"The Sex Lives of African Girls"
[By Tayie Selasi]
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[Jornalismo de Tesao]




[Jornalismo de Tesao]
Divulgação de fotografias sem consentimento será punida com prisão de até oito anos A divulgação e oferta, sem consentimento, de filmes e fotografias de outra pessoa através de um sistema de informação poderá ser punido com pena de prisão de dois a oito anos ou com multa correspondente.
A medida consta da Proposta de Lei de Combate à Criminalidade no domínio das Tecnologias de Informação e Comunicação, aprovada recentemente, na generalidade, pelo Parlamento.
O documento elucida que a pena será a mesma ainda que as gravações, filmes e fotografias sejam produzidas licitamente.
O diploma condena com pena de prisão de dois a oito anos quem enviar mensagens electrónicas com intenção de perturbar a paz, o sossego ou vida pessoal, familiar ou sexual de outra pessoa.
A lei considera uma agravante quem cometer crimes de difamação, injúria ou calúnia através de um sistema de informação, sendo punido com as penas previstas no Código Penal, elevadas de um terço dos seus limites mínimos e máximos.
O assédio e exibicionismo sexual com recurso a sistemas de informação poderá ser punido com pena de prisão de três dias a dois anos ou com multa correspondente.
Do mesmo modo, poderão ser condenados os cidadãos que sem permissão legal ou do proprietário do sistema de informação acederem a totalidade ou parte dele.
A referida proposta de lei tem em conta o facto do avanço das Tecnologias de Informação e Comunicação, para além de propiciar o aumento da produção e a melhoria dos métodos de trabalho, através do uso da informática e Internet, facilitar também o surgimento de novas formas de crime informático.
A mesma tem ainda em consideração o facto de Angola se direccionar para um evidente crescimento das Tecnologias de Informação, bem como para um progresso socioeconómico, que consequentemente trará o risco da utilização das redes de informática para a prática de infracções.
[AQUI]

This blog is one of those places I visit and leave feeling intrigued and enriched in one way or another! AHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHA. Ó barata tonta, és mesmo uma totó, mais triste que a morte. Coitada de ti que até tens de te auto-elogiar e inventar coisas que escreves a fingir que são outras pessoas. Para lá de enganar o pessoal, ó londrina solitária e vem para a tua terra mandar as bocas que mandas aí no bem bom. Tás armada em africana mas a esta hora já deves ter passaporte tuga ou mesmo inglês. Assim também eu ó exiladazita de meia tigela. Ahahahhahaha. Manda aí mais umas puésias,pá! Que para isso tens tu jeitinho. Para te auto-promoveres que eu faço-te isso de borla. Os fãs aumentam e já sabem que a Doutora Paula Santana é uma reputada economista muangolê no exílio. Anda lá pá! A tua bela foto de carapinha postiça entrançada já cá canta. É o que dá por a fronha no blogue. Com outro corpinho, mas a carinha laroca é a tua. Também pus a da gorda vestida de inverno. Essa ficou na rubrica antes e depois.E publica lá este meu elogio fúnebre eheheheheheheheh. Imorgado,Isaurita ou Malonguito para os amigos.
Monday, February 28, 2011
By Anonymous on Systematic Rape Reported on the border Angola-DRC on 03/03/11
[...] Ahahahahahahahhahahahahahahahahahhaa. Um dia destes vou enviar para o email do senhor desnudado um cheirinho das poesias ilustradas da sua ilustre amigota afro-anglo-saxónoica. Vai morrer de desejo!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Já percebi que é um pato culto mas alegre! Melhor, vou mandar-lhe um convite para ser um dos participantes desse blog privado! Vá continuem lá a trocar mensagens românticas com os meus comentários. Este vou deixar aos dois e a mais alguns quantos onde também já tenho deixado. Uahahahahahha. Maluki é a minha vítima preferida. E o meu blog privé já tem umas boas centenas de fãs de porno-erotismo. Aliás está inscrito em quase tudo quanto é matéria desta deliciosa natureza por esta blogosfera fora e dentro. Uuuuuuuuahhhhhhhhh!!!!!!! Acabei este ride. Voltarei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Imorgadinha dos Canaviais
By Anonymous on Just Poetry (xxxvii) on 20/02/11


Divulgação de fotografias sem consentimento será punida com prisão de até oito anos A divulgação e oferta, sem consentimento, de filmes e fotografias de outra pessoa através de um sistema de informação poderá ser punido com pena de prisão de dois a oito anos ou com multa correspondente.
A medida consta da Proposta de Lei de Combate à Criminalidade no domínio das Tecnologias de Informação e Comunicação, aprovada recentemente, na generalidade, pelo Parlamento.
O documento elucida que a pena será a mesma ainda que as gravações, filmes e fotografias sejam produzidas licitamente.
O diploma condena com pena de prisão de dois a oito anos quem enviar mensagens electrónicas com intenção de perturbar a paz, o sossego ou vida pessoal, familiar ou sexual de outra pessoa.
A lei considera uma agravante quem cometer crimes de difamação, injúria ou calúnia através de um sistema de informação, sendo punido com as penas previstas no Código Penal, elevadas de um terço dos seus limites mínimos e máximos.
O assédio e exibicionismo sexual com recurso a sistemas de informação poderá ser punido com pena de prisão de três dias a dois anos ou com multa correspondente.
Do mesmo modo, poderão ser condenados os cidadãos que sem permissão legal ou do proprietário do sistema de informação acederem a totalidade ou parte dele.
A referida proposta de lei tem em conta o facto do avanço das Tecnologias de Informação e Comunicação, para além de propiciar o aumento da produção e a melhoria dos métodos de trabalho, através do uso da informática e Internet, facilitar também o surgimento de novas formas de crime informático.
A mesma tem ainda em consideração o facto de Angola se direccionar para um evidente crescimento das Tecnologias de Informação, bem como para um progresso socioeconómico, que consequentemente trará o risco da utilização das redes de informática para a prática de infracções.
[AQUI]

This blog is one of those places I visit and leave feeling intrigued and enriched in one way or another! AHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHA. Ó barata tonta, és mesmo uma totó, mais triste que a morte. Coitada de ti que até tens de te auto-elogiar e inventar coisas que escreves a fingir que são outras pessoas. Para lá de enganar o pessoal, ó londrina solitária e vem para a tua terra mandar as bocas que mandas aí no bem bom. Tás armada em africana mas a esta hora já deves ter passaporte tuga ou mesmo inglês. Assim também eu ó exiladazita de meia tigela. Ahahahhahaha. Manda aí mais umas puésias,pá! Que para isso tens tu jeitinho. Para te auto-promoveres que eu faço-te isso de borla. Os fãs aumentam e já sabem que a Doutora Paula Santana é uma reputada economista muangolê no exílio. Anda lá pá! A tua bela foto de carapinha postiça entrançada já cá canta. É o que dá por a fronha no blogue. Com outro corpinho, mas a carinha laroca é a tua. Também pus a da gorda vestida de inverno. Essa ficou na rubrica antes e depois.E publica lá este meu elogio fúnebre eheheheheheheheh. Imorgado,Isaurita ou Malonguito para os amigos.
Monday, February 28, 2011
By Anonymous on Systematic Rape Reported on the border Angola-DRC on 03/03/11
[...] Ahahahahahahahhahahahahahahahahahhaa. Um dia destes vou enviar para o email do senhor desnudado um cheirinho das poesias ilustradas da sua ilustre amigota afro-anglo-saxónoica. Vai morrer de desejo!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Já percebi que é um pato culto mas alegre! Melhor, vou mandar-lhe um convite para ser um dos participantes desse blog privado! Vá continuem lá a trocar mensagens românticas com os meus comentários. Este vou deixar aos dois e a mais alguns quantos onde também já tenho deixado. Uahahahahahha. Maluki é a minha vítima preferida. E o meu blog privé já tem umas boas centenas de fãs de porno-erotismo. Aliás está inscrito em quase tudo quanto é matéria desta deliciosa natureza por esta blogosfera fora e dentro. Uuuuuuuuahhhhhhhhh!!!!!!! Acabei este ride. Voltarei!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Imorgadinha dos Canaviais
By Anonymous on Just Poetry (xxxvii) on 20/02/11


[image from here]
[image from here]
Continuando um pouco na senda da exploracao das relacoes de poder entre raca, genero e sexualidade, em contextos coloniais e post-coloniais (recentemente abordadas aqui e aqui), uma breve apresentacao da traducao para portugues, quinze anos depois da sua primeira edicao em ingles (... no seculo passado...), da obra Imperial Leather: Race, Gender, and Sexuality in the Colonial Context (Routledge, 1995), de Anne McClintock (Simone de Beauvoir Professor of English and Women’s and Gender Studies at UW-Madison).
O titulo em portugues, Couro Imperial: Raça, gênero e sexualidade no embate colonial (Unicamp, Brasil, 2010), apesar de traducao literalmente correcta (embora do subtitulo ja' nao se possa dizer o mesmo perante a traducao de context para embate...), infelizmente nao captura totalmente o seu sentido mais profundo em ingles (dir-se-ia que se trata aqui de um caso de lost in translation) – Imperial Leather e’ o nome de uma conhecida marca britanica de cosmeticos (especialmente sabonete) da epoca Victoriana que se continua a produzir e a comercializar ate’ hoje.


Ora, uma vertente fundamental desta obra (alias, retratada na imagem da sua capa e perspicazmente comentada aqui) e', num contexto em que a cor de pele escura e' associada a sujidade, a 'historia sexual e social da higiene corporal' (ou 'falta dela') e o 'papel civilizador do sabonete' (com um enfoque especial na sua publicidade - para uma breve historia em imagens da representacao de negros em publicidade no UK, ver aqui), aos quais a autora dedica explicitamente dois capitulos, o que da’ o titulo ao livro e um outro entitulado “Soft-Soaping Empire: Commodity Racism and Imperial Advertising.”
[Uma nota que nao posso deixar de fazer aqui, foi o quanto me impressionou, numa das sessoes de historia por literatura oral que a minha avo materna me transmitiu, ela mencionar como, nos relatos sobre os primeiros encontros com 'os brancos (portugueses)', estes "cheiravam muito mal"!... O que pode ser atribuido tanto as diferencas de percepcao sensorial do estranho ('o outro'), fenotipicas ou culturais, como ao facto de tais 'brancos' chegarem ao contacto com os 'negros' (... os hoje malfadados "indigenas", "autoctones", ou "genuinos"...) depois de longas viagens em caravelas sem condicoes aceitaveis de higiene e salubridade (sendo que o seu pais de origem 'a epoca tambem nao era particularmente conhecido pelos "mais elevados standards" sanitarios...) e, uma vez desembarcados, fazerem por vezes longas viagens por zonas nao habitadas ate' chegarem ao contacto directo com os ditos "autoctones"...]
Uma outra dimensao que esta obra coloca, sem remissao, na consciencia de todos quantos a isso se possam prestar, e' a dos direitos reprodutivos da mulher e o seu controlo do proprio corpo: e.g. deixando, de momento, de parte a (falsa?) questao do sacrossanto matrimonio, "quantas 'crias' tem uma 'femea' que parir para poder ser considerada uma 'senhora respeitavel' pela 'sociedade', ou seja, pelos 'homens respeitaveis'" e, correlativa mas cinicamente, "terao tais 'crias' que ser forcosamente do mesmo 'macho'"?
[Clique nas imagens para as ampliar]

Associada aquela dimensao, ha' uma outra abordagem que este livro nos permite: o processo de transferencia, numa sociedade escravocrato-colonial, dos deveres maternais da mulher branca para a escrava/ama-seca negra - o que nos remete, na era 'post-colonial' ou 'post-moderna', para questoes como as afloradas aqui ou aqui...
[imagem daqui]
... Ou, mais recentemente, para o decadente, deprimente, aviltante, degradante e revoltante "espectaculo contemporaneo" de uma filha da 'ex-burguesia colonial' (?), ninfa branca racista supremacista de extrema direita, retardada, ridicula, quase cinquentona, mae solteira de uma unica(?!) filha mulata (va-se la' saber de quem...), nos seus doentios, obscenos, amorais e imorais jogos de seducao de homens negros (...ou quase...), movida, na sua patologica (i)logica do p(h)oder, apenas por inveja, odio, ciume, possessividade e lascivia (veja-se, a este proposito, o seu perfil aqui...), tentando perversa, intrusiva e abusivamente impor/transferir os seus 'desejos frustrados/reprimidos de procriacao em serie' (deste tipo...) para a mulher que ela fantasia ser sua escrava: a negra!

Ou, a falta de melhor, ou mais excitante fantasia, dada a sua mais do que evidente falta de qualquer resquicio de respeitabilidade ou caracter, tentando transforma-la naquilo que ela realmente e': 'lesbica', 'homosexual' ou 'homem em corpo de mulher' (ou sera' 'mulher em corpo de homem' - afinal para que serve a mulher (especialmente a negra) senao para parir?!)...
Patetice... So'?!
[imagem daqui]
Para terminar, destaco da obra (parcialmente reproduzida no 'inserto' abaixo), que em termos metodologicos recorre fundamentalmente a psicanalise, a seguinte passagem:
Continuando um pouco na senda da exploracao das relacoes de poder entre raca, genero e sexualidade, em contextos coloniais e post-coloniais (recentemente abordadas aqui e aqui), uma breve apresentacao da traducao para portugues, quinze anos depois da sua primeira edicao em ingles (... no seculo passado...), da obra Imperial Leather: Race, Gender, and Sexuality in the Colonial Context (Routledge, 1995), de Anne McClintock (Simone de Beauvoir Professor of English and Women’s and Gender Studies at UW-Madison).
O titulo em portugues, Couro Imperial: Raça, gênero e sexualidade no embate colonial (Unicamp, Brasil, 2010), apesar de traducao literalmente correcta (embora do subtitulo ja' nao se possa dizer o mesmo perante a traducao de context para embate...), infelizmente nao captura totalmente o seu sentido mais profundo em ingles (dir-se-ia que se trata aqui de um caso de lost in translation) – Imperial Leather e’ o nome de uma conhecida marca britanica de cosmeticos (especialmente sabonete) da epoca Victoriana que se continua a produzir e a comercializar ate’ hoje.


Ora, uma vertente fundamental desta obra (alias, retratada na imagem da sua capa e perspicazmente comentada aqui) e', num contexto em que a cor de pele escura e' associada a sujidade, a 'historia sexual e social da higiene corporal' (ou 'falta dela') e o 'papel civilizador do sabonete' (com um enfoque especial na sua publicidade - para uma breve historia em imagens da representacao de negros em publicidade no UK, ver aqui), aos quais a autora dedica explicitamente dois capitulos, o que da’ o titulo ao livro e um outro entitulado “Soft-Soaping Empire: Commodity Racism and Imperial Advertising.”
[Uma nota que nao posso deixar de fazer aqui, foi o quanto me impressionou, numa das sessoes de historia por literatura oral que a minha avo materna me transmitiu, ela mencionar como, nos relatos sobre os primeiros encontros com 'os brancos (portugueses)', estes "cheiravam muito mal"!... O que pode ser atribuido tanto as diferencas de percepcao sensorial do estranho ('o outro'), fenotipicas ou culturais, como ao facto de tais 'brancos' chegarem ao contacto com os 'negros' (... os hoje malfadados "indigenas", "autoctones", ou "genuinos"...) depois de longas viagens em caravelas sem condicoes aceitaveis de higiene e salubridade (sendo que o seu pais de origem 'a epoca tambem nao era particularmente conhecido pelos "mais elevados standards" sanitarios...) e, uma vez desembarcados, fazerem por vezes longas viagens por zonas nao habitadas ate' chegarem ao contacto directo com os ditos "autoctones"...]
Uma outra dimensao que esta obra coloca, sem remissao, na consciencia de todos quantos a isso se possam prestar, e' a dos direitos reprodutivos da mulher e o seu controlo do proprio corpo: e.g. deixando, de momento, de parte a (falsa?) questao do sacrossanto matrimonio, "quantas 'crias' tem uma 'femea' que parir para poder ser considerada uma 'senhora respeitavel' pela 'sociedade', ou seja, pelos 'homens respeitaveis'" e, correlativa mas cinicamente, "terao tais 'crias' que ser forcosamente do mesmo 'macho'"?
[Clique nas imagens para as ampliar]

Associada aquela dimensao, ha' uma outra abordagem que este livro nos permite: o processo de transferencia, numa sociedade escravocrato-colonial, dos deveres maternais da mulher branca para a escrava/ama-seca negra - o que nos remete, na era 'post-colonial' ou 'post-moderna', para questoes como as afloradas aqui ou aqui...
[imagem daqui]
... Ou, mais recentemente, para o decadente, deprimente, aviltante, degradante e revoltante "espectaculo contemporaneo" de uma filha da 'ex-burguesia colonial' (?), ninfa branca racista supremacista de extrema direita, retardada, ridicula, quase cinquentona, mae solteira de uma unica(?!) filha mulata (va-se la' saber de quem...), nos seus doentios, obscenos, amorais e imorais jogos de seducao de homens negros (...ou quase...), movida, na sua patologica (i)logica do p(h)oder, apenas por inveja, odio, ciume, possessividade e lascivia (veja-se, a este proposito, o seu perfil aqui...), tentando perversa, intrusiva e abusivamente impor/transferir os seus 'desejos frustrados/reprimidos de procriacao em serie' (deste tipo...) para a mulher que ela fantasia ser sua escrava: a negra!

Ou, a falta de melhor, ou mais excitante fantasia, dada a sua mais do que evidente falta de qualquer resquicio de respeitabilidade ou caracter, tentando transforma-la naquilo que ela realmente e': 'lesbica', 'homosexual' ou 'homem em corpo de mulher' (ou sera' 'mulher em corpo de homem' - afinal para que serve a mulher (especialmente a negra) senao para parir?!)...
Patetice... So'?!
[imagem daqui]
Para terminar, destaco da obra (parcialmente reproduzida no 'inserto' abaixo), que em termos metodologicos recorre fundamentalmente a psicanalise, a seguinte passagem:
[Scramble for Afrika, by Yinka Shonibare]Never act as clever as you are!
Don't be brilliant!
(...if you do nobody will like you...)
Always blend in!
Estas palavras, proferidas denunciatoriamente por uma das intervenientes (e nao, ela nao se parece nada com uma "intelectual" - quanto mais nao seja porque nao usa oculos, nao tem cabelos grizalhos, nem anda no ballet classico desde os oito anos de idade... - e muito menos se auto-entitula como tal: de facto, assemelha-se bastante a qualquer uma das nossas damas do kuduro que aki tentei de algum modo "defender"...) no documentario aqui apresentado, o qual apenas descobri na vespera de aqui o ter postado, conteem a chave de muito do que se tem passado com e neste blog... Veja-se, mais uma vez (... porque nunca sera' demais e porque espero que pelo menos algumas jovens negras angolanas - como as que me transmitiram o calor humano de que aqui falo e aquelas a quem aqui me dirijo - aprendam alguma coisa com isto...) esta campanha, que se sumariza nesta orgia e neste bacanal...
Efectivamente, por outras, mas equivalentes palavras, eu li exactamente o mesmo, mas apologeticamente, no NJ (e.g., entre varias outras, em particular por um certo minion , quaisquer coisas relacionadas com "esquecer a cultura dos ancestrais" - i.e. nao se prestar a ser uma "mulher submissa e subserviente" - e, em resultado disso, "ninguem na sociedade gostar", por entre "falas em ingles cursivo", "levar tanto tempo para fazer um curso", "ter conhecimentos mal adquiridos/digeridos que quando ganham alguma seguranca"... "e' chato para o Popper", para ja' nao mencionar o (in)famoso e sempre (in)conveniente, particularmente quando usado perversamente neste tipo de contexto, "so' sei que nada sei" de Socrates (... mais uma "boca", como dizia Herberto Helder, tirada de passagem a cultura para com seu uso desencadear a explosao mitica...), como se alguem acreditasse que, tendo dito isso, no que apenas expressava o conceito filosofico de "duvida metodica", Socrates de facto "nao sabia", ou acreditava "nao saber nada"!... etc.,etc.,etc...) [*], no "O Pais" (..."no stars please!"...), no SA (... neste nao vale a pena sequer falar mais... ou talvez valha a pena repescar apenas as tristemente celebres "bocas intelectualoides" e uns certos "tem a mania do sabetudismo!" - este da autoria de um "miudo" nao-economista que, curiosamente, fez seguir essa 'boca' de uma "lecturacao" sobre "desenvolvimento economico"! - e "coloque-se no seu devido lugar!"...) e por ai afora (e.g., "achas mesmo que vales assim tanto? Olha as nossas colegas mulheres aqui, sem tantas qualificacoes nem remuneracoes, como estao muito bem e muito felizes"...; "tem a mania de se achar mais do que os outros"...)!
... Para que estudar tanto? (num habia nexexidade!)... E ainda por cima coisas que "qualquer mulher angolana sabe sem precisar de tirar cursos superiores"?... E ainda por cima tao longe e 'a revelia da "sacrossanta patria/familia lusofona"?... E ainda por cima para obter apenas "falsos diplomas" seguidos de "infiltracoes em reunioes de peritos"?!... Porque nao simplesmente estender a mao, manter-se "jovem", "elegante", "bem-cheirosa" e "disponivel para o sexo" (aparentemente seja la' com quem for, mesmo sendo certo que se esta' sujeita a logo em seguida ser-se insidiosa e difamatoriamente apelidada de "promiscua", "prostituta", "poluta" e "sem valores nem principios"...)?! [**] ...E mais ainda (veja-se, a este proposito, o que diz o academico Indiano entrevistado no documentario): porque nao colocar uma peruca ou tissagem loura como a Beyonce' e ser apenas "Tosca, mas nao a de Puccini" e conformar-se (invejar!) e submeter-se pura e simplesmente ao 'modelo de beleza' euro-caucasiano (vejam-se tambem as declaracoes do jornalista branco Irlandes (... supostamente uma 'figura' triste/patética a merecer histericos 'lols' a fartazana - e' so' fartar vilanagem!!!) sobre a Beyonce' no mesmo post sobre "shadeism"...) que "comeca na Venus de Milo e acaba na irresistivel Jessica Rabbit"?! [***]
Ou, melhor ainda do que tudo isso, porque nao "cometer um suicidio em grande estilo, antes que se seja esquartejada a catanada"?!
Enfim... para que OUSAR SER?!
... Por essas e por outras, ao longo da minha vida, sempre me vi forcada, tanto fisica, mental, psicologica e espiritualmente (... e o unico periodo em que fui capaz, porque esta sociedade mo tornou possivel, de nao o fazer foram os anos em que vivi em Londres sem qualquer contacto com o "mundo lusofono" - periodo em que, by the way, consegui praticamente deixar de fumar -, mas... de ha' uns anos a esta parte "deu-me" para retomar esse contacto e... os resultados estao a vista!...), a me auto-anular, auto-suprimir, auto-sabotar, auto-censurar, (e quando nao o faco, outros imediatamente se encarregam de obrigar-me a faze-lo, ou fazem-no "por mim"...), para nao parecer, e muito menos ser, "mais do que o(a)s outro(a)s" (o que quer que seja que isso signifique...) e, assim, acabar NAO SENDO NADA!
E porque esse processo (a que os Ingleses muito apta e concisamente apelidam de dumbing down) opera tanto nos fenomenos de racismo, como nos de sexismo e machismo (...ja' para nao falar nos ditos de "crispacao geracional", ou nos de suposta "solidariedade e coesao comunitaria", "politico-ideologica" e "patriotica", ou algo assim parecido...), nao so' e' frequente nele se formarem aliancas, por um lado, entre mulheres nao negras com homens negros e, por outro lado, entre homens negros com homens brancos, contra mulheres negras, como tambem sobre ele escreveram, a seu tempo e a seu modo, tanto Agostinho Neto, como Bessie Head, entre varios outros...
[Dysfunctional Family ,by Yinka Shonibare]
Mas, como tambem se diz logo no inicio do documentario, "tudo comeca na familia"... De facto, nunca me esqueco desta frase (ordem?) que me foi dirigida por alguem da minha familia mais proxima: "tens que deixar os outros existir!" (... nao que eu alguma vez tivesse tido a intencao, a pretensao ou, menos ainda, a capacidade de impedir "os outros de existir"... so, what that means in practice is: "tens que deixar de existir para que eu e a(o)s outra(o)s possamos existir!"...). E eu cresci a ouvir no seio da minha familia tanto strong statements sobre "direitos adquiridos" (e, ja' agora e a titulo de curiosidade, a ser cognominada por um amigo da familia - por sinal um arquitecto portugues de quem incluo um postal aqui e que, by the way, foi quem me ofereceu o meu primeiro disco dos Pink Floyd - desde os meus 15/16 anos como "a intelectual da familia", cognome tambem usado frequentemente pela minha mae... - o que, amarga ironia, se viria a revelar uma afiada espada de dois gumes ao longo da minha vida!...) este dito, aparentemente baseado num proverbio baKongo: "a orelha nunca pode crescer mais do que a cabeca"!
Trouble is... talvez 'a excepcao destes, toda(o)s nascemos com a (e pensamos pela) nossa propria cabeca!
[Em suma: alguem ja' tentou reflectir um pouco mais profundamente sobre de onde veem os famosos e famigerados "complexos de inferioridade" (tambem designados por outros de "complexos de colonizado") dos negros e, muito particularmente, das negras?... Ou das causas estruturais do aparentemente "cronico subdesenvolvimento" de Africa?!... I wonder...]

(...) E, já agora, “não gravaste nem filmaste porque não querias profanar aquele momento de intimidade tão único”…mas não te coibiste de o reproduzir aqui em detalhe, num espaço aberto ao mundo… será que as “mamãs” que tanta questão faziam que os homens “não vissem” não se importarão agora que qualquer homem no mundo as possa ver através dos teus olhos e comentar sobre o que viu?! Mas tu não tens culpa, és apenas o produto de um sistema político de apropriação cultural, também conhecido como “vulturismo cultural”, muito mal gerido ao longo destes 30 anos do pós-independência por elementos de um grupo social muito bem definido em Angola… e esse fenómeno há muito vem sendo estudado e debatido com muita seriedade, sobretudo fora do mundo lusófono. Mas, cedo ou tarde, esses debates e suas consequências chegarão a Angola…
There is a long history of sexualizing the black body with disastrous consequences - from lynchings in the South to the 'high-tech' lynchings of recent past. Collins looks at the ways African-American women's bodies have always been on display, from Josephine Baker to Destiny's Child, and the contradictory images of black masculinity from Michael Jackson to Michael Jordan.
(...)
In Black Sexual Politics, one of America's most influential writers on race and gender explores how images of Black sexuality have been used to maintain the color line and how they threaten to spread a new brand of racism around the world today. The ideal of pure white womanhood, Collins argues, required the invention of hot-blooded Latinas, exotic Suzy Wongs, and wanton jezebels...
(...)
In a book of sophisticated critical theory that could be used as a tool for antiracist political action, Collins (Charles Phelps Taft Professor of Sociology, Univ. of Cincinnati; Black Feminist Thought) asserts that "racism and sexism are deeply intertwined, and racism can never be solved without seeing and challenging sexism."

[Scramble for Afrika, by Yinka Shonibare]Never act as clever as you are!
Don't be brilliant!
(...if you do nobody will like you...)
Always blend in!
Estas palavras, proferidas denunciatoriamente por uma das intervenientes (e nao, ela nao se parece nada com uma "intelectual" - quanto mais nao seja porque nao usa oculos, nao tem cabelos grizalhos, nem anda no ballet classico desde os oito anos de idade... - e muito menos se auto-entitula como tal: de facto, assemelha-se bastante a qualquer uma das nossas damas do kuduro que aki tentei de algum modo "defender"...) no documentario aqui apresentado, o qual apenas descobri na vespera de aqui o ter postado, conteem a chave de muito do que se tem passado com e neste blog... Veja-se, mais uma vez (... porque nunca sera' demais e porque espero que pelo menos algumas jovens negras angolanas - como as que me transmitiram o calor humano de que aqui falo e aquelas a quem aqui me dirijo - aprendam alguma coisa com isto...) esta campanha, que se sumariza nesta orgia e neste bacanal...
Efectivamente, por outras, mas equivalentes palavras, eu li exactamente o mesmo, mas apologeticamente, no NJ (e.g., entre varias outras, em particular por um certo minion , quaisquer coisas relacionadas com "esquecer a cultura dos ancestrais" - i.e. nao se prestar a ser uma "mulher submissa e subserviente" - e, em resultado disso, "ninguem na sociedade gostar", por entre "falas em ingles cursivo", "levar tanto tempo para fazer um curso", "ter conhecimentos mal adquiridos/digeridos que quando ganham alguma seguranca"... "e' chato para o Popper", para ja' nao mencionar o (in)famoso e sempre (in)conveniente, particularmente quando usado perversamente neste tipo de contexto, "so' sei que nada sei" de Socrates (... mais uma "boca", como dizia Herberto Helder, tirada de passagem a cultura para com seu uso desencadear a explosao mitica...), como se alguem acreditasse que, tendo dito isso, no que apenas expressava o conceito filosofico de "duvida metodica", Socrates de facto "nao sabia", ou acreditava "nao saber nada"!... etc.,etc.,etc...) [*], no "O Pais" (..."no stars please!"...), no SA (... neste nao vale a pena sequer falar mais... ou talvez valha a pena repescar apenas as tristemente celebres "bocas intelectualoides" e uns certos "tem a mania do sabetudismo!" - este da autoria de um "miudo" nao-economista que, curiosamente, fez seguir essa 'boca' de uma "lecturacao" sobre "desenvolvimento economico"! - e "coloque-se no seu devido lugar!"...) e por ai afora (e.g., "achas mesmo que vales assim tanto? Olha as nossas colegas mulheres aqui, sem tantas qualificacoes nem remuneracoes, como estao muito bem e muito felizes"...; "tem a mania de se achar mais do que os outros"...)!
... Para que estudar tanto? (num habia nexexidade!)... E ainda por cima coisas que "qualquer mulher angolana sabe sem precisar de tirar cursos superiores"?... E ainda por cima tao longe e 'a revelia da "sacrossanta patria/familia lusofona"?... E ainda por cima para obter apenas "falsos diplomas" seguidos de "infiltracoes em reunioes de peritos"?!... Porque nao simplesmente estender a mao, manter-se "jovem", "elegante", "bem-cheirosa" e "disponivel para o sexo" (aparentemente seja la' com quem for, mesmo sendo certo que se esta' sujeita a logo em seguida ser-se insidiosa e difamatoriamente apelidada de "promiscua", "prostituta", "poluta" e "sem valores nem principios"...)?! [**] ...E mais ainda (veja-se, a este proposito, o que diz o academico Indiano entrevistado no documentario): porque nao colocar uma peruca ou tissagem loura como a Beyonce' e ser apenas "Tosca, mas nao a de Puccini" e conformar-se (invejar!) e submeter-se pura e simplesmente ao 'modelo de beleza' euro-caucasiano (vejam-se tambem as declaracoes do jornalista branco Irlandes (... supostamente uma 'figura' triste/patética a merecer histericos 'lols' a fartazana - e' so' fartar vilanagem!!!) sobre a Beyonce' no mesmo post sobre "shadeism"...) que "comeca na Venus de Milo e acaba na irresistivel Jessica Rabbit"?! [***]
Ou, melhor ainda do que tudo isso, porque nao "cometer um suicidio em grande estilo, antes que se seja esquartejada a catanada"?!
Enfim... para que OUSAR SER?!
... Por essas e por outras, ao longo da minha vida, sempre me vi forcada, tanto fisica, mental, psicologica e espiritualmente (... e o unico periodo em que fui capaz, porque esta sociedade mo tornou possivel, de nao o fazer foram os anos em que vivi em Londres sem qualquer contacto com o "mundo lusofono" - periodo em que, by the way, consegui praticamente deixar de fumar -, mas... de ha' uns anos a esta parte "deu-me" para retomar esse contacto e... os resultados estao a vista!...), a me auto-anular, auto-suprimir, auto-sabotar, auto-censurar, (e quando nao o faco, outros imediatamente se encarregam de obrigar-me a faze-lo, ou fazem-no "por mim"...), para nao parecer, e muito menos ser, "mais do que o(a)s outro(a)s" (o que quer que seja que isso signifique...) e, assim, acabar NAO SENDO NADA!
E porque esse processo (a que os Ingleses muito apta e concisamente apelidam de dumbing down) opera tanto nos fenomenos de racismo, como nos de sexismo e machismo (...ja' para nao falar nos ditos de "crispacao geracional", ou nos de suposta "solidariedade e coesao comunitaria", "politico-ideologica" e "patriotica", ou algo assim parecido...), nao so' e' frequente nele se formarem aliancas, por um lado, entre mulheres nao negras com homens negros e, por outro lado, entre homens negros com homens brancos, contra mulheres negras, como tambem sobre ele escreveram, a seu tempo e a seu modo, tanto Agostinho Neto, como Bessie Head, entre varios outros...
[Dysfunctional Family ,by Yinka Shonibare]
Mas, como tambem se diz logo no inicio do documentario, "tudo comeca na familia"... De facto, nunca me esqueco desta frase (ordem?) que me foi dirigida por alguem da minha familia mais proxima: "tens que deixar os outros existir!" (... nao que eu alguma vez tivesse tido a intencao, a pretensao ou, menos ainda, a capacidade de impedir "os outros de existir"... so, what that means in practice is: "tens que deixar de existir para que eu e a(o)s outra(o)s possamos existir!"...). E eu cresci a ouvir no seio da minha familia tanto strong statements sobre "direitos adquiridos" (e, ja' agora e a titulo de curiosidade, a ser cognominada por um amigo da familia - por sinal um arquitecto portugues de quem incluo um postal aqui e que, by the way, foi quem me ofereceu o meu primeiro disco dos Pink Floyd - desde os meus 15/16 anos como "a intelectual da familia", cognome tambem usado frequentemente pela minha mae... - o que, amarga ironia, se viria a revelar uma afiada espada de dois gumes ao longo da minha vida!...) este dito, aparentemente baseado num proverbio baKongo: "a orelha nunca pode crescer mais do que a cabeca"!
Trouble is... talvez 'a excepcao destes, toda(o)s nascemos com a (e pensamos pela) nossa propria cabeca!
[Em suma: alguem ja' tentou reflectir um pouco mais profundamente sobre de onde veem os famosos e famigerados "complexos de inferioridade" (tambem designados por outros de "complexos de colonizado") dos negros e, muito particularmente, das negras?... Ou das causas estruturais do aparentemente "cronico subdesenvolvimento" de Africa?!... I wonder...]

(...) E, já agora, “não gravaste nem filmaste porque não querias profanar aquele momento de intimidade tão único”…mas não te coibiste de o reproduzir aqui em detalhe, num espaço aberto ao mundo… será que as “mamãs” que tanta questão faziam que os homens “não vissem” não se importarão agora que qualquer homem no mundo as possa ver através dos teus olhos e comentar sobre o que viu?! Mas tu não tens culpa, és apenas o produto de um sistema político de apropriação cultural, também conhecido como “vulturismo cultural”, muito mal gerido ao longo destes 30 anos do pós-independência por elementos de um grupo social muito bem definido em Angola… e esse fenómeno há muito vem sendo estudado e debatido com muita seriedade, sobretudo fora do mundo lusófono. Mas, cedo ou tarde, esses debates e suas consequências chegarão a Angola…
There is a long history of sexualizing the black body with disastrous consequences - from lynchings in the South to the 'high-tech' lynchings of recent past. Collins looks at the ways African-American women's bodies have always been on display, from Josephine Baker to Destiny's Child, and the contradictory images of black masculinity from Michael Jackson to Michael Jordan.
(...)
In Black Sexual Politics, one of America's most influential writers on race and gender explores how images of Black sexuality have been used to maintain the color line and how they threaten to spread a new brand of racism around the world today. The ideal of pure white womanhood, Collins argues, required the invention of hot-blooded Latinas, exotic Suzy Wongs, and wanton jezebels...
(...)
In a book of sophisticated critical theory that could be used as a tool for antiracist political action, Collins (Charles Phelps Taft Professor of Sociology, Univ. of Cincinnati; Black Feminist Thought) asserts that "racism and sexism are deeply intertwined, and racism can never be solved without seeing and challenging sexism."

It is one thing to honour de Beauvoir for her brave and pioneering work in 1949. It is quite another to exalt her as a model thinker and source of inspiration now, fifty years later, when so much has happened in the world and in the field of feminist thought, including the rich influx of non-Western feminist thinking.
It is one thing to honour de Beauvoir for her brave and pioneering work in 1949. It is quite another to exalt her as a model thinker and source of inspiration now, fifty years later, when so much has happened in the world and in the field of feminist thought, including the rich influx of non-Western feminist thinking.