Showing posts with label KIMPA VITA. Show all posts
Showing posts with label KIMPA VITA. Show all posts

Tuesday, 12 June 2012

Novo Livro sobre Kimpa Vita



 306 ANIVERSÁRIO DA MORTE DE KIMPA VITA


 PUBLICACAO DE UM NOVO ROMANCE EM PARIS
  
Numa dinâmica imparável, a capital francesa registou, há dias, o lançamento de mais uma obra literária sobre a célebre heroína africana, trabalho do médico congolês, da margem esquerda, Magloire Mpembi Nkosi, patenteada nas edições Anibwe.
 
A apresentação deste livro enquadrou-se, na comemoração da efeméride marcando a morte na fogueira, vítima da Inquisição, no dia 2 de Julho de 1706, em Evolulu, nos arredores de Mbanza Kongo, atual capital da Província angolana do Zaire.

[Continue lendo aqui]
 


 306 ANIVERSÁRIO DA MORTE DE KIMPA VITA


 PUBLICACAO DE UM NOVO ROMANCE EM PARIS
  
Numa dinâmica imparável, a capital francesa registou, há dias, o lançamento de mais uma obra literária sobre a célebre heroína africana, trabalho do médico congolês, da margem esquerda, Magloire Mpembi Nkosi, patenteada nas edições Anibwe.
 
A apresentação deste livro enquadrou-se, na comemoração da efeméride marcando a morte na fogueira, vítima da Inquisição, no dia 2 de Julho de 1706, em Evolulu, nos arredores de Mbanza Kongo, atual capital da Província angolana do Zaire.

[Continue lendo aqui]
 

Tuesday, 9 March 2010

"Noticias do meu pais"...

Ha' ja' algum tempo que nao visitava o site de "O Pais", pelo que quando, em resultado de uma mensagem com sugestoes de leitura que recebi da minha mama Xiboa, a ele voltei para ler esta entrevista da Ministra da Cultura de Angola, Rosa Cruz e Silva, fi-lo com um misto de apreensao e curiosidade...

Esta ultima, levou-me a le-la com a facilidade e conforto de quem nao esta' propriamente a tomar conhecimento de "grandes novidades" sobre os temas abordados - particularmente no que 'a historia de Mulheres Angolanas como Nzinga Mbandi ou Kimpa Vita diz respeito, embora nao possa ter deixado de me interrogar sobre o porque de nenhum dos especialistas por ela mencionados (alguns dos quais tambem por mim aqui referidos) ter estado presente no recente Coloquio Internacional sobre a primeira...

Quanto a apreensao, impoe-se-me referir aqui (um pouco a 'contra regra', mas justificadamente) que, tanto entrevistada como entrevistador, sao pessoas que conheci pessoalmente em circunstancias muito distintas (e distantes) das que ora se nos apresentam, mas que "as voltas que a vida da'", especialmente em Angola, me aconselham ("nao va' o diabo tece-las"...) a tratar com algum distanciamento (no primeiro caso, por razoes obvias, 'devido'; no segundo, nao tanto, mas ainda assim...)- quanto mais nao seja porque eles estao "dentro" e eu estou "fora"...

Bom, tudo isso para dizer algo tao simples como isto: sim, gostei de ler; gostei de saber de algumas curiosidades que desconhecia, mas... gostei menos de, entre outros assuntos supostamente "pertinentes" e do interesse publico, nao ver abordada a "maka do ultimo PNC em Literatura", ou onde para, finalmente, a estatua da Rainha Nzinga e porque?!

Sera' a isso que se referem alguns analistas, tambem "de dentro", quando falam de "uma unica forma de ver o pais" e de "um jornalismo light, pro-governamental"?

Fica a pergunta.
Ha' ja' algum tempo que nao visitava o site de "O Pais", pelo que quando, em resultado de uma mensagem com sugestoes de leitura que recebi da minha mama Xiboa, a ele voltei para ler esta entrevista da Ministra da Cultura de Angola, Rosa Cruz e Silva, fi-lo com um misto de apreensao e curiosidade...

Esta ultima, levou-me a le-la com a facilidade e conforto de quem nao esta' propriamente a tomar conhecimento de "grandes novidades" sobre os temas abordados - particularmente no que 'a historia de Mulheres Angolanas como Nzinga Mbandi ou Kimpa Vita diz respeito, embora nao possa ter deixado de me interrogar sobre o porque de nenhum dos especialistas por ela mencionados (alguns dos quais tambem por mim aqui referidos) ter estado presente no recente Coloquio Internacional sobre a primeira...

Quanto a apreensao, impoe-se-me referir aqui (um pouco a 'contra regra', mas justificadamente) que, tanto entrevistada como entrevistador, sao pessoas que conheci pessoalmente em circunstancias muito distintas (e distantes) das que ora se nos apresentam, mas que "as voltas que a vida da'", especialmente em Angola, me aconselham ("nao va' o diabo tece-las"...) a tratar com algum distanciamento (no primeiro caso, por razoes obvias, 'devido'; no segundo, nao tanto, mas ainda assim...)- quanto mais nao seja porque eles estao "dentro" e eu estou "fora"...

Bom, tudo isso para dizer algo tao simples como isto: sim, gostei de ler; gostei de saber de algumas curiosidades que desconhecia, mas... gostei menos de, entre outros assuntos supostamente "pertinentes" e do interesse publico, nao ver abordada a "maka do ultimo PNC em Literatura", ou onde para, finalmente, a estatua da Rainha Nzinga e porque?!

Sera' a isso que se referem alguns analistas, tambem "de dentro", quando falam de "uma unica forma de ver o pais" e de "um jornalismo light, pro-governamental"?

Fica a pergunta.