 1991.
(...)
Da auto-regulação temos uma ideia vaga, pois a classe e as organizações profissionais existentes não têm sido capazes de assumir as suas responsabilidades neste domínio.
(...)
Claramente, nesta matéria e depois de tudo quanto ouvimos do Vice-Presidente da ERC, temos que concluir que estamos de facto e de jure no período jurássico da história da regulação ao nível da comunicação social, com a agravante de não haver sinais políticos que apontem para a existência de vontade suficiente para abandonarmos tão rapidamente quanto possível esta fase do nosso atraso conceptual e institucional.[aqui]
... Kem fala sua verdade neste kazu particular deveria merecer kastigo, se nao em nome proprio, em nome dos seus kavilos ke faz kestao de defender korporativistikamente!
E, ja' agora, tambem:
Segundo Paulo Catarro, o jornalista na sua acção investigativa ou no seu exercício laboral independente, não deve ser um agente de contra-poder, mas sim um veículo de transmissão de informação e não um justiceiro, porquanto o jornalista não pode perder a capacidade crítica e a imparcialidade, de modo a preservar a sua credibilidade.
"O jornalismo e a investigação estão ligados de tal forma que obrigam o jornalista a ter os cinco sentidos muito activos, daí que o profissional de comunicação social deve estar atento a tudo que lhe chega, como ponto de partida para uma investigação jornalística", frisou.
Lembrou que o jornalista não pode se esquecer, como primeira regra antes de iniciar uma investigação, de procurar saber de onde vem a informação e que repercursões terá, enquanto premissas que vão definir se vale a pena tratar da informação ou não, tendo em conta as consequências.
Para si, o jornalista não se pode esquecer de questões básicas como a preservação do bom nome, porque um erro jornalístico pode manchar a reputação e a vida de uma pessoa, o que é inaceitável no exercício da profissão que serve o interesse público, mas pode colidir com interesses pessoais.
Neste contexto, o profissional deve insistir em saber com todo cuidado e independência, a origem da fonte que fez chegar a informação, tentando, a todo custo, se distanciar do caso em questão, o que se denomina pré-investigação e permite ao profissional chegar a conclusões sobre a qualidade de informação adquirida.
Acrescentou haver necessidade de conferir um clima de confiança as fontes, em função das repercursões do que se transmite aos receptores das mensagens, tendo sempre o cuidado sobre o que a investigação impõe, como saber se a informação vai afectar alguém, se o jornalista está a ser manipulado ou não.
[aqui]

Ministra da Comunicação Social apela ao rigor e sentido de responsabilidade
A ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira, apelou na noite desta quarta-feira, em Luanda, ao contínuo sentido de rigor e responsabilidade dos jornalistas angolanos para o engrandecimento da nação.
Carolina Cerqueira falava na cerimónia de atribuição do Prémio Nacional de Jornalismo, cuja gala teve lugar num complexo hoteleiro de Luanda.
A governante considera os jornalistas como membros de uma classe corajosa, respeitada, que procura informar e relançar o país.
Disse que há uma estratégia ambiciosa para o sector que requer de todos consciência, rigor, responsabilidade e trabalho para que a comunicação social seja a que o povo angolano mereça e que o país precisa.
Sobre o prémio, Carolina Cerqueira sublinhou que foi suficientemente publicitado.
... Mas:
"Classe Corajosa"?
[... De facto e' preciso MUITA CORAGEM para se usar o poder da imprensa para se linchar cobarde e impunemente em praca publica mulheres e orfaos indefesos que nao se conhece de parte nenhuma sem quaisquer escrupulos! E, pior ainda, faze-lo sem qualquer motivo aparente ... ou melhor, apenas por ciumes, inveja, odio, despeito, rancor, incompetencia comunicacional e social e desejos frustrados, entre outras esquizofrenias, psicopatias e patologias...]
"Classe Respeitada"?
[Por quem? ... E onde e' que eu ja' li algo sobre "bebados ou bufos"?!]
Ah!... Tinha-me esquecido que estamos em plena "pre-campanha eleitoral"... e o poder e os media ...e os media e o poder!
Quanto ao "sentido de rigor, consciencia, trabalho e responsabilidade"... ca' esperaremos... SENTADOS!!!
Post Relacionado:
Sim Sra. Ministra!
*Postado inicialmente a 26/12/10
... Mas...A ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira, afirmou esta Terça-feira, em Luanda, que a media deve estar ao serviço da cidadania, participando efectivamente na promoção de valores que contribuam na construção de uma sociedade justa, equilibrada, fraterna e solidária.
De acordo com a governante, que discursava na abertura do "Seminário Internacional sobre Comunicação e Cidadania", a liberdade de expressão, designadamente manifestada através da comunicação social, não constitui um direito absoluto e ilimitado que se possa sobrepor aos demais direitos e valores.
Disse que o direito de exprimir livremente o pensamento está sujeito a limitações resultantes da colisão com outros direitos fundamentais, com igual valência normativa como o direito à vida, à integridade pessoal, à identidade, privacidade, a intimidade, e outros que se pautam pela defesa ao bom-nome e reputação à imagem, que incluí a reserva da vida privada e familiar defendidos pela Lei Constitucional.
... Tudo muito bem dito e bem pensado e alinhavado, mas...
“Quando estes direitos são violados, além da responsabilidade criminal e civil previstas por lei, constitui medida reparadora sem prejuízo da eventual responsabilidade civil ou criminal, o direito de resposta ou rectificação a quem veja o seu direito ameaçado ou ofendido, cujas informações possam afectar a sua reputação ou que sejam simplesmente mentiras ou erróneas”, referiu a responsável."
[aqui]
... Como se podem defender e obter justica, ou quem e como vindica cidadas como eu que sao vitimas continuadas da violacao sistematica e ostensiva desses seus direitos por parte de individuos e segmentos bem identificados da classe que tutela, porem que o fazem de forma "velada, subrepticia e insidiosa" (sendo este apenas um dos exemplos mais flagrantes)? E... que sao premiados (pelo seu Ministerio!) por isso?! Ou teremos apenas que concluir que (ainda) estamos "todos(?)" numa qualquer "selva pre-jurassica", ou num reino absoluto da manipulacao e da impunidade, "auto-regulado" por "super-poderosos" ditadores, tiranos, corruptos, venais, psicopatas, tarados e criminosos disfarcados de "jornalistas" (e ainda por cima sem carteira!) e por mal educados e pior formados bandos de adolescentes kabungados, incontinentes e retardados (apesar de alguns ja' bem entrados nos seus 50 e 60 anos de idade... casados e... pais de muitos filhos - como convem!), emocional, comunicacional e socialmente incompetentes, por isso agressivos, inseguros, frustrados e complexados, imaturos, cobardes, irresponsaveis, sordidos e mercenarios (enfim, feios, porcos e maus), mais suas aficcionadas oportunistas, cheias de ressaibos e recalcamentos, intelectualmente desonestas e intriguistas, praticamente todos eles e elas uma matilha de arrogantes ignorantes racistas de extrema direita, por conviccao ou por contagio e conscientes disso ou nao, invertidos ou extrovertidos, metidos a "a intelectuais opinionistas" e... bem remunerados?!

E, ja' agora...
Em abono da verdade não estamos nada bem no entendimento que já devíamos ter destes mecanismos, considerando os anos de estrada que já levamos desde que a primeira lei de imprensa foi aprovada em 1991.
(...)
Da auto-regulação temos uma ideia vaga, pois a classe e as organizações profissionais existentes não têm sido capazes de assumir as suas responsabilidades neste domínio.
(...)
Claramente, nesta matéria e depois de tudo quanto ouvimos do Vice-Presidente da ERC, temos que concluir que estamos de facto e de jure no período jurássico da história da regulação ao nível da comunicação social, com a agravante de não haver sinais políticos que apontem para a existência de vontade suficiente para abandonarmos tão rapidamente quanto possível esta fase do nosso atraso conceptual e institucional.[aqui]
... Kem fala sua verdade neste kazu particular deveria merecer kastigo, se nao em nome proprio, em nome dos seus kavilos ke faz kestao de defender korporativistikamente!
E, ja' agora, tambem:
Segundo Paulo Catarro, o jornalista na sua acção investigativa ou no seu exercício laboral independente, não deve ser um agente de contra-poder, mas sim um veículo de transmissão de informação e não um justiceiro, porquanto o jornalista não pode perder a capacidade crítica e a imparcialidade, de modo a preservar a sua credibilidade.
"O jornalismo e a investigação estão ligados de tal forma que obrigam o jornalista a ter os cinco sentidos muito activos, daí que o profissional de comunicação social deve estar atento a tudo que lhe chega, como ponto de partida para uma investigação jornalística", frisou.
Lembrou que o jornalista não pode se esquecer, como primeira regra antes de iniciar uma investigação, de procurar saber de onde vem a informação e que repercursões terá, enquanto premissas que vão definir se vale a pena tratar da informação ou não, tendo em conta as consequências.
Para si, o jornalista não se pode esquecer de questões básicas como a preservação do bom nome, porque um erro jornalístico pode manchar a reputação e a vida de uma pessoa, o que é inaceitável no exercício da profissão que serve o interesse público, mas pode colidir com interesses pessoais.
Neste contexto, o profissional deve insistir em saber com todo cuidado e independência, a origem da fonte que fez chegar a informação, tentando, a todo custo, se distanciar do caso em questão, o que se denomina pré-investigação e permite ao profissional chegar a conclusões sobre a qualidade de informação adquirida.
Acrescentou haver necessidade de conferir um clima de confiança as fontes, em função das repercursões do que se transmite aos receptores das mensagens, tendo sempre o cuidado sobre o que a investigação impõe, como saber se a informação vai afectar alguém, se o jornalista está a ser manipulado ou não.
[aqui]

Ministra da Comunicação Social apela ao rigor e sentido de responsabilidade
A ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira, apelou na noite desta quarta-feira, em Luanda, ao contínuo sentido de rigor e responsabilidade dos jornalistas angolanos para o engrandecimento da nação.
Carolina Cerqueira falava na cerimónia de atribuição do Prémio Nacional de Jornalismo, cuja gala teve lugar num complexo hoteleiro de Luanda.
A governante considera os jornalistas como membros de uma classe corajosa, respeitada, que procura informar e relançar o país.
Disse que há uma estratégia ambiciosa para o sector que requer de todos consciência, rigor, responsabilidade e trabalho para que a comunicação social seja a que o povo angolano mereça e que o país precisa.
Sobre o prémio, Carolina Cerqueira sublinhou que foi suficientemente publicitado.
... Mas:
"Classe Corajosa"?
[... De facto e' preciso MUITA CORAGEM para se usar o poder da imprensa para se linchar cobarde e impunemente em praca publica mulheres e orfaos indefesos que nao se conhece de parte nenhuma sem quaisquer escrupulos! E, pior ainda, faze-lo sem qualquer motivo aparente ... ou melhor, apenas por ciumes, inveja, odio, despeito, rancor, incompetencia comunicacional e social e desejos frustrados, entre outras esquizofrenias, psicopatias e patologias...]
"Classe Respeitada"?
[Por quem? ... E onde e' que eu ja' li algo sobre "bebados ou bufos"?!]
Ah!... Tinha-me esquecido que estamos em plena "pre-campanha eleitoral"... e o poder e os media ...e os media e o poder!
Quanto ao "sentido de rigor, consciencia, trabalho e responsabilidade"... ca' esperaremos... SENTADOS!!!
Post Relacionado:
Sim Sra. Ministra!
*Postado inicialmente a 26/12/10
Monday, 24 January 2011
Duvida ("metodica")
[imagem daqui]
... Kem (nao) komprou o SA?
Post (nao) relacionado:
Versoes & Especulacoes
Friday, 21 January 2011
Monday, 29 November 2010
Friday, 29 October 2010
Media Freedom(s): Quo Vadis? (III) [R]*
[Continued from: Part I and Part II]
Journalists spend most of their time asking other people questions. But there are also plenty of questions we in the media should be asking ourselves.
[here]

Hate Becomes a Commodity
One of the plagues of human history has been the belief that there are certain people or groups of people who don't share the same moral status as everyone else, when it comes to the kind of treatment they receive. These individuals and groups are society's scapegoats. Traditionally, they have been subjected to symbolic violence, in which they have been depicted in words and images and other forms of expression in degraded ways. Beyond that, they were often subjected to physical violence, as well, depending on the society and the scapegoats in question.
The list of individuals and scapegoats who have been forced into these roles is legion. They are the innocent and the guilty; the mad and the sane. They are Jews, blacks, Christians, pagans, heretics of all sorts, political critics and criminals, saints and scientists, et al.
Today, we see a new variation on this endless historical game of dehumanization and degradation. Now, we have a political system and media that gain much of their profit and power by turning public figures into scapegoats, arousing the emotions of anger, ridicule and disdain in audiences and voters. But beyond them, there is, in this system, now, incessant pressure to generate scapegoats -- to invent fools and villains for public consumption, so as to win political contests, make money and receive public acclaim.
The right to not be smeared, worldwide; the right to not have one's suffering turned into a sadistic circus; the right to not be bombarded by insulting questions -- these and other rights we assume belong to the rest of us, fall by the wayside. To gather the information and images they need to create their stories, the perpetrators of this system violate a second set of rights as well -- rights to not have one's privacy invaded; to not be followed, pressed in on, surrounded, and turned into prey.
With the emergence of a worldwide media culture, this is now a global phenomenon. And information that can be used to damage people and put them in the scapegoat category (or further into the scapegoat category) has now, incredibly, become a form of wealth. With the proliferation of media and the Internet, which is turning millions of people into journalists of a sort, and into something much like a public figures, and with the growing use of surveillance technologies and computer files, this system now threatens to get completely out of control.
We are developing a global media system in which Hate is becoming a commodity. What is new about this system isn't that it manipulates hate to achieve various ends. Rather, it is the scale and pervasiveness and sophistication with which it does so, based on high-tech tools of communications and image manipulation. As a result, we are all being drawn into a worldwide virtual gladiator game in which the stakes are all too real for the victims and for everyone who must now live and be brought up in an environment that encourages many of humanity's worst instincts.
[here ]
The Ethical Reporter
There can be little doubt that the news media today is a force for truth. But like most of the works of man, it is also immersed in the cycle of violence, misperception and transference that governs human affairs. The task of journalism is to grow beyond the untruth of sadism and submission, while strengthening the healthy alternatives of independent and ethical reporting.
At its best, such an ethical and independent reporting would be motivated by a desire to tell the truth and defend right, to defend the genuine moral order, rather than get revenge for past wrongs. Reporters working in such a system would be concerned with the triumph of truth, as a force that can free people and enlarge the realm of justice, rather than with the triumph of the injured self at the expense of other people.
In its ideal state, this kind of reporting is a form of non-neurotic behavior. It is the expression of a mature, adult personality, able to use its considerable powers to grow and improve the world. A reporter who fits this description can’t help but expose wrong – he does so merely by honestly describing the untruth he sees around him.
[here and more here]
*[First posted 24/09/10]
[Continued from: Part I and Part II]
Journalists spend most of their time asking other people questions. But there are also plenty of questions we in the media should be asking ourselves.
[here]

Hate Becomes a Commodity
One of the plagues of human history has been the belief that there are certain people or groups of people who don't share the same moral status as everyone else, when it comes to the kind of treatment they receive. These individuals and groups are society's scapegoats. Traditionally, they have been subjected to symbolic violence, in which they have been depicted in words and images and other forms of expression in degraded ways. Beyond that, they were often subjected to physical violence, as well, depending on the society and the scapegoats in question.
The list of individuals and scapegoats who have been forced into these roles is legion. They are the innocent and the guilty; the mad and the sane. They are Jews, blacks, Christians, pagans, heretics of all sorts, political critics and criminals, saints and scientists, et al.
Today, we see a new variation on this endless historical game of dehumanization and degradation. Now, we have a political system and media that gain much of their profit and power by turning public figures into scapegoats, arousing the emotions of anger, ridicule and disdain in audiences and voters. But beyond them, there is, in this system, now, incessant pressure to generate scapegoats -- to invent fools and villains for public consumption, so as to win political contests, make money and receive public acclaim.
The right to not be smeared, worldwide; the right to not have one's suffering turned into a sadistic circus; the right to not be bombarded by insulting questions -- these and other rights we assume belong to the rest of us, fall by the wayside. To gather the information and images they need to create their stories, the perpetrators of this system violate a second set of rights as well -- rights to not have one's privacy invaded; to not be followed, pressed in on, surrounded, and turned into prey.
With the emergence of a worldwide media culture, this is now a global phenomenon. And information that can be used to damage people and put them in the scapegoat category (or further into the scapegoat category) has now, incredibly, become a form of wealth. With the proliferation of media and the Internet, which is turning millions of people into journalists of a sort, and into something much like a public figures, and with the growing use of surveillance technologies and computer files, this system now threatens to get completely out of control.
We are developing a global media system in which Hate is becoming a commodity. What is new about this system isn't that it manipulates hate to achieve various ends. Rather, it is the scale and pervasiveness and sophistication with which it does so, based on high-tech tools of communications and image manipulation. As a result, we are all being drawn into a worldwide virtual gladiator game in which the stakes are all too real for the victims and for everyone who must now live and be brought up in an environment that encourages many of humanity's worst instincts.
[here ]
The Ethical Reporter
There can be little doubt that the news media today is a force for truth. But like most of the works of man, it is also immersed in the cycle of violence, misperception and transference that governs human affairs. The task of journalism is to grow beyond the untruth of sadism and submission, while strengthening the healthy alternatives of independent and ethical reporting.
At its best, such an ethical and independent reporting would be motivated by a desire to tell the truth and defend right, to defend the genuine moral order, rather than get revenge for past wrongs. Reporters working in such a system would be concerned with the triumph of truth, as a force that can free people and enlarge the realm of justice, rather than with the triumph of the injured self at the expense of other people.
In its ideal state, this kind of reporting is a form of non-neurotic behavior. It is the expression of a mature, adult personality, able to use its considerable powers to grow and improve the world. A reporter who fits this description can’t help but expose wrong – he does so merely by honestly describing the untruth he sees around him.
[here and more here]
*[First posted 24/09/10]




