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Friday, 15 July 2011

FESPAM: Festival Panafricain de Musique





Le Festival Panafricain de Musique (FESPAM) est une grande manifestation culturelle et scientifique biennale qui vise essentiellement la promotion de la musique du continent africain et de sa diaspora dans sa triple dimension traditionnelle, moderne et religieuse.



“A indústria criativa sul-africana e a renascença das músicas bantu” é o tema de uma palestra dada pelo historiador Simão Souindoula, esta quinta-feira, no Palácio dos Congressos de Brazzaville.

Realizada no âmbito do VIII Festival Panafricano de Música (FESPAM), que termina amanhã, em Brazzaville, na República do Congo, vai servir para o historiador analisar a actual renascença da música africana, a partir da expansão do mercado discográfico nacional e a abrangência dos ritmos sul-africanos.

Para Simão Souindoula, o crescimento económico, industrial e cultural da África do Sul é um elemento chave na regeneração da música tradicional e moderna do continente e das línguas bantu. Esta nova dinâmica, argumenta, é completada por muitos músicos e promotores dos países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que têm realizado espectáculos regulares em palcos europeus e americanos.
“É a cultura e os valores africanos que são levados além fronteiras em cada uma destas actuações”, disse. O facto do mercado discográfico da África do Sul ser um dos mais produtivos e menos caros do continente surge como um ponto decisivo no actual renascimento da música africana, por oferecer custos de produção competitivos, apoio técnico de alto nível e uma qualidade de serviços bastante atractiva.

A oitava edição do FESPAM realiza-se este ano sob o lema “Compromissos artísticos e inovações estéticas para o Renascimento Africano”. “A intenção é chamar a atenção para a arte africana e o papel dos músicos no processo de regeneração. A ideia é, ainda, fazer uma homenagem à história do continente e contribuir efectivamente para o seu renascimento”, disse o ministro da Cultura e Artes do Congo, Jean Claude Gakosso. “É altura dos africanos olharem para o futuro através da salvaguarda do seu património cultural, que actualmente enfrenta os desafios da globalização”, acrescentou.



The organisers of the KORA All Africa Music Awards created a unique partnership with the Ministry of Tourism and Culture in Congo (Brazzaville), and staged the Pan African Music Festival in Brazzaville during 2003 and 2005. Le Festival Panafricain de Musique or FESPAM is an important cultural event on the African continent for it belongs to the OAU-AFRICAN UNION and showcases musical artists from all parts of Africa. The Festival takes place every two years.
According to Mr. Ernest Coovi Adjovi, “This agreement is an important step along the KORA journey and recognises the contribution that KORA has made to music of African Origin. I am honoured that our expertise and strengths have been recognised through this unique agreement and we look forward to the impact that FESPAM will have in Africa this year.”


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Hugh Masekela on African Music





Le Festival Panafricain de Musique (FESPAM) est une grande manifestation culturelle et scientifique biennale qui vise essentiellement la promotion de la musique du continent africain et de sa diaspora dans sa triple dimension traditionnelle, moderne et religieuse.



“A indústria criativa sul-africana e a renascença das músicas bantu” é o tema de uma palestra dada pelo historiador Simão Souindoula, esta quinta-feira, no Palácio dos Congressos de Brazzaville.

Realizada no âmbito do VIII Festival Panafricano de Música (FESPAM), que termina amanhã, em Brazzaville, na República do Congo, vai servir para o historiador analisar a actual renascença da música africana, a partir da expansão do mercado discográfico nacional e a abrangência dos ritmos sul-africanos.

Para Simão Souindoula, o crescimento económico, industrial e cultural da África do Sul é um elemento chave na regeneração da música tradicional e moderna do continente e das línguas bantu. Esta nova dinâmica, argumenta, é completada por muitos músicos e promotores dos países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que têm realizado espectáculos regulares em palcos europeus e americanos.
“É a cultura e os valores africanos que são levados além fronteiras em cada uma destas actuações”, disse. O facto do mercado discográfico da África do Sul ser um dos mais produtivos e menos caros do continente surge como um ponto decisivo no actual renascimento da música africana, por oferecer custos de produção competitivos, apoio técnico de alto nível e uma qualidade de serviços bastante atractiva.

A oitava edição do FESPAM realiza-se este ano sob o lema “Compromissos artísticos e inovações estéticas para o Renascimento Africano”. “A intenção é chamar a atenção para a arte africana e o papel dos músicos no processo de regeneração. A ideia é, ainda, fazer uma homenagem à história do continente e contribuir efectivamente para o seu renascimento”, disse o ministro da Cultura e Artes do Congo, Jean Claude Gakosso. “É altura dos africanos olharem para o futuro através da salvaguarda do seu património cultural, que actualmente enfrenta os desafios da globalização”, acrescentou.



The organisers of the KORA All Africa Music Awards created a unique partnership with the Ministry of Tourism and Culture in Congo (Brazzaville), and staged the Pan African Music Festival in Brazzaville during 2003 and 2005. Le Festival Panafricain de Musique or FESPAM is an important cultural event on the African continent for it belongs to the OAU-AFRICAN UNION and showcases musical artists from all parts of Africa. The Festival takes place every two years.
According to Mr. Ernest Coovi Adjovi, “This agreement is an important step along the KORA journey and recognises the contribution that KORA has made to music of African Origin. I am honoured that our expertise and strengths have been recognised through this unique agreement and we look forward to the impact that FESPAM will have in Africa this year.”


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Hugh Masekela on African Music

Sunday, 15 August 2010

1960-2010: "The Year of Africa" 50 Years On (XVII)

Ce jour à 1960:

En 1482 Diego Cao découvre l'embouche du fleuve Congo… Cette introduction à l'histoire du Congo fait de l'Afrique un simple appendice de l'histoire européenne. Il ne serait pas trop tôt de sortir de cette caricature coloniale et réductrice qui fait encore office aujourd'hui d'histoire officielle et scolaire du Congo, de sa terre et de ses hommes. Notre histoire est celle des origines de ses habitants, depuis la naissance de l'humanité. Elle intègre notre espace géographique comme carrefour des peuples, de ses expressions étatiques à travers les ages, des éléments qui ont fait le quotidien de cette terre depuis les origines. Elle ne commence pas une nuit de partage à Berlin. Notre monde n'a pas toujours été immuable comme il nous semble trop souvent le percevoir, reléguant le progrès au seul mérite de l'apport coloniale.

Construire notre intellect et nos actes à partir de la connaissance de nous-mêmes, nous conduira à des révolutions intellectuelles telles que:

1. La fermeture du mausolée de Brazza. Des français qui l'ont visité, seul le Front National s'en félicite! Un diplomate a même confié, après y avoir vu ces fresques qui représentent le nègre primitif élevé à la civilisation par le blanc, qu'il y est rentré convaincu des effets positifs de la colonisation, et ressorti honteux des sous-hommes que son pays avait créé. Quel est le sens de la célébration de l'indépendance qui depuis quelques années est marquée par la municipalisation accélérée, si d'autre part nous rendons au colonisateur un hommage supérieur à celui rendu à tout congolais de l'histoire? Ce mausolée de la honte pourra être transformé en musée/bibliothèque/archives nationales, pour un pays qui n'en a aucun.

Quatre années après l'inauguration du mausolée de Brazza, la pilule ne passe toujours pas. Ils sont des milliers de congolais patriotes blessés dans leur amour propre par cet édifice qui par ailleurs ne semble extasier personne. Sauf peut-être l'extrême droite européenne, car au-delà de l'aspect symbolique du bâtiment, l'intérieur est tapissé de peintures représentent les Noirs autochtones en primitifs sauvages, conduits à la civilisation par Pierre Savorgnan de Brazza qui leur donne vêtements, santé et savoir. Un message indiscutablement qualifié de raciste dans les pays du nord où l'on peut se faire condamner pour moins que cela : Casterman l'éditeur de Tintin est sous le coup d'une procédure judiciaire parce que « Tintin au Congo » affiche des dialogues dénigrants pour la culture congolaise précoloniale.

2. La débaptisation de Brazzaville. L'un ne va pas sans l'autre. Si on est pour le nom de Brazzaville à notre capitale, il faut honorer celui à qui on le doit. Si à l'inverse nous sommes contre le mausolée de ce colon, à plus forte raison, on ne peut admettre qu'une oeuvre encore plus gigantesque, notre capitale entière, lui soit consacrée. Logique n'est ce pas!? Ajoutons que Brazzaville est la dernière capitale africaine à porter encore le nom de son colonisateur. Et enfin, rassurez-vous, ce n'est pas parce que la ville s'appellera Mfoa, Nkuna ou Mavula, qu'elle nous fera apparaitre comme des sauvages. Bien au contraire.

Quand il signe, le 14 juillet 1960, à Matignon, les accords de transfert des compétences, l'abbé Fulbert Youlou pense que le moment est si solennel qu'il doit s'entourer de toutes les forces politiques. Il se présente alors avec les leaders de l'opposition, Jacques Opangault et Stéphane Tchitchélé (qui a remplacé à la tête du PPC Félix Tchicaya, démissionnaire). L'indépendance est proclamée le 15 Août 1960 dans l'allégresse organisée car en réalité, le peuple est inquiet tandis que les cadres se disputent déjà le pouvoirs et les biens abandonnés par les colons.

Le nouveau pouvoir, cartel de marxisants et de militaires, institue autoritairement le même monolithisme politique et syndical que celui qu'il a combattu. Désormais il n'y aura plus qu'un parti, le MNR, Mouvement National de la Révolution, et un syndicat, la CSC, Confédération Syndicale Congolaise. Au nom de l'unité nationale. Et les critiques a posteriori du régime de Youlou mettent en avant la dérive autocratique et la partialité ethnique.



Ce jour à 2010:

Le président congolais Denis Sassou Nguesso, a profité de la célébration du cinquantenaire de l’indépendance du Congo ce dimanche, pour décerner des titres posthumes aux ‘’pères de l’indépendance’’ du Congo.

Denis Sassou N’Guesso a décerné la médaille commémorative du cinquantenaire de l’indépendance du Congo, aux pères de l’indépendance parmi lesquels Fulbert Youlou, Alphonse Massamba Débat, Marien N’Gouabi, JoachimYombi Opango, Pascal Lissouba, qui ont tous exercé les fonctions de président de la République du Congo.

La même médaille a été aussi décernée aux personnalités qui ont marqué l’indépendance du Congo, au nombre desquelles Jacques Opangault, Félix Tchicaya, Stéphane Tchichellé, Alfred Raoul Simon Pierre kikounga Got, Augustin poignet.

Cet imposant ouvrage de 16 mètres et demie a été dévoilé le 11 août par le Président de la République Denis Sassou N'Guesso dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance du Congo. Ce moment vient s'ajouter aux autres qui ornent la ville notamment les statues de la liberté, de la colombe de la paix, du Président Abbé Fulbert Youlou et du vice-président Jacques Opangault. La colonne de l’indépendance est un ouvrage filiforme constitué d’un socle de 3 fois 3 mètres sur 2 mètres 80 de hauteur, prenant appui sur un massif en béton armé de 4 fois 4 sur 1 mètre 80, ancré à 1 mètre 50 du sol. Elle porte en son sommet une statue de 3 mètres représentant «la Marianne». Le maire de Brazzaville Hugues Ngouélondélé a salué l'érection de ce monument qui vient enrichir le patrimoine culturel historique et touristique de la ville: "Ce monument symbolisant une femme portant les tables de la loi de la nation congolaise et baptisé colonne de l'indépendance trônera désormais sur cette place qui sera solennellement dénommée en septembre prochain par délibération municipale : Place de l'indépendance", a-t-il indiqué.

Les cinquante années d'indépendance du Congo, célébrées dimanche, ont été marquées par une longue période de guerre civile dans un pays où 70% des 3,6 millions d'habitants vit encore sous le seuil de pauvreté, même si la paix et la croissance semblent retrouvées. "Les cinquante ans d'indépendance sont marqués du sceau de l'échec. Ils sont maculés de sang. Le bilan des 50 ans de l'indépendance est très largement négatif", estime le président de l'Alliance pour la république et la démocratie (ARD, plate-forme de l'opposition), Mathias Dzon.


[Plus ici , ici , ici e aqui]

En 1482 Diego Cao découvre l'embouche du fleuve Congo… Cette introduction à l'histoire du Congo fait de l'Afrique un simple appendice de l'histoire européenne. Il ne serait pas trop tôt de sortir de cette caricature coloniale et réductrice qui fait encore office aujourd'hui d'histoire officielle et scolaire du Congo, de sa terre et de ses hommes. Notre histoire est celle des origines de ses habitants, depuis la naissance de l'humanité. Elle intègre notre espace géographique comme carrefour des peuples, de ses expressions étatiques à travers les ages, des éléments qui ont fait le quotidien de cette terre depuis les origines. Elle ne commence pas une nuit de partage à Berlin. Notre monde n'a pas toujours été immuable comme il nous semble trop souvent le percevoir, reléguant le progrès au seul mérite de l'apport coloniale.

Construire notre intellect et nos actes à partir de la connaissance de nous-mêmes, nous conduira à des révolutions intellectuelles telles que:

1. La fermeture du mausolée de Brazza. Des français qui l'ont visité, seul le Front National s'en félicite! Un diplomate a même confié, après y avoir vu ces fresques qui représentent le nègre primitif élevé à la civilisation par le blanc, qu'il y est rentré convaincu des effets positifs de la colonisation, et ressorti honteux des sous-hommes que son pays avait créé. Quel est le sens de la célébration de l'indépendance qui depuis quelques années est marquée par la municipalisation accélérée, si d'autre part nous rendons au colonisateur un hommage supérieur à celui rendu à tout congolais de l'histoire? Ce mausolée de la honte pourra être transformé en musée/bibliothèque/archives nationales, pour un pays qui n'en a aucun.

Quatre années après l'inauguration du mausolée de Brazza, la pilule ne passe toujours pas. Ils sont des milliers de congolais patriotes blessés dans leur amour propre par cet édifice qui par ailleurs ne semble extasier personne. Sauf peut-être l'extrême droite européenne, car au-delà de l'aspect symbolique du bâtiment, l'intérieur est tapissé de peintures représentent les Noirs autochtones en primitifs sauvages, conduits à la civilisation par Pierre Savorgnan de Brazza qui leur donne vêtements, santé et savoir. Un message indiscutablement qualifié de raciste dans les pays du nord où l'on peut se faire condamner pour moins que cela : Casterman l'éditeur de Tintin est sous le coup d'une procédure judiciaire parce que « Tintin au Congo » affiche des dialogues dénigrants pour la culture congolaise précoloniale.

2. La débaptisation de Brazzaville. L'un ne va pas sans l'autre. Si on est pour le nom de Brazzaville à notre capitale, il faut honorer celui à qui on le doit. Si à l'inverse nous sommes contre le mausolée de ce colon, à plus forte raison, on ne peut admettre qu'une oeuvre encore plus gigantesque, notre capitale entière, lui soit consacrée. Logique n'est ce pas!? Ajoutons que Brazzaville est la dernière capitale africaine à porter encore le nom de son colonisateur. Et enfin, rassurez-vous, ce n'est pas parce que la ville s'appellera Mfoa, Nkuna ou Mavula, qu'elle nous fera apparaitre comme des sauvages. Bien au contraire.

Quand il signe, le 14 juillet 1960, à Matignon, les accords de transfert des compétences, l'abbé Fulbert Youlou pense que le moment est si solennel qu'il doit s'entourer de toutes les forces politiques. Il se présente alors avec les leaders de l'opposition, Jacques Opangault et Stéphane Tchitchélé (qui a remplacé à la tête du PPC Félix Tchicaya, démissionnaire). L'indépendance est proclamée le 15 Août 1960 dans l'allégresse organisée car en réalité, le peuple est inquiet tandis que les cadres se disputent déjà le pouvoirs et les biens abandonnés par les colons.

Le nouveau pouvoir, cartel de marxisants et de militaires, institue autoritairement le même monolithisme politique et syndical que celui qu'il a combattu. Désormais il n'y aura plus qu'un parti, le MNR, Mouvement National de la Révolution, et un syndicat, la CSC, Confédération Syndicale Congolaise. Au nom de l'unité nationale. Et les critiques a posteriori du régime de Youlou mettent en avant la dérive autocratique et la partialité ethnique.



Ce jour à 2010:

Le président congolais Denis Sassou Nguesso, a profité de la célébration du cinquantenaire de l’indépendance du Congo ce dimanche, pour décerner des titres posthumes aux ‘’pères de l’indépendance’’ du Congo.

Denis Sassou N’Guesso a décerné la médaille commémorative du cinquantenaire de l’indépendance du Congo, aux pères de l’indépendance parmi lesquels Fulbert Youlou, Alphonse Massamba Débat, Marien N’Gouabi, JoachimYombi Opango, Pascal Lissouba, qui ont tous exercé les fonctions de président de la République du Congo.

La même médaille a été aussi décernée aux personnalités qui ont marqué l’indépendance du Congo, au nombre desquelles Jacques Opangault, Félix Tchicaya, Stéphane Tchichellé, Alfred Raoul Simon Pierre kikounga Got, Augustin poignet.

Cet imposant ouvrage de 16 mètres et demie a été dévoilé le 11 août par le Président de la République Denis Sassou N'Guesso dans le cadre des festivités du cinquantenaire de l'indépendance du Congo. Ce moment vient s'ajouter aux autres qui ornent la ville notamment les statues de la liberté, de la colombe de la paix, du Président Abbé Fulbert Youlou et du vice-président Jacques Opangault. La colonne de l’indépendance est un ouvrage filiforme constitué d’un socle de 3 fois 3 mètres sur 2 mètres 80 de hauteur, prenant appui sur un massif en béton armé de 4 fois 4 sur 1 mètre 80, ancré à 1 mètre 50 du sol. Elle porte en son sommet une statue de 3 mètres représentant «la Marianne». Le maire de Brazzaville Hugues Ngouélondélé a salué l'érection de ce monument qui vient enrichir le patrimoine culturel historique et touristique de la ville: "Ce monument symbolisant une femme portant les tables de la loi de la nation congolaise et baptisé colonne de l'indépendance trônera désormais sur cette place qui sera solennellement dénommée en septembre prochain par délibération municipale : Place de l'indépendance", a-t-il indiqué.

Les cinquante années d'indépendance du Congo, célébrées dimanche, ont été marquées par une longue période de guerre civile dans un pays où 70% des 3,6 millions d'habitants vit encore sous le seuil de pauvreté, même si la paix et la croissance semblent retrouvées. "Les cinquante ans d'indépendance sont marqués du sceau de l'échec. Ils sont maculés de sang. Le bilan des 50 ans de l'indépendance est très largement négatif", estime le président de l'Alliance pour la république et la démocratie (ARD, plate-forme de l'opposition), Mathias Dzon.


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Wednesday, 23 June 2010

1960-2010: “The Year of Africa” 50 Years On (VI)

This Day in 1960:


Patrice Lumumba and the MNC formed the first Congolese government in the run-up to the country's independence from Belgium, with Lumumba as Prime Minister and Joseph Kasavubu as President.

[More here]


This Day in 2010:


The sons of Congo's first democratically-elected leader, Patrice Lumumba, are to seek the prosecution for war crimes of 12 Belgian officials suspected of aiding their father's assassination in 1961.

"I want to know how he died. There are many books I can read and everything has been said, but there is no justice," said Guy Lumumba, the leader's youngest son.
"It is a father I am looking for, a father whom I still love, and I want to know why he was killed". "We are targeting the assassins. In Belgium, there are 12 of them. They are alive and we want them to answer for their ignoble acts before justice," he said.

[More here]

This Day in 1960:


Patrice Lumumba and the MNC formed the first Congolese government in the run-up to the country's independence from Belgium, with Lumumba as Prime Minister and Joseph Kasavubu as President.

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This Day in 2010:


The sons of Congo's first democratically-elected leader, Patrice Lumumba, are to seek the prosecution for war crimes of 12 Belgian officials suspected of aiding their father's assassination in 1961.

"I want to know how he died. There are many books I can read and everything has been said, but there is no justice," said Guy Lumumba, the leader's youngest son.
"It is a father I am looking for, a father whom I still love, and I want to know why he was killed". "We are targeting the assassins. In Belgium, there are 12 of them. They are alive and we want them to answer for their ignoble acts before justice," he said.

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Thursday, 6 November 2008

WHY IS THERE NO PEACE IN THE DRC?

That was the question participants at today's Cyber Seminar promoted by the Norwegian Council for Africa sought to address.
The debate was introduced by Dr. Muzong W. Kodi, coordinator of the British-Congo Forum at Chatham House, who offered the following explanations:

The various attempts that have been made so far to resolve the enduring conflict in Eastern Congo have failed because they have not addressed the root causes of the problem which has been wrongly dealt with as an exclusively Congolese concern. This conflict is also the result of the mismanagement of the consequences of the 1994 Rwandan genocide, which has put the Kivus in the frontline of the Tutsi-Hutu bloody confrontation. The root causes are:
• The illicit exploitation of the natural resources of Eastern Congo by trading networks put in place during the two wars of 1996-1997 and 1998-2003 by the occupying armies of Rwanda and Uganda which include all the Congolese militias, units of the Congolese national army, the Rwandan Hutu militias in Congo, and Congolese and Rwandan traders.
• Discrimination in land and other resource distribution between the various communities.
• Culture of impunity for human rights violations and other crimes.


[More details here]
That was the question participants at today's Cyber Seminar promoted by the Norwegian Council for Africa sought to address.
The debate was introduced by Dr. Muzong W. Kodi, coordinator of the British-Congo Forum at Chatham House, who offered the following explanations:

The various attempts that have been made so far to resolve the enduring conflict in Eastern Congo have failed because they have not addressed the root causes of the problem which has been wrongly dealt with as an exclusively Congolese concern. This conflict is also the result of the mismanagement of the consequences of the 1994 Rwandan genocide, which has put the Kivus in the frontline of the Tutsi-Hutu bloody confrontation. The root causes are:
• The illicit exploitation of the natural resources of Eastern Congo by trading networks put in place during the two wars of 1996-1997 and 1998-2003 by the occupying armies of Rwanda and Uganda which include all the Congolese militias, units of the Congolese national army, the Rwandan Hutu militias in Congo, and Congolese and Rwandan traders.
• Discrimination in land and other resource distribution between the various communities.
• Culture of impunity for human rights violations and other crimes.


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