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Sunday, 18 March 2012

BULLIES... vs... KAENCHES!!!... [*]




... Ha' uns que atingem "orgasmos lugubres" com coisas...

destas



destas



destas



e
destas



... Ha' outros que o fazem com coisas...

destas



destas



destas



destas



destas



destas



e
destas



... E outros ainda, com coisas...



destas



destas



destas



destas



destas



e
destas!



PERGUNTO:



KWAL A DIFERENCA, KWAL E' ELA?!!!



*[... Feios, Porcos e Maus, Ton-Tons Makutes sem Lei, nem Rei, nem Roke e muito menos Eskrupulos!!!... Portanto: Convem sabermos sempre o que nos espera... Cicatrizes no cerebro!!!...]







... Ha' uns que atingem "orgasmos lugubres" com coisas...

destas



destas



destas



e
destas



... Ha' outros que o fazem com coisas...

destas



destas



destas



destas



destas



destas



e
destas



... E outros ainda, com coisas...



destas



destas



destas



destas



destas



e
destas!



PERGUNTO:



KWAL A DIFERENCA, KWAL E' ELA?!!!



*[... Feios, Porcos e Maus, Ton-Tons Makutes sem Lei, nem Rei, nem Roke e muito menos Eskrupulos!!!... Portanto: Convem sabermos sempre o que nos espera... Cicatrizes no cerebro!!!...]




Wednesday, 29 June 2011

Desculpe Senhora Ministra, mas... [Actualizado]*







*FINALMENTE... perante isto, OS PARABENS SAO DEVIDOS!






[Perante isto, os parabens ficam adiados... embora com alguma esperanca em face disto.]





Lei contra a violência doméstica foi aprovada

A proposta de lei contra a violência doméstica mereceu, ontem, a primeira
aprovação dos deputados, durante a discussão e aprovação do documento na generalidade.

O projecto de diploma, que se enquadra no programa do Executivo que visa a harmonização das famílias e o combate à violência doméstica, foi aprovado por unanimidade. Os 159 deputados presentes na sala votaram a favor. O documento aguarda, agora, pela discussão e aprovação pelos deputados na especialidade.

Com a proposta, o Ministério da Família e Promoção da Mulher, a quem coube, em nome do Executivo, a iniciativa legislativa, pretende dar maior celeridade processual no tratamento de situações de violência doméstica. O documento, composto por 45 artigos subdivididos em seis capítulos, visa também colmatar a inexistência no Código Penal da punição de crimes específicos como é o da violência doméstica.

Durante a apresentação do projecto de lei, a ministra da Família e Promoção da Mulher, Genoveva Lino, lembrou que o combate à violência doméstica tem estado nas preocupações do Executivo, particularmente do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, tendo apelado aos parlamentares que aprovassem a lei.

Com este diploma, disse, pretendemos adequar no sistema jurídico, de forma clara e específica, os vários instrumentos nacionais, regionais e internacionais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, a Declaração de Viena e o Programa de Acção da III Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos de 1993, a Plataforma de Acção de Pequim da IV Conferência Mundial sobre a Mulher, de 1995, e a Declaração dos Chefes de Estado ou de Governos da SADC sobre o Género e Desenvolvimento, de 1997.

Acrescenta-se ainda a estes instrumentos jurídicos a Declaração sobre a Prevenção e Erradicação da Violência contra a Mulher e a Criança em aditamento à Declaração sobre Género e Desenvolvimento, de 1998, a Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, de 1979, e o Protocolo da SADC sobre Género e Desenvolvimento de 2008.

[Aqui]


...Depois disto, so' tenho a dar-lhe os PARABENS!

Post Relacionado:

Dividendos dos "Afectos"



ADENDA


DESCULPE SENHOR BISPO...


O Bispo de Menongue diz que, na sua diocese, a Família está doente.
Dom Mário Lukunde lamenta o reduzido número de fiéis que celebram o Matrimónio na Igreja, além de famílias cujos esposos não frequentam a Igreja por estarem separados.
“A nossa família também anda doente. É muito difícil ver na igreja casal ou família: pai, mãe e filho. Praticamente a gente só vê a mãe e os filhos, os maridos não aparecem” – disse.
“Muitos casais estão separados, muitas mulheres foram deixadas com os filhos. Então quando se fala de família é a mulher com as crianças – acrescentou.
O prelado fala também em crise de casamentos na região.
“Também há uma crise de celebração de matrimónio, não existe, sobretudo os jovens. Queremos ver se através de casais activos conseguimos pescar os outros, ajuda-los a levar uma verdadeira vida de casado” – frisou.
A diocese de Menongue tem na implementação do catecumenato em toda a província do Kuando Kubango como principal projecto para 2011.
“Estamos a celebrar o congresso dos catequistas, esta celebração vai ter várias etapas, o que tínhamos para o ano 2000 era a implementação do catecumenato” – referiu ainda.
“Devemos passar pelas comunidades a explicar as fases do catecumenato e as acções que têm que ser realizadas. Vamos atacar isso já no primeiro mês de 2011” – acrescentou.

[Aqui]


MAS...

... Ja' lhe ocorreu que nem todas as familias angolanas sao verdadeiramente catolicas, mesmo depois de terem cumprido o "catecumenato" e de se terem casado oficial e monogamicamente pela Igreja Catolica?

... Que talvez algumas delas estivessem "mais unidas" e "menos doentes" se lhes fosse permitido pela sociedade pontificada pela Igreja Catolica guiar as suas condutas privadas e vidas sociais de acordo com as normas e padroes das suas culturas ancestrais, ou, mui pragmaticamente numa "sociedade doente" como a angolana, segundo as suas proprias opcoes filosoficas e etico-morais individuais e/ou familiares?

... Que o que mais tera' contribuido para a aparentemente completa erosao dos valores e principios que constituiam o cimento da secular uniao familiar foi a ideologia do regime com o qual a Igreja Catolica parece agora tentar (r)estabelecer uma especie de Concordata?

De qualquer modo, votos de Boa Sorte na sua missao de tentar "recolher as suas ovelhas negras de volta ao seu rebanho"!



[First posted 15/12/10]







*FINALMENTE... perante isto, OS PARABENS SAO DEVIDOS!






[Perante isto, os parabens ficam adiados... embora com alguma esperanca em face disto.]





Lei contra a violência doméstica foi aprovada

A proposta de lei contra a violência doméstica mereceu, ontem, a primeira
aprovação dos deputados, durante a discussão e aprovação do documento na generalidade.

O projecto de diploma, que se enquadra no programa do Executivo que visa a harmonização das famílias e o combate à violência doméstica, foi aprovado por unanimidade. Os 159 deputados presentes na sala votaram a favor. O documento aguarda, agora, pela discussão e aprovação pelos deputados na especialidade.

Com a proposta, o Ministério da Família e Promoção da Mulher, a quem coube, em nome do Executivo, a iniciativa legislativa, pretende dar maior celeridade processual no tratamento de situações de violência doméstica. O documento, composto por 45 artigos subdivididos em seis capítulos, visa também colmatar a inexistência no Código Penal da punição de crimes específicos como é o da violência doméstica.

Durante a apresentação do projecto de lei, a ministra da Família e Promoção da Mulher, Genoveva Lino, lembrou que o combate à violência doméstica tem estado nas preocupações do Executivo, particularmente do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, tendo apelado aos parlamentares que aprovassem a lei.

Com este diploma, disse, pretendemos adequar no sistema jurídico, de forma clara e específica, os vários instrumentos nacionais, regionais e internacionais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, a Declaração de Viena e o Programa de Acção da III Conferência Mundial sobre os Direitos Humanos de 1993, a Plataforma de Acção de Pequim da IV Conferência Mundial sobre a Mulher, de 1995, e a Declaração dos Chefes de Estado ou de Governos da SADC sobre o Género e Desenvolvimento, de 1997.

Acrescenta-se ainda a estes instrumentos jurídicos a Declaração sobre a Prevenção e Erradicação da Violência contra a Mulher e a Criança em aditamento à Declaração sobre Género e Desenvolvimento, de 1998, a Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, de 1979, e o Protocolo da SADC sobre Género e Desenvolvimento de 2008.

[Aqui]


...Depois disto, so' tenho a dar-lhe os PARABENS!

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Dividendos dos "Afectos"



ADENDA


DESCULPE SENHOR BISPO...


O Bispo de Menongue diz que, na sua diocese, a Família está doente.
Dom Mário Lukunde lamenta o reduzido número de fiéis que celebram o Matrimónio na Igreja, além de famílias cujos esposos não frequentam a Igreja por estarem separados.
“A nossa família também anda doente. É muito difícil ver na igreja casal ou família: pai, mãe e filho. Praticamente a gente só vê a mãe e os filhos, os maridos não aparecem” – disse.
“Muitos casais estão separados, muitas mulheres foram deixadas com os filhos. Então quando se fala de família é a mulher com as crianças – acrescentou.
O prelado fala também em crise de casamentos na região.
“Também há uma crise de celebração de matrimónio, não existe, sobretudo os jovens. Queremos ver se através de casais activos conseguimos pescar os outros, ajuda-los a levar uma verdadeira vida de casado” – frisou.
A diocese de Menongue tem na implementação do catecumenato em toda a província do Kuando Kubango como principal projecto para 2011.
“Estamos a celebrar o congresso dos catequistas, esta celebração vai ter várias etapas, o que tínhamos para o ano 2000 era a implementação do catecumenato” – referiu ainda.
“Devemos passar pelas comunidades a explicar as fases do catecumenato e as acções que têm que ser realizadas. Vamos atacar isso já no primeiro mês de 2011” – acrescentou.

[Aqui]


MAS...

... Ja' lhe ocorreu que nem todas as familias angolanas sao verdadeiramente catolicas, mesmo depois de terem cumprido o "catecumenato" e de se terem casado oficial e monogamicamente pela Igreja Catolica?

... Que talvez algumas delas estivessem "mais unidas" e "menos doentes" se lhes fosse permitido pela sociedade pontificada pela Igreja Catolica guiar as suas condutas privadas e vidas sociais de acordo com as normas e padroes das suas culturas ancestrais, ou, mui pragmaticamente numa "sociedade doente" como a angolana, segundo as suas proprias opcoes filosoficas e etico-morais individuais e/ou familiares?

... Que o que mais tera' contribuido para a aparentemente completa erosao dos valores e principios que constituiam o cimento da secular uniao familiar foi a ideologia do regime com o qual a Igreja Catolica parece agora tentar (r)estabelecer uma especie de Concordata?

De qualquer modo, votos de Boa Sorte na sua missao de tentar "recolher as suas ovelhas negras de volta ao seu rebanho"!



[First posted 15/12/10]

Tuesday, 30 November 2010

The Pope on Condoms: 'a step forward'?

[Image from here]


Pope Benedict has suggested that the use of condoms could be justified in some exceptional circumstances. His comments came in a series of interviews given to a German Catholic journalist, Peter Seewald, which are published in a question and answer format in a book entitled Light of the World: The Pope, the Church and the Signs of the Times - in which the Pope refers to the use of condoms in preventing the spread of Aids. Here is an extract of the book:


Peter Seewald:
On the occasion of your trip to Africa in March 2009, the Vatican's policy on Aids once again became the target of media criticism.
Twenty-five percent of all Aids victims around the world today are treated in
Catholic facilities. In some countries, such as Lesotho, for example, the
statistic is 40 percent. In Africa you stated that the Church's traditional
teaching has proven to be the only sure way to stop the spread of HIV. Critics,
including critics from the Church's own ranks, object that it is madness to
forbid a high-risk population to use condoms.


Pope Benedict:
The media coverage completely ignored the rest of the trip to
Africa on account of a single statement. Someone had asked me why the Catholic
Church adopts an unrealistic and ineffective position on Aids. At that point, I
really felt that I was being provoked, because the Church does more than anyone
else. And I stand by that claim.
(…)
In my remarks I was not making a general statement about the condom issue, but merely said, and this is what caused such great offense, that we cannot solve the problem by distributing condoms. Much more needs to be done. We must stand close to the people, we must guide and help them; and we must do this both before and after they contract the disease.

As a matter of fact, you know, people can get condoms when they want them anyway. But this just goes to show that condoms alone do not resolve the question itself. More needs to happen. Meanwhile, the secular realm itself has developed the so called ABC Theory: Abstinence-Be Faithful-Condom, where the condom is understood only as a last resort, when the other two points fail to work.

This means that the sheer fixation on the condom implies a banalization of sexuality, which, after all, is precisely the dangerous source of the attitude of no longer seeing sexuality as the expression of love, but only a sort of drug that people administer to themselves. This is why the fight against the banalization of sexuality is also a part of the struggle to ensure that sexuality is treated as a positive value and to enable it to have a positive effect on the whole of man's being.


Peter Seewald:
Are you saying, then, that the Catholic Church is actually not opposed in principle to the use of condoms?

Pope Benedict:
She of course does not regard it as a real or moral solution, but, in this or that case, there can be nonetheless, in the intention of reducing the risk of infection, a first step in a movement toward a different way, a more human way, of living sexuality.


[Text from here ]
Pope Benedict has suggested that the use of condoms could be justified in some exceptional circumstances. His comments came in a series of interviews given to a German Catholic journalist, Peter Seewald, which are published in a question and answer format in a book entitled Light of the World: The Pope, the Church and the Signs of the Times - in which the Pope refers to the use of condoms in preventing the spread of Aids. Here is an extract of the book:


Peter Seewald:
On the occasion of your trip to Africa in March 2009, the Vatican's policy on Aids once again became the target of media criticism.
Twenty-five percent of all Aids victims around the world today are treated in
Catholic facilities. In some countries, such as Lesotho, for example, the
statistic is 40 percent. In Africa you stated that the Church's traditional
teaching has proven to be the only sure way to stop the spread of HIV. Critics,
including critics from the Church's own ranks, object that it is madness to
forbid a high-risk population to use condoms.


Pope Benedict:
The media coverage completely ignored the rest of the trip to
Africa on account of a single statement. Someone had asked me why the Catholic
Church adopts an unrealistic and ineffective position on Aids. At that point, I
really felt that I was being provoked, because the Church does more than anyone
else. And I stand by that claim.
(…)
In my remarks I was not making a general statement about the condom issue, but merely said, and this is what caused such great offense, that we cannot solve the problem by distributing condoms. Much more needs to be done. We must stand close to the people, we must guide and help them; and we must do this both before and after they contract the disease.

As a matter of fact, you know, people can get condoms when they want them anyway. But this just goes to show that condoms alone do not resolve the question itself. More needs to happen. Meanwhile, the secular realm itself has developed the so called ABC Theory: Abstinence-Be Faithful-Condom, where the condom is understood only as a last resort, when the other two points fail to work.

This means that the sheer fixation on the condom implies a banalization of sexuality, which, after all, is precisely the dangerous source of the attitude of no longer seeing sexuality as the expression of love, but only a sort of drug that people administer to themselves. This is why the fight against the banalization of sexuality is also a part of the struggle to ensure that sexuality is treated as a positive value and to enable it to have a positive effect on the whole of man's being.


Peter Seewald:
Are you saying, then, that the Catholic Church is actually not opposed in principle to the use of condoms?

Pope Benedict:
She of course does not regard it as a real or moral solution, but, in this or that case, there can be nonetheless, in the intention of reducing the risk of infection, a first step in a movement toward a different way, a more human way, of living sexuality.


[Text from here ]

Friday, 27 August 2010

"Um Passo em Frente" (?)...





A revisão do Código da Família vai, entre outras normas, obrigar os homens a assumir a paternidade e garantirem uma pensão de sobrevivência aos filhos, anunciou em Luanda a coordenadora da secção da OMA junto aos Serviços de Apoio ao Presidente da República.

Em declarações ao Jornal de Angola, à margem da palestra sobre "O papel da família e da sociedade civil na construção de uma nova mentalidade", Florbela Rocha Araújo lamentou o facto de muitos homens continuarem a não assumir as suas responsabilidades paternais e informou que o futuro Código da Família, em fase de elaboração, vai procurar inverter esse quadro.

"O actual Código da Família foi aprovado em 1978 e até à data muita coisa mudou na sociedade angolana. Os estudos efectuados vão permitir a entrada em vigor de um novo Código da Família adequado à realidade actual", informou.

Fuga à paternidade

Sobre a fuga à paternidade, Florbela Araújo disse que uma criança sem nome normalmente é revoltada, porque logo à partida a intenção da mãe é contar a história do que se passou e as razões que a levam a criar os filhos sozinha: “é um risco criar os filhos sozinha e quando assim acontece normalmente as crianças crescem revoltadas e, nestes casos, a sociedade é que paga”. Considerou que a família, como núcleo fundamental da sociedade, deve trabalhar para a instrução dos filhos. “É importante que os pais dêem atenção aos filhos e acompanhem a sua educação. Achamos ainda pertinente que nas escolas haja aulas de moral para que as crianças e os jovens se habituem a respeitar os valores da sociedade”, apelou.


[Mais Aqui e Aqui]


Posts Relacionados:

Olhares Diversos VII

O Cidadao em Angola





... "Dois Passos a Retaguarda" (!)


P.S. 1: "(...) uma criança sem nome normalmente é revoltada, porque logo à partida a intenção da mãe é contar a história do que se passou e as razões que a levam a criar os filhos sozinha: é um risco criar os filhos sozinha e quando assim acontece normalmente as crianças crescem revoltadas e, nestes casos, a sociedade é que paga”

Apenas algumas observacoes a essas afirmacoes:


- It ain't necessarily so... E' necessario que se deixe de fazer afirmacoes publicas generalizadoras com base em meras suposicoes, especulacoes e... mais uma vez, estereotipos!

- Qual e' o maior risco? Criar os filhos sozinha num ambiente saudavel, de estabilidade, paz e tranquilidade, ou com um pai (ou outro parceiro) inconstante, irresponsavel, desestabilizador material e emocionalmente, cheio de vicios e abusivo fisica e/ou psicologicamente?...

- A questao da "fuga a paternidade" nao se resume a "criancas sem nome": casos ha' em que a crianca tem e sempre teve o nome que lhe foi (e ate' repetidamente, devido a circunstancias alheias a questao) dado pelo seu pai, pelo que nao se pode falar propriamente em "fuga a paternidade"! No entanto, o facto de lhe ter dado o nome nao significa necessariamente que esse mesmo pai seja um "pai responsavel" - e isso acontece em muitos casos, "abencoados ou nao por Deus"!

- Casos ha' em que relacoes (de papel passado ou nao) de facto se desenvolveram fora daquilo que a "sociedade" tem como "norma padrao"... Casos ha' em que, apesar de algumas aparencias ou especulacoes em contrario, relacoes saudaveis existiram e, apesar da separacao e distanciamento entre os pais da crianca, se mantiveram na base da amizade, do bem-querer e do respeito mutuo...

- Casos ha' em que a mae que ficou a frente da "familia monoparental" fez tudo para evitar que os preconceitos e estigmatizacao da "sociedade" que sobre ela recaiam afectassem o filho, fosse de que forma fosse e muito menos psicologicamente, chegando ate' a pintar para ele um quadro positivo um tanto exagerado da imagem do "pai ausente", precisamente para que ele nao se sentisse "rejeitado" e se viesse a tornar um "revoltado" quando adulto...

- Casos ha' em que todo esse trabalho arduo e delicado de Amor ao longo de toda uma vida sacrificada da "mae solteira" foi literalmente estracalhado e deitado pela sarjeta abaixo sem quaisquer escrupulos pelos ciumes, inveja, odio, despeito, complexos e racismos varios e toda a sorte de sentimentos baixos e mesquinhos, seja por outras parceiras do tal "pai ausente" (se por nenhuma outra razao, pelo simples facto de a crianca ser o unico rapaz dentre os filhos que o dito cujo deixou neste mundo...) e seus familiares e amigos, seja pelos proprios "familiares e amigos", quer da "mae solteira", quer do "pai ausente" - os quais, de resto, nunca acompanharam de perto a relacao nem nunca se dignaram OUVIR a "mae solteira" sobre a questao -, seja ate' por VERDADEIROS ABUTRES supostos ou pretensos "pretendentes post-mortem" e desconhecidos de ambas as partes, liderados por kabungados a espumar da boca e - essas sim, pobres e insignificantes criaturas rejeitadas! - verdes e doentes ninfas sexualmente objectificadas e vultas racistas, ciumentas, frustradas, ociosas, superficiais, mentecaptas, atrasadas mentais, intrometidas, levianas, venais, amorais e imorais, viciadas e viciosas, porcas, vulgares, ordinarias, irresponsaveis, oportunistas e abusivas ... enfim, pela IRRESPONSABILIDADE, pelos complexos, baixo coturno, falta de estofo, ignorancia, bocalismo, imaturidade, insensibilidade, imbecilidade, superficialidade, falsidade, hipocrisia, arrivismo, intromissao abusiva, venalidade, devassa e vil oprobio de certos sectores da tal de "sociedade" (dita "de esquerda")!

Em suma, casos ha' em que tanto a crianca como a "mae solteira" (que, ademais, se tornaram mais vulneraveis do que nunca a toda a sorte de manipulacoes e abusos com a morte subita e precoce do "pai ausente" e, por isso, com a ausencia de um testamento por parte deste - que, nao e' demais lembra-lo, NUNCA FOI CASADO com ninguem! -, o qual, malgre' tout, podia ser chamado a razao, quer em relacao a crianca, quer no que tocava a "defender e a lutar pela sua dama", quando a tal fosse forcado...) ACABAM POR FICAR REFENS, POR SER VITIMAS, POR SER FEITOS BODES EXPIATORIOS E POR PAGAR PELOS MALES, TARAS, VICIOS E DOENCAS, enfim PURE EVIL (!), DA SOCIEDADE e nao o contrario!

E' ISTO QUE CRIA REVOLTA!!!



P.S. 2: Quantos filhos "sem nome" foram deixados pelo colono? Terao todas as suas maes "lhes contado a estoria"? Terao todos eles se tornado "revoltados"? Terao todos eles "feito pagar a sociedade"?!!!




ADENDA



CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA

Artigo 35.º
(Família, casamento e filiação)

1. A família é o núcleo fundamental da organização da sociedade e é objecto de especial protecção do Estado, quer se funde em casamento, quer em união de facto, entre homem e mulher.
2. Todos têm o direito de livremente constituir família nos termos da Constituição e da lei.
3. O homem e a mulher são iguais no seio da família, da sociedade e do Estado, gozando dos mesmos direitos e cabendo-lhes os mesmos deveres.
4. A lei regula os requisitos e os efeitos do casamento e da união de facto, bem como os da sua dissolução.
5. Os filhos são iguais perante a lei, sendo proibida a sua discriminação e a utilização de qualquer designação discriminatória relativa à filiação.
6. A protecção dos direitos da criança, nomeadamente, a sua educação integral e harmoniosa, a protecção da sua saúde, condições de vida e ensino constituem
absoluta prioridade da família, do Estado e da sociedade.
7. O Estado, com a colaboração da família e da sociedade, promove o desenvolvimento harmonioso e integral dos jovens e adolescentes, bem como a criação de condições para a efectivação dos seus direitos políticos, económicos, sociais e culturais e estimula as organizações juvenis para a prossecução de fins económicos, culturais, artísticos, recreativos, desportivos, ambientais, científicos, educacionais, patrióticos e de intercâmbio juvenile internacional.


Artigo 80.º
(Infância)

1. A criança tem direito à atenção especial da família, da sociedade e do Estado, os quais, em estreita colaboração, devem assegurar a sua ampla protecção contra todas as formas de abandono, discriminação, opressão, exploração e exercício abusivo de autoridade, na família e nas demais instituições.
2. As políticas públicas no domínio da família, da educação e da saúde devem salvaguardar o princípio do superior interesse da criança, como forma de garantir o seu pleno desenvolvimento físico, psíquico e cultural.
3. O Estado assegura especial protecção à criança órfã, com deficiência, abandonada ou, por qualquer forma, privada de um ambiente familiar normal.
4. O Estado regula a adopção de crianças, promovendo a sua integração em ambiente familiar sadio e velando pelo seu desenvolvimento integral.
5. É proibido, nos termos da lei, o trabalho de menores em idade escolar.





A revisão do Código da Família vai, entre outras normas, obrigar os homens a assumir a paternidade e garantirem uma pensão de sobrevivência aos filhos, anunciou em Luanda a coordenadora da secção da OMA junto aos Serviços de Apoio ao Presidente da República.

Em declarações ao Jornal de Angola, à margem da palestra sobre "O papel da família e da sociedade civil na construção de uma nova mentalidade", Florbela Rocha Araújo lamentou o facto de muitos homens continuarem a não assumir as suas responsabilidades paternais e informou que o futuro Código da Família, em fase de elaboração, vai procurar inverter esse quadro.

"O actual Código da Família foi aprovado em 1978 e até à data muita coisa mudou na sociedade angolana. Os estudos efectuados vão permitir a entrada em vigor de um novo Código da Família adequado à realidade actual", informou.

Fuga à paternidade

Sobre a fuga à paternidade, Florbela Araújo disse que uma criança sem nome normalmente é revoltada, porque logo à partida a intenção da mãe é contar a história do que se passou e as razões que a levam a criar os filhos sozinha: “é um risco criar os filhos sozinha e quando assim acontece normalmente as crianças crescem revoltadas e, nestes casos, a sociedade é que paga”. Considerou que a família, como núcleo fundamental da sociedade, deve trabalhar para a instrução dos filhos. “É importante que os pais dêem atenção aos filhos e acompanhem a sua educação. Achamos ainda pertinente que nas escolas haja aulas de moral para que as crianças e os jovens se habituem a respeitar os valores da sociedade”, apelou.


[Mais Aqui e Aqui]


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Olhares Diversos VII

O Cidadao em Angola





... "Dois Passos a Retaguarda" (!)


P.S. 1: "(...) uma criança sem nome normalmente é revoltada, porque logo à partida a intenção da mãe é contar a história do que se passou e as razões que a levam a criar os filhos sozinha: é um risco criar os filhos sozinha e quando assim acontece normalmente as crianças crescem revoltadas e, nestes casos, a sociedade é que paga”

Apenas algumas observacoes a essas afirmacoes:


- It ain't necessarily so... E' necessario que se deixe de fazer afirmacoes publicas generalizadoras com base em meras suposicoes, especulacoes e... mais uma vez, estereotipos!

- Qual e' o maior risco? Criar os filhos sozinha num ambiente saudavel, de estabilidade, paz e tranquilidade, ou com um pai (ou outro parceiro) inconstante, irresponsavel, desestabilizador material e emocionalmente, cheio de vicios e abusivo fisica e/ou psicologicamente?...

- A questao da "fuga a paternidade" nao se resume a "criancas sem nome": casos ha' em que a crianca tem e sempre teve o nome que lhe foi (e ate' repetidamente, devido a circunstancias alheias a questao) dado pelo seu pai, pelo que nao se pode falar propriamente em "fuga a paternidade"! No entanto, o facto de lhe ter dado o nome nao significa necessariamente que esse mesmo pai seja um "pai responsavel" - e isso acontece em muitos casos, "abencoados ou nao por Deus"!

- Casos ha' em que relacoes (de papel passado ou nao) de facto se desenvolveram fora daquilo que a "sociedade" tem como "norma padrao"... Casos ha' em que, apesar de algumas aparencias ou especulacoes em contrario, relacoes saudaveis existiram e, apesar da separacao e distanciamento entre os pais da crianca, se mantiveram na base da amizade, do bem-querer e do respeito mutuo...

- Casos ha' em que a mae que ficou a frente da "familia monoparental" fez tudo para evitar que os preconceitos e estigmatizacao da "sociedade" que sobre ela recaiam afectassem o filho, fosse de que forma fosse e muito menos psicologicamente, chegando ate' a pintar para ele um quadro positivo um tanto exagerado da imagem do "pai ausente", precisamente para que ele nao se sentisse "rejeitado" e se viesse a tornar um "revoltado" quando adulto...

- Casos ha' em que todo esse trabalho arduo e delicado de Amor ao longo de toda uma vida sacrificada da "mae solteira" foi literalmente estracalhado e deitado pela sarjeta abaixo sem quaisquer escrupulos pelos ciumes, inveja, odio, despeito, complexos e racismos varios e toda a sorte de sentimentos baixos e mesquinhos, seja por outras parceiras do tal "pai ausente" (se por nenhuma outra razao, pelo simples facto de a crianca ser o unico rapaz dentre os filhos que o dito cujo deixou neste mundo...) e seus familiares e amigos, seja pelos proprios "familiares e amigos", quer da "mae solteira", quer do "pai ausente" - os quais, de resto, nunca acompanharam de perto a relacao nem nunca se dignaram OUVIR a "mae solteira" sobre a questao -, seja ate' por VERDADEIROS ABUTRES supostos ou pretensos "pretendentes post-mortem" e desconhecidos de ambas as partes, liderados por kabungados a espumar da boca e - essas sim, pobres e insignificantes criaturas rejeitadas! - verdes e doentes ninfas sexualmente objectificadas e vultas racistas, ciumentas, frustradas, ociosas, superficiais, mentecaptas, atrasadas mentais, intrometidas, levianas, venais, amorais e imorais, viciadas e viciosas, porcas, vulgares, ordinarias, irresponsaveis, oportunistas e abusivas ... enfim, pela IRRESPONSABILIDADE, pelos complexos, baixo coturno, falta de estofo, ignorancia, bocalismo, imaturidade, insensibilidade, imbecilidade, superficialidade, falsidade, hipocrisia, arrivismo, intromissao abusiva, venalidade, devassa e vil oprobio de certos sectores da tal de "sociedade" (dita "de esquerda")!

Em suma, casos ha' em que tanto a crianca como a "mae solteira" (que, ademais, se tornaram mais vulneraveis do que nunca a toda a sorte de manipulacoes e abusos com a morte subita e precoce do "pai ausente" e, por isso, com a ausencia de um testamento por parte deste - que, nao e' demais lembra-lo, NUNCA FOI CASADO com ninguem! -, o qual, malgre' tout, podia ser chamado a razao, quer em relacao a crianca, quer no que tocava a "defender e a lutar pela sua dama", quando a tal fosse forcado...) ACABAM POR FICAR REFENS, POR SER VITIMAS, POR SER FEITOS BODES EXPIATORIOS E POR PAGAR PELOS MALES, TARAS, VICIOS E DOENCAS, enfim PURE EVIL (!), DA SOCIEDADE e nao o contrario!

E' ISTO QUE CRIA REVOLTA!!!



P.S. 2: Quantos filhos "sem nome" foram deixados pelo colono? Terao todas as suas maes "lhes contado a estoria"? Terao todos eles se tornado "revoltados"? Terao todos eles "feito pagar a sociedade"?!!!




ADENDA



CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA

Artigo 35.º
(Família, casamento e filiação)

1. A família é o núcleo fundamental da organização da sociedade e é objecto de especial protecção do Estado, quer se funde em casamento, quer em união de facto, entre homem e mulher.
2. Todos têm o direito de livremente constituir família nos termos da Constituição e da lei.
3. O homem e a mulher são iguais no seio da família, da sociedade e do Estado, gozando dos mesmos direitos e cabendo-lhes os mesmos deveres.
4. A lei regula os requisitos e os efeitos do casamento e da união de facto, bem como os da sua dissolução.
5. Os filhos são iguais perante a lei, sendo proibida a sua discriminação e a utilização de qualquer designação discriminatória relativa à filiação.
6. A protecção dos direitos da criança, nomeadamente, a sua educação integral e harmoniosa, a protecção da sua saúde, condições de vida e ensino constituem
absoluta prioridade da família, do Estado e da sociedade.
7. O Estado, com a colaboração da família e da sociedade, promove o desenvolvimento harmonioso e integral dos jovens e adolescentes, bem como a criação de condições para a efectivação dos seus direitos políticos, económicos, sociais e culturais e estimula as organizações juvenis para a prossecução de fins económicos, culturais, artísticos, recreativos, desportivos, ambientais, científicos, educacionais, patrióticos e de intercâmbio juvenile internacional.


Artigo 80.º
(Infância)

1. A criança tem direito à atenção especial da família, da sociedade e do Estado, os quais, em estreita colaboração, devem assegurar a sua ampla protecção contra todas as formas de abandono, discriminação, opressão, exploração e exercício abusivo de autoridade, na família e nas demais instituições.
2. As políticas públicas no domínio da família, da educação e da saúde devem salvaguardar o princípio do superior interesse da criança, como forma de garantir o seu pleno desenvolvimento físico, psíquico e cultural.
3. O Estado assegura especial protecção à criança órfã, com deficiência, abandonada ou, por qualquer forma, privada de um ambiente familiar normal.
4. O Estado regula a adopção de crianças, promovendo a sua integração em ambiente familiar sadio e velando pelo seu desenvolvimento integral.
5. É proibido, nos termos da lei, o trabalho de menores em idade escolar.

Saturday, 17 April 2010

Algo que o 'Velho Marx' assinaria por baixo (?)...

From: "Barack Obama"
To: "Ana Santana"
Friday, 16 April, 2010 19:35

Wall Street reform

Ana --

It has now been well over a year since the near collapse of our entire financial system that cost the nation more than 8 million jobs. To this day, hard-working families struggle to make ends meet.

We've made strides -- businesses are starting to hire, Americans are finding jobs, and neighbors who had given up looking are returning to the job market with new hope. But the flaws in our financial system that led to this crisis remain unresolved.

Wall Street titans still recklessly speculate with borrowed money. Big banks and credit card companies stack the deck to earn millions while far too many middle-class families, who have done everything right, can barely pay their bills or save for a better future.

We cannot delay action any longer. It is time to hold the big banks accountable to the people they serve, establish the strongest consumer protections in our nation's history -- and ensure that taxpayers will never again be forced to bail out big banks because they are "too big to fail."

That is what Wall Street reform will achieve, why I am so committed to making it happen, and why I'm asking for your help today.

We know that without enforceable, commonsense rules to check abuse and protect families, markets are not truly free. Wall Street reform will foster a strong and vibrant financial sector so that businesses can get loans; families can afford mortgages; entrepreneurs can find the capital to start a new company, sell a new product, or offer a new service.

Consumer financial protections are currently spread across seven different government agencies. Wall Street reform will create one single Consumer Financial Protection Agency -- tasked with preventing predatory practices and making sure you get the clear information, not fine print, needed to avoid ballooning mortgage payments or credit card rate hikes.

Reform will provide crucial new oversight, give shareholders a say on salaries and bonuses, and create new tools to break up failing financial firms so that taxpayers aren't forced into another unfair bailout. And reform will keep our economy secure by ensuring that no single firm can bring down the whole financial system.

With so much at stake, it is not surprising that allies of the big banks and Wall Street lenders have already launched a multi-million-dollar ad campaign to fight these changes. Arm-twisting lobbyists are already storming Capitol Hill, seeking to undermine the strong bipartisan foundation of reform with loopholes and exemptions for the most egregious abusers of consumers.

I won't accept anything short of the full protection that our citizens deserve and our economy needs. It's a fight worth having, and it is a fight we can win -- if we stand up and speak out together.


Thank you,

President Barack Obama
From: "Barack Obama"
To: "Ana Santana"
Friday, 16 April, 2010 19:35

Wall Street reform

Ana --

It has now been well over a year since the near collapse of our entire financial system that cost the nation more than 8 million jobs. To this day, hard-working families struggle to make ends meet.

We've made strides -- businesses are starting to hire, Americans are finding jobs, and neighbors who had given up looking are returning to the job market with new hope. But the flaws in our financial system that led to this crisis remain unresolved.

Wall Street titans still recklessly speculate with borrowed money. Big banks and credit card companies stack the deck to earn millions while far too many middle-class families, who have done everything right, can barely pay their bills or save for a better future.

We cannot delay action any longer. It is time to hold the big banks accountable to the people they serve, establish the strongest consumer protections in our nation's history -- and ensure that taxpayers will never again be forced to bail out big banks because they are "too big to fail."

That is what Wall Street reform will achieve, why I am so committed to making it happen, and why I'm asking for your help today.

We know that without enforceable, commonsense rules to check abuse and protect families, markets are not truly free. Wall Street reform will foster a strong and vibrant financial sector so that businesses can get loans; families can afford mortgages; entrepreneurs can find the capital to start a new company, sell a new product, or offer a new service.

Consumer financial protections are currently spread across seven different government agencies. Wall Street reform will create one single Consumer Financial Protection Agency -- tasked with preventing predatory practices and making sure you get the clear information, not fine print, needed to avoid ballooning mortgage payments or credit card rate hikes.

Reform will provide crucial new oversight, give shareholders a say on salaries and bonuses, and create new tools to break up failing financial firms so that taxpayers aren't forced into another unfair bailout. And reform will keep our economy secure by ensuring that no single firm can bring down the whole financial system.

With so much at stake, it is not surprising that allies of the big banks and Wall Street lenders have already launched a multi-million-dollar ad campaign to fight these changes. Arm-twisting lobbyists are already storming Capitol Hill, seeking to undermine the strong bipartisan foundation of reform with loopholes and exemptions for the most egregious abusers of consumers.

I won't accept anything short of the full protection that our citizens deserve and our economy needs. It's a fight worth having, and it is a fight we can win -- if we stand up and speak out together.


Thank you,

President Barack Obama

Wednesday, 9 December 2009

E por falar em "esquerdas" e "direitas"...

We will not back down

Tuesday, 8 December, 2009 23:33
From:
"President Barack Obama"
To:
"Ana Santana"

Ana --

As we head into the final stretch on health reform, big insurance company lobbyists and their partisan allies hope that their relentless attacks and millions of dollars can intimidate us into accepting the status quo.

So I have a message for them, from all of us: Not this time. We have come too far. We will not turn back. We will not back down.

But do not doubt -- the opponents of reform will not rest.

Let's win this together,

President Barack Obama


*****


We want our money back

Saturday, 16 January, 2010 1:07

From: "Vice President Joe Biden"
To: "Ana Santana"

Ana --

Yesterday, President Obama announced our proposed Financial Crisis Responsibility Fee on the country's largest banks:

"My commitment is to recover every single dime the American people are owed. And my determination to achieve this goal is only heightened when I see reports of massive profits and obscene bonuses at some of the very firms who owe their continued existence to the American people...We want our money back, and we're going to get it."

The fee would recover every penny loaned to Wall Street during the financial crisis and stop the reckless abuses and excesses that nearly caused the collapse of our financial system in the first place.

But the banking industry -- among the most powerful lobbies in Washington -- is already launching attacks to stop Congress from enacting the proposal.

Barack and I aren't backing down. But to win, we'll need the American people to add their voice right away.

The proposal is expected to recoup billions from the big banks, most of it from the ten largest. As the President said, "If these companies are in good enough shape to afford massive bonuses, they are surely in good enough shape to afford paying back every penny to taxpayers."

There is much more work to do to reform the financial system and create a new era of accountability. But the Financial Crisis Responsibility Fee is a crucial step.

Change isn't easy, but it's certainly worth fighting for. I'm glad you're in this fight with us.

Thank you for making it possible,

Vice President Joe Biden
We will not back down

Tuesday, 8 December, 2009 23:33
From:
"President Barack Obama"
To:
"Ana Santana"

Ana --

As we head into the final stretch on health reform, big insurance company lobbyists and their partisan allies hope that their relentless attacks and millions of dollars can intimidate us into accepting the status quo.

So I have a message for them, from all of us: Not this time. We have come too far. We will not turn back. We will not back down.

But do not doubt -- the opponents of reform will not rest.

Let's win this together,

President Barack Obama


*****


We want our money back

Saturday, 16 January, 2010 1:07

From: "Vice President Joe Biden"
To: "Ana Santana"

Ana --

Yesterday, President Obama announced our proposed Financial Crisis Responsibility Fee on the country's largest banks:

"My commitment is to recover every single dime the American people are owed. And my determination to achieve this goal is only heightened when I see reports of massive profits and obscene bonuses at some of the very firms who owe their continued existence to the American people...We want our money back, and we're going to get it."

The fee would recover every penny loaned to Wall Street during the financial crisis and stop the reckless abuses and excesses that nearly caused the collapse of our financial system in the first place.

But the banking industry -- among the most powerful lobbies in Washington -- is already launching attacks to stop Congress from enacting the proposal.

Barack and I aren't backing down. But to win, we'll need the American people to add their voice right away.

The proposal is expected to recoup billions from the big banks, most of it from the ten largest. As the President said, "If these companies are in good enough shape to afford massive bonuses, they are surely in good enough shape to afford paying back every penny to taxpayers."

There is much more work to do to reform the financial system and create a new era of accountability. But the Financial Crisis Responsibility Fee is a crucial step.

Change isn't easy, but it's certainly worth fighting for. I'm glad you're in this fight with us.

Thank you for making it possible,

Vice President Joe Biden

Wednesday, 25 June 2008

“GIVE THEM CAKE!”

Ou “Let Them Eat Cake!”

Os Britanicos, em particular os “policy analysts” e/ou “activistas do social”, usam frequentemente essa frase para criticar medidas de politica, ou simples projectos localizados, que se apresentem completamente desajustados ao(s) problema(s) que pretendem resolver ou mitigar e particularmente inocuos (no limite, ofensivos) face a realidade vivida pelos individuos ou grupos visados por tais iniciativas (ver uma analise aplicada dessa questao aqui). Esse tipo de critica chega a provocar a queda de governos (pelo menos em paises como este…) particularmente quando estao envolvidos dinheiros publicos.

A frase e’ atribuida a Rainha Marie Antoinette e uma das versoes da sua historia reza que, estando ela a ser brindada pela sua coorte com um concerto de violino, piano e ballet, foi interrompida pelo clamor de multidoes de “descamisados” em frente ao seu palacio. Tendo ela indagado o que se passava, um dos seus servicais informou-a de que se tratava de “gente absolutamente pobre e miseravel, vivendo em favelas sem agua, luz ou saneamento e com altissimos niveis de criminalidade, gente sem trabalho, terra, acesso a educacao ou a alimentacao condigna… em suma, tao pobres que nem pao tinham para dar aos seus filhos”! Ao que a Rainha retorquiu: “Ah, nao teem pao? Entao deam-lhes bolo!”

A historia tambem reza que essa foi a principal razao pela qual Marie Antoinette foi guilhotinada durante a Revolucao Francesa…

A que proposito vem esta historia? Bem, poderiamos responder como aquela outra Rainha: “(de) nada senhor(es)… sao apenas rosas…”
Ou “Let Them Eat Cake!”

Os Britanicos, em particular os “policy analysts” e/ou “activistas do social”, usam frequentemente essa frase para criticar medidas de politica, ou simples projectos localizados, que se apresentem completamente desajustados ao(s) problema(s) que pretendem resolver ou mitigar e particularmente inocuos (no limite, ofensivos) face a realidade vivida pelos individuos ou grupos visados por tais iniciativas (ver uma analise aplicada dessa questao aqui). Esse tipo de critica chega a provocar a queda de governos (pelo menos em paises como este…) particularmente quando estao envolvidos dinheiros publicos.

A frase e’ atribuida a Rainha Marie Antoinette e uma das versoes da sua historia reza que, estando ela a ser brindada pela sua coorte com um concerto de violino, piano e ballet, foi interrompida pelo clamor de multidoes de “descamisados” em frente ao seu palacio. Tendo ela indagado o que se passava, um dos seus servicais informou-a de que se tratava de “gente absolutamente pobre e miseravel, vivendo em favelas sem agua, luz ou saneamento e com altissimos niveis de criminalidade, gente sem trabalho, terra, acesso a educacao ou a alimentacao condigna… em suma, tao pobres que nem pao tinham para dar aos seus filhos”! Ao que a Rainha retorquiu: “Ah, nao teem pao? Entao deam-lhes bolo!”

A historia tambem reza que essa foi a principal razao pela qual Marie Antoinette foi guilhotinada durante a Revolucao Francesa…

A que proposito vem esta historia? Bem, poderiamos responder como aquela outra Rainha: “(de) nada senhor(es)… sao apenas rosas…”